Achei Sudoeste

BUSCA PELA CATEGORIA "Brasil"

17 Abr 2015 - 09:30h

A Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 8137/14, de autoria do deputado Pauderney Avelino (DEM-AM), que aumenta as penas para o crime de receptação de mercadorias roubadas. Segundo a proposta, a pena geral do crime passará a ser de 2 a 8 anos de reclusão e, no crime qualificado, de 3 a 10 anos de reclusão e multa. Atualmente, o Código Penal prevê pena de reclusão de 1 a 4 anos para o caso geral e de 3 a 8 anos para a receptação qualificada, caracterizada por ter em depósito, desmontar, montar, remontar, vender, expor à venda, ou de qualquer forma utilizar coisa que se deva saber ser fruto de crime de furto ou roubo. O texto agora segue para o Senado.

17 Abr 2015 - 07:00h

A Toyota lançou oficialmente a linha 2015 da Hilux e do SW4. As novidades são a versão Limited Edition e SRV Flex 4×2 Automática para a picape e a opção SR Automática com capacidade para sete ocupantes para a SW4. Para a Hilux o destaque é a versão Limited Edition que é baseada na versão SRV Top Diesel e tem preço sugerido de R$ 155.650. A marca disse que série é voltada para os clientes que já equipavam a versão topo de linha com acessórios.  Segundo a marca os equipamentos que foram agregados à versão contam com uma redução de quase 50% do preço em relação aos vendidos como acessórios. Na parte externa a versão ganhou proteção do para-choque com a instalação de uma capa nas cores preto e cinza. 

Na lateral a picape ganhou novas rodas de aro 17 polegadas pintadas em preto fosco e adesivos personalizados que se prolongam pela traseira. Na caçamba a picape ganhou santantônio Sport cromado com protetores laterais em preto e capota marítima de lona. A picape ainda ganhou mais uma opção de versão com a chegada da SRV Flex 4×2 Automática. O preço sugerido para essa opção é de R$ 99.900. Já o SUV SW4 ganhou na linha 2015 a versão SR Flex com capacidade para sete ocupantes.  A nova opção tem preço sugerido de R$ 122.280. Outra alteração na linha SW4 fica por conta da nova opção de acabamento na cor preta para a versão topo de linha SRV Diesel. As informações são do Autos Segredos.

16 Abr 2015 - 10:30h

Segundo previsão do projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) do próximo ano, depois de estourar o teto da meta em 2015, a inflação começará a cair em 2016, mas só chegará ao centro da meta em 2017. De acordo com o documento, a inflação oficial pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) fechará 2015 em 8,2%, bem acima do teto da meta, de 6,5%. O índice cairá para 5,6% em 2016 e chegará ao centro da meta (4,5%) em 2017, repetindo o resultado em 2018. Apresentadas pelo Ministério do Planejamento, as projeções são de autoria da Secretaria de Política Econômica do Ministério da Fazenda. A previsão para 2015 está acima do número apresentado pelo Relatório de Inflação do Banco Central, que estima IPCA de 7,9% este ano. Segundo o ministro do Planejamento, Nelson Barbosa, não existe contradição entre os parâmetros do Banco Central e do Ministério da Fazenda. Em audiências públicas recentes, Tombini disse ser possível que a inflação convirja para o centro da meta no fim de 2016. As previsões do mercado, no entanto, são mais pessimistas. Segundo o Boletim Focus, pesquisa com instituições financeiras divulgada toda semana pelo Banco Central, os analistas acreditam que a inflação oficial ficará em 8,13% em 2015 e 5,6% em 2016.

16 Abr 2015 - 09:30h

Em 2016, o salário mínimo será de R$ 854, valor que consta do projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), enviado pelo governo ao Congresso Nacional. De acordo com a proposta, o salário mínimo terá aumento de 8,37% a partir de 1º de janeiro. O Ministério do Planejamento, responsável pela elaboração da LDO, ainda não explicou como foi calculado o reajuste. Desde 2011, o salário mínimo é reajustado pela inflação do ano anterior, de acordo com o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) mais a variação do Produto Interno Bruto (PIB, soma das riquezas produzidas no país) de dois anos antes. A fórmula, no entanto, só vale até este ano.

15 Abr 2015 - 17:30h

Atualmente, a humanidade vive uma epidemia de obesidade dramática. Para se ter uma idéia, uma criança de 8 anos já comeu a mesma quantidade de açúcar que seu avô comeu em toda vida. Em 1990, existiam 32 milhões de crianças com menos de cinco anos com excesso de peso, em 2013 esse número subiu para 42 milhões, e em 2025 a estimativa é de que serão 70 milhões de crianças. Os dados podem ser vistos em um vídeo produzido pela organização El Poder del Consumidor do México, membro da Consumer Internacional (CI), que defende a importância de restringir a venda de produtos processados para as crianças e de um convênio global para proteger e promover uma alimentação saudável. Segundo o vídeo, doenças associadas com a má alimentação, como diabetes, problemas no coração e alguns tipos de câncer provocam mais de 11 milhões de mortes ao ano.

15 Abr 2015 - 16:30h

De acordo com levantamento do Banco Central, a atividade econômica no país registrou expansão de 0,36% em fevereiro ante a janeiro, quando o Índice de Atividade do Banco Central (IBC-Br) apresentou queda de 0,11% na comparação com o mês anterior - o índice subiu de 145,50 pontos para 146,03 pontos. Nos dados já estão descontados os impactos que diversos fatores têm sobre a economia em determinadas épocas do ano. O IBC-Br é uma forma de avaliar a evolução da atividade econômica brasileira. O índice incorpora informações sobre o nível de atividade dos três setores da economia: indústria, comércio e serviços e agropecuária. Os números do índice são uma análise do BC sobre o crescimento, mas no Brasil quem divulga o PIB (a soma de todos os bens e riquezas de um país) é o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística.

15 Abr 2015 - 11:00h

Pesquisa do instituto Datafolha divulgada pelo jornal Folha de S. Paulo nesta quarta-feira (15) revela que 87% dos brasileiros são a favor da redução da maioridade penal de 18 para 16 anos. Há nove anos, em agosto de 2006, 84% dos entrevistados eram favoráveis à redução. Nas duas pesquisas, o índice de brasileiros contrários à mudança se manteve o mesmo: 11%. De acordo com o levantamento, entre os favoráveis à alteração, 74% defendem que a redução da maioridade tenha efeito para todos os tipos de crimes; já 26% preferem que a medida seja válida apenas para determinados delitos. O maior índice de aprovação à proposta de reduzir a maioridade penal está nas regiões Centro-Oeste, com 93%, e Norte, com 91%. Por outro lado, a rejeição à mudança é maior entre os brasileiros que têm ensino superior (23%) e entre aqueles com renda familiar mensal acima de dez salários mínimos (25%). A pesquisa ouviu 2.834 pessoas em 171 cidades entre os dias 9 e 10 de abril. A margem de erro é de dois pontos.

15 Abr 2015 - 09:30h

Embora não seja oficialmente reconhecida pela psiquiatria atual como uma doença, a aviofobia, o medo de viajar de avião, atinge mais de 210 milhões de pessoas no mundo. Segundo estatísticas, 6,5% da população que voa sofre do mal. De acordo com a Agência Brasil, o psicólogo Cristiano Nabuco, diretor do Núcleo de Terapias Virtuais, da USP, explica que os sintomas normalmente incluem ter pensamentos catastróficos a respeito da experiência do voo, insônia e taquicardia. Nabuco disse que algumas pessoas ficam tão perturbadas que desistem de voar ou tentam e sofrem ataques de pânico. O psicólogo cita casos de aviões que, depois de terem taxiado, precisam voltar para deixar passageiros no saguão. Cristiano Nabuco propõe uma terapia virtual para lidar com a aviofobia, com o princípio de expor o organismo humano progressivamente a esse estímulo aversivo, até que se crie, naturalmente, uma tolerância, “Desenvolvemos um programa em realidade virtual, onde o paciente passa por todas essas experiências. Ou seja, o cérebro emocional, mesmo sabendo se tratar de uma experiência que não está realmente existindo, reage como se fosse diante da realidade, e dessa forma o paciente vai aumentando a tolerância para lidar com o medo”, explicou ele.

14 Abr 2015 - 09:30h

De acordo com balanço divulgado na última segunda-feira (13) pelo Ministério da Saúde, o número de casos de dengue no país este ano, até o dia 28 de março, aumentou 240,1% em relação ao mesmo período do ano passado, com um total de 460,5 mil, contra 135,3 mil registrados no primeiro trimestre de 2014. O balanço aponta  ainda que, até 28 de março, 132 pessoas morreram em decorrência da doença, número 29% maior que em 2014, quando foram 102 as mortes, no mesmo período. Os casos graves também aumentaram - foram registrados 235 este ano, o que representa um aumento 39,1% na comparação de 2014, quando foram registrados 169, também até 28 de março. Segundo a pasta, a região Centro-Oeste apresenta maior incidência, com 393,3 por 100 mil habitantes (59.855 casos), nos primeiros três meses do ano. Em seguida vem a região Sudeste com 357,5 por 100 mil habitantes (304.251 casos), a Norte com 112,4 por 100 mil habitantes (19.402 casos) e a Nordeste com 91,2 por 100 mil habitantes (51.521 casos). A região Sul, com 88,8 por 100 mil habitantes (25.773 casos), é tradicionalmente a que tem menor incidência da dengue.

13 Abr 2015 - 18:30h

Através das redes sociais, a presidenta Dilma Rousseff se manifestou contra a redução da maioridade penal. A admissibilidade da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 171/93, que reduz a maioridade penal de 18 para 16 anos, foi aprovada pela Comissão de Constituição e Justiça da Câmara no fim de março e uma comissão especial foi instalada para analisar o texto. “Não podemos permitir a redução da maioridade penal. Lugar de meninos e meninas é na escola. Chega de impunidade para aqueles que aliciam crianças e adolescentes para o crime”, escreveu Dilma em seus perfis. Rousseff acredita que a decisão seria “um grande retrocesso” para o país e que não resolveria os problemas de jovens em conflito com a lei. Ela defende ainda que a punição nesses casos obedeça medidas já previstas no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). Nos posts, Dilma disse que orientou o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, a iniciar uma “ampla discussão” para aprimoramento do ECA. Por fim, a presidente defendeu mudanças na legislação para endurecer a punição para adultos que aliciam jovens para o crime organizado.

13 Abr 2015 - 18:00h

De acordo com dados do Serasa Experian, após dois meses em queda, a demanda do consumidor por crédito voltou a subir em março, com alta de 16,7% na comparação com fevereiro e de 14,9% em relação a março do ano passado - a busca do consumidor por crédito acumula alta de 5,9% no primeiro trimestre de 2015. Para especialistas, o resultado reflete um maior número de dias úteis em março deste ano, em relação a 2014 - foram 22 dias úteis em março de 2015 contra 18 do mês anterior; no mesmo período do ano passado, foram 19 dias. Ao se fazer o ajuste por dias úteis, verifica-se um recuo de 5% em março na comparação com o mês anterior e queda de 0,8% em relação a março do ano passado. Todas as regiões do país registraram elevações no indicador em relação a fevereiro. As maiores altas ocorrem no Nordeste (18%) e no Sul (17,3%). Em seguida, aparecem as regiões Sudeste (15,7%) e Norte (14,5%). O menor avanço mensal ocorreu no Centro-Oeste (13,1%). Na comparação com o primeiro trimestre de 2014, também houve aumento da demanda em todas a regiões: 17,9% no Centro-Oeste, 12% no Norte, 6,9% no Nordeste, 4,8% no Sul e 3,2% no Sudeste.

13 Abr 2015 - 16:30h

O fotógrafo do jornal “Estado de Minas”, Beto Novaes, foi agredido devido a sua semelhança com o ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva enquanto fazia a cobertura do protesto de ontem (12), ocorrido na Praça da Liberdade. Novaes disse que costuma ser abordado por pessoas que pedem para tirar foto com ele, porém, durante a manifestação do último domingo, um grupo de cerca de quatro rapazes o cercou e o agrediu. Segundo o fotógrafo, eles chegaram empurrando e lhe deram um chute na coxa, exigindo que ele saísse do local. Mesmo com o crachá do jornal no pescoço, os agressores continuaram a insultá-lo até que o fotógrafo teve que deixar o lugar. “Me disseram que eu não estava trabalhando, mas que tinha ido à manifestação fantasiado de Lula”, contou Beto.

13 Abr 2015 - 09:30h

Segundo pesquisa Datafolha, a popularidade da presidente Dilma Rousseff parou de cair - para 13% das pessoas ouvidas, Dilma faz um governo bom ou ótimo, a mesma porcentagem mostrada no levantamento de março; enquanto para 60% a administração é ruim ou péssima, apenas dois pontos a menos do que na pesquisa anterior. Também ficaram estáveis as expectativas dos entrevistados em relação à economia. Na opinião de 78% das pessoas ouvidas a inflação deverá aumentar no próximo período; para 70% o desemprego vai crescer e para 58% a situação econômica do país deve piorar. A pesquisa foi realizada nos dias 9 e 10 de abril com 2.834 pessoas em 171 municípios. A margem de erro máxima é de dois pontos porcentuais.

13 Abr 2015 - 08:00h

De acordo com pesquisa Datafolha divulgada no último sábado (11), 63% dos entrevistados apoiariam a abertura de um processo de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff (PT), considerando o que foi revelado até agora da Operação Lava-Jato. A pesquisa também revela que a maior parte das pessoas não sabe o que poderia acontecer depois do impeachment. Do total de eleitores que defendem o impeachment, apenas 12% estão conscientes de que, caso a presidente fosse mesmo afastada, o cargo seria ocupado por Michel Temer (PMDB). Embora a maioria das pessoas apoie a abertura de uma investigação contra a presidente, 64% não acreditam no afastamento de Dilma. Para 57% dos entrevistados, Dilma sabia da corrupção na Petrobras. Outros 26% acreditam que, embora soubesse do esquema, a presidente não poderia fazer nada para impedir que ele continuasse. Por fim, 12% responderam que Dilma não sabia da corrupção na Petrobras. Perguntados em quem votariam caso fossem convocadas novas eleições presidenciais, os eleitores se dividiram entre Aécio Neves e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O tucano foi escolhido por 33% dos eleitores, enquanto o petista ficou com 29% das intenções de voto. Marina Silva, que concorreu às últimas eleições pelo PSB, e o ex-ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Joaquim Barbosa aparecem empatados em terceiro lugar com 13% das respostas. O Datafolha ouviu 2.834 pessoas em 171 municípios entre 9 e 10 de abril. A margem de erro é de dois pontos percentuais.

11 Abr 2015 - 08:30h

O ministro da Fazenda, Joaquim Levy, disse que 2015, em particular, é um ano de transição para a economia brasileira, de fortalecimento dos fundamentos macroeconômicos, em vista também da mudança do ambiente internacional e do entendimento das implicações dessas mudanças. De acordo com a Agência Brasil, para o ministro, isso vai contribuir para a retomada do crescimento sustentável em breve. Levy destacou três desafios centrais para o momento econômico pelo qual o país atravessa. O primeiro, apontou o ministro, é a estabilidade fiscal e monetária. “Assim como o Plano Real nasceu de erros e acertos no combate da inflação ao longo das décadas anteriores, acredito que temos capacidade de retomar e consolidar a estabilidade macroeconômica com base na construção de um consenso nacional em prol da disciplina fiscal e do combate à inflação, condições fundamentais para a manutenção e ampliação de conquistas sociais e distributivas mais recentes. [Estou] esta semana conquistando apoio explícito das principais forças políticas do nosso país”. Em segundo, o ministro da Fazenda indicou a ideia de que o ajuste fiscal é também um ajuste econômico, que busca realinhar incentivos aos objetivos finais das políticas públicas. “Não me refiro somente à política fiscal e monetária, mas também às políticas mais amplas, tanto trabalhistas, quanto previdenciária, aquelas que permitem a expansão do investimento e a segurança jurídica em todos os aspectos da vida econômica”. Por último, Levy destacou que os desafios anteriores não teriam sentido se não existisse uma visão de crescimento de longo prazo. “Temos diante de nós o desafio maior exatamente de relançar um novo ciclo de crescimento em bases distintas em ambiente econômico mundial distinto e que envolverá, e aqui faço menção ao ministro do Planejamento , o esforço na área de infraestrutura e logística, com a participação do governo, mas não só da União, [mas também de] estados e municípios e principalmente do setor privado”.

10 Abr 2015 - 14:30h

O número de cesarianas cresce a cada ano, sobretudo em países de média e alta renda. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o procedimento é comumente adotado sem indicação médica e coloca a saúde de mulheres e de seus bebês em risco. A entidade alerta que a cesariana pode ser necessária quando o parto normal coloca em risco a vida da mãe e do bebê, como em casos de trabalho de parto prolongado, sofrimento fetal ou quando o bebê está em uma posição pouco comum. Porém, as cesarianas podem provocar complicações, particularmente quando não há instalações adequadas para os procedimentos cirúrgicos de forma segura ou para tratar possíveis complicações. Desde 1985, a comunidade médica internacional defende que a taxa ideal de cesarianas esteja entre 10% e 15%. Segundo a OMS, estudos recentes indicam que quando as taxas se aproximam de 10% a mortalidade materna e entre recém-nascidos é menor. Mas, quando a taxa supera os 10%, não há evidências de melhoria nos índices.

10 Abr 2015 - 10:30h

Segundo pesquisa divulgada pela Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac), a taxa média dos juros do cartão de crédito atingiu 290,43% ao ano - o percentual reflete o aumento das taxas, que, em fevereiro, estavam em 11,67% ao mês e subiram para 12,02% em março. Em fevereiro, a taxa média do cartão de crédito era 276,04% ao ano. A taxa média para pessoa física subiu 0,11 ponto percentual, alcançando 6,6% ao mês (115,32% ao ano). Para pessoa jurídica, a taxa média subiu 0,16 ponto percentual, chegando a 3,73% ao mês em março (55,19% ao ano). A Anefac atribui a alta dos juros ao cenário econômico adverso desde 2014, que aumenta a projeção de inadimplência a partir do crescimento da inflação e do desemprego.

10 Abr 2015 - 09:00h

De acordo com Índice de Progresso Social de 2015, elaborado pela fundação norte-americana Social Progress Imperative (SPI), o Brasil ficou na 42ª posição, em uma lista com 133 países. O índice leva em conta três grandes áreas: necessidades humanas básicas, fundamentos de bem-estar e oportunidades. Segundo a Agência Brasil, em uma escala de 0 a 100 em cada área, o Brasil ficou com média 70,89, sendo o mais bem colocado do Brics, grupo econômico formado por Rússia (71ª), Índia (101ª), China (92ª) e África do Sul (63ª). Na América do Sul, o país ficou atrás do Uruguai (24ª), do Chile (26ª) e da Argentina (38ª). O Brasil subiu quatro posições em relação ao ano passado, quando ficou na 46ª colocação. A Noruega ocupa a primeira posição, com 88,36 pontos, seguida por Suécia e Suíça. A República Centro-Africana está na última posição, com 31,42 pontos, acompanhada der perto por Chade e Afeganistão.

10 Abr 2015 - 08:30h

A produção e venda de motocicletas cresceram 14,9% em março deste ano, em relação a fevereiro, e em comparação com março de 2014 a alta ficou em 1,6%, enquanto no trimestre houve queda de 12,6% sobre o ano anterior, e a indústria deve fechar o ano com uma queda na produção em relação ao ano passado. O levantamento foi divulgado nesta quinta (09.04) pela Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares (Abraciclo). De acordo com a Abraciclo, a indústria de motocicletas projeta produção de 1.415.000 unidades para este ano, o que representa uma queda de 6,8% em relação ao volume total de 2014. A perspectiva da associação é de que “as vendas no atacado e varejo devem atingir 1.360.000 e 1.365.000 unidades, ficando, respectivamente, 4,9% e 4,5% abaixo do concretizado no ano passado”. As vendas no atacado, feitas para as concessionárias, aumentaram 20,6% em relação ao mês anterior e 3% sobre março de 2014. Já as exportações registraram recuo de 32,3% em março, se comparado ao mês passado. Na comparação ao mesmo mês de 2014, houve uma retração de 80,6%. Ainda em março, com base nos licenciamentos registrados, foram emplacadas 32,7% mais motocicletas do que em fevereiro. Em relação a março de 2014, houve alta de 11%. O levantamento reuniu ainda dados do trimestre. Nos primeiros três meses do ano, foram fabricadas 12,6% a menos motocicletas do que o total registrado no mesmo período de 2014. As vendas no atacado caíram 6,9%, na comparação trimestral. Na exportação, houve recuo de 76,1% de janeiro a março deste ano, ante o mesmo período do ano passado. Houve ainda queda de 10,5% nas motocicletas emplacadas, em relação a 2014. As informações são do Jornal Tribuna da Bahia.

09 Abr 2015 - 18:30h

Um homem soltou diversos ratos no plenário da Câmara dos Deputados depois de o tesoureiro do PT, João Vaccari Neto, chegar nesta quinta-feira (09) à Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Petrobras. Os animais provocaram tumulto e alguns deputados pediram o cancelamento dos trabalhos. O homem foi detido pela Polícia Legislativa, os ratos recolhidos e Vaccari iniciou o seu depoimento. O tesoureiro é suspeito de corrupção passiva e lavagem de dinheiro, de acordo com delatores da Operação Lava Jato, da Polícia Federal. Eles afirmaram que Vaccari intermediou doações de propina em contratos com fornecedores da Petrobras. O dinheiro seria usado para financiar campanhas políticas. Segundo a denúncia apresentada à Justiça Federal pelo Ministério Público Federal, no Paraná, Vaccari participou de reuniões com o ex-diretor de Serviços da Petrobras, Renato Duque, durante as quais eram acertados os valores de propina que seriam transferidos ao PT como doações legais. O tesoureiro do PT nega as acusações e diz que todas as doações foram feitas de acordo com a legislação do Tribunal Superior Eleitoral.