
A Câmara de Vereadores de Brumado aprovou a concessão do título de cidadão brumadense ao repórter Evilásio da Silva Amorim, conhecido como Lay Amorim. Filho de Dierson Alves Amorim (em memória) e Maria Odete da Silva Amorim, a Dete do Acarajé, Lay é natural de Salvador, mas reside no município há anos. Na cidade, casou-se com Norma Sandra Nunes Cruz Amorim, com quem teve o pequeno Filipe Nunes Cruz Amorim. Nascido em 09 de fevereiro de 1974, mudou-se para Brumado ainda bebê. Amorim foi criado em um lar de 07 irmãos, sendo ele o caçula. Por dificuldade em pronunciarem seu nome, Evilásio, na infância, passou a ser chamado de Lay. Ainda menino, já havia criado uma identidade com a rádio ao ouvir com seu pai transmissões esportivas. Ele sempre tentava imitar locutores famosos, como José Carlos Araújo, Luiz Penido e Francisco Carioca, além de grandes nomes da TV, como o ícone Silvio Santos. Aí nasceu a sua espontaneidade para se comunicar em público, o que foi aperfeiçoado a partir dos 18 anos de vida, quando ingressou na Escola do Ministério Teocrático das Testemunhas de Jeová. Além de ajudar nos afazeres de casa e na banca de acarajé de sua mãe, Amorim começou a trabalhar cedo. Aos 13 anos, foi ajudante de fotógrafo. Em 1993, aconteceu sua formatura no ensino médio após concluir o curso técnico de contabilidade no Colégio Estadual de Brumado (CEB). Logo em seguida, buscando sua independência financeira, aceitou trabalhar como ajudante de padeiro. Em 1996, mudou-se para a cidade de Aracruz, no Espírito Santo, onde morou por 2 anos e meio. Em sua passagem por terras capixabas, trabalhou como auxiliar de produção na empresa Aracruz Celulose e como instrutor de cobradores na Expresso Aracruz. De volta à sua terra no final de 1998, Amorim vivenciou a pior seca da história de Brumado.