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Sem rumo político, presidente da Câmara de Brumado busca transitar na situação e oposição

25 Nov 2021 - 07:00h

A presidente da Câmara de Brumado, vereadora Verimar Dias da Silva Meira (PT), continua indefinida politicamente no cenário local. Ela está remando o seu barco de acordo com interesses pessoais e políticos. Os pessoais, no caso do processo de cassação do seu mandato, protocolado na última sexta-feira (19) (veja aqui). Contou com o apoio da bancada de oposição, caso não tivesse, estaria há muito tempo distante do comando do legislativo brumadense (veja aqui e aqui). Os políticos, como na votação contrária ao projeto de lei nº 041/2021, que visava alterar o Código de Obras e Urbanismo (veja aqui). A petista busca melhorar a sua imagem política perante o cenário nebuloso que enfrenta, desde quando assumiu o comando da casa legislativa e votou contra o projeto da Bolsa Universitária que criaria um auxílio de R$ 500 aos alunos da cidade que residem fora do domicílio. Em cima do muro, Verimar “hora acende uma vela para Deus, hora para o diabo”. Meira não se define politicamente, o que está lhe causando um enorme prejuízo na vida pública - busca transitar na situação e na oposição e até cogitou uma possível saída do Partido dos Trabalhadores (PT) devido a uma pressão que está enfrentando, inclusive do senador Jaques Wagner, para continuar no grupo do prefeito Eduardo Lima Vasconcelos (Sem Partido). Nos bastidores da política brumadense, Dias é tida como sem confiança, pois não cumpre os compromissos políticos firmados. A insatisfação é de vereadores de situação e oposição. Em tese, é como se diz um velho ditado popular: “mais perdida que azeitona na boca de banguelo”.