Ofensas como “pobre”, “burro”, “analfabeto” e “ingrato” se intensificaram nas redes sociais durante as últimas eleições presidenciais. As
Um levantamento baseado em dados da SaferNet, ONG que defende os direitos humanos na internet, mostra que os ataques xenofóbicos contra nordestinos na rede social X aumentaram 821% em 2022 na comparação com o ano anterior. Em 2018, também ano eleitoral, a alta havia sido de 595,5%.
Os números da Safernet foram analisados no estudo “Discursos de ódio em redes sociais: uma análise com processamento de linguagem natural”, por pesquisadores da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) e da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG).
A próxima eleição presidencial, porém, vai acontecer em um cenário inédito. Será a primeira após o Supremo Tribunal Federal (STF) mudar o entendimento sobre o artigo 19 do Marco Civil da Internet, que trata da responsabilidade das plataformas digitais por conteúdos publicados por terceiros.
Especialistas ouvidos pelo G1 avaliam que as ofensas xenofóbicas devem continuar aparecendo nas redes em 2026, mas destacam que o novo entendimento da Corte, somado às punições aplicadas em eleições anteriores, tende a alterar a dinâmica do debate online.
Com a nova interpretação, as empresas passam a ter o dever de agir de forma mais ativa na remoção de conteúdos ilegais. Nesse contexto, plataformas podem ser responsabilizadas se não removerem conteúdos que promovam discurso de ódio, racismo, pedofilia, incitação à violência ou a defesa de golpe de Estado.
Para Eanes Pereira, pesquisador da UFCG e um dos autores do estudo, a maior preocupação para este ano será o uso de inteligência artificial para promover o discurso de ódio:
“A inteligência artificial generativa consegue produzir vídeos, áudios e textos falsos com um alto grau de fidelidade, capazes de enganar grande parte da população. Por isso, é o maior desafio para os processos eleitorais atualmente”.
Foto: Lay Amorim/Achei Sudoeste O senador Ângelo Coronel anunciou neste sábado (31) a saída do PSD e confirmou que será candidato à reeleição no Senado pela oposição ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Ao site Metrópoles, o parlamentar declarou que foi “defenestrado” do partido e que está de “coração partido”. A atitude de Coronel de deixar o partido coloca fim à crise na Bahia, onde três pré-candidaturas disputavam duas vagas no bloco de apoio a Lula.
Além do político, o ministro da Casa Civil, Rui Costa (PT), e do líder do governo no Senado, Jaques Wagner (PT), também são pré-candidatos. A saída de Coronel abre espaço para uma chapa pura do PT ao Senado na Bahia.
“Estou de coração partido, porque foi um partido que eu ajudei a fundar. Eu queria continuar no PSD e queria disputar a reeleição pelo partido[…]. Já que o governo não me quis, será na oposição”, declarou o senador.
Fora do PSD, o senador disse que está em contato com o União Brasil, através do vice-presidente da sigla, ACM Neto, principal opositor do governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT), além dos partidos PSDB e Democracia Cristã (DC).
Sobre a relação de décadas com o presidente estadual do PSD na Bahia, o senador Otto Alencar, Coronel disse que o parlamentar vai continuar “seu compadre e seu amigo”, e que a saída da sigla se dá “sem mágoas”.
De acordo com o senador, foi Otto quem deu uma declaração por meio de nota de que a permanência dele na sigla era “insustentável”. O Metrópoles procurou o presidente do PSD baiano, mas não obteve resposta.
Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil O PT chega a 2026 enfrentando dificuldade em parte do Nordeste, considerado historicamente um “bastião da esquerda”. As informações são do Estadão.
Pesquisas recentes indicam vantagem da oposição em Estados-chave como Bahia, Maranhão e Ceará, enquanto, em outros, os palanques seguem marcados por indefinições, disputas internas e negociações abertas.
Em boa parte da região, a estratégia do partido depende do envolvimento direto do presidente Lula (PT), tanto para bater o martelo sobre alianças quanto para servir como cabo eleitoral de candidaturas que hoje aparecem atrás nas pesquisas, caso do Rio Grande do Norte, por exemplo.
Em termos de candidaturas majoritárias aos Executivos estaduais, a esquerda corre o risco de perder uma parcela significativa do poder territorial acumulado nas últimas décadas. Levantamento do cientista político Murilo Medeiros, da UnB, indica que, mantido o cenário apontado pelas sondagens mais recentes, a esquerda pode registrar, em 2026, seu pior desempenho nas eleições para governador no Nordeste desde a chegada de Lula ao Planalto, em 2002.
Siglas de centro e centro-direita, como MDB, PSD e União Brasil, lideram as intenções de voto na maior parte dos Estados — ainda que, em muitos deles, integrem alianças com partidos da esquerda.
Medeiros afirma que, embora a região Nordeste continue sendo estratégica para Lula, já não funciona como um reduto automático.
“O voto nordestino tornou-se mais volátil, urbano e pragmático, sensível a temas como custo de vida, segurança pública e qualidade dos serviços públicos”, diz Medeiros, citando a perda de capilaridade territorial do campo nos últimos pleitos. “Em 2018, partidos do campo progressista governavam estados que concentravam cerca de 90% do eleitorado nordestino. Esse percentual caiu para 74% em 2022 e agora pode recuar para algo próximo de 23%.”
Vitor Sandes, cientista político e professor da Universidade Federal do Piauí, adota um tom menos pessimista. Para ele, embora o PT corra riscos, a força da máquina federal — e também da máquina estadual, nos casos em que governadores petistas disputam a reeleição — e o voto casado com Lula tendem a reverter o cenário desfavorável das pesquisas.
“O PT corre alguns riscos no Nordeste, como no Maranhão e no Ceará, este último onde há um fato novo, que é Ciro Gomes. Também há desafios, sobretudo diante do movimento que o PSD fez ao lançar três pré-candidatos à Presidência, embora exista certa flexibilidade nos Estados”, avalia o especialista. “O mais importante para o partido é manter uma votação expressiva a Lula na região e garantir palanques fortes, mesmo que ele não saia com cabeça de chapa”, completa.
Foto: Divulgação Em meio à corrida eleitoral de 2026, o Palácio do Planalto monitora com atenção a situação na Bahia, onde a hegemonia do PT. De acordo com publicação da revista Veja, feita neste sábado (31), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, cogita substituir o governador Jerônimo Rodrigues pelo ministro Rui Costa na disputa pelo Palácio de Ondina.
Segundo a publicação, a Bahia, maior colégio eleitoral do Nordeste e reduto histórico do PT, preocupa o governo após levantamentos indicarem a liderança de ACM Neto na disputa pelo Palácio de Ondina.
Uma das opções em discussão entre aliados do presidente é a possível substituição de Jerônimo na disputa pelo governo estadual, com a entrada de Rui, como candidato no lugar do governador.
Segundo a matéria, o ministro seria visto como um nome mais competitivo para enfrentar ACM Neto, caso os números continuem desfavoráveis ao atual chefe do Executivo estadual.
A ideia de escalar ministros para disputar eleições estaduais, incluindo a Bahia e o Ceará, surge como plano de contingência para evitar retrocessos em colégios eleitorais importantes para o projeto de um eventual quarto mandato de Lula.
Tanto o cenário no Nordeste quanto a estratégia para as indicações de candidaturas devem ser avaliados pela cúpula do partido nos próximos meses.
Apesar das discussões em Brasília, tanto Jerônimo Rodrigues quanto Rui Costa têm se posicionado publicamente contra qualquer mudança no projeto político estadual.
O governador tem reafirmado que sua candidatura está consolidada e descartado a possibilidade de abrir mão da disputa pelo Palácio de Ondina, classificando rumores sobre sua substituição como infundados.
Por sua vez, Rui Costa tem negado a possibilidade de ser deslocado para a disputa pelo governo baiano, enfatizando seu foco em outras perspectivas políticas, como a corrida ao Senado Federal, onde pesquisas indicam que ele aparece com boa performance no estado.
Foto: Saulo Cruz/Agência Senado e Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil Uma nova pesquisa do Instituto Paraná Pesquisas, divulgada na manhã desta quinta-feira (29), revela que o presidente Lula mantém a liderança nas intenções de voto para as eleições presidenciais de 2026.
Na consulta espontânea, onde os nomes não são apresentados, Lula lidera com 25,5%, seguido por Jair Bolsonaro (12,1%) e Flávio Bolsonaro (6,3%).
No entanto, um expressivo grupo de 44,2% dos eleitores ainda afirma não saber em quem votar nesse cenário. Nos cenários estimulados, a disputa se estreita. Lula registra 39,8% contra 33,1% de Flávio Bolsonaro. Os dados mostram uma trajetória de crescimento consistente de Flávio, que saltou de 19,2% em outubro de 2025 para o patamar atual.
Outros candidatos como Ratinho Junior (6,5%), Ronaldo Caiado (3,7%) e Romeu Zema (2,8%) aparecem na sequência. Com Tarcísio de Freitas como oponente, Lula atinge 40,7% contra 27,5% do governador de São Paulo.
As projeções para um eventual segundo turno mostram que a vantagem do atual governo vem diminuindo. No embate entre Lula (44,8%) e Flávio Bolsonaro (42,2%), a diferença caiu para apenas 2,6 pontos percentuais. Contra Tarcísio de Freitas, o cenário é de empate técnico, com Lula somando 43,9% e Tarcísio 42,5%.
Foto: Divulgação O ex-prefeito de Juazeiro, Isaac Carvalho, anunciou apoio a ACM Neto (União Brasil), pré-candidato a governador da Bahia nas eleições deste ano. Isaac Carvalho fez duras críticas à atual condução do governo estadual ao anunciar seu apoio, divulgado nesta segunda-feira (26).
Isaac afirmou que o atual governador Jerônimo Rodrigues (PT) vem frustrando as expectativas dos baianos ao conduzir uma gestão centralizadora, distante do diálogo com as lideranças regionais, o que tem desagregado a base em diversas cidades. O ex-prefeito ressaltou ainda que a Bahia enfrenta indicadores preocupantes no combate à violência, na geração de empregos e na educação.
“Não faz sentido a continuidade do atual governo. Existe um sentimento claro de mudança na Bahia, e ACM Neto reúne experiência administrativa, capacidade de diálogo e compromisso com o futuro do nosso estado, para restaurar a esperança do nosso povo”, afirmou. Isaac Carvalho ainda agradeceu ao presidente estadual do PSD, senador Otto Alencar, além do também senador Ângelo Coronel e ao deputado federal Diego Coronel, com quem mantém parceria há anos.
Historicamente, Isaac Carvalho foi a principal liderança da esquerda com forte influência em Juazeiro e em toda a região do Vale do São Francisco. Ele foi prefeito duas vezes pelo PCdoB e, depois, se filiou ao PT, partido em que consolidou sua trajetória.
Conhecido como o Vaqueiro, Isaac também destacou a trajetória de ACM Neto, considerado por duas vezes consecutivas (2013 e 2014) o prefeito mais bem avaliado do Brasil, com alta aprovação na cidade de Salvador.
Durante o encontro, Isaac e os deputados do PSDB, Adolfo Viana (federal) e Jordávio Ramos (estadual), convidaram ACM Neto para participar do carnaval antecipado de Juazeiro, na sexta-feira (30). O pré-candidato a governador da Bahia confirmou que estará presente e que, no mesmo dia, irá conceder entrevista coletiva à imprensa.
Foto: Lay Amorim/Achei Sudoeste O vice-presidente nacional do União Brasil e pré-candidato ao Governo da Bahia, ACM Neto, voltou a criticar o senador Jaques Wagner (PT) após o petista mencionar, em entrevista recente, uma suposta pesquisa eleitoral que colocaria o governador Jerônimo Rodrigues (PT) à frente na disputa estadual. As declarações motivaram uma ação do União Brasil contra Wagner por possível divulgação de pesquisa eleitoral falsa.
Segundo ACM Neto, o senador teria citado números de um levantamento inexistente durante entrevista a uma rádio de Camaçari, na Região Metropolitana de Salvador, na última quarta-feira (21).
O ex-prefeito de Salvador afirmou que a situação revela o “desespero” dos adversários e destacou que o próprio presidente do instituto mencionado teria desmentido a existência da pesquisa.
“Mais uma vez a gente monstra o desespero que toma conta dos nossos adversários. Veja que ponto chegou: o senador Jaques Wagner, que reputo ser uma pessoa cuidadosa e experiente na política, faz referência a uma pesquisa que não existe. Uma coisa incrível. Eles não têm limite”, ressaltou.
ACM Neto também comentou as especulações sobre a possível não candidatura de Jerônimo Rodrigues à reeleição em 2026. “Não foi 'plantação baiana', foi uma matéria nacional, de que Lula poderia estar cogitando substituir Jerônimo. Não sou eu que estou falando isso, gente do próprio grupo deles é que comenta isso. Eu entendo e espero que meu adversário seja Jerônimo”, alfinetou.
O ex-prefeito avaliou que o debate interno no PT sobre a sucessão estadual não é responsabilidade da oposição e afirmou que pretende centrar a disputa na avaliação do atual governo. Para ele, há frustração entre eleitores que confiaram em Jerônimo em 2022 e agora estariam decepcionados com o desempenho da gestão.
Foto: Lay Amorim/Achei Sudoeste O governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT), reagiu aos rumores de que poderia abrir mão de sua pré-candidatura à reeleição para dar lugar ao ministro da Casa Civil, Rui Costa, na disputa pelo Palácio de Ondina.
Em entrevista para a Rádio Baiana FM, o petista classificou as informações como falsas e afirmou que não há qualquer discussão interna sobre mudança na cabeça da chapa governista.
Segundo Jerônimo, o debate dentro da base aliada está concentrado exclusivamente na definição das vagas ao Senado, que hoje envolvem os nomes dos senadores Jaques Wagner (PT), Angelo Coronel (PSD) e o próprio Rui Costa.
Ele destacou que sua condição de pré-candidato ao governo está consolidada e não foi colocada em xeque em nenhum momento. “Essas fake news que acontecem dizem que Rui já estaria se colocando como candidato ou pré-candidato é fake news, é mentira. Nós estamos muito bem resolvidos. Nosso desafio para fecharmos a chapa não é no campo da cabeça da chapa de governador. Eu sou o único pré-candidato. Estamos construindo esse ambiente para montarmos a chapa de senador. Mas nós encontraremos uma saída”, disse o governador.
Jerônimo reforçou que, no âmbito do PT, não houve abertura para disputa interna em torno do governo estadual. De acordo com ele, nenhum outro nome do partido se colocou para concorrer ao cargo, o que mantém sua pré-candidatura como consenso até o momento.
“No PT, quando existe mais de um nome, existe a disputa interna. E ninguém se colocou para isso. O cargo de governador não se abriu para qualquer tipo de pré-candidatura dentro do partido. Até agora, o único pré-candidato para a chapa da nossa pré-candidatura ao governo do Estado está composta por mim, que tenho o Estado da Bahia quanto às discussões sobre essa composição da chapa”, acrescentou.
A primeira pesquisa nacional de 2026 do instituto capixaba Cidades/Futura, divulgada nesta quinta-feira (22), revelou um resultado diferente de outras divulgadas há poucos dias. A pesquisa Futura apresenta diversos cenários de disputa apertada entre o presidente Lula e Flávio Bolsonaro (PL-RJ) em primeiro turno, mas com liderança do senador do Rio de Janeiro nas simulações de segundo turno.
Em cinco dos seis cenários estimulados apresentados pelo instituto Futura para primeiro turno, Lula e Flávio Bolsonaro aparecem tecnicamente empatados, levando-se em conta uma margem de erro de dois pontos percentuais para cima ou para baixo. No sexto cenário, há vantagem para o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) sobre o presidente Lula.
Nos cenários de segundo turno levantados pelo instituto, Lula perderia para Flávio Bolsonaro e também para o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas. O presidente empata tecnicamente com o governador do Paraná, Ratinho Junior (PSD).
Em outros cenários, o governador Ronaldo Caiado (União), de Goiás, venceria apenas Romeu Zema (Novo), de Minas Gerais, e Eduardo Leite (PSD), do Rio Grande do Sul. Por sua vez, o senador Flávio Bolsonaro vence Ratinho Junior, Zema e Leite, e empata tecnicamente com Tarcísio.
Confira abaixo os cenários:
Pesquisa espontânea - Primeiro Turno
Lula (PT): 31,1%
Flávio Bolsonaro (PL): 19,9%
Jair Bolsonaro (PL)*: 4,8%
Tarcísio de Freitas (Republicanos): 2,4%
Eduardo Bolsonaro (PL): 1,7%
Ratinho Junior (PSD): 1,6%
Ronaldo Caiado (União Brasil): 0,8%
Renan Santos (Missão): 0,7%
Romeu Zema (Novo): 0,4%
Ciro Gomes (PSDB): 0,4%
Outros: 2,6%
Ninguém/Branco/Nulo: 5,8%
Não souberam/Não responderam/Indecisos: 27,8%
Cenário 1
Lula (PT): 37%
Flávio Bolsonaro (PL): 33,3%
Tarcísio de Freitas (Republicanos): 10,5%
Ronaldo Caiado (União Brasil): 3%
Romeu Zema (Novo): 2,6%
Renan Santos (Missão): 1,2%
Aldo Rebelo (DC): 0,5%
Ninguém/Branco/Nulo: 6,6%
Não souberam/Não responderam/Indecisos: 5,3%
Cenário 2
Lula (PT): 35,4%
Flávio Bolsonaro (PL): 34,3%
Ratinho Junior (PSD): 9,1%
Romeu Zema (Novo): 4,4%
Ronaldo Caiado (União Brasil): 3,7%
Renan Santos (Missão): 1,7%
Aldo Rebelo (DC): 0,6%
Eduardo Leite (PSD): 0,1%
Ninguém/Branco/Nulo: 7%
Não souberam/Não responderam/Indecisos: 3,7%
Cenário 3
Flávio Bolsonaro (PL): 39,4%
Lula (PT): 36,3%
Ronaldo Caiado (União Brasil): 4,9%
Romeu Zema (Novo): 4,8%
Eduardo Leite (PSD): 3,1%
Ninguém/Branco/Nulo: 8,4%
Não souberam/Não responderam/Indecisos: 3,0%
Cenário 4
Lula (PT): 37,5%
Flávio Bolsonaro (PL): 35,1%
Tarcísio de Freitas (Republicanos): 14,8%
Renan Santos (Missão): 2,7%
Ninguém/Branco/Nulo: 6,8%
Não souberam/Não responderam/Indecisos: 3,2%
Cenário 5
Flávio Bolsonaro (PL): 39,6%
Lula (PT): 38%
Ratinho Junior (PSD): 11%
Renan Santos (Missão): 2,3%
Ninguém/Branco/Nulo: 6,8%
Não souberam/Não responderam/Indecisos: 2,4%
Cenário 6
Flávio Bolsonaro (PL): 43,8%
Lula (PT): 38,7%
Eduardo Leite (PSD): 4,2%
Renan Santos (Missão): 2,8%
Ninguém/Branco/Nulo: 7,5%
Não souberam/Não responderam/Indecisos: 2,9%
Pesquisa simulou possibilidades de segundo turno para presidente
Para o levantamento a respeito da intenção de voto dos brasileiros no segundo turno, o instituto 100% Cidades simulou 11 cenários. Foi apresentado aos entrevistados um cenário entre Lula e Flávio Bolsonaro, além de outros cinco cenários com a presença de Lula e mais cinco cenários com a presença de Flávio Bolsonaro.
Veja abaixo os resultados dos cenários de segundo turno:
Flávio Bolsonaro 48,1% x 41,9% Lula
Tarcísio de Freitas 46,1% x 41,3% Lula
Ratinho Junior 44,8% x 41,2% Lula
Ronaldo Caiado 42,0% x 41,8% Lula
Lula 42,8% x 40,5% Romeu Zema
Lula 41,9% x 37,3% Eduardo Leite
Flávio Bolsonaro 37,5% x 34,7% Tarcísio de Freitas
Flávio Bolsonaro 42,4% x 30,2% Ratinho Junior
Flávio Bolsonaro 45,0% x 25,7% Ronaldo Caiado
Flávio Bolsonaro 44,7% x 24,6% Romeu Zema
Flávio Bolsonaro 47,2% x 25,9% Eduardo Leite
A pesquisa 100% Cidades/Futura ouviu dois mil entrevistados entre os dias 15 e 19 de janeiro de 2026. A pesquisa teve custo de R$ 160 mil, pagos com recursos próprios da Futura Pesquisas e Assessorias Ltda. O nível de confiança é de 95%. A margem de erro: 2 pontos percentuais. Registro no TSE nº BR-08233/2026.
Foto: Lay Amorim/Achei Sudoeste Em cerimônia realizada nesta quinta-feira (22), Luciano Ribeiro foi empossado como deputado estadual, no gabinete da presidência da Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA).
Em entrevista ao site Achei Sudoeste e ao Programa Achei Sudoeste no Ar, Ribeiro disse que, através da sua atuação no parlamento, poderá retribuir aos baianos e baianas a confiança depositada em sua pessoa durante tantos anos. “Nessa última eleição, foram 63.640 votos. A gente vai poder defender nossos ideais, ideias e compromissos. Para o nosso sertão e a nossa região, a gente tem mais uma voz para fazer a defesa da Bahia e dos baianos”, declarou.
Embora com um curto espaço de tempo à frente da AL-BA, o deputado espera trabalhar com a mesma intensidade de sempre, seguindo a coerência e efetividade de anos de atuação na vida pública. “Sempre fui uma pessoa intensa em tudo que faço na vida. Então, eu sou objetivo, muito prático e tenho uma vida política que não nasceu hoje. É fruto de 8 anos de mandato na prefeitura, de secretário, de deputado, de exercício da política... conhecemos muito bem os problemas da Bahia”, asseverou.
Com a sua experiência e com vez e voz na tribuna, o parlamentar assegurou que defenderá os interesses dos baianos, especialmente em situações críticas. “A Bahia precisa tomar novos rumos”, acrescentou.
Questionado sobre as eleições deste ano, Ribeiro respondeu que seu projeto é a reeleição de ACM Neto ao Governo do Estado. “Esse é meu projeto principal: eleger ACM o novo governador da Bahia. As demais coisas vão depender das circunstâncias e do momento”, apontou.
Foto: Lay Amorim/Achei Sudoeste O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) publicou nesta semana 12 minutas com propostas de alterações nas regras para as Eleições 2026. As mudanças tratam de calendário eleitoral, manifestações na pré-campanha, pesquisas eleitorais, critérios para distribuição de recursos eleitorais e responsabilidade pela remoção de conteúdos digitais com ataques ao processo eleitoral, entre outros temas.
Desde segunda-feira (19), qualquer cidadão ou entidade que queira opinar sobre as regras para as Eleições 2026 pode usar um formulário eletrônico para enviar contribuições. As sugestões serão recebidas até 30 de janeiro.
Terminado o prazo, o TSE deverá selecionar as melhores propostas para serem apresentadas em uma série de audiências públicas marcadas entre os dias 3 e 5 de fevereiro. Pela Lei das Eleições, o plenário do TSE tem até 5 de março do ano eleitoral para debater e aprovar todas as normas.
Conforme determinado pela Constituição, o primeiro turno das Eleições 2026 ocorrerá em 3 de outubro, primeiro domingo do mês, e o segundo turno, em 31 de outubro, último domingo. Neste ano, os eleitores devem votar para presidente, governador e senador, além de deputados federal, estadual e distrital.
Foto: Divulgação O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lidera a corrida pela reeleição no pleito marcado para outubro deste ano, segundo pesquisa elaborada pela plataforma de jornalismo Meio e o Instituto Ideia, divulgada nesta terça-feira (13). Ele aparece à frente de todos os adversários tanto no primeiro, quanto no segundo turno. A exceção é o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), que empata com Lula no segundo turno se considerada a margem de erro.
O petista leva vantagem sobre a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL), o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), e outros governadores de direita como Ratinho Júnior (PSD), Romeu Zema (Novo), Ronaldo Caiado (União Brasil) e Eduardo Leite (PSD).
A pesquisa ouviu 2.000 pessoas por meio de entrevistas por telefone entre os dias 8 e 12 de janeiro. A margem de erro é de 2,2 pontos porcentuais para mais ou para menos e o nível de confiança é de 95%. O levantamento foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o protocolo BR-06731/2026.
Em um dos cenários de primeiro turno testados, Lula registra 40,2% das intenções de voto contra 32,7% de Tarcísio. Na terceira colocação, aparecem Zema e Caiado com 5,5%, cada. Não souberam responder 11,8% e brancos e nulos somam 3,6%.
Quando o governador é substituído por Flávio Bolsonaro, o petista registra 39,7% contra 26,5% do filho do ex-presidente. Ratinho Júnior tem 7%.
No cenário em que o governador paranaense é substituído por Eduardo Leite, Lula fica com 39,6% e Flávio oscila para 27,6%. O governador gaúcho registra 2,8%, atrás de Caiado (5,5%) e Zema (5,4%).
A Meio/Ideia também testou dois cenários com Michelle. No primeiro, com Ratinho, ela registra 29% contra 40% de Lula. No segundo, com Leite, o resultado é similar: 40,1% das intenções de voto para o petista contra 29,7% para a ex-primeira-dama.
Foto: Divulgação Durante entrevista ao jornalista Paulo Figueiredo nesta terça-feira (6), o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) afirmou que sua pré-candidatura representa uma "segurança eleitoral". O parlamentar disse não ver risco de derrota na disputa por classificar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) como um “produto vencido”.
“A minha pré-candidatura dá essa segurança para esse palanque de que a gente não perde, e eu não tenho nenhuma dúvida de que não vou perder essa eleição. O Lula é aquela picanha podre, estragada e fedorenta. Aquela cerveja choca. Você consome uma cerveja choca ou picanha estragada? Esse é o Lula. Um cara analógico, e que já deu a contribuição que tinha que dar para o país”, disse.
O senador disse, ainda, que Lula “enganou muita gente”. “Ninguém vai perder a eleição para ele, ninguém perde porque o brasileiro não cai mais nas mentiras do Lula. Esse cara é o pai da mentira, o pinóquio encarnado. O Brasil não aguenta mais. Ele tem que ir para casa, passear pelo mundo com a Janja. Ele está milionário, não precisa de dinheiro público nem pra isso”.
Flávio também acusou o atual presidente de ser chamado de “pai dos pobres”, mas de se distanciar das populações de baixa renda, citando a realização da COP30 em Belém, no Pará. Segundo ele, o presidente “ficou em iate de luxo” e não conviveu com a realidade social do entorno. “Os pobres continuavam ali, sofrendo, enquanto ele posava para fotos. Descartou a chance de usar as verbas destinadas à COP para mudar a realidade daquelas pessoas”, declarou.
O senador ainda comentou sobre o impacto do anúncio de sua pré-candidatura e afirmou que parte do eleitorado esperava um gesto direto de seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, na sucessão política. “A vantagem de eu ter o sobrenome Bolsonaro é das pessoas enxergarem em mim um Bolsonaro que elas queriam ter visto no próprio Jair”, disse.
Mesmo assim, ele ressaltou que não pretende substituir a figura política de seu progenitor. “Eu não tenho nenhuma pretensão de chegar aos pés do meu pai. Ele é inigualável, de outro mundo, não desse planeta. Abençoado por Deus e a maior liderança política do Brasil”.
“Eu não tenho dúvidas que o Brasil vai escolher seguir o caminho da prosperidade e não o das trévas com o Lula. Quero mostrar para o brasileiro que vai ser um time ainda melhor que o do Bolsonaro, com autonomia para tomar as decisões que resulta na geração de empregos e na redução dos impostos”, disse.
O senador finalizou falando sobre o que precisa ser feito de diferente caso seja eleito em 2026. “A gente tem que ganhar o bolo e a cereja do bolo. A cereja é a presidência da República, e o bolo, entre outras coisas, é o Congresso Nacional, que é quem pode dar o suporte nas mudanças na Constituição, melhorar a legislação, deixar o 'vagabundo' muito tempo mais preso do que fica hoje”.
Foto: Ricardo Stuckert/PR Um levantamento nacional do Instituto Paraná Pesquisas indica que 45,6% do eleitorado aprova a administração do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), enquanto 50,9% desaprovam. Outros 3,5% disseram não saber ou preferiram não opinar.
No caso da avaliação do governo, 12,9% classificaram a administração como “ótima” e 19,8% como “boa”. Para 23,1%, o desempenho é “regular”, enquanto 8% consideraram “ruim” e 34,8% “péssimo”; 1,4% não souberam ou não opinaram.
De acordo com a pesquisa, entre homens a aprovação soma 41,4%, enquanto 54,8% desaprovam. Outros 3,7% não souberam responder. Já entre as mulheres o índice de aprovação chega a 49,3%, frente a 47,4% de desaprovação. 3,2% não opinou.
Por faixa etária, os percentuais de aprovação registrados foram: 47,7% (16 a 24 anos), 41,9% (25 a 34), 41,2% (35 a 44), 46,7% (45 a 59) e 50,1% (60 anos ou mais).
Na escolaridade, a aprovação foi indicada por 54,4% entre entrevistados com ensino fundamental, 43,4% no ensino médio e 37,0% no ensino superior.
No recorte sobre participação em celebrações religiosas nos últimos 10 dias, a aprovação é de 50,5% entre quem respondeu “não” e de 40,8% entre quem respondeu “sim”, segundo a tabela do levantamento.
Por religião declarada, a aprovação aparece em 51,1% entre católicos, 33,9% entre evangélicos e 46,8% entre entrevistados que citaram outras religiões.
Regionalmente, a aprovação indicada foi de 42,7% no Norte + Centro-Oeste, 58% no Nordeste, 41,6% no Sudeste e 36,6% no Sul.
A pesquisa foi realizada com 2.038 eleitores em 26 estados e no Distrito Federal, em 163 municípios. O instituto informa nível de confiança de 95% e margem de erro de 2,2 pontos percentuais para os resultados gerais.
A coleta ocorreu por entrevistas pessoais entre 18 e 22 de dezembro de 2025.
Foto: Divulgação O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), lidera todos os cenários de primeiro e segundo turno apresentados em levantamento do Instituto Paraná Pesquisas, divulgado nesta sexta-feira (26). Em uma das simulações de segundo turno, no entanto, o senador Flávio Bolsonaro (PL) aparece em empate técnico com Lula.
Flávio Bolsonaro é o nome apontado com o apoio do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) para a disputa das eleições de 2026. O respaldo foi reforçado na quinta-feira (25), por meio de uma carta escrita e assinada pelo ex-mandatário.
A pesquisa foi realizada entre os dias 18 e 22 de dezembro, com 2.038 entrevistas em 163 municípios de 26 estados e do Distrito Federal. O nível de confiança informado é de 95%, com margem de erro estimada em 2,2 pontos percentuais, para mais ou para menos.
PRIMEIRO TURNO
Um dos cenários estimulados apresentados pela pesquisa considera o ex-presidente Jari Bolsonaro como possível candidato. Atualmente inelegível e cumprindo pena de mais de 27 anos por tentativa de golpe de estado, ele soma 31,3% frente a 36,9% de Lula.
Ainda testando o primeiro turno, o segundo cenário aponta Lula na liderança com 37,6% contra 27,8% de Flávio Bolsonaro. Nesta simulação, Ratinho Junior tem 9%, Ciro 7,9%, Zema 3,1%, Tereza Cristina 1,9% e Renan Santos 0,8%.
Até então nome mais forte para disputar o pleito como candidato da direita, Tarcísio de Freitas (Republicanos), governador de São Paulo, aparece na terceira simulação de primeiro turno. Aqui Lula chega a 37,8% das intenções de voto e Tarcísio 26,2%.
Também foi testado pela Paraná Pesquisas o nome da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) para um eventual primeiro turno. Michelle soma 24,4% contra 37,2% de Lula.
SEGUNDO TURNO
Na simulação de segundo turno, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva aparece com 44,1% das intenções de voto, enquanto o senador Flávio Bolsonaro registra 41%, segundo levantamento divulgado pelo Instituto Paraná Pesquisas. A diferença entre os dois é de 3,1 pontos percentuais.
O resultado configura empate técnico, considerando a margem de erro estimada em 2,2 pontos percentuais, para mais ou para menos. Os eleitores que afirmaram não saber ou preferiram não opinar somam 5,7%. Já aqueles que declararam voto nulo, branco ou que não votariam em nenhum dos dois candidatos totalizam 9,2%.
Foto: Reprodução/Redes Sociais Uma carta atribuída ao ex-presidente Jair Bolsonaro confirmou a pré-candidatura do senador Flávio Bolsonaro à Presidência da República nas eleições de 2026. O documento foi lido pelo parlamentar nesta quinta-feira (25), em frente ao hospital DF Star, em Brasília.
Segundo Flávio Bolsonaro, a carta foi escrita à mão pelo ex-presidente na Superintendência da Polícia Federal, antes da transferência para a unidade hospitalar, onde Jair Bolsonaro está internado para passar por uma cirurgia de correção de hérnia. A operação estava prevista para começar às 9h, com duração estimada entre três e quatro horas.
O senador leu o texto pouco antes do início do procedimento cirúrgico. Em um dos trechos, a carta afirma: “Diante desse cenário de injustiça e com o compromisso de não permitir que a vontade popular seja silenciada, tomo a decisão de indicar Flávio Bolsonaro como pré-candidato à presidência da República em 2026”.
Ainda conforme o senador, o conteúdo do documento reforça publicamente o apoio do ex-presidente à sua pré-candidatura. Outro trecho da carta diz: “Entrego o que há de mais importante na vida de um pai: o próprio filho, para resgatar o nosso Brasil. Trata-se de uma decisão consciente, legítima e amparada no desejo de preservar a representação daqueles que confiaram em mim”.
Foto: Lay Amorim/Achei Sudoeste O ex-prefeito de Salvador ACM Neto confirmou, nesta segunda-feira (22), que vai disputar o governo da Bahia em 2026. A declaração aconteceu durante um evento em Porto Seguro, extremo sul da Bahia.
Perguntado pelo prefeito de Porto Seguro, Jânio Natal (PL), se será postulante ao Palácio de Ondina no próximo ano, Neto disse:
“Respondendo a sua pergunta de forma direta e objetiva. Sim, sou candidato a governador da Bahia”, declarou, ao arrancar aplausos da plateia presente no evento.
No pleito do próximo ano, ACM Neto enfrentará o governador Jerônimo Rodrigues (PT), que será candidato à reeleição.
Jânio Natal ainda perguntou a ACM Neto quem ele apoiará a presidente da República em 2026, o ex-prefeito de Salvador respondeu: “eu ficarei contra o PT”.
O evento em Porto Seguro reuniu grandes lideranças políticas, com o prefeito de Salvador, Bruno Reis (União Brasil), e o ex-ministro João Roma (PL).
Foto: Lay Amorim/Achei Sudoeste Pouco mais de 33 meses para realização das Eleições de 2028, o vereador João Vasconcelos (Avante), se antecipou e cravou a reeleição do atual prefeito de Brumado, Fabrício Abrantes (Avante).
Em entrevista ao site Achei Sudoeste e ao Programa Achei Sudoeste no Ar, durante o evento de entrega de três quadras poliesportivas e anuncio da construção e reformas de cinco praças, na região do distrito de Ubiraçaba, seu principal reduto eleitoral, Vasconcelos fez um balanço dos primeiros meses de gestão de Fabrício Abrantes. “Nós só temos a agradecer a essa administração que tem feito tanto para a zona rural, desde a recuperação de estradas vicinais, limpeza de aguadas, construção de praças, cuidado com a saúde pública e tratamento especial com a educação de nossas crianças e adolescentes”, disse.
Para o vereador, o prefeito deu o seu cartão de visita nesse primeiro ano de gestão e acredita em grandes obras e investimentos para as zonas urbana e rural do município. “Essa administração já tem tanto pela zona rural, que não tenho dúvidas, será a melhor da história para o homem e a mulher do campo”, garantiu.
Em seguida, João chancelou a reeleição de Fabrício, nas próximas eleições municipais em 2028, com a maior votação da história do município de Brumado. “Não tenho sombra de dúvidas, estou aqui me antecipando, mas tenho aqui a chancela, que o prefeito Fabrício irá se reeleger com a maior votação da história do município de Brumado”, completou o vereador.
Foto: Kauê Souza/Achei Sudoeste A presidente da Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA), deputada estadual Ivana Bastos (PSD), é o nome cotado para compor a chapa com o governador e candidato a reeleição, Jerônimo Rodrigues (PT), nas eleições 2026.
Segundo apurou o site Achei Sudoeste com uma fonte do Palácio de Ondina, sede do Governo da Bahia, com a intenção do PT de chapa puro sangue com Jerônimo, Jaques Wagner e Rui Costa, a arrumação para o fechamento, acomodação do atual senador Angelo Coronel (PSD) e do MDB, liderado pelos irmãos Vieira Lima, Geddel e Lúcio, pode favorecer Bastos.
Segundo a fonte, a primeira mulher presidente da AL-BA foi a mais votada nas eleições 2022 e já tem seu nome avaliado para uma ascensão em sua carreira política.
A boa gestão à frente do parlamento baiano sem criar empecilhos para aprovação de projetos de interesse do governo baiano tem ajudado Ivana a elevar o seu prestígio com a alta cúpula do governo estadual. “Não será nenhuma novidade ou surpresa da deputada ser vice de Jerônimo”, revelou.
Na última sexta-feira (19), durante agenda oficial, em Caetité, ao lado do governador, a deputada foi questionada por nossa reportagem sobre a possibilidade, mas despistou sobre o tema. “Não é momento para isso agora”, afirmou.
Enquanto nada é definido, Bastos segue percorrendo a Bahia, até então como pré-candidata à reeleição ao legislativo.
Foto: Valter Campanato/Agência Brasil 56% dos brasileiros acreditam que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) não merece permanecer por mais quatro anos no cargo, enquanto 41% defendem sua reeleição em 2026. Os dados são de uma pesquisa Genial/Quaest, divulgada nesta terça-feira (16).
Apesar da maioria dos entrevistados se posicionar contra a continuidade do petista no Palácio do Planalto, o levantamento trouxe um sinal positivo para o presidente. A diferença entre os que rejeitam e os que apoiam uma nova candidatura de Lula diminuiu oito pontos percentuais em apenas um mês.
Em novembro, 60% dos entrevistados afirmavam que Lula não merecia continuar na Presidência, enquanto 37% eram favoráveis à sua permanência. Agora, esse percentual caiu para 56%, ao mesmo tempo em que o apoio subiu para 41%.
A pesquisa ouviu 2.004 pessoas entre os dias 11 e 14 de dezembro. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.
Foto: Ricardo Stuckert/PR O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparece à frente em todos os cenários de segundo turno para as eleições de 2026, segundo pesquisa Quaest divulgada nesta semana. Sem o nome de Jair Bolsonaro na disputa, Lula registra 46% das intenções de voto contra 36% do senador Flávio Bolsonaro (PL).
O levantamento indica que o petista venceria o segundo turno em todas as simulações testadas, incluindo confrontos com Flávio Bolsonaro, o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), Ratinho Júnior (PSD), Ronaldo Caiado (União) e Romeu Zema (Novo).
Esta é a primeira pesquisa divulgada sem a inclusão de Jair Bolsonaro entre os possíveis candidatos, após o ex-presidente sinalizar apoio ao filho, Flávio Bolsonaro, como nome da família para a corrida presidencial de 2026.
No cenário contra Tarcísio de Freitas, Lula aparece com 45% das intenções de voto, uma alta de quatro pontos percentuais, enquanto o governador paulista recua um ponto e chega a 35%, ampliando a vantagem do presidente.
Contra Ratinho Júnior, o petista também soma 45%, ante 35% do adversário. Em um eventual confronto com Ronaldo Caiado, Lula registra 44%, contra 33% do governador de Goiás. Já diante de Romeu Zema, o presidente alcança 45%, enquanto o mineiro marca 33%.
A pesquisa foi encomendada pela Genial Investimentos e ouviu 2.004 pessoas com 16 anos ou mais, entre os dias 11 e 14 de dezembro. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.
Foto: Lay Amorim/Achei Sudoeste O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) encerrou na sexta-feira (5) o teste público de segurança das urnas eletrônicas que serão usadas nas eleições presidenciais de 2026.
O procedimento, realizado desde 2009, tem o objetivo de dar transparência ao processo eleitoral.
Os testes começaram na última segunda-feira (1°) e foram realizados por especialistas em tecnologia da informação que se inscreveram para participar do evento.
Os participantes realizaram testes de segurança nos equipamentos da urna eletrônica, incluindo os componentes que fazem o registro do voto do eleitor, a transmissão dos votos e o código-fonte do sistema.
De acordo com o TSE, os especialistas não encontraram inconsistências relevantes e garantiram que a segurança do sistema de votação continua íntegra.
O primeiro turno das eleições de 2026 será realizado no dia 4 de outubro. O segundo turno está previsto para 25 de outubro.
Foto: Reprodução/Redes Sociais O senador Flávio Bolsonaro (PL) confirmou, nesta sexta-feira (5), que será candidato a Presidência da República nas eleições de 2026. A pré-candidatura foi confirmada pelo parlamentar nas redes sociais após negociações entre a cúpula Bolsonarista. Segundo Flávio, a decisão foi tomada pelo próprio ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), a quem ele chamou de “maior liderança política e moral do Brasil”.
A pré-candidatura do filho mais velho de Jair enfraquece a perspectiva de unificação da centro-direita e da “direita bolsonarista” em oposição ao governo do atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Com a escolha, o atual governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), aliado da família Bolsonaro e apontado como o principal nome do campo para a eleição, deve disputar a reeleição no Executivo estadual.
Em um texto publicado pelas redes sociais, o senador escreveu: “É com grande responsabilidade que confirmo a decisão da maior liderança política e moral do Brasil, Jair Messias Bolsonaro, de me conferir a missão de dar continuidade ao nosso projeto de nação”.
E completa: “Eu me coloco diante de Deus e diante do Brasil para cumprir essa missão. E sei que Ele irá à frente, abrindo portas, derrubando muralhas e guiando cada passo dessa jornada”.
Flávio Bolsonaro já era o principal representante do ex-presidente Jair Bolsonaro desde a sua prisão domiciliar, em agosto deste ano, e, posteriormente, sua prisão preventiva, em 22 de novembro.
Foto - Ricardo Stuckert/PR A desaprovação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) voltou a subir, segundo pesquisa AtlasIntel/Bloomberg divulgada na terça-feira (02).
São 50,7% que desaprovam Lula na pesquisa feita em novembro, um aumento de 2,6 pontos percentuais se comparado ao levantamento de outubro.
A aprovação, por sua vez, é de 48,6%. No último mês era de 51,2%.
Foram ouvidas 5.510 pessoas, entre os dias 22 e 27 de novembro. A margem de erro é de um ponto percentual, para mais ou para menos.
Foto: Lay Amorim/Achei Sudoeste O ex-prefeito de Salvador ACM Neto (União Brasil), em vídeo publicado nas redes sociais, rebateu o discurso do governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT), de que seu governo estaria voltado para cuidar dos mais pobres. Neto afirmou que a população baiana não vê melhorias concretas na vida.
“Essa semana, Jerônimo veio de novo com aquela conversa dizendo que governa para cuidar dos mais pobres. Mas a pergunta aqui é simples: será que o pai de família, a mãe de família, o trabalhador, concorda com isso? Será que a vida do pobre melhorou mesmo? Porque enquanto o governador fica de papinho, o pobre está se humilhando na fila da regulação, tá dormindo em corredor de hospital, tá morrendo na porta de casa, porque o seu governo, Jerônimo, perdeu a guerra para o crime organizado”, disse.
ACM Neto também questionou o impacto social das ações do governo petista e o destino dos recursos obtidos por meio de empréstimos. O ex-prefeito ressaltou que a gestão de Jerônimo Rodrigues já pediu R$ 26 bilhões de empréstimos em apenas três anos de governo.
O vice-presidente nacional do União Brasil ainda recordou as ações de sua gestão na capital. Ele afirmou que 80% dos recursos foram aplicados em projetos voltados para melhorar a vida da população. Neto cobrou iniciativas semelhantes do governo estadual. “E o senhor, governador, quantas casas populares entregou para quem realmente precisa? Quais programas sociais de impacto o seu governo criou? Governar é isso, Jerônimo. Quem está na luta quer solução, não conversa fiada”.
Neto afirmou também que o povo quer resultados práticos. “O povo quer respeito, emprego, comida na mesa e segurança. E isso o PT não entregou em 20 anos governando a Bahia”.
