Foto: Reprodução/Instagram Os pouco mais de 13 mil moradores da cidade de Várzea Nova, no centro-norte do estado, viveram um choque na manhã desta segunda-feira (2), após uma jovem de 23 anos ser encontrada morta dentro da casa onde morava com a filha de 4 anos e o companheiro. Ela era conhecida por atuar como Rainha das Cavalgadas nos festejos tradicionais da cidade.
De acordo com informações da Polícia Civil, Karla Rafaelli de Oliveira Rocha foi encontrada sem vida, com marcas de tiros, dentro da própria residência, localizada na Rua Joaquim Miranda Rios. O corpo foi localizado por militares do 29º Batalhão da Polícia Militar, após a corporação receber a informação de que havia uma pessoa morta no imóvel.
“Ao chegarem, os militares constataram o fato. O Departamento de Polícia Técnica (DPT) foi acionado para a realização da perícia e remoção do corpo”, informou a PM, por meio de nota.
Em uma publicação nas redes sociais, a Prefeitura de Várzea Nova lamentou a morte de Karla e destacou a importância da jovem para a cultura do município. “Karla será sempre lembrada pelo seu jeito simples, educado e respeitoso de tratar as pessoas, e pelo carinho com que representava nossa cultura. Como Rainha das Cavalgadas, ela levava alegria, tradição e um sorriso que conquistava a todos por onde passava”, diz o comunicado.
Segundo a Polícia Civil, foi instaurado um inquérito na Delegacia Territorial de Várzea Nova para apurar as circunstâncias do crime. Ainda de acordo com a corporação, o suspeito já foi identificado, mas ainda não foi localizado. O caso é investigado como feminicídio.
Foto: Divulgação/PF A Polícia Federal (PF) deflagrou a Operação Piemonte, nesta terça-feira (18), que visa combater um grupo criminoso especializado em desvio de verba pública, fraude em licitações, corrupção, lavagem de dinheiro e sonegação de impostos. O esquema teria movimentado mais de R$ 50 milhões por meio de um elaborado esquema de lavagem de capitais, compra de veículos de luxo e até mesmo transferências de quantias vultuosas a laranjas e testas de ferro. No total, foram cumpridos 24 mandados de busca e apreensão, expedidos pela 2ª Vara Federal da Seção Judiciária da Bahia. O esquema criminoso era formado por ex-gestores, vereadores, funcionários públicos, empresários, políticos e particulares das cidades Jacobina, Capim Grosso, Filadélfia, Várzea Nova e Ourolândia. Os investigados responderão pelos crimes de associação criminosa, fraude à licitação, desvio de recursos públicos, sonegação de impostos e lavagem de capitais, cujas penas podem chegar a 34 anos de reclusão.