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Com mais 9.626 postos em setembro, a Bahia contabilizou 83.055 novas vagas no ano Foto: Lay Amorim/Achei Sudoeste

A Bahia registrou a abertura de 9.626 postos formais de trabalho em setembro, resultado da diferença entre 89.420 contratações e 79.794 demissões apuradas pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego. Com os dados sistematizados pela Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), o estado alcançou o nono mês consecutivo de saldo positivo, elevando o estoque total para 2.221.309 vínculos celetistas ativos, um crescimento de 0,44% em relação a agosto. Embora o volume tenha ficado abaixo dos 12.137 postos de agosto e dos 11.481 computados em setembro do ano passado, representou o terceiro melhor desempenho mensal do estado em 2026.

A expansão no mês foi puxada principalmente pelo setor de Serviços, responsável pela criação de 5.199 vagas com carteira assinada. Também apresentaram desempenhos positivos a Indústria geral (+2.055), a Construção (+1.914) e o segmento de Comércio e reparação de veículos automotores (+1.162). Na contramão dos demais setores da economia baiana, o grupamento de Agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura encerrou o período com retração líquida, fechando 704 postos de trabalho.

No cenário regional e nacional, a Bahia garantiu o quarto maior saldo absoluto do Brasil e o terceiro melhor resultado do Nordeste em setembro. O ritmo de crescimento relativo do estado (+0,44%) superou a média brasileira (+0,25%), onde foram criadas 121.305 vagas, mas permaneceu abaixo da taxa registrada pela região nordestina (+0,61%), que somou 49.142 novos empregos formais e viu todas as suas unidades federativas avançarem no mês.

Entre janeiro e setembro, a economia baiana acumulou 83.055 novos postos de trabalho, uma expansão de 3,88% frente ao estoque do início do ano, superando proporcionalmente as médias do Brasil (+2,65%) e do Nordeste (+3,31%). Apesar de liderar a geração total de vagas na região nordestina e ocupar a quarta posição no ranking nacional no acumulado de 2026, os números apontam para uma desaceleração no ritmo de contratações se comparados ao mesmo intervalo do ano anterior, quando o estado havia superado a marca de 100 mil novas admissões líquidas.

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Inadimplência bate recorde e atinge 84,2 milhões de pessoas, mostra Serasa Foto: Joédson Alves/Agência Brasil

O número de inadimplentes no Brasil atingiu a marca histórica de 84,2 milhões de pessoas no mês de setembro. Os dados integram o Mapa da Inadimplência e Renegociação de Dívidas, divulgado nesta segunda-feira (2). O contingente de negativados registrou alta em relação a agosto, quando a Serasa contabilizou 83,9 milhões de pessoas nessa situação.

Segundo informações do Mapa da Inadimplência divulgadas pela Serasa, o volume total de débitos acumulados no sistema financeiro nacional alcançou R$ 597,4 bilhões, o que representa uma elevação de 0,90% em comparação com o mês anterior. O valor médio da dívida por inadimplente é de R$ 7.093,83.

Pela primeira vez no levantamento, as financeiras assumiram a segunda posição no ranking dos principais credores, somando 20,66% dos débitos e ultrapassando as contas básicas de água, luz e gás (20,32%). Os bancos e cartões de crédito lideram a lista, concentrando 27,16% das pendências.

Em termos demográficos, as mulheres representam 50,5% do total de endividados, enquanto os homens equivalem a 49,5%. A faixa etária entre 41 e 60 anos concentra a maior fatia dos inadimplentes (35,7%), seguida por pessoas de 26 a 40 anos (33,2%), idosos acima de 60 anos (20,1%) e jovens de 18 a 25 anos (11%).

Para conter o avanço do endividamento, a Serasa inicia nesta terça-feira (3) a edição do Feirão Limpa Nome, reunindo mais de 3,3 mil empresas parceiras com ofertas de negociação e descontos que podem chegar a 99%.

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Gás de cozinha sobe 17,5% na Bahia e botijão pode ficar até R$ 15 mais caro Foto: Lay Amorim/Achei Sudoeste

O preço do gás de cozinha comercializado pela Refinaria de Mataripe para as distribuidoras que operam na Bahia sofreu um reajuste de 17,5% em vigor desde o domingo (1º). Com a alteração, o valor cobrado por tonelada do produto saltou de R$ 3.971,60 para R$ 4.664,90, pressionando diretamente o orçamento das famílias no estado.

Em comunicado, a administração da refinaria informou que a nova tabela de preços decorre da flutuação da cotação internacional do barril de petróleo, da variação cambial do dólar e das oscilações nos custos do frete marítimo.

O aumento na ponta da cadeia de distribuição terá impacto imediato nas revendas. De acordo com o diretor do Sindicato dos Revendedores de Gás do Estado da Bahia (SindRevGás), Robério Souza, em entrevista à Band News, a expectativa é de que os consumidores passem a desembolsar aproximadamente R$ 15 a mais por cada botijão padrão de 13 kg.

Um levantamento realizado pela plataforma oficial Preço da Hora Bahia em estabelecimentos comerciais de Salvador, no último sábado (31), apontava grande disparidade de valores na capital antes do repasse, com o botijão de 13 kg sendo comercializado entre R$ 90 e R$ 170. Com a nova política de preços, a orientação aos clientes é reforçar a pesquisa antes de comprar.

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Aneel mantém bandeira tarifária verde em novembro Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil

As contas de luz permanecerão sem cobrança de taxa extra no mês de novembro, conforme anunciou a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) nesta sexta-feira (30). A decisão mantém a bandeira tarifária verde em vigor pelo segundo mês seguido, beneficiando os consumidores conectados ao Sistema Interligado Nacional (SIN).

O patamar verde voltou a ser adotado em outubro, após um período de cinco meses sob a vigência da bandeira amarela, que aplicava uma cobrança adicional de R$ 1,885 a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos. A estabilidade decorre da recuperação hídrica observada nas últimas semanas.

Segundo a agência reguladora, o volume de chuvas nas regiões que abrigam os principais reservatórios do país garantiu o equilíbrio no armazenamento das usinas hidrelétricas. Esse cenário favorável afasta a necessidade de acionamento em larga escala de usinas termelétricas, cuja operação encarece a geração de energia.

Instituído em 2015, o mecanismo das bandeiras tarifárias sinaliza mensalmente o custo real da geração de energia no Brasil para residências, comércio e indústrias. Em períodos de bandeira verde, nenhum valor extra é repassado ao consumidor. Já em quadros de seca e encarecimento da produção, aplicam-se acréscimos a cada 100 kWh consumidos: R$ 1,88 na bandeira amarela; R$ 4,46 na vermelha Patamar 1; e R$ 7,87 na vermelha Patamar 2.

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Desemprego cai a menor taxa em 14 anos para setembro Foto: Lay Amorim/Achei Sudoeste

A taxa de desocupação no Brasil caiu para 5,2% no terceiro trimestre de 2026, atingindo o menor patamar registrado para o período desde o início da série histórica, em 2012. Os números constam na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, divulgada nesta sexta-feira (30/10) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O índice representa um recuo frente ao segundo trimestre deste ano, quando a taxa estava em 5,4%, e também na comparação com o terceiro trimestre de 2025, ocasião em que o desemprego alcançava 5,6%. Com o resultado, o contingente de desocupados no país recuou para 5,6 milhões de indivíduos, configurando uma redução de 4% (234 mil a menos) em relação ao trimestre de abril a junho e de 6,9% (menos 417 mil desempregados) na comparação anual com 2025.

Em paralelo, a população ocupada atingiu o topo histórico da pesquisa, totalizando 103,6 milhões de pessoas. O volume avançou 0,6% frente aos três meses anteriores, com a inserção de 581 mil cidadãos na força de trabalho, e cresceu 1,2% em 12 meses, somando um adicional de 1,2 milhão de pessoas ocupadas. O nível da ocupação — proporção de ocupados em relação à população em idade apta ao trabalho — também renovou máxima histórica ao alcançar 59%, com variação de 0,2 ponto percentual no trimestre e estabilidade estatística no confronto anual.

No segmento da informalidade, a taxa apurada foi de 37,5% do total de ocupados, reunindo 38,8 milhões de trabalhadores informais. O indicador manteve estabilidade diante dos períodos anteriores, frente aos 37,4% (38,6 milhões) do trimestre encerrado em junho e aos 37,8% (38,7 milhões) registrados no terceiro trimestre de 2025.

Quanto aos ganhos financeiros, o rendimento médio real habitual permaneceu estável no trimestre em R$ 3.790, apresentando ganho real de 3,6% em relação ao ano passado, com acréscimo de R$ 131. Puxada pelo avanço do emprego e dos ganhos salariais, a massa de rendimento real habitual bateu recorde e somou R$ 387,5 bilhões, registrando expansão de 1,5% no trimestre (mais R$ 5,6 bilhões) e avanço de 4,7% no comparativo anual (mais R$ 17,5 bilhões).

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Arrecadação federal cresce 5,62% em setembro e soma R$ 239,4 bilhões Foto: José Cruz/Agência Brasil

A arrecadação das receitas federais totalizou R$ 239,4 bilhões no mês de setembro, registrando um crescimento real de 5,62% em relação ao mesmo período do ano anterior, já descontada a inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Com o resultado divulgado pela Receita Federal, o montante acumulado entre janeiro e setembro atingiu R$ 2,351 trilhões, o que representa um avanço real de 6,97% na comparação com os primeiros nove meses de 2025. Do total arrecadado no mês, as receitas administradas diretamente pelo órgão somaram R$ 231,4 bilhões.

O desempenho positivo no mês foi puxado principalmente pela elevação no recolhimento da contribuição previdenciária, do PIS/Cofins, do Imposto de Renda Retido na Fonte (IRRF) sobre rendimentos de capital e do Imposto sobre a Renda das Pessoas Jurídicas (IRPJ) e Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL). O Fisco destacou ainda o impacto favorável da arrecadação do Imposto de Exportação incidente sobre o óleo bruto para o saldo final do período.

No setor previdenciário, o recolhimento atingiu R$ 64,6 bilhões em setembro, uma alta real de 6,18%. O avanço refletiu o crescimento de 1,72% na massa salarial, a alta de 7,42% na arrecadação do Simples Nacional previdenciário e o aumento de 14,88% nas compensações tributárias com débitos previdenciários. Além disso, a Receita apontou que a reoneração escalonada da folha de pagamentos e da contribuição patronal dos municípios contribuiu diretamente para a elevação das receitas do setor, que já acumula R$ 575,9 bilhões no ano.

Outro destaque de crescimento no mês veio dos tributos sobre importações, que geraram R$ 13,3 bilhões — um salto real de 21,07% impulsionado pelo maior volume importado e pelo aumento das alíquotas efetivas, a despeito do recuo de 4,15% na taxa média de câmbio. Já o IRRF sobre rendimentos de capital somou R$ 12,06 bilhões em setembro (alta de 9,68%), puxado por ganhos em aplicações de renda fixa e pela tributação de dividendos. No acumulado até setembro, essa modalidade de IRRF já soma R$ 131,15 bilhões (+17,57%), enquanto o IRPJ/CSLL alcançou R$ 444,2 bilhões (+5,76%) e a arrecadação conjunta de PIS/Pasep e Cofins somou R$ 466,55 bilhões (+4,1%).

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Bancos fecham para o público na segunda (12), feriado de Nossa Senhora Aparecida Foto: Lay Amorim/Achei Sudoeste

As agências bancárias não terão atendimento presencial ao público na segunda-feira (12), feriado de Nossa Senhora Aparecida. Como alternativa, os clientes poderão utilizar aplicativos, internet banking, caixas eletrônicos, atendimento telefônico e correspondentes para consultar saldos, extratos, fazer transferências e demais serviços disponíveis.

O Pix funciona 24 horas por dia, inclusive no feriado.

“O feriado altera a rotina das agências, mas não interrompe acesso dos clientes aos serviços bancários. Pix, aplicativos, internet banking e caixas eletrônicos permitem que pagamentos, transferências e consultas possam ser feitos normalmente. A principal recomendação é que o cliente se programe para as operações que dependam de compensação bancária e verifique a data de vencimento de suas contas”, afirma o diretor de Serviços e Segurança da Febraban, Raphael Mielle.

As operações que dependem de compensação, como TEDs, cheques, boletos bancários e pagamentos agendados, poderão ser registradas durante o feriado, e serão processadas no primeiro dia útil seguinte.

Para quem tem contas de consumo, como água, energia ou boletos com vencimento no dia 12 de outubro, o pagamento poderá ser feito no próximo dia útil, 13 de outubro, sem a cobrança de acréscimos.

Já tributos e impostos devem ser pagos antecipadamente para evitar a incidência de juros e multa.

Boletos de clientes cadastrados como sacados eletrônicos também podem ser pagos meio do Débito Direto Autorizado (DDA).

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Preço do gás de cozinha sobe cerca de 9% na Bahia e botijão pode ficar até R$ 8 mais caro Foto: Lay Amorim/Achei Sudoeste

O preço do gás liquefeito de petróleo (GLP) aumentou cerca de 9% nesta quinta-feira (1º), segundo o Sindicato dos Revendedores de Gás (Sindrevgás). Com o reajuste, o valor do botijão pode ficar, em média, entre R$ 7 a R$ 8 mais caro para o consumidor final.

De acordo com a entidade, o aumento foi aplicado pela Acelen, responsável pela Refinaria de Mataripe. O valor da tonelada do produto passou de R$ 3.643,40 para R$ 3.971,60.

Conforme apuração da TV Bahia, o preço final do gásc pode chegar a R$ 170 em Salvador. O valor cobrado nas revendedoras, no entanto, pode variar de acordo com cada estabelecimento e com os custos envolvidos na distribuição e comercialização do produto.

Em nota, a Acelen, empresa responsável pela Refinaria de Mataripe, confirmou a atualização do preço do GLP para as distribuidoras que atuam no mercado da Bahia.

Segundo a empresa, os preços praticados na refinaria seguem critérios de mercado e levam em consideração fatores como o custo internacional do petróleo, a variação cambial e o frete. A Acelen afirmou ainda que esses valores podem variar para cima ou para baixo.

A empresa disse também que possui uma política de preços baseada em critérios técnicos e em práticas internacionais de mercado.

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Após cinco meses de taxa extra, conta de luz volta à bandeira verde no mês em outubro Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil

A conta de luz não terá cobrança de tarifas adicionais no mês de outubro. A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) anunciou o retorno da bandeira verde após cinco meses seguidos de vigência da bandeira amarela, que aplicava uma taxa extra de R$ 1,885 a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos pelos brasileiros.

A mudança de patamar foi viabilizada pelo aumento no volume de chuvas registrado recentemente, sobretudo nas regiões Sul e Sudeste do país, o que ajudou a estabilizar os níveis de água nos reservatórios das usinas hidrelétricas. Com a recuperação dos reservatórios, o Sistema Interligado Nacional (SIN) pôde reduzir o acionamento de usinas termelétricas, que possuem um custo de geração de energia consideravelmente mais elevado devido ao uso de combustíveis.

Criado em 2015 pela agência reguladora, o sistema de bandeiras tarifárias reflete mensalmente os custos variáveis do setor elétrico. Quando o cenário é favorável e vigoram as condições normais de geração, a bandeira é verde e o consumidor não paga qualquer acréscimo. Já em cenários de escassez hídrica ou maior custo operativo, são acionadas as bandeiras amarela ou vermelha (em patamares 1 ou 2), que aplicam sobretaxas proporcionais ao consumo de residências, comércios e indústrias. As informações são da Agência Brasil.

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Subsídio de R$ 2,12 ao diesel deve ser mantido por 30 dias Foto: José Cruz/Agência Brasil

O governo federal deve manter por mais 30 dias a subvenção de R$ 2,12 por litro de diesel, disse nesta quinta-feira (24) o ministro do Planejamento e Orçamento, Bruno Moretti. A prorrogação deverá ser anunciada ainda nesta semana.

Atualmente, o benefício é resultado da combinação de duas medidas: uma subvenção de R$ 1,12 por litro, cuja validade termina neste sábado (26), e outra de R$ 1 por litro, anunciada pelo governo no início de setembro.

Em entrevista para explicar a liberação de R$ 1,8 bilhão no Orçamento de 2026, Moretti afirmou nesta quinta-feira (24) que a tendência é manter o valor atual por mais um mês.

“Vamos levar ao presidente [Luiz Inácio Lula da Silva] , mas, frente aos indicadores, a tendência é que a gente mantenha [a subvenção]”, ressaltou o ministro.

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INSS vai pagar 13º salário em parcela única até dezembro Foto: Lay Amorim/Achei Sudoeste

A parcela única do 13º salário proporcional será paga entre 24 de novembro e 7 de dezembro para aposentados e pensionistas com benefícios concedidos a partir de maio. O valor extra do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) atende quem não recebeu a antecipação no primeiro semestre e garante aquele alívio no bolso dos novos segurados na reta final do ano.

Se você é novo na folha de pagamento da Previdência Social, saiba que o valor cai direto na sua conta em parcela única. O pagamento do 13º do INSS está garantido para quem começou a receber aposentadoria, pensão por morte, salário-maternidade ou auxílio por incapacidade temporária depois do primeiro semestre.

A regra atende rigorosamente ao tempo em que a sua renda esteve ativa, o que garante a justiça na divisão do valor.

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Mercado projeta corte da Selic para 13,75% Foto: Undefined

O mercado financeiro tem a expectativa de que o Comitê de Política Monetária (Copom) reduza em 0,25 ponto percentual (p.p.) a taxa básica de juros (Selic) em reunião prevista para esta semana. Atualmente, a taxa está em 14%, devendo baixar para 13,75%.

A projeção consta do Boletim Focus, divulgado nesta segunda-feira (14) pelo Banco Central. Para os analistas, a Selic deverá fechar 2026 nestes mesmos 13,75%. O próximo encontro do Copom para definir a taxa será nesta terça-feira (15) e quarta-feira (16).

Com relação aos demais índices projetados pelo mercado financeiro por meio deste boletim, foram observadas tendências de queda para a inflação de 2026 (para 4,90%) na comparação com a semana anterior, que estava em 5%.

Há quatro semanas, o mercado financeiro projetava uma inflação de 5,02% ao final do ano.

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Gasolina chega a R$ 7,99 em Cocos e dispara alerta entre motoristas da região Foto: Lay Amorim/Achei Sudoeste

O preço da gasolina voltou a assustar os motoristas do município de Cocos, localizado no oeste da Bahia. Com o litro do combustível sendo vendido por até R$ 7,99 em postos locais, a cidade registra valores consideravelmente superiores aos praticados em municípios vizinhos, pesando diretamente no orçamento da população.

A discrepância nos valores causa indignação entre os moradores, principalmente porque reduções recentes anunciadas no mercado de combustíveis não se refletiram de forma proporcional nas bombas da cidade. Enquanto a média estadual e regional aponta para uma estabilização ou queda, Cocos segue no topo do ranking dos valores mais altos praticados na região.

Para efeito de comparação, na vizinha Carinhanha o litro da gasolina pode ser encontrado por R$ 6,90, o que representa uma economia de R$ 1,09 por litro em relação ao valor máximo cobrado em Cocos. Já no município de Malhada, os preços variam entre R$ 6,79 e R$ 7,20, evidenciando uma forte variação territorial em um curto raio de distância.

O impacto financeiro dessa discrepância fica evidente ao calcular o custo do abastecimento completo. Em um tanque de 50 litros, a diferença entre o menor preço encontrado na região (R$ 6,79) e o valor praticado em Cocos (R$ 7,99) chega a R$ 60 a mais para o consumidor local. Diante do cenário, motoristas cobram maior fiscalização dos órgãos de proteção ao consumidor sobre a composição dos preços praticados na cidade.

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Governo federal projeta receita total de R$ 3,24 trilhões em 2026 Foto: Reprodução/Jornal O Globo

A equipe econômica estimou que as receitas totais do governo atingirão R$ 3,24 trilhões neste ano, o equivalente a 23,7% do Produto Interno Bruto (PIB).

Para o próximo ano, a expectativa da área econômica, de acordo com a proposta de orçamento, é de pequena queda nas receitas totais para 23,4% do PIB (R$ 3,46 trilhões).

As informações constam na proposta de orçamento para o ano de 2027, encaminhada nesta semana ao Congresso Nacional, que projeta um superávit de R$ 18,6 bilhões nas contas públicas no próximo ano.

Se confirmado, o patamar de 23,7% do PIB será o novo recorde da série histórica da Secretaria do Tesouro Nacional, que tem início em 1997, ou seja, o maior patamar em 30 anos.

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Governo Federal prevê R$ 133,8 bilhões para investimentos no Orçamento de 2027 Foto: Divulgação

O governo federal enviou ao Congresso Nacional o projeto da Lei Orçamentária Anual (PLOA) para 2027, prevendo R$ 133,8 bilhões em investimentos públicos. O montante representa um avanço em relação aos R$ 110,8 bilhões projetados para 2026 e supera em R$ 45,1 bilhões o piso mínimo de R$ 88,7 bilhões estabelecido pelas regras do arcabouço fiscal.

Do total previsto para 2027, R$ 87,9 bilhões correspondem a despesas primárias e R$ 45,9 bilhões a inversões financeiras, voltadas a programas como subsídios habitacionais. O Novo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) deve concentrar R$ 61,5 bilhões desse orçamento, destinando verbas estratégicas para áreas como o Minha Casa, Minha Vida (R$ 8,25 bilhões), transporte coletivo urbano (R$ 1,19 bilhão) e drenagem para prevenção de inundações (R$ 667,2 milhões).

O aumento na capacidade de investimento foi viabilizado pelo controle das despesas obrigatórias, que devem recuar de 17,5% para 17,3% do PIB na passagem de 2026 para 2027. O corte proporcional afeta setores como pessoal, benefícios previdenciários e sentenças judiciais, abrindo margem para o financiamento de obras de infraestrutura e habitação sem descumprir o teto de crescimento de gastos do regime fiscal vigente.

Segundo o ministro do Planejamento e Orçamento, Bruno Moretti, embora a proposta amplie o espaço para aportes públicos em infraestrutura, o volume total alocado ainda necessita de expansão futura para garantir um crescimento mais acelerado da economia. As despesas discricionárias seguirão sujeitas ao monitoramento e aos ajustes orçamentários ao longo do exercício fiscal.

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Boletim Focus: Mercado prevê redução da inflação e do PIB de 2026 Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil

O mercado financeiro revisou para baixo as projeções de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) e da inflação no Brasil para 2026. As novas estimativas constam no Boletim Focus, divulgado pelo Banco Central (BC) nesta segunda-feira (31), em Brasília. A pesquisa semanal reúne as expectativas médias de bancos, consultorias e corretoras para os principais indicadores econômicos do país para este ano e para os próximos três exercícios.

A previsão para a inflação oficial do país, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), recuou ligeiramente de 5,02% para 5,01% nesta semana. O dado atual contrasta com o acumulado em 12 meses até julho, que ficou em 4,44% segundo o IBGE, mantendo o indicador dentro do teto da meta estipulada pelo governo. Já para 2027, a estimativa do mercado apresentou uma leve alta, subindo de 4,25% para 4,28%, enquanto as projeções para 2028 e 2029 permaneceram em 3,80% e 3,50%, respectivamente.

No que se refere ao PIB, que soma todos os bens e serviços produzidos no país, as instituições financeiras reduziram a expectativa de alta em 2026 de 1,95% para 1,92%. As previsões de avanço da atividade econômica para os anos seguintes não sofreram alterações, mantendo-se em 1,50% para 2027, 1,98% para 2028 e 2,00% para 2029.

Apesar das revisões na inflação e na atividade produtiva, o câmbio e a taxa básica de juros (Selic) permaneceram estáveis para 2026. A projeção para o dólar no fim do ano foi mantida em R$ 5,20 — valor estimado em R$ 5,30 para 2027 e 2028, e R$ 5,36 para 2029. Já a taxa Selic para o encerramento de 2026 foi preservada em 13,75% ao ano. Atualmente fixada em 14% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom), a Selic deve fechar os anos de 2027, 2028 e 2029 em 12%, 10,5% e 10%, respectivamente.

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Governo prevê aporte de R$ 6 bilhões nos Correios em 2027, afirma ministro Foto: Lay Amorim/Achei Sudoeste

O governo federal vai incluir um aporte direto de R$ 6 bilhões para os Correios na Proposta de Lei Orçamentária Anual (PLOA) de 2027. A informação foi confirmada pelo ministro do Planejamento, Bruno Moretti. O projeto com a previsão dos recursos do Tesouro Nacional será enviado ao Congresso Nacional nesta segunda-feira (31).

A medida busca socorrer a estatal, que enfrenta uma crise econômico-financeira sem precedentes e acumula prejuízos expressivos nos últimos três anos devido à queda na arrecadação e ao aumento de despesas. Apesar de confirmar a inclusão da verba no orçamento, o ministro não detalhou de que forma o repasse financeiro será operacionalizado.

A ajuda orçamentária se soma a outros movimentos recentes para tentar estabilizar as contas da empresa. No final do ano passado, os Correios fecharam um empréstimo de R$ 12 bilhões com cinco bancos privados para reforçar o caixa. A operação, válida até 2040, contou com aval e garantia do Tesouro Nacional — o que obriga a União a arcar com os pagamentos caso a estatal fique inadimplente.

Paralelamente ao crédito bilionário, a empresa tenta implementar um plano de reestruturação focado em corte de gastos. As medidas adotadas incluem um Programa de Demissão Voluntária (PDV), venda de imóveis ociosos, renegociação de contratos, redução da jornada de trabalho, alterações no plano de saúde dos funcionários, retorno ao trabalho presencial e a criação de um marketplace próprio.

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Brasil abre 58,5 mil vagas formais em julho, menor resultado para o mês desde 2020 Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil

O Brasil registrou a abertura de 58.568 postos de trabalho com carteira assinada em julho, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgados pelo Ministério do Trabalho e Emprego. O resultado representa uma retração de 57,3% em comparação a junho, quando foram geradas 137.044 vagas, e uma queda de 56,3% frente a julho do ano passado (133.932 postos). Trata-se do desempenho mais baixo para o mês desde 2020, em um cenário pressionado pela taxa elevada de juros e pela desaceleração econômica.

No acumulado de janeiro a julho de 2026, a criação de empregos formais soma 972.203 vagas, volume 20,9% inferior ao registrado no mesmo período de 2025 (1.229.107). Entre os setores de atividade econômica, quatro apresentaram saldo positivo no mês: Serviços (+24.098), Construção (+12.691), Agropecuária (+12.523) e Indústria (+11.315). Em contrapartida, o Comércio fechou 8.114 postos, impactado principalmente pelas dispensas no segmento varejista.

Regionalmente, quatro das cinco regiões do país contrataram mais do que demitiram, com liderança do Sudeste (+21.668) e do Nordeste (+18.973), enquanto o Sul encerrou o mês com saldo negativo (-628). Entre as unidades da federação, 22 tiveram resultado positivo, destacando-se São Paulo (+17.814), Mato Grosso (+5.766) e Minas Gerais (+5.199). Os maiores saldos negativos foram registrados no Espírito Santo (-2.605) e no Rio Grande do Sul (-903), impulsionados por fatores sazonais como o encerramento da safra do café e da produção de fumo.

Apesar da desaceleração no ritmo de novas contratações, o contingente total de trabalhadores com carteira assinada no país atingiu a marca de 48.082.866 em julho. O número representa uma leve expansão de 0,12% na comparação com o mês anterior e um crescimento de 1,02% no confronto com o mesmo período do ano passado.

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Bandeira tarifária de energia permanecerá amarela em setembro Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil

A conta de luz continuará com a taxa adicional cobrada na bandeira amarela durante o mês de setembro. A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) confirmou a manutenção da sinalização, garantindo o quinto mês consecutivo com a cobrança extra para todos os consumidores conectados ao Sistema Interligado Nacional (SIN). Com a medida, o valor adicional permanece fixado em R$ 1,885 a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos.

A decisão da agência reguladora é motivada pela intensificação do período seco em grande parte do país. O cenário de poucas chuvas provoca a redução nos níveis dos reservatórios das usinas hidrelétricas, exigindo o acionamento de usinas termelétricas, que possuem um custo de operação mais elevado para atender à demanda do mercado.

Segundo a Aneel, a sinalização reflete condições de geração elétrica menos favoráveis no território nacional e reforça a relevância do consumo consciente de energia. A recomendação do órgão é para que a população adote pequenas mudanças nos hábitos diários, o que ajuda a conter desperdícios e alivia os custos da fatura mensal.

Implementado em 2015, o sistema de bandeiras tarifárias tem como objetivo indicar de forma transparente o custo real de produção da energia elétrica no país. Além da cor verde, que não gera custos extras ao consumidor, o sistema conta com a bandeira amarela e com a bandeira vermelha — dividida nos patamares 1 (R$ 4,46 a cada 100 kWh) e 2 (R$ 7,87 a cada 100 kWh) —, aplicadas proporcionalmente conforme o agravamento das condições de geração.

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Programa de renegociação de dívidas termina na segunda-feira (31) Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil

O prazo para a renegociação de dívidas bancárias por meio do Novo Desenrola Brasil chega ao fim nesta próxima segunda-feira (31). A iniciativa do governo federal, que havia sido prorrogada no início do mês, oferece a pessoas físicas descontos expressivos de até 90% e facilidades de pagamento para a regularização do orçamento familiar. O programa beneficia consumidores que possuem renda mensal de até cinco salários mínimos — valor que corresponde a R$ 8.105 —, com débitos contratados até 31 de janeiro de 2026 e registro de atraso entre 91 dias e dois anos. Segundo os organizadores, não há qualquer previsão de uma nova extensão da data limite.

O balanço parcial do programa reflete o impacto expressivo no bolso dos brasileiros: até a última semana de agosto, a modalidade "Desenrola Famílias" viabilizou a renegociação de aproximadamente 5,03 milhões de pendências financeiras. Os valores consolidados, que somavam originalmente R$ 26,33 bilhões nas instituições financeiras, caíram para cerca de R$ 5,27 bilhões após a aplicação das condições e abatimentos previstos pelos acordos, reduzindo drasticamente o endividamento do público-alvo.

Para participar, o devedor precisa ter a sua situação avaliada pela instituição bancária parceira, que cruza dados cadastrais e registros do Sistema de Informações de Crédito (SCR) do Banco Central. O programa abrange principalmente as modalidades de crédito com taxas de juros mais elevadas do mercado, a exemplo do cartão de crédito rotativo ou parcelado, cheque especial, crédito pessoal sem consignação em folha e empréstimos voltados à consolidação de dívidas. O percentual final do desconto é calculado conforme a categoria do contrato e o tempo de inadimplência da operação.

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Desemprego cai para 5,3%, o menor para o trimestre terminado em julho Foto: Lay Amorim/Achei Sudoeste

A taxa de desemprego no trimestre terminado em julho ficou em 5,3%. O resultado representa o menor patamar para esse período de três meses de toda a série histórica da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, iniciada em 2012.

No trimestre anterior, terminado em abril, a taxa era de 5,8%. Já no mesmo período do ano passado, 5,6%.

Os dados foram divulgados nesta quinta-feira (27) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

A Pnad revelou que o número de pessoas ocupadas atingiu 103,3 milhões, recorde da série histórica. O número de empregados com carteira assinada (excluindo trabalhadores domésticos) foi 39,4 milhões, também o maior da série histórica.

Já a quantidade de trabalhadores sem carteira assinada era de 13,8 milhões, crescimento de 3,6% na comparação com o período até abril (mais 477 mil pessoas).

O contingente de desocupados ficou em 5,8 milhões, o que significa menos 503 mil pessoas (recuo de 8%) em relação ao trimestre de fevereiro a abril.

A taxa de informalidade - proporção de trabalhadores informais na população ocupada - foi 37,5%. Até abril estava em 37,2%.

O IBGE aponta como informais os trabalhadores sem carteira e os autônomos e empregadores sem CNPJ. Essas pessoas não têm garantidas coberturas como seguro-desemprego, férias e 13º salário.

A população desalentada, formada por pessoas que não procuravam emprego pois acreditavam que não conseguiriam uma vaga, marcou 2,3 milhões de pessoas, queda de 9,7% no trimestre.

O rendimento médio do trabalhador ficou em R$ 3.762, recuo de 0,7% na comparação com o período até abril. O IBGE classifica essa diferença como “estável”.

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Arrecadação federal bate recorde e atinge R$ 289,3 bilhões em julho

A arrecadação do governo federal alcançou R$ 289,3 bilhões em julho de 2026, impulsionada pelo crescimento da atividade econômica e por aumentos recentes na carga tributária. O resultado representa um avanço real de 8,97% — já descontada a inflação — em comparação ao mesmo período de 2025, marcando o maior patamar histórico para o mês. Os dados foram apresentados pela Receita Federal nesta terça-feira (25).

Com o desempenho do último mês, o acumulado de janeiro a julho de 2026 atingiu R$ 1,876 trilhão em receitas federais. O montante representa uma alta real de 6,98% na comparação com os primeiros sete meses do ano anterior.

De acordo com a Receita Federal, o crescimento arrecadatório foi alavancado pela maior entrada de recursos da Previdência Social e pela expansão do PIS e da Cofins, reflexo do aquecimento nas vendas do setor produtivo. Também pesaram no resultado positivo o aumento no recolhimento do Imposto de Renda Retido na Fonte (IRRF) sobre rendimentos de capital, além da alta do Imposto de Renda Pessoa Jurídica (IRPJ) e da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL).

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Gás de cozinha pode ficar até R$ 10 mais caro a partir de setembro Foto: Lay Amorim/Achei Sudoeste

O preço do gás de cozinha pode pesar mais no bolso dos baianos a partir de 1º de setembro. Segundo o Sindicato dos Revendedores de Gás da Bahia (Sindrevgás), o botijão de 13 kg deve ficar até R$ 10 mais caro para o consumidor final no estado.

Com o reajuste, o preço do botijão pode chegar a aproximadamente R$ 160 na Bahia, mas o valor varia de acordo com a região e a política de preços de cada revendedora.

A previsão de aumento ocorre após dois meses consecutivos de redução no preço do gás no estado. Em julho, houve queda de cerca de 6,8%, que representou uma redução de aproximadamente R$ 5 para o consumidor. Já em agosto, a diminuição foi de 7,1%, com redução estimada entre R$ 3 e R$ 4.

Segundo o Sindrevgás, o principal motivo do reajuste é o dissídio coletivo dos trabalhadores do setor, que aumenta os custos com mão de obra e, consequentemente, as despesas operacionais das empresas.

Além dos salários, a composição dos custos inclui gastos com transporte, logística, tributos, armazenamento, manutenção das estruturas de distribuição e outros serviços necessários para a comercialização do produto.

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Dívida Pública sobe 0,22% em julho e supera R$ 9,2 trilhões Foto: Getty Images

A incidência dos juros da dívida pública impediu a Dívida Pública Federal (DPF) de cair em julho. Segundo números divulgados nesta quarta-feira (26) pelo Tesouro Nacional, a DPF passou de R$ 9,268 trilhões em junho para R$ 9,288 trilhões no mês passado, alta de 0,22%.

Em junho deste ano, o indicador havia superado a barreira de R$ 9 trilhões. Apesar da alta, a dívida pública está abaixo do previsto.

De acordo com o Plano Anual de Financiamento (PAF), apresentado em janeiro e revisado nesta quarta-feira, o estoque da DPF deve encerrar 2026 entre R$ 9,7 trilhões e R$ 10,3 trilhões.

A Dívida Pública Mobiliária (em títulos) interna (DPMFi) avançou 0,31%, passando de R$ 8,921 trilhões em junho para R$ 8,948 trilhões em julho. No mês passado, o Tesouro resgatou R$ 61,91 bilhões em títulos a mais do que emitiu, principalmente em títulos prefixados. A apropriação de R$ 89,95 bilhões em juros, porém, impediu a queda do endividamento.

Por meio da apropriação de juros, o governo reconhece, mês a mês, a correção dos juros que incide sobre os títulos e incorpora o valor ao estoque da dívida pública. Com a Taxa Selic (juros básicos da economia) em 14% ao ano, a apropriação de juros pressiona o endividamento do governo.

No mês passado, o Tesouro emitiu R$ 198,14 bilhões em títulos da DPMFi. Desse total, R$ 124,11 bilhões corresponderam a títulos vinculados à Selic. Os resgates em julho somaram R$ 260,05 bilhões, motivados principalmente pelo elevado volume de vencimentos de títulos prefixados, típicos do primeiro mês de cada trimestre.

A Dívida Pública Federal externa (DPFe) caiu 2,12%, passando de R$ 347,71 bilhões em junho para R$ 340,06 bilhões em julho. O principal fator foi a queda de 1,92% do dólar no mês passado.

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Mercado reduz projeção para crescimento da economia em 2026 Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil

Analistas do mercado financeiro reduziram de 1,98% para 1,95% a projeção de crescimento da economia brasileira em 2026, segundo o Boletim Focus divulgado nesta segunda-feira (24) pelo Banco Central.

A revisão foi a única alteração nas estimativas para o próximo ano entre os principais indicadores monitorados pelo mercado. Em sentido oposto, a previsão para o Produto Interno Bruto (PIB) de 2028 subiu de 1,89% para 1,98%.

O PIB é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país e serve como principal indicador da atividade econômica. A redução da expectativa para 2026 indica uma percepção de crescimento um pouco mais moderado para a economia brasileira no próximo ano.

Já a revisão para cima em 2028 sugere uma perspectiva mais favorável para o ritmo de expansão da atividade no médio prazo. Para 2027, o mercado manteve a projeção de alta de 1,5% para o PIB.

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