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Igaporã
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Câmara de Igaporã promete ir à Justiça contra a Coelba por apagões em série no município Foto: Lay Amorim/Achei Sudoeste

A cidade de Igaporã vem sofrendo com um grave problema de iluminação pública. Na noite desta segunda-feira (04), mais um episódio de falta de energia foi registrado na região central do município.

As quedas constantes de energia têm afetado até mesmo a realização das sessões legislativas. Pela terceira vez, o prédio da Câmara Municipal ficou sem energia elétrica, sendo necessário suspender a sessão legislativa que ocorreria no plenário, na noite de ontem.

Em entrevista ao site Achei Sudoeste e ao Programa Achei Sudoeste no Ar, o presidente da Câmara de Vereadores, Waldir Barros, destacou que, há cerca de 4 meses, a Coelba vem prestando um péssimo serviço no município. “A gente fica até 5 horas sem energia, aguardando uma equipe para dar suporte”, pontuou.

Segundo Barros, nos episódios de falta de energia, a rede elétrica localizada em frente ao prédio da Câmara Municipal sofreu curtos circuitos, provocando um apagão geral nas ruas próximas. “Isso vem causando um tumulto muito grande porque, além da nossa atividade parlamentar suspensa, há diversos prejuízos para população desse entorno”, afirmou. Na região afetada, os moradores já reportaram diversos prejuízos com a queima de produtos eletroeletrônicos, como televisores e micro-ondas.

O presidente informou que a Coelba foi notificada em todas as vezes que os apagões ocorreram. “Inclusive, hoje pela manhã nós oficiamos a gerência de operações da concessionária pedindo providências”, apontou.

Para o parlamentar, falta compromisso da empresa para com a população de Igaporã. “Quando acontece, eles mandam a equipe, que faz um paliativo e vai embora. Na semana seguinte acontece novamente o mesmo problema. Falta compromisso com a população”, acusou.

Diante da gravidade da situação e de sua não resolução, Barros acredita que a Câmara Municipal será obrigada a acionar o Ministério Público. “Seremos obrigados a agir de forma mais radical. A conta é enviada todo mês, se não pagarmos, suspendem o fornecimento. E a contrapartida, o atendimento, como fica o consumidor?”, questionou, reivindicando mais responsabilidade da Coelba e a prestação de um serviço de qualidade no município.

Chapada Diamantina
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MP-BA discute estratégias de combate ao abate clandestino em Itaberaba Foto: Lay Amorim/Achei Sudoeste

O Ministério Público da Bahia (MP-BA) promove, no próximo dia 6, o 4º Encontro Regional de Combate ao Abate Clandestino, que será realizado no município de Itaberaba, na Chapada Diamantina, no Centro Territorial de Educação Profissional Piemonte do Paraguaçu I (Cetep), das 8h às 17h.

A iniciativa tem como foco o fortalecimento de estratégias de enfrentamento ao abate clandestino, prática ilegal que representa riscos à saúde da população, causa prejuízos econômicos e compromete a concorrência leal no mercado de produtos de origem animal.

O evento é promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) e pelo Centro de Apoio Operacional às Promotorias de Justiça do Consumidor (Ceacon), do MPBA, em parceria com a Agência de Defesa Agropecuária da Bahia (Adab). O encontro reúne membros e servidores do MPBA, representantes das secretarias municipais de saúde da região, empresários do setor de produtos cárneos, além de integrantes da Defensoria Pública, do Poder Judiciário, forças de segurança, estudantes e profissionais da área.

A abertura contará com a participação das promotoras de Justiça Thelma Leal de Oliveira, coordenadora do Ceacon, e Marisa Marinho Jansen Melo de Oliveira, da 2ª Promotoria de Justiça de Itaberaba, fortalecendo a atuação do MPBA em defesa do consumidor, a saúde coletiva e a fiscalização de atividades que possam violar direitos fundamentais.

Na programação, serão abordados temas como os impactos econômicos, sociais e sanitários do abate clandestino, as estratégias de fiscalização e controle, as boas práticas e a certificação de produtos de origem animal, além da importância da conscientização e educação do consumidor. Os debates contarão também com a participação de gestores e técnicos da Adab, da Superintendência Federal de Agricultura na Bahia (SFA/Mapa), da Vigilância Sanitária Estadual e de outras instituições públicas.

Brasil
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Bares e restaurantes podem ser obrigados a oferecer água gratuita aos clientes Foto: Reprodução/Shutterstock

Há um Projeto de Lei 841/26, em análise na Câmara dos Deputados que prevê a obrigatoriedade de restaurantes, lanchonetes, bares, cafeterias e estabelecimentos similares a oferecer água potável filtrada gratuitamente aos clientes.

Pela proposta, a água deverá ser proveniente da rede pública e passar por processo de filtragem capaz de remover impurezas e reduzir o teor de cloro, conforme normas sanitárias.

A proposta destaca que os estabelecimentos devem informar ao consumidor sobre a gratuidade de água potável e filtrada. A informação deve constar em cardápios físicos e/ou eletrônicos.

Rio do Pires
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Queda de energia e aparelhos queimados revoltam Rio do Pires Foto: WhatsApp/Achei Sudoeste

Moradores do município de Rio do Pires, enfrentam um cenário de prejuízos e indignação devido a uma sequência de quedas e oscilações no fornecimento de energia elétrica. O problema, que teve início por volta das 19h de sexta-feira (3), ultrapassou 12 horas de duração, afetando drasticamente o cotidiano de residências e estabelecimentos comerciais.

A instabilidade se agravou durante a madrugada, com interrupções seguidas de retornos bruscos da eletricidade. Esses picos de tensão foram suficientes para danificar diversos equipamentos domésticos; há relatos em toda a cidade de geladeiras, televisores e máquinas de lavar queimados. No setor comercial, o impacto financeiro é ainda maior, com proprietários registrando a perda de alimentos e produtos que dependem de refrigeração constante.

Até o momento, a concessionária Neoenergia Coelba não emitiu uma nota oficial detalhando as causas técnicas da falha ou fornecendo uma previsão exata para a normalização do serviço. A ausência de um posicionamento claro por parte da empresa intensifica a sensação de descaso entre os consumidores, que seguem no escuro e contabilizando as perdas materiais.

Diante do transtorno, órgãos de defesa do consumidor orientam que os moradores registrem minuciosamente os horários das quedas e mantenham guardados todos os protocolos de atendimento gerados nos canais oficiais da empresa. A formalização da queixa é o primeiro passo para garantir o direito à assistência e reparação.

Economia
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Preço do gás sobe mais de 15%; botijão pode ficar até R$ 10 mais caro Foto: Lay Amorim/Achei Sudoeste

O valor do gás de cozinha teve um reajuste de mais de 15%, nesta quarta-feira (1°), segundo o Sindicato das Revendedoras de Gás de Cozinha (SindRevGás).

De acordo com a entidade, o aumento foi aplicado pela Acelen, responsável pela Refinaria de Mataripe. Com isso, o valor do botijão de gás pode ficar, em média, entre R$ 8 e R$ 10 mais caro para o consumidor final.

Antes do reajuste, o botijão custava R$ 130 para retirada no local. Com a mudança, o preço subiu para R$ 140. Já no caso da entrega, o valor passou de R$ 145 para R$ 155.

Em nota, a Acelen confirmou o reajuste e informou que o aumento aplicado às distribuidoras foi de 15,3% no preço do GLP.

A empresa destacou que os preços seguem critérios de mercado e levam em conta variáveis como o custo do petróleo, adquirido a valores internacionais, além da cotação do dólar e despesas com frete.

Ainda segundo a companhia, a política de preços adotada é transparente e baseada em critérios técnicos, alinhados às práticas do mercado internacional, podendo resultar em variações tanto para cima quanto para baixo.

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Economia
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80% dos lares brasileiros estão com dívidas Foto: Joédson Alves/Tribuna da Bahia

Enquanto as contas chegam, o brasileiro se afunda cada vez mais nas dívidas que parecem virar uma bola de neve. Este cenário ficou mais frequente nos lares do país em um cenário de juros altos e menor poder aquisitivo, como atesta o levantamento mais recente da Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), divulgado ontem. De acordo com o estudo, quatro em cada cinco famílias tinham alguma dívida no último mês de fevereiro, o que representa o maior nível desde o início da série histórica, em 2010.

O levantamento realizado mensalmente pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) mostra que em fevereiro de 2026, 80,2% desses grupos possuíam alguma dívida, o que indica um aumento de 3,8% em relação ao mesmo mês do ano anterior. Os dados divulgados ontem ainda revelam que a inadimplência voltou a subir em fevereiro, após três meses de queda. Nesse período, a taxa subiu para 29,6%, o que, na visão do presidente do Sistema CNC-Sesc-Senac, José Roberto Tadros, é um impacto direto do nível elevado da taxa de juros no país. Desde junho de 2025, a Selic permanece no maior nível em quase 20 anos, a 15% ao ano (a.a.).

“Embora o crédito seja um motor essencial para o consumo, o custo do dinheiro permanece proibitivo, criando um ciclo perigoso em que o aumento das dívidas é potencializado por juros altos que dificultam a amortização. Sem alívio consistente nos juros, a capacidade das famílias de limpar seus cadastros fica seriamente comprometida, o que acaba por frear o dinamismo do nosso comércio e serviços”, destaca Tadros.

Para o economista-chefe da CNC, Fabio Bentes, embora o endividamento recorde assuste, o que preocupa mais a entidade é o nível elevado da inadimplência, que representa a parcela da população endividada que não consegue honrar com esses compromissos financeiros e ficam com o nome “sujo”.

De acordo com a pesquisa, o tempo médio de atraso dos pagamentos subiu para 65,1 meses, o que representa o nível mais alto desde o fim de 2024. Além disso, a parcela de consumidores inadimplentes por mais de 90 dias avançou para 49,5%, evidenciando que os atrasos estão cada vez mais longos. “O aumento do endividamento preocupa, não costumamos ver este nível, mas o crescimento da inadimplência preocupa ainda mais porque é mais um sintoma do estrago que este longo período de aperto monetário com a alta Selic provoca no orçamento das famílias brasileiras”, analisa Bentes.

Economia
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Inadimplência volta a subir e atinge 67,18 milhões de brasileiros em março Foto: Marcos Santos/USP

O número de inadimplentes no país voltou a subir, atingindo 67,18 milhões de brasileiros em março. Segundo o indicador, medido pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), divulgado nesta segunda-feira (15/4), na passagem de fevereiro para março, o número de devedores cresceu 0,89%. Mesmo com o programa de renegociação de dívidas Desenrola Brasil, quatro em cada dez brasileiros adultos (40,89%) estavam negativados no mês passado. O número representa uma alta de 2,67% em comparação ao mesmo período do ano passado. O crescimento do indicador anual se concentrou no aumento de inclusões de devedores com tempo de inadimplência de 1 a 3 anos. Em março, cada consumidor negativado devia, em média, R$ 4.397,99 na soma de todas as dívidas. Além disso, cada inadimplente tinha débito com, em média, 2,10 empresas credoras, considerando todas essas dívidas. Cerca de três em cada dez consumidores (30,92%) tinham dívidas de até R$ 500, percentual que chega a 44,94% quando se fala de dívidas de até R$ 1.000. Considerando o perfil dos devedores, a participação mais expressiva em março está na faixa etária de 30 a 39 anos (23,59%). De acordo com a estimativa, são 16,57 milhões de pessoas registradas em cadastro de devedores nesta faixa, ou seja, quase metade dos brasileiros desse grupo etário estão negativados. A participação dos devedores por sexo segue bem distribuída, sendo 51,12% mulheres e 48,88% homens. O número de dívidas em atraso também apresentou crescimento de 4,91% em relação ao mesmo período de 2023. O dado observado em março deste ano ficou abaixo da variação anual observada no mês anterior. Na passagem de fevereiro para março, o número de dívidas apresentou alta de 0,47%.

Bahia
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Mais de 40% os baianos estão com o nome sujo, segundo a Serasa Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil

O atraso ou não pagamento de dívidas somados aos juros altos têm feito muitos consumidores ficarem com o nome sujo na praça. Diante disso, a Federação Brasileira de Bancos (Febraban) está oferecendo um Mutirão de Negociação e Orientação Financeira, para quem deseja tirar o nome do vermelho. De acordo com o Tribuna da Bahia, a iniciativa teve início na última sexta-feira (15) e segue até o dia 15 de abril. De acordo com os últimos dados levantados do Mapa da Inadimplência e Negociação de Dívidas do Brasil feito pela Serasa, em janeiro deste ano, 4.582.346 milhões baianos estão devendo na praça, representando 40,29% da população. Os dados da Serasa ainda apontam que o valor total das dívidas é de mais de R$19 bilhões e o valor médio da dívida por baiano é de R$4.151,24. As dívidas com cartões de crédito ou nos bancos são as que têm maior destaque (30,01%). Com isso, no mutirão de negociação do Febraban, que acontece de forma online, o consumidor pode tratar da sua dívida diretamente com o banco ou financeira a qual está inadimplente. As dúvidas que podem ser negociadas são as dívidas no cartão de crédito, cheque especial, crédito consignado dentre outras modalidades. Os dados do Mapa da Inadimplência e Negociação de Dívidas do Brasil ainda apontam que a inadimplência no país cresceu 1,40%. O Brasil tem cerca de 72,07 milhões de pessoas nessa situação e os consumidores entre 41 e 60 são a maioria. Frente a esse atual cenário no país, o mutirão também tem o objetivo de oferecer orientações sobre finanças. Para fazer a negociação da dívida basta o consumidor entrar em contato com o banco que precisa fazer um acordo por meio dos canais oficiais ou pelo portal consumidor.gov.br. Neste segundo caso, o cliente deve ter conta no nível ouro ou prata. Antes de realizar o acordo, o consumidor deve ficar atento, dívidas que tenham bens dados como garantia, como veículos, motos e imóveis; contratos que estejam com as parcelas em dia e dívidas prescritas.

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