Foto: Fernando Vivas/GOVBA A produção de algodão em pluma da Bahia deve alcançar 598 mil toneladas na safra 2022/2023, 15% a mais que a safra anterior. A área dedicada à cultura aumentou quase cinco mil hectares no período. A produtividade, que relaciona as toneladas colhidas por hectare, teve aumento de 13%. Os dados são da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) e do Escritório Técnico de Estudos Econômicos do Nordeste (Etene), área de estudos do Banco do Nordeste. Maior exportador da região tanto em valor como em volume, a Bahia responde por quase 70% de participação nas exportações do produto. No acumulado de janeiro a junho de 2023, as exportações baianas alcançaram 53,4 mil toneladas de algodão em pluma e o montante de 99,2 milhões de dólares. Bahia, Maranhão e Piauí são os principais produtores e exportadores de algodão do Nordeste e a Bahia é o segundo maior produtor nacional, atrás apenas do Mato Grosso. O Brasil é o quarto produtor e segundo exportador mundial, com previsão de recorde de produção do algodão em pluma em mais de três milhões de toneladas, aumento de 18,7% em relação à safra 2021/2022 e 58,1 mil hectares em área, acréscimo de 3,6%.
Em Brumado, o polo da Faculdade Estácio Centro II oferece diversas graduações na área de engenharia. Na unidade, é possível se graduar em Engenharia Civil, Engenharia Elétrica ou Engenharia de Produção. Os cursos são importantes pois exercem um papel central na capacidade inovadora de um país e são fundamentais para o fortalecimento da indústria e ampliação das condições de competitividade da economia.
Além disso, são cursos abrangentes, permitindo que os profissionais atuem em diversos segmentos da indústria, da construção civil, da infraestrutura, transportes, entre outros. O polo fica localizado na Rua Euclides da Cunha, 81 - antigo consultório do Dr. José Clemente. O telefone de contato é (77) 99915- 2438 (WhatsApp).
Foto: Lay Amorim/Achei Sudoeste Além da seca, as pragas da mosca minadora e tripés têm sido um problema para a agricultura em Brumado. Proprietário de uma fazenda de hidroponia, Ronaldo Leite explicou ao site Achei Sudoeste que a mosca minadora cava uma espécie de mina nas hortaliças, destruindo as plantações. Já a praga tripés é um vírus que entra na planta e amarela parte das folhas. Segundo o produtor, embora seja uma época boa para produção, o solo que não foi bem preparado contribui para o aparecimento e proliferação das pragas.
Foto: Lay Amorim/Achei Sudoeste Com a finalidade de economizar na aquisição de insumos, Leite relatou que os produtores acabam utilizando apenas esterco no plantio e não preparando o solo adequadamente. “Temos que combater essas pragas no início, quando a muda ainda está novinha. Temos que usar os inseticidas de forma preventiva”, orientou.