Comércio não pode ser crucificado e penalizado como disseminador no coronavírus, destaca prefeito de Caculé

14 Jul 2020 - 00:00h

Na cidade de Caculé, a 100 km de Brumado, o comércio está aberto desde a segunda quinzena de abril, mas só agora, nessa primeira quinzena de julho, é que o município registrou o seu primeiro caso confirmado do Covid-19. Em entrevista ao site Achei Sudoeste, o prefeito José Roberto Neves (DEM), o Beto Maradona, enfatizou que não vê relação alguma entre o funcionamento do comércio e o avanço da doença. “Prova disso é que o comércio de Caculé fechou apenas oito dias, lá no mês de março, e, de lá pra cá, tem funcionado normalmente, claro que com uma série de restrições. A gente tem feito o trabalho de orientação das pessoas para manter o distanciamento e usar a máscara”, argumentou. O gestor disse que o comércio não pode pagar pela situação da pandemia e a economia precisa continuar ativa. “Temos empresas com 700, 200 funcionários e nenhuma parou. Fizemos um trabalho de orientação com a nossa equipe de saúde. A gente não pode restringir isso. Está mais que comprovado que o comércio aberto não é o agente propagador do coronavírus. Não vejo o comércio como vilão, vejo como parceiro”, defendeu.

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