
O programa Bahia Sem Fome promoveu uma série de entregas e ações nas cidades de Rio do Pires, Guanambi e Livramento de Nossa Senhora.
Ao site Achei Sudoeste e ao Programa Achei Sudoeste no Ar, Thiago Pereira, coordenador do programa, destacou que, entre as iniciativas do Governo do Estado, foi realizado na cidade de Rio do Pires um importante seminário de combate à fome e segurança alimentar. O evento tratou de temas relacionados à implementação de políticas públicas de assistência técnica e inclusão produtiva.
O objetivo, segundo salientou, é entender de que forma essas políticas públicas podem ser potencializadas, tendo em vista a prioridade do governo, que é erradicar a fome no Estado da Bahia. “Temos feito vários investimentos para que a gente consiga avançar nesse tema. Já são mais de 5 bilhões de investimentos nos últimos três anos, mas temos clareza que é importante continuar investindo”, afirmou.
Em Guanambi, na última sexta-feira (20), como parte das iniciativas do programa, o Governo da Bahia inaugurou duas cozinhas comunitárias no Centro Terapêutico de Guanambi (Ceteg), localizado no Distrito de Morrinhos. A unidade faz um trabalho de acolhimento a dependentes químicos.
Pereira informou que, com as cozinhas, o governo aplicou um aporte financeiro significativo no Ceteg para que, ao longo de 12 meses, possa chegar até a população que está em situação de insegurança alimentar na cidade.

Hoje, o governo possui 250 cozinhas comunitárias abertas na Bahia, em diversas regiões. Em parceria com as prefeituras municipais e com organizações da sociedade civil, mais 300 serão inauguradas neste ano.
Passando por Livramento de Nossa Senhora no último sábado (21), o Bahia Sem Fome também levou assistência às mulheres e comunidades quilombolas, grupos prioritários para o governo no que se refere às ações de políticas públicas.
Fruto da parceria entre os governos de Jerônimo Rodrigues e Lula através do programa, 1,3 milhões de pessoas já foram retiradas do mapa da fome na Bahia. No entanto, mais de 700 mil pessoas ainda passam fome, principalmente nos grandes centros.