Eleições 2014: Otto chama adversários de cavalos paraguaios e diz que está sendo plagiado por Geddel

26 Mai 2014 - 10:55h

O pré-candidato ao senado, Otto Alencar (PSD), fez duras críticas à chapa adversária nas disputas das eleições do mês de outubro. Em entrevista ao site Brumado Notícias, Alencar disse que a chapa liderada pelo ex-governador Paulo Souto (DEM), que conta ainda com o ex-ministro da Integração Nacional, Geddel Vieira Lima (PMDB), tem mais destaque em disputas majoritárias do que ele e o próprio Rui Costa (PT), que disputarão pela primeira vez a ponta da chapa. O atual vice-governador admitiu que o grupo governista aparece atrás nas pesquisas, mas garantiu que o quadro será revertido como aconteceu nas últimas eleições. “Quando começar o horário eleitoral nós vamos repetir o que aconteceu em 2010. Nas pesquisas, eu e Wagner estávamos lá atrás e o ex-governador lá na frente, mas aí ganhamos no primeiro turno com 64% dos votos. Não mudou muita coisa, pois lá atrás um saiu candidato pelo DEM e o outro pelo PMDB; agora eles se juntaram. Se perderam separados, vão perder agora que estão juntos, e eu não temos dúvidas disso”, assegurou Otto. 

O pré-candidato acrescentou que o grupo sairá vitorioso com os votos creditados à presidente Dilma Rousseff (PT) no estado. “Vamos ganhar as eleições, pois o nosso projeto é vinculado ao ex-presidente Lula e à presidente Dilma. É uma coisa sintonizada e que vai agregar muito. A Dilma está com 60% de votos aqui na Bahia e terá uma eleição vitoriosa. Certamente que o eleitor da Dilma e do Lula será o mesmo eleitor do Rui Costa e de João Leão”. Confiante, Alencar reiterou que quem sai na frente nas pesquisas chega atrás nas urnas. “É um fato histórico essa história de sair ponteiro e chegar traseiro. É o corredor paraguaio, sai na frente e chega atrás”, ironizou. Por fim, o pré-candidato acusou o adversário Geddel de o plagiar. “Estou sendo plagiado pelo candidato do PMDB ao senado, que começou agora a falar em código penal. Ele passou 16 anos no congresso nacional, foi líder do seu partido e nunca falou em código penal. E eu venho falando nisso há mais de cinco ou seis anos, ou muda o código penal ou nenhum governador vai dar segurança ao povo brasileiro”, finalizou ele.

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