Agricultores familiares usam a internet para manter atividades na pandemia

18 Ago 2020 - 14:30h

Quem tem uma alimentação saudável, com certeza tem produto da agricultura familiar na mesa. É que ela é responsável por dois terços da produção de frutas, verduras e legumes da horticultura no Brasil. De acordo com o G1, somente nos cultivos de morango e pepino, por exemplo, os agricultores familiares participam em 80%. E na produção de alface, batata-doce, pimentão e couve, em mais de 60%. Nas lavouras de ciclo longo, lideram o cultivo da uva e do maracujá e, nas temporárias, os destaques ficam com a mandioca e o abacaxi. Atualmente, os agricultores familiares representam 67% dos 15 milhões de produtores rurais do país e ocupam 77% das fazendas brasileiras. Apesar disso, participam em apenas um quarto de toda a produção agropecuária nacional, segundo o último Censo Agropecuário do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Seus ramos e identidades são diversos: além da pecuária e da agricultura, atuam como extrativistas e pescadores, e muitos são assentados da reforma agrária ou vivem em comunidades indígenas e quilombolas. A terra onde plantam é, ao mesmo tempo, a sua moradia e a principal fonte de renda e de alimentação.

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