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22 Jun 2018 - 11:30h

A Caixa Econômica Federal passou a incluir a informação sobre o signo do zodíaco no cadastro de identificação dos clientes. De acordo com a instituição, o dado do horóscopo é obtido automaticamente pelo sistema do banco, a partir da data de nascimento do cliente. “A informação é somente para uso interno e utilizada para auxiliar na identificação do cliente em caso de eventuais fraudes”, diz a Caixa por meio de nota. A exigência do horóscopo se junta a outras informações que são exigidas para identificar o cliente, como data de nascimento, nome, RG e CPF. O uso do signo para identificação foi confirmado pelo banco após o jornal O Globo publicar reportagem mostrando um cliente fluminense que descobriu que seu signo (sagitário) constava do formulário que recebeu da atendente de uma agência para receber o dinheiro do fundo PIS. Ele postou a foto com a informação nas redes sociais e o caso acabou viralizando.

21 Jun 2018 - 15:30h

A Petrobras anunciou na manhã desta quinta-feira, 21, diminuição no preço da gasolina nas refinarias. Só em junho foram realizadas dez reduções no custo do litro do combustível. No período, ocorreram duas altas nos valores. De acordo com a Veja, dessa vez, o preço da gasolina teve queda de 1,11%, saindo de R$ 1,8841 para R$ 1,8634. No maior valor para junho, no dia 2, o litro chegou a custar 2,0113 reais nas refinarias. Os novos custos não incluem impostos e valem a partir desta sexta-feira. A oscilação segue a política de preços adotada pela companhia desde julho do ano passado, que acompanha a cotação do petróleo no mercado internacional. Com isso, o combustível no Brasil pode ter reajustes ou reduções diárias.

20 Jun 2018 - 11:30h

O consumidor deve preparar o bolso porque a conta de luz vai ficar mais cara nos próximos meses, reflexo das previsões de menos chuvas na região dos reservatórios das hidrelétricas, principal fonte de geração de energia do país. Com isso, entra em vigor a chamada bandeira vermelha – mecanismo criado para sinalizar ao cliente eventuais reduções na oferta de energia. A bandeira tarifária vermelha nível 2, que já foi acionada em junho, acrescenta 5 reais às contas de luz a cada 100 kilowatts-hora consumidos. “Significa dizer que haverá um adicional de 1,5% no valor da tarifa”, calcula Guilherme Medeiros, responsável pela regulação e tarifas da Thymos Energia. De acordo com ele, o acréscimo deve ser pago pelos consumidores até novembro, quando começam as chuvas e as cobranças tendem a voltar para a bandeira verde. “Nós esperamos que a bandeira vermelha 2 continue até o fim do ano”, diz relatório do banco UBS. De acordo com a Veja, o sistema de bandeiras – verde, amarela, vermelha 1 e vermelha 2 – é usado para indicar o patamar tarifário da conta de luz. Exceto pela verde, na qual não há cobrança extra, a tarifa fica mais cara na vigência das demais. A medida é uma forma de compensar o acionamento das usinas termoelétricas, cuja operação é mais cara, em momentos em que os reservatórios estão em níveis baixos.

13 Jun 2018 - 11:30h

A maioria dos brasileiros pretende se aposentar antes dos 65 anos. É o que mostra pesquisa da Federação Nacional de Previdência Privada (Fenaprevi) com o Instituto Ipsos. Como a reforma da Previdência não foi aprovada, o Brasil não possui uma idade mínima para a aposentadoria. Aqui, os trabalhadores podem se aposentar cumprindo apenas tempo mínimo de contribuição ao INSS – 30 anos (mulheres) e 35 anos (homens). O texto da reforma previa aposentadoria aos 62 anos (mulheres) e 65 anos (homens). De acordo com o levantamento, 51% esperam deixar o mercado de trabalho com até 65 anos. Desse grupo, 9% gostariam de se aposentar com 50 anos ou menos, 11% têm a expectativa de que isso ocorra entre os 51 e 59 anos e 28% esperam que a aposentaria venha aos 60 anos. Apenas 3% dos entrevistados pretendem deixar o emprego entre 61 e 64 anos. Entre os 49% restantes, 15% querem se aposentar com 65 anos, 5% com mais de 65 anos e 10% não pensaram nisso ainda. Outros 2% dizem que não vão se aposentar nunca e 17% não sabem.

09 Jun 2018 - 09:00h

Depois de três quedas seguidas, a Petrobras anunciou nesta sexta-feira, 8, que vai reajustar o preço da gasolina nas refinarias a partir deste sábado. O combustível ficará 1,8% mais caro, saindo de 1,9521 reais para 1,9873 reais. Na quinta-feira, a estatal diminuiu 0,45% o custo da gasolina; na quarta, já houve um corte de 0,68%; e na segunda uma queda de 1,37%. De acordo com a Veja, essa oscilação confirma que a estatal mantém a política de preços baseada no mercado internacional, conforme defendeu o novo diretor da companhia Ivan Monteiro em carta enviada aos funcionários. Implantada na gestão Pedro Parente e que levou ao pedido de demissão do executivo da presidência da empresa na semana passada, a política de preços da Petrobras baseada no mercado internacional prevê que o valor do combustível pode ter variação diária, dependendo da cotação do petróleo.

09 Jun 2018 - 08:30h

O preço médio do litro do diesel recuou R$ 0,35, segundo levantamento da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) divulgado na sexta-feira (8). No mesmo período, o preço da gasolina ficou praticamente estável. De acordo a ANP, o preço médio do litro do diesel nas bombas caiu de R$ 3,828 para R$ 3,482, uma queda de 9%. O preço máximo encontrado pela agência foi de R$ 4,859. O levantamento mostrou, portanto, que a redução de R$ 0,46 no preço do diesel prometida pelo governo para encerrar a greve dos caminhoneiros ainda não foi integralmente repassada.

08 Jun 2018 - 17:30h

O dólar perdeu mais de 5% nesta sexta-feira (8), interrompendo três dias de forte alta que levaram a moeda ao maior nível desde março de 2016. O recuo veio após anúncio, na véspera, feito pelo presidente do Banco Central, Ilan Goldfajn, de que serão usados todos os instrumentos “necessários” para conter a pressão sobre o câmbio. A moeda norte-americana caiu 5,50%, vendida a R$ 3,7074. Na mínima do dia, o dólar alcançou R$ 3,6954. Já o dólar turismo era vendido ao redor de R$ 3,87.

08 Jun 2018 - 14:30h

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), considerado a inflação oficial do país, ficou em 0,4% em maio, registrando uma aceleração em relação aos 0,22% de abril, segundo divulgou nesta sexta-feira (8) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Segundo o IBGE, os maiores impactos no índice vieram dos preços do grupo Transportes, com a gasolina respondendo, sozinha, por um impacto de 0,15 ponto percentual da inflação no mês. No acumulado no ano, a variação até maio ficou em 1,33%, o menor patamar para um mês de maio desde a implantação do Plano Real, em 1994. De acordo com o G1, em 12 meses, a inflação acumulada subiu para 2,86%, depois de registrar 2,76% nos 12 meses imediatamente anteriores. Mesmo assim, segue baixo do piso da meta do Banco Central, que é de 3%.

07 Jun 2018 - 16:30h

A Petrobras reduz a partir de hoje o preço da gasolina nas refinarias. O litro do combustível ficará 0,45% mais barato, saindo de 1,9706 reais para 1,9617 reais. É a terceira queda seguida no valor da gasolina. Nesta quarta-feira, 6, o custo já tinha caído 1,37% e na segunda-feira houve um corte de 0,68% no preço do combustível. Essa oscilação confirma que a estatal mantém a política de preços baseada no mercado internacional, conforme defendeu o novo diretor da companhia Ivan Monteiro em carta enviada aos funcionários. De acordo com a Veja, implantada na gestão Pedro Parente e que levou ao pedido de demissão do executivo da presidência da empresa na semana passada, a política de preços da Petrobras se baseia no mercado internacional e prevê que o valor do combustível pode ter variação diária, dependendo da cotação do petróleo.

06 Jun 2018 - 17:30h

O Ministério da Justiça publicou nesta quarta-feira (6) no Diário Oficial da União uma portaria que determina aos Procons estaduais e municipais exigirem dos postos de combustível a exibição "de forma clara e ostensiva" dos preços do diesel antes e depois da greve dos caminhoneiros. A portaria contém ainda outras determinações que regulamentam a fiscalização em postos de combustível para verificar se a redução no preço do diesel está efetivamente sendo repassada ao consumidor. A redução, de R$ 0,46 por litro de diesel, foi anunciada pelo governo na semana passada, após acordo com caminhoneiros grevistas. A categoria reivindicava, entre outros pontos, diminuição no valor do combustível. Pela portaria, os postos de combustível devem informar o valor do diesel a partir de 1º de junho na comparação com o dia 21 de maio, data usada como base pelo governo para promover a diminuição no valor do combustível. Para demonstrar a diferença de preços, o posto poderá usar “cartaz, placa, faixa ou similar”. Outra determinação da portaria é que postos apresentem aos agentes do Procon as notas fiscais da compra do combustível nas distribuidoras. Também deverão apresentar as notas da venda para o consumidor.

06 Jun 2018 - 16:30h

O governo revisou sua estimativa para o salário mínimo em 2019 de R$ 1.002, que havia sido feita em abril deste ano, para R$ 998. A nova previsão consta em nota técnica do Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias do próximo ano, divulgada pela Comissão Mista de Orçamento. Atualmente, o salário mínimo, que serve de referência para cerca de 45 milhões de pessoas, está em R$ 954. Com isso, o aumento previsto para o próximo ano passou a ser de R$ 44. Com a nova previsão, o governo estima que vai deixar de gastar R$ 1,21 bilhão em 2019. Isso porque, para cada R$ 1 de aumento, há o impacto de R$ 303,9 milhões em despesas, sendo R$ 243 milhões apenas nos gastos do INSS.

04 Jun 2018 - 16:30h

Um em cada cinco usuários de cartão de crédito utilizam esse meio de pagamento como renda complementar, segundo pesquisa do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e da Confederação Nacional de Diretores Lojistas (CNDL). Os seja, são consumidores que utilizam o cartão para continuar comprando mesmo quando o salário do mês já acabou. O problema é que essa forma de utilização acaba levando ao endividamento, segundo a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti, pois muitos usuários perdem o controle dos gastos e compram além do que conseguem pagar quando a fatura chega. “Se o dinheiro que o consumidor dispõe já não está sendo suficiente para cobrir os atuais gastos, certamente não será o bastante para pagar as despesas do mês seguinte, quando terá de arcar com a fatura do cartão de crédito e também quitar as contas do mês”, diz a economista a Revista Veja. As novas regras para a cobrança de juros no rotativo do cartão de crédito entraram em vigor na sexta-feira passada. A partir de agora, as operadoras não poderão mais cobrar juros especiais de clientes que estiverem no rotativo e ficarem inadimplentes. Pela nova regra, a taxa de juros do rotativo passa a ser única, tanto para inadimplentes quanto para adimplentes. Mas as instituições poderão cobrar multa e juros de mora, por atraso, como ocorre em qualquer outra operação de crédito. No caso de valores de crédito rotativo já parcelado, a taxa de juros deve ser a da operação de parcelamento.

03 Jun 2018 - 08:30h

Os R$ 9,58 bilhões que o governo gastará até o final do ano para atender a uma das reivindicações dos caminhoneiros – reduzir o preço do diesel – correspondem a 11,5% do volume estimado para todo este ano de subsídios destinados a outros setores (R$ 83,3 bilhões). Subsídio é o desembolso de dinheiro que o governo faz para financiar um benefício para determinado setor. Pode estar contabilizado no orçamento ou não. Neste último caso, afeta apenas a dívida pública, elevando-a. De acordo com o G1, no caso da redução de R$ 0,46 por litro de diesel, o governo vai subsidiar R$ 0,30 do total, o que resultará no subsídio total de R$ 9,58 bilhões até o fim do ano. Além disso, outros R$ 4 bilhões, que não configuram subsídios propriamente ditos, serão compensados com fim de outros benefícios. Também foram cortados gastos sociais.

03 Jun 2018 - 08:00h

Enquanto o Banco Central (BC) lidera um esforço para a redução dos juros bancários para os clientes, as instituições financeiras reajustam tarifas para garantir lucros altos. Em um ano, os preços dos pacotes de serviços dos cinco maiores bancos do país aumentaram 5,5%, de acordo com os dados do BC. No mesmo período, a inflação oficial foi de apenas 2,7%. Algumas tarifas avulsas de serviços bastante requisitados pelos correntistas pessoas físicas deram saltos ainda maiores. Entre os cinco maiores bancos, a Caixa Econômica Federal (CEF) foi a que mais reajustou. Em média, seus pacotes padronizados subiram 9,7%. Segundo fontes do setor, ouvidas pelo jornal O Globo, o aumento da tarifa é uma diretriz dos bancos para manter a rentabilidade. O Santander foi o segundo banco que mais aumentou os pacotes de serviços. De maio de 2017 até este mês, a alta média chegou a 7,7%. Em seguida, vieram Itaú, Bradesco e Banco do Brasil. Pelas regras do BC, os bancos podem cobrar por quatro pacotes de serviços, com diferentes quantidades de operações. Os valores desses grupos de serviços subiram em todas as grandes instituições.

02 Jun 2018 - 08:25h

A Petrobras anunciou a elevação de 2,25% no preço da gasolina comercializada nas refinarias. Com a alta, o litro da gasolina A nas refinarias passará de R$ 1,9671 para R$ 2,0113 a partir deste sábado (2), segundo informou a empresa em sua página. Trata-se da 2ª alta seguida após uma sequência de 5 quedas. De acordo com o G1, na quarta-feira, a estatal havia anunciado aumento de 0,74% no preço da gasolina. Na terça-feira, os preços tinham sido reduzidos em 2,84%. Desde o início de maio, já foram anunciadas 14 altas e 6 quedas no preço da gasolina.

02 Jun 2018 - 08:00h

O governo federal formalizou na edição desta sexta-feira, dia 1º, do Diário Oficial da União (DOU), o reajuste de 5,67% no valor mensal do Bolsa Família, que já havia sido anunciado pelo presidente Michel Temer na véspera do Dia do Trabalho. O decreto da decisão informa que o aumento entrará em vigor daqui a um mês, em 1º de julho. De acordo com a Revista Época, o programa atenderá famílias em situação de pobreza e de extrema pobreza, caracterizadas pela renda familiar mensal per capita de até R$ 178 e R$ 89, respectivamente. Hoje, esses valores são de R$ 170 e R$ 85, que beneficiam 13,8 milhões de famílias. Com o decreto, famílias de extrema pobreza que tenham gestantes, nutrizes, crianças de até 12 anos ou adolescentes até 15 anos, receberão um benefício variável mensal de R$ 41 por beneficiário, até o limite de R$ 205 por família. Atualmente esse benefício é de R$ 39, até o limite de 195 por família. Para as famílias com adolescentes de 16 a 17 anos de idade matriculados em estabelecimentos de ensino, o benefício variável passará de R$ 46 para R$ 48 por beneficiário, até o limite de R$ 96 por família. Sem o reajuste, o limite por família é de R$ 92.

01 Jun 2018 - 15:30h

Depois dos problemas de abastecimento com produtos perecíveis, como frutas, verduras, carnes, leite e ovos, o consumidor deve enfrentar nos próximos dias a escassez de artigos de higiene pessoal e limpeza de casa. Normalmente, os supermercados trabalham com estoques superenxutos desses itens industrializados. Eles foram vendidos nos últimos dias, e agora terão de ser repostos. “Tudo vai depender da agilidade das indústrias, que tiveram problemas na entrega de insumos, de retomar o ritmo de produção normal desses itens”, diz o superintendente da Associação Paulista de Supermercados (Apas), Carlos Correa. De acordo com a Veja, as dificuldades de abastecimento de perecíveis nos supermercados paulistas persistiram em relação ao dia anterior. Segundo Correa, a oferta deve melhorar hoje e amanhã nos supermercados porque foram desobstruídos 50 pontos de bloqueio de caminhões no Estado de São Paulo. Esses pontos de bloqueio estavam espalhados entre rodovias, centros de distribuição das indústrias e também dos supermercados. De forma geral, o executivo acredita que deve demorar entre 15 e 30 dias para que as lojas consigam restabelecer o abastecimento normal de todos os itens.

01 Jun 2018 - 14:30h

As projeções preliminares de diversos segmentos da economia após dez dias de greve dos caminhoneiros apontam para perdas de mais de 75 bilhões de reais. Em alguns casos, os prejuízos ainda podem aumentar mesmo após o fim do movimento, pois, dependendo do tipo de atividade, a retomada poderá levar de uma semana a 20 dias. De acordo com a Veja, também há preocupação sobre como será a volta das atividades. “Não sabemos ainda, por exemplo, como será precificado o aumento do frete”, afirma José Carlos Martins, presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (Cbic). “Dá arrepios só de pensar”. O setor calcula que deixou de gerar, até agora, 3,8 bilhões de reais, e precisará de duas a três semanas para retomar totalmente as atividades. A Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) estima que as áreas de comércio e serviços deixaram de faturar cerca de 27 bilhões de reais entre os dias 21 e 28. “São nítidos os transtornos causados pelo desabastecimento generalizado, que pode provocar danos ainda maiores ao País, como aumento do desemprego, falta de gêneros alimentícios, estoques, baixo fluxo de vendas e prejuízo ao desenvolvimento econômico”, diz o presidente da Fecomércio de Minas Gerais, Lúcio Emílio de Faria Júnior. Os supermercados contabilizam 2,7 bilhões de reais em prejuízos. Para os distribuidores de combustível, as perdas já atingem 11,5 bilhões de reais.

01 Jun 2018 - 12:30h

O governo federal informou na quinta-feira (31) que decidiu acabar com benefícios para a indústria química, quase eliminar incentivos para exportadores e cancelar parte de gastos de uma série de programas públicos. De acordo com o G1, o objetivo das medidas, que constam de edição extraordinária do “Diário Oficial da União”, é viabilizar o desconto de R$ 0,46 por litro do diesel. O abatimento no preço do diesel é parte do acordo firmado pelo governo com caminhoneiros para colocar fim à greve que provocou bloqueios em estradas e desabastecimento em todo o país. O subsídio para o preço do diesel, que custará R$ 9,58 bilhões, tem por objetivo manter, por 60 dias, o desconto de 10% no diesel, anunciado na semana passada pela Petrobras, e que equivale a uma redução de R$ 0,30 no preço do litro do combustível. Depois disso, o preço oscilará mensalmente, segundo acordo fechado com os caminhoneiros. Para viabilizar esses subsídios, o governo está cancelando gastos públicos. Para conceder o desconto adicional de R$ 0,16 por litro do diesel, completando os R$ 0,46 de abatimento total anunciados, o governo contou com a reoneração da folha de pagamentos, já aprovada pelo Congresso Nacional. Essa medida renderá R$ 830 milhões neste ano.

31 Mai 2018 - 09:30h

O ministro da Secretaria de Governo, Carlos Marun, afirmou nesta quarta-feira (30) que as regras que o governo adotará para assegurar que o preço do litro do diesel nos postos, a partir de sexta (1º), seja R$ 0,46 menor que o praticado em 21 de maio, quando começou a greve dos caminhoneiros. Marun deu a informação após uma reunião do grupo de ministros que monitora a greve da categoria e o reabastecimento de produtos pelo país. Segundo o ministro, o desconto valerá a partir do momento em que o posto for abastecido. “O desconto será obrigatoriamente repassado. Se no dia 21 de maio, no posto de combustíveis, o caminhoneiro abasteceu um litro de diesel por R$ 3,46, por exemplo, obrigatoriamente, a partir do momento que o posto for abastecido, [o litro] terá de ser R$ 3,00. Terá que haver o desconto”, disse Marun. De acordo com Carlos Marun, a redução de R$ 0,46 no preço do litro do diesel corresponde ao percentual incidente de PIS-Cofins e Cide sobre o combustível. A redução no preço do diesel faz parte da proposta de acordo apresentada no último fim de semana pelo governo aos caminhoneiros. A categoria está parada há onze dias e protesta contra o aumento no preço do diesel. Em Brumado, a paralisação terminou na última quarta-feira (30).