
Presente na plenária do Plano de Governo Participativo (PGP), realizado neste sábado (23), em Macaúbas, o secretário de Relações Institucionais da Bahia, Adolfo Loyola, fez um balanço das transformações estruturais que a Bacia do Paramirim recebeu nas últimas duas décadas e projetou novas metas. Em entrevista ao site Achei Sudoeste e ao Programa Achei Sudoeste no Ar, o secretário enfatizou o volume histórico de recursos destinados à região e a consolidação de projetos fundamentais para o desenvolvimento do interior baiano.
Ao analisar o impacto das ações estaduais no território, Loyola ressaltou a evolução logística e hídrica promovida pelas gestões recentes. “A região do Vale do Paramirim é uma região que o governador tem um carinho especial. Todo esse projeto dos últimos 20 anos, você vê os avanços, as estradas que nós aqui construímos, importantes, as estradas que eram uma lástima aqui há 20 anos atrás e hoje como elas estão. Todo o Vale do Paramirim beneficiado com obras: a barragem do Zabumbão, a gente com a construção com a barragem do Rio da Caixa, trazer o Instituto Federal da Bahia para Macaúbas, para o Vale do Paramirim, também é outra marca deste projeto. E Jerônimo já, só ele de 2023 pra cá, o governo Lula, o governo Jerônimo, já colocou nesse território mais de R$ 1,5 bilhão em investimentos. É o compromisso com o território do Vale do Paramirim, com a agricultura familiar, com a agroindústria que a gente tem aqui, com toda a mineração muito forte também nessa região, mas principalmente governando pra quem mais precisa”, detalhou o secretário.
Questionado sobre uma das principais reivindicações da região — a criação de um Hospital Regional —, Adolfo Loyola explicou que o PGP funciona exatamente como o canal oficial para transformar os anseios da comunidade em metas de governo. “Hoje aqui, você me entrevistando, nós estamos no plano de governo participativo. Essa atividade é justamente pra ouvir as demandas da sociedade. Nós escutamos. Nosso plano de governo não nasce da cabeça de uma pessoa só, não nasce apenas do candidato. A gente ouve a sociedade, e ouve os prefeitos, ouve os vereadores, ouve a sociedade civil organizada, ouve o setor produtivo. Se for uma demanda da região, e eu acredito que seja, a gente vai colocar isso no plano de governo participativo e fica à disposição pra no segundo governo Jerônimo a gente já poder trazer esse hospital”, garantiu.