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Diversos móveis e eletrodomésticos em superpromoção na Squaresom em Brumado

A Squaresom, a sua loja de móveis e eletrodomésticos em Brumado, está com uma superpromoção. São diversos produtos com preços bem abaixo do mercado. Tem armário multiuso por apenas R$ 245, panela de arroz por R$ 125, liquidificador por R$ 110, roupeiro seis portas por R$ 1149 e grill por R$ 79.

Corre agora mesmo e adquira o melhor produto pagando bem mais barato. Além dos preços promocionais, as condições de pagamento são facilitadas.

A Squaresom fica localizada na Rua Exupério Pinheiro Canguçu, 151. O telefone é (77) 3441-3422. Já a Polly Móveis fica situada na Avenida Dr. Antônio Mourão Guimarães, 590. O telefone é (77) 3441-2093.

Economia
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80% dos lares brasileiros estão com dívidas Foto: Joédson Alves/Tribuna da Bahia

Enquanto as contas chegam, o brasileiro se afunda cada vez mais nas dívidas que parecem virar uma bola de neve. Este cenário ficou mais frequente nos lares do país em um cenário de juros altos e menor poder aquisitivo, como atesta o levantamento mais recente da Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), divulgado ontem. De acordo com o estudo, quatro em cada cinco famílias tinham alguma dívida no último mês de fevereiro, o que representa o maior nível desde o início da série histórica, em 2010.

O levantamento realizado mensalmente pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) mostra que em fevereiro de 2026, 80,2% desses grupos possuíam alguma dívida, o que indica um aumento de 3,8% em relação ao mesmo mês do ano anterior. Os dados divulgados ontem ainda revelam que a inadimplência voltou a subir em fevereiro, após três meses de queda. Nesse período, a taxa subiu para 29,6%, o que, na visão do presidente do Sistema CNC-Sesc-Senac, José Roberto Tadros, é um impacto direto do nível elevado da taxa de juros no país. Desde junho de 2025, a Selic permanece no maior nível em quase 20 anos, a 15% ao ano (a.a.).

“Embora o crédito seja um motor essencial para o consumo, o custo do dinheiro permanece proibitivo, criando um ciclo perigoso em que o aumento das dívidas é potencializado por juros altos que dificultam a amortização. Sem alívio consistente nos juros, a capacidade das famílias de limpar seus cadastros fica seriamente comprometida, o que acaba por frear o dinamismo do nosso comércio e serviços”, destaca Tadros.

Para o economista-chefe da CNC, Fabio Bentes, embora o endividamento recorde assuste, o que preocupa mais a entidade é o nível elevado da inadimplência, que representa a parcela da população endividada que não consegue honrar com esses compromissos financeiros e ficam com o nome “sujo”.

De acordo com a pesquisa, o tempo médio de atraso dos pagamentos subiu para 65,1 meses, o que representa o nível mais alto desde o fim de 2024. Além disso, a parcela de consumidores inadimplentes por mais de 90 dias avançou para 49,5%, evidenciando que os atrasos estão cada vez mais longos. “O aumento do endividamento preocupa, não costumamos ver este nível, mas o crescimento da inadimplência preocupa ainda mais porque é mais um sintoma do estrago que este longo período de aperto monetário com a alta Selic provoca no orçamento das famílias brasileiras”, analisa Bentes.

Economia
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Inadimplência volta a subir e atinge 67,18 milhões de brasileiros em março Foto: Marcos Santos/USP

O número de inadimplentes no país voltou a subir, atingindo 67,18 milhões de brasileiros em março. Segundo o indicador, medido pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), divulgado nesta segunda-feira (15/4), na passagem de fevereiro para março, o número de devedores cresceu 0,89%. Mesmo com o programa de renegociação de dívidas Desenrola Brasil, quatro em cada dez brasileiros adultos (40,89%) estavam negativados no mês passado. O número representa uma alta de 2,67% em comparação ao mesmo período do ano passado. O crescimento do indicador anual se concentrou no aumento de inclusões de devedores com tempo de inadimplência de 1 a 3 anos. Em março, cada consumidor negativado devia, em média, R$ 4.397,99 na soma de todas as dívidas. Além disso, cada inadimplente tinha débito com, em média, 2,10 empresas credoras, considerando todas essas dívidas. Cerca de três em cada dez consumidores (30,92%) tinham dívidas de até R$ 500, percentual que chega a 44,94% quando se fala de dívidas de até R$ 1.000. Considerando o perfil dos devedores, a participação mais expressiva em março está na faixa etária de 30 a 39 anos (23,59%). De acordo com a estimativa, são 16,57 milhões de pessoas registradas em cadastro de devedores nesta faixa, ou seja, quase metade dos brasileiros desse grupo etário estão negativados. A participação dos devedores por sexo segue bem distribuída, sendo 51,12% mulheres e 48,88% homens. O número de dívidas em atraso também apresentou crescimento de 4,91% em relação ao mesmo período de 2023. O dado observado em março deste ano ficou abaixo da variação anual observada no mês anterior. Na passagem de fevereiro para março, o número de dívidas apresentou alta de 0,47%.

Bahia
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Mais de 40% os baianos estão com o nome sujo, segundo a Serasa Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil

O atraso ou não pagamento de dívidas somados aos juros altos têm feito muitos consumidores ficarem com o nome sujo na praça. Diante disso, a Federação Brasileira de Bancos (Febraban) está oferecendo um Mutirão de Negociação e Orientação Financeira, para quem deseja tirar o nome do vermelho. De acordo com o Tribuna da Bahia, a iniciativa teve início na última sexta-feira (15) e segue até o dia 15 de abril. De acordo com os últimos dados levantados do Mapa da Inadimplência e Negociação de Dívidas do Brasil feito pela Serasa, em janeiro deste ano, 4.582.346 milhões baianos estão devendo na praça, representando 40,29% da população. Os dados da Serasa ainda apontam que o valor total das dívidas é de mais de R$19 bilhões e o valor médio da dívida por baiano é de R$4.151,24. As dívidas com cartões de crédito ou nos bancos são as que têm maior destaque (30,01%). Com isso, no mutirão de negociação do Febraban, que acontece de forma online, o consumidor pode tratar da sua dívida diretamente com o banco ou financeira a qual está inadimplente. As dúvidas que podem ser negociadas são as dívidas no cartão de crédito, cheque especial, crédito consignado dentre outras modalidades. Os dados do Mapa da Inadimplência e Negociação de Dívidas do Brasil ainda apontam que a inadimplência no país cresceu 1,40%. O Brasil tem cerca de 72,07 milhões de pessoas nessa situação e os consumidores entre 41 e 60 são a maioria. Frente a esse atual cenário no país, o mutirão também tem o objetivo de oferecer orientações sobre finanças. Para fazer a negociação da dívida basta o consumidor entrar em contato com o banco que precisa fazer um acordo por meio dos canais oficiais ou pelo portal consumidor.gov.br. Neste segundo caso, o cliente deve ter conta no nível ouro ou prata. Antes de realizar o acordo, o consumidor deve ficar atento, dívidas que tenham bens dados como garantia, como veículos, motos e imóveis; contratos que estejam com as parcelas em dia e dívidas prescritas.

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