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Brumado recebe alerta epidemiológico do estado referente à gripe H1N1

01 Abr 2016 - 00:00h

Através da diretoria da Vigilância Epidemiológica, a Secretaria Estadual de Saúde emitiu alerta epidemiológico para todas as secretarias de saúde e vigilâncias municipais referente à gripe H1N1. O alerta chama a atenção para o período sazonal de transmissão do vírus, que ocorre em meados do mês de maio. Apesar disso, houve aumento das ocorrências durante o mês de fevereiro desse ano. O vírus traz consigo a Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), que leva a morte caso não seja diagnosticada e tratada em tempo hábil. O alerta apresenta ainda o relatório em que foram notificados 26 casos de H1N1 na Bahia até o dia 09 de março deste ano, tendo sido 8 confirmados, todos na capital. Destes, dois casos evoluíram para óbito. Os sintomas da doença são: febre de início súbito, acompanhada de tosse ou dor de garganta, além de cefaleia, mialgia e artralgia (dor em uma ou mais articulações). Para bebês com menos de seis meses de vida, o sintoma é a febre de início súbito. Dentre as mediadas preventivas apontadas pelo informe da secretaria estadual está a higienização e lavagem constante das mãos, principalmente antes de manipular ou ingerir alimentos, proteger a tosse e espirro com lenço descartável, e manter o ambiente bem ventilado. 

A coordenação de vacinação da Vigilância Epidemiológica de Brumado (Vigep) informou ao site Brumado Notícias que há 18 anos o município participa da campanha de vacinação sazonal de prevenção ao H1N1. O setor alertou que, embora não haja nenhuma notificação da doença na cidade, o município é vulnerável ao vírus, uma vez que há o deslocamento constante de munícipes para as regiões mais afetadas, como os estados da região sudeste do país. A Vigep adiantou que, assim como nos anos anteriores, o município fará parte da campanha nacional de vacinação no dia 30 de abril, atendendo primeiro a demanda do público alvo, formado por crianças de seis meses a menores de cinco anos, pessoas com 60 anos ou mais, trabalhadores da saúde, povos indígenas, gestantes, mulheres que tenham até 45 dias pós parto, presos e funcionários do sistema prisional.