Foto: Lay Amorim/Achei Sudoeste O Brasil registrou queda nos assassinatos pelo quinto ano seguido: foram 34.086 casos de mortes violentas em 2025, contra 38.374 em 2024.
Segundo os números computados até terça-feira (20) pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública, houve uma queda de 11%.
O número de 34.086 não inclui ainda os dados referentes ao mês de dezembro nos estados de São Paulo e Paraíba. Esses números não haviam entrado no sistema do governo federal até a publicação da reportagem, e não há prazo definido para isso.
Entre janeiro e novembro, São Paulo registrou em média 228 mortes violentas por mês. Na Paraíba, a média foi de 79 casos por mês. Se a média se mantiver em dezembro, seriam cerca de 300 casos a mais no balanço nacional. Ainda assim, haveria uma queda anual de 10,4%.
Entram na conta como mortes violentas os casos de homicídios dolosos (quando há intenção de matar), feminicídios, latrocínios e lesões seguidas de morte. Os dados são enviados pelas secretarias estaduais de Segurança Pública ao governo federal, responsável pela divulgação. As informações são do G1.
Foto: Fernando Munareto Para este ano de 2026, o calendário astronômico revela que muitos fenômenos celestes serão registrados no Brasil e no mundo.
Ao site Achei Sudoeste e ao Programa Achei Sudoeste no Ar, Fernando Munareto, presidente da Associação dos Astrônomos Amadores da Bahia (AABB), destacou que a superlua marcou os fenômenos celestes neste mês de janeiro. Para os próximos meses, poderão ocorrer chuvas de meteoros, eclipse lunar parcial e conjunções planetárias.
Segundo Munareto, alguns fenômenos não têm grande apelo visual, necessitando do apoio de um telescópio para serem vistos de forma mais interessante.
Já a chuva de meteoros denominada “aquaridas”, que acontecerá em maio, terá maior apelo visual.
Neste ano, segundo o especialista, no mundo da astronomia, a Missão Artemis tem causado muita expectativa entre quem entende do assunto. Trata-se de uma missão espacial da Nasa para retorno à Lua.
O lançamento da Artemis 2 está previsto para o dia 06 de fevereiro. Quatro tripulantes estarão na viagem ao satélite. “Essa missão é muito importante, vai ser a primeira missão tripulada fora da órbita baixa da Terra desde 1972, quando foi realizada a última viagem à Lua através da Apolo 17”, detalhou.
A viagem acontecerá a bordo da nave espacial Orion. O objetivo é contornar o satélite lunar e voltar ao planeta Terra.
Foto: Divulgação Um projeto de lei que garante o fornecimento de medicamentos para pessoas com transtorno do espectro autista (TEA) no Sistema Único de Saúde (SUS) foi aprovado pela Comissão de Saúde da Câmara dos Deputados.
O texto aprovado é um substitutivo do relator, deputado Amom Mandel (Cidadania-AM), ao projeto do deputado Saullo Vianna (União-AM), que previa que o SUS deveria fornecer qualquer medicamento prescrito por um médico, da rede pública ou privada. No entanto, o relator argumentou que a medida seria inviável por obrigar o SUS a fornecer medicamentos sem registro na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para esse fim — uso off-label — o que contraria a legislação.
“Propomos assegurar aos pacientes com TEA o fornecimento de medicação por meio da elaboração de protocolo clínico e diretrizes terapêuticas para tratamento das comorbidades e dos seus sintomas mais frequentes, conforme as melhores evidências científicas disponíveis”, afirmou o relator, que disse que a proposta original poderia obrigar o SUS a financiar tratamentos “sem avaliação de eficácia, segurança, acurácia, efetividade e custo-efetividade”.
Foto: Lay Amorim/Achei Sudoeste O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) publicou nesta semana 12 minutas com propostas de alterações nas regras para as Eleições 2026. As mudanças tratam de calendário eleitoral, manifestações na pré-campanha, pesquisas eleitorais, critérios para distribuição de recursos eleitorais e responsabilidade pela remoção de conteúdos digitais com ataques ao processo eleitoral, entre outros temas.
Desde segunda-feira (19), qualquer cidadão ou entidade que queira opinar sobre as regras para as Eleições 2026 pode usar um formulário eletrônico para enviar contribuições. As sugestões serão recebidas até 30 de janeiro.
Terminado o prazo, o TSE deverá selecionar as melhores propostas para serem apresentadas em uma série de audiências públicas marcadas entre os dias 3 e 5 de fevereiro. Pela Lei das Eleições, o plenário do TSE tem até 5 de março do ano eleitoral para debater e aprovar todas as normas.
Conforme determinado pela Constituição, o primeiro turno das Eleições 2026 ocorrerá em 3 de outubro, primeiro domingo do mês, e o segundo turno, em 31 de outubro, último domingo. Neste ano, os eleitores devem votar para presidente, governador e senador, além de deputados federal, estadual e distrital.
Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, a visitar o ex-presidente Jair Bolsonaro na Papudinha, como é conhecida a Sala de Estado Maior do 19º Batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF), no Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília. O ex-presidente cumpre a pena 27 anos e três meses de prisão por ter liderado uma tentativa de golpe de Estado.
Moraes autorizou o encontro para a próxima quinta-feira (22), com duração de até três horas, entre as 8h e as 11h, conforme as regras da Papudinha.
Todas as visitas a Bolsonaro dependem de autorização de Moraes, que foi relator da ação em que o ex-presidente foi condenado pelo Supremo. As exceções são advogados, médicos e a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, que foram autorizados a se reunir com o ex-presidente sempre que necessário, de acordo com os horários da unidade prisional. As informações são da Agência Brasil.
Foto: Lula Marques/Agência Brasil A Corte de Apelação de Roma adiou mais uma vez, nesta terça-feira (20), o julgamento sobre o pedido de extradição da ex-deputada Carla Zambelli para o Brasil, onde foi condenada a prisão pelo Supremo Tribunal Federal (STF). As informações são da Agência Brasil.
Ao fim da audiência, o tribunal italiano considerou que não houve tempo o bastante para analisar as informações enviadas pelo governo brasileiro sobre a prisão em que Zambelli deverá cumprir pena caso volte ao Brasil, a Penitenciária Feminina do Distrito Federal, conhecida como Colmeia.
O caso deverá ser agora retomado na primeira quinzena de fevereiro. Em 18 de dezembro, o tribunal italiano já havia adiado uma primeira vez a decisão sobre a extradição, após os advogados de defesa de Zambelli pedirem mais tempo para analisar documentos enviados pelo Supremo.
Foto: Reprodução/TV Gazeta Os últimos 30 mil telefones de uso público, popularmente conhecidos como orelhões, já têm data marcada para a aposentadoria: o final de 2028.
Lançados em 1972 em todo o Brasil, os orelhões têm design assinado pela arquiteta Chu Ming Silveira, chinesa radicada no país.
A rede, que já teve mais de 1,5 milhão de terminais, era mantida por concessionárias de telefonia fixa, como uma contrapartida obrigatória do serviço.
Os contratos de concessão que incluíam a manutenção dos orelhões foram firmados em 1998 e chegaram ao fim em dezembro de 2025.
Adaptação desses contratos, no formato de autorizações de serviço, prevê a extinção gradual dos telefones públicos dentro do plano de universalização do acesso de telefonia no país.
Segundo a Anatel, com a proximidade do término dos contratos, “"tornou-se oportuna uma discussão mais ampla sobre o atual modelo de concessão, com o fim de buscar estimular os investimentos em redes de suporte à banda larga”.
Nesse cenário, as concessionárias buscaram celebrar acordos com a administração pública para viabilizar a adaptação da concessão do sistema de telefonia fixa (STFC) para a modalidade de autorização, regida pelo regime privado, informou a Agência.
A mudança de regime teve um fator a mais de complexidade: uma das maiores concessionárias, a Oi, passa por crise financeira desde 2016, com processo de falência aberto.
Foto: Reprodução/G1 Uma idosa de 87 anos morreu nesta segunda-feira (19) após ser espancada na localidade de Pitanga, zona rural de Tianguá, no Ceará.
De acordo com o G1, o principal suspeito do crime é o neto da vítima, Antônio Wellington Marques de Albuquerque, de 23 anos.
Avó e neto moravam juntos na mesma casa. A Polícia Militar foi acionada para a ocorrência e encontrou a idosa amarrada e com diversos ferimentos pelo corpo.
O Serviço de Resgate de Tianguá constatou que a vítima foi espancada, apresentando fratura no fêmur, traumatismo craniano e lesões em outras partes do corpo. Inicialmente, ela foi levada para um hospital municipal, mas devido à gravidade dos ferimentos, precisou ser transferida para a Santa Casa de Sobral, onde morreu.
O suspeito foi identificado e sofreu uma tentativa de linchamento por parte de moradores da comunidade, que o amarraram e o agrediram antes da chegada da polícia. Ele precisou ser internado em um hospital sob escolta policial e recebeu alta nesta segunda-feira.
A Polícia Civil investiga o caso para esclarecer a motivação do crime.
Foto: Reprodução/Redes Sociais A adolescente Laura Bolsonaro, de 15 anos, filha caçula do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) com Michelle Bolsonaro (PL), passou por uma cirurgia no domingo (18) para reestruturar o nariz, que apresentou alterações após um procedimento ortognático.
Ela recebeu alta médica na segunda-feira (19). Segundo o médico responsável pelo procedimento, Fernando Nakamura, do Instituto Perface em Brasília, a cirurgia tinha caráter funcional e estético.
“Cinco horas de cirurgia. Graças a Deus, deu tudo certo com a minha Lala”, comemorou Michelle Bolsonaro em publicação no Instagram, aproveitando para agradecer ao médico Nakamura pelo trabalho.
O médico explicou que mudanças na estrutura nasal são comuns após a cirurgia ortognática, que reposiciona mandíbula e maxilar para corrigir problemas de mastigação, respiração e fala.
“Isso acontece porque, durante a cirurgia ortognática, muitas vezes tem que mexer na base do nariz. Essa parte mobilizada na cirurgia é como se fosse o chão do nariz. Quando há uma mobilização, atrapalha um pouco a base e, em alguns casos, pode haver uma alteração”, detalhou Fernando Nakamura, segundo o NDMais.
Segundo ele, essas alterações geralmente envolvem alargamento da base do nariz ou mudanças na ponta. “Então a gente vai fazer uma reestruturação de toda essa ponta do nariz, rever essa estrutura e dar um resultado mais funcional e estético para essa paciente”, completou.
Foto: Divulgação/PCDF Três técnicos de enfermagem foram presos suspeitos de três assassinatos em um hospital de Taguatinga, no Distrito Federal, em novembro e dezembro do ano passado. As mortes foram registradas na Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) do Hospital Anchieta.
Em coletiva de imprensa, o delegado Wisllei Salomão, da Coordenação de Repressão a Homicídios e Proteção à Pessoa (CHPP), afirmou que o principal suspeito, de 24 anos, escondeu um medicamento dentro do jaleco para aplicá-lo em pacientes da UTI. A substância, quando administrada fora de protocolos médicos, pode causar parada cardíaca em minutos.
Além do homem de 24 anos, são investigadas duas técnicas, de 22 e 28 anos. Ainda não se sabe a motivação do crime. O medicamento foi administrado em três vítimas específicas, sendo duas no dia 19 de novembro e uma no dia 1º de dezembro.
As vítimas foram identificadas como sendo o servidor da Companhia de Abastecimento de Água e Esgoto (Caesb) João Clemente Pereira, de 63 anos; o servidor dos Correios Marcos Moreira, de 33, e uma professora aposentada, de 75, que ainda não teve a identidade revelada.
Foto: Antônio Augusto/TSE O ministro Alexandre de Mores, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou a abertura de um novo inquérito para apurar o suposto vazamento de dados fiscais de ministros da Corte por meio de órgãos como o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) e a Receita Federal.
O inquérito, relatado pelo próprio Moraes, foi aberto sem a provocação da Procuradoria-Geral da República (PGR) ou da Polícia Federal (PF), procedimento incomum, embora previsto no Regimento Interno do Supremo.
A existência da investigação, que corre sob sigilo, foi revelada pelo portal Poder 360 e confirmada pela Agência Brasil.
A apuração surge após a imprensa revelar ligações entre familiares de ministros do Supremo e o Banco Master, instituição envolta em um escândalo de fraude financeira e cuja investigação tramita na própria Corte, sob relatoria de Dias Toffoli.
Entre as revelações está a que irmãos e primos de Toffoli venderam uma participação em um resort no Paraná a um fundo ligado a Fabiano Zettel, cunhado e sócio de Daniel Vorcaro, dono do Master.
Os dois já foram alvo de mandados de busca e de prisão temporária proferidas no inquérito relatado pelo próprio ministro.
Ainda em dezembro, o jornal O Globo revelou que o escritório de advocacia administrado por Viviane Barci, esposa de Alexandre de Moraes, fechou um contrato de R$ 129 milhões para representar o Banco Master conforme a demanda, antes do escândalo de fraude financeira vir à tona.
Moraes tem a suspeita de que essas informações foram vazadas do Coaf ou da Receita.
De acordo com ministro do STF, reuniões realizadas com o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, trataram exclusivamente da Lei Magnitsky, aplicada pelo governo dos Estados Unidos contra o magistrado.
O Banco Central também confirmou que as reuniões trataram dos efeitos da lei.
Foto: Lay Amorim/Achei Sudoeste A safra de grãos da Bahia em 2025 alcançou um novo recorde histórico e consolidou o estado entre os principais produtores do país. De acordo com dados divulgados nesta quinta-feira (15) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a produção baiana de cereais, leguminosas e oleaginosas chegou a 12.839.577 toneladas, volume 12,8% superior ao registrado em 2024, quando o estado produziu 11.381.095 toneladas.
O resultado estabelece o maior patamar da série histórica do Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA), realizado pelo instituto desde 1972. O crescimento representa um acréscimo de 1.458.482 toneladas em relação ao ano anterior e reflete o desempenho positivo da maioria das culturas investigadas. Em dezembro, a estimativa foi mantida frente à previsão de novembro, confirmando o avanço em 18 das 26 safras acompanhadas na Bahia em 2025.
No ranking nacional, a Bahia aparece como o sétimo maior produtor de grãos do país, respondendo por 3,7% da produção brasileira. Mato Grosso segue na liderança, com 32,0% do total, seguido por Paraná (13,5%) e Goiás (11,3%). Em nível nacional, a safra de grãos de 2025 também foi recorde, com 346,1 milhões de toneladas, volume 18,2% maior que o colhido em 2024.
O desempenho de 2025 marca um ponto de inflexão na agricultura brasileira. Até 2022, o país nunca havia ultrapassado a marca de 300 milhões de toneladas de grãos, patamar atingido pela primeira vez em 2023. Em 2024, a produção recuou para 292,7 milhões de toneladas, impactada, entre outros fatores, pela crise climática no Rio Grande do Sul. Já em 2025, o setor reagiu e estabeleceu um novo recorde.
Entre as culturas que mais impulsionaram o resultado baiano, a soja se destacou com crescimento absoluto de 1.074.090 toneladas, alta de 14,3% em relação ao ano anterior. A cana-de-açúcar também apresentou forte avanço, com aumento de 699 mil toneladas, assim como o milho da 1ª safra, que cresceu 380.910 toneladas, elevação de 24,6%. Apesar do desempenho positivo no conjunto da produção, algumas culturas registraram retração. O tomate liderou as quedas absolutas, com redução de 171.301 toneladas, seguido pelo feijão da 1ª safra, que recuou 50.700 toneladas, e pelo sorgo, com queda de 18.510 toneladas. Os dados refletem o comportamento desigual das culturas ao longo do ciclo agrícola.
Em escala nacional, 2025 também foi marcado por recordes nas produções de soja, milho, algodão, sorgo e café do tipo canephora. A área colhida no país chegou a 81,6 milhões de hectares, aumento de 3,2% frente a 2024, impulsionada principalmente pelos acréscimos nas áreas de algodão, arroz, soja, milho e sorgo.
Foto: Lay Amorim/Achei Sudoeste A venda de motocicletas no país em 2025 foi a maior registrada desde 2003. Foram comercializadas 2.197.851 unidades no ano passado, uma alta de 17,1% em relação a 2024 (1.876.427 unidades).
O segundo ano com mais vendas foi 2011 (1.940.543 unidades) e o terceiro, 2008 (1.925.558 unidades).
Os dados, divulgados nesta quinta-feira (15), são da Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares (Abraciclo).
“O desempenho do setor reflete a demanda aquecida por veículos de duas rodas, impulsionada principalmente pela mobilidade urbana e pelo uso profissional”, destaca o presidente da entidade, Marcos Bento.
No ano passado, 1.980.538 motocicletas foram produzidas nas linhas de montagem das fabricantes instaladas em Manaus, volume 13,3% superior ao registrado em 2024. Esse foi o melhor desempenho do setor desde 2011 e o terceiro maior da história da indústria motociclística nacional, desde 2003.
As exportações encerraram 2025 com 43.117 motocicletas embarcadas, volume 39,1% superior ao registrado no ano anterior.
Foto: Lay Amorim/Achei Sudoeste Após seguidos pedidos da defesa de Jair Bolsonaro de ida para prisão domiciliar e autorizações concedidas para atendimento médico, o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou na quinta-feira a transferência do ex-presidente para uma sala no batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal (PM-DF) conhecido como “Papudinha”. As informações são o jornal o Globo.
Ao ordenar a mudança da custódia, Moraes afirmou que o espaço permitirá condições “ainda mais favoráveis”, com ampliação do tempo de visitas de familiares e a realização livre de banho de sol e de exercícios em qualquer horário do dia.
No local estão o ex-ministro Anderson Torres (Justiça) e o ex-diretor-geral da Polícia Rodoviária Federal (PRF) Silvinei Vasques, também condenados no núcleo crucial da trama golpista. O batalhão ganhou o apelido de “Papudinha” por ser anexo ao Complexo Penitenciário da Papuda.
As condições da superintendência da PF eram alvo de reclamações de familiares e aliados de Bolsonaro. Uma das críticas era sobre o barulho do ar-condicionado. Em sua decisão, Moraes afirmou que “as condições absolutamente excepcionais e privilegiadas” não transformam o cumprimento da pena do ex-presidente “em uma estadia hoteleira ou em uma colônia de férias”.
Foto: Divulgação A Receita Federal voltou a desmentir informações falsas que circulam nas redes sociais sobre suposto monitoramento de transações via Pix para cobrança de impostos.
Em nota oficial emitida nesta quarta-feira (14), o órgão afirma que não existe tributação sobre o Pix nem fiscalização das movimentações financeiras com esse objetivo, prática proibida pela Constituição Federal.
Segundo a Receita, mensagens alarmistas sobre “taxa do Pix” ou “imposto sobre transferências” são completamente falsas. O Pix é apenas um meio de pagamento, como dinheiro ou cartão, e não gera, por si só, qualquer tipo de tributo.
Os boatos citam a Instrução Normativa nº 2.278, de agosto do ano passado, como se ela autorizasse o rastreamento de transações individuais.
De acordo com o Fisco, a norma apenas estende às fintechs as mesmas obrigações de transparência já aplicadas aos bancos tradicionais, dentro das regras de combate à lavagem de dinheiro e à ocultação de patrimônio. Não há acesso a valores individuais, origem ou natureza dos gastos dos cidadãos.
As informações falsas voltaram a ganhar força nas redes sociais nas últimas horas, após o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) voltar a publicar vídeos em que afirma que o governo voltará a monitorar o Pix. Há duas semanas, o Fisco tinha emitido outro alerta de notícias falsas sobre taxação de transações financeiras.
De acordo com a Receita, esse tipo de conteúdo tem como objetivo enganar a população, gerar pânico financeiro e enfraquecer a confiança em um dos principais meios de pagamento do país. O órgão afirma ainda que a disseminação dessas mensagens atende a interesses do crime organizado e de pessoas que se beneficiam da monetização e do engajamento gerado por notícias falsas.
Foto: Reprodução/Correio 24h A concessão de vistos pelos Estados Unidos para cidadãos de 75 países deve ser suspensa a partir de 21 de janeiro, conforme revelou a rede norte-americana Fox News em reportagem publicada nesta quarta-feira (14). O Brasil aparece entre as nações afetadas pelo congelamento, que, segundo a emissora, foi determinado pelo Departamento de Estado dos EUA.
De acordo com a Fox News, a medida representa uma pausa temporária para que o governo norte-americano reavalie os critérios usados atualmente para autorizar a entrada de estrangeiros no país. Não há uma data determinada para que a medida termine.
A Embaixada dos Estados Unidos no Brasil informou que não havia sido oficialmente notificada sobre a nova restrição. O Itamaraty ainda não comentou.
O memorando ainda orienta funcionários consulares a negar autorizações a candidatos que possam vir a depender de programas de assistência social ou benefícios públicos. A análise considera fatores como idade, estado de saúde, proficiência em inglês, situação financeira e a possibilidade de necessidade de cuidados médicos de longo prazo.
Segundo a Fox News, Washington também pode passar a barrar pessoas mais velhas e com sobrepeso. Em novembro, a agência Associated Press informou que o governo Trump avaliava uma nova diretriz para restringir a entrada de pessoas obesas no país.
Foto: Tarcísio Boquady/ MinC Lei Rouanet movimentou R$ 25,7 bilhões na economia brasileira e foi responsável pela geração e manutenção de 228 mil postos de trabalho em 2024. Os dados constam na Pesquisa de Impacto Econômico da Lei Rouanet, realizada pela Fundação Getulio Vargas (FGV) e lançada na terça-feira (13).
Para a ministra da Cultura, Margareth Menezes, os resultados superaram as expectativas e oferecem evidências claras sobre o impacto positivo do investimento cultural na economia. “Para defender a Lei Rouanet na dimensão que o Brasil precisava, faltavam dados robustos e atualizados. Agora estamos divulgando esses dados e vamos reafirmar que a cultura salva vidas. Investir em cultura é investir em gente”, declarou.
A ministra destacou ainda que o processo de modernização do mecanismo trará mais fluidez, eficiência, transparência e segurança, adequando a prestação de contas aos desafios da contemporaneidade.
A pesquisa revela que, para cada R$ 1 investido por meio da renúncia fiscal, R$ 7,59 retornaram para a economia e para a sociedade. O resultado representa um salto expressivo em relação ao retorno de R$ 1,59 apurado em 2018, quando a FGV realizou o primeiro estudo sobre os impactos econômicos da Lei Rouanet.
Além do crescimento histórico no volume de renúncia fiscal registrado em 2024, a metodologia adotada nesta edição passou a considerar, de forma mais ampla, os gastos do público que frequenta eventos culturais e os investimentos de outras fontes atraídos pelos projetos incentivados.
Foto: Reprodução/Redes Sociais O filho do presidente Lula, Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, teria se hospedado numa mansão no Lago Sul alugada pela lobista Roberta Luchsinger. O endereço é considerado um dos pontos onde Lulinha se encontra todas as vezes que vem ao Brasil. O local é classificado como “QG” dele na capital federal.
Segundo a coluna Andreza Matais, do Metrópoles, o espaço também já foi utilizado pelo presidente nacional do União Brasil, Antonio Rueda. Anteriormente, o aluguel do espaço era de R$ 25 mil mensais. De acordo com a coluna, uma pessoa que se apresenta como “secretário” do filho do presidente, continua utilizando a residência durante a morada de Lulinha na Europa.
A responsável pelo aluguel, Luchsinger, teria, segundo a coluna, relação com o empresário Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como Careca do INSS. Em abril do ano passado, foram encontrados uma ordem dela, para que ele jogasse fora aparelhos de celular. “Antônio, some com esses telefones. Joga fora”, diz ela ao Careca em 29 de abril passado.
De acordo com a coluna, em 5 de maio, Luchsinger menciona Lulinha em outra mensagem ao Careca. “Na época do Fábio, falaram de Friboi, de um monte de coisa, o (sic) maior… igual agora com você”, disse ela.
Luchsinger e Careca estiveram juntos no Ministério da Saúde por diferentes momentos representando uma empresa de serviços de telemedicina, a DuoSystem. Conforme a publicação, a proximidade de Luchsinger com o filho de Lula é publicada pela própria lobista nas redes sociais. Em março de 2024, ela mostrou uma tatuagem de “melhores amigas” com Renata Abreu Moreira, esposa de Lulinha.
“Minha BFF e eu eternizadas na pele e no coração!”, escreveu. Rooberta é considerada pessoa-chave e intermediadora na possível aproximação entre o filho do presidente e o “Careca”.
Foto: Divulgação O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lidera a corrida pela reeleição no pleito marcado para outubro deste ano, segundo pesquisa elaborada pela plataforma de jornalismo Meio e o Instituto Ideia, divulgada nesta terça-feira (13). Ele aparece à frente de todos os adversários tanto no primeiro, quanto no segundo turno. A exceção é o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), que empata com Lula no segundo turno se considerada a margem de erro.
O petista leva vantagem sobre a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL), o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), e outros governadores de direita como Ratinho Júnior (PSD), Romeu Zema (Novo), Ronaldo Caiado (União Brasil) e Eduardo Leite (PSD).
A pesquisa ouviu 2.000 pessoas por meio de entrevistas por telefone entre os dias 8 e 12 de janeiro. A margem de erro é de 2,2 pontos porcentuais para mais ou para menos e o nível de confiança é de 95%. O levantamento foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o protocolo BR-06731/2026.
Em um dos cenários de primeiro turno testados, Lula registra 40,2% das intenções de voto contra 32,7% de Tarcísio. Na terceira colocação, aparecem Zema e Caiado com 5,5%, cada. Não souberam responder 11,8% e brancos e nulos somam 3,6%.
Quando o governador é substituído por Flávio Bolsonaro, o petista registra 39,7% contra 26,5% do filho do ex-presidente. Ratinho Júnior tem 7%.
No cenário em que o governador paranaense é substituído por Eduardo Leite, Lula fica com 39,6% e Flávio oscila para 27,6%. O governador gaúcho registra 2,8%, atrás de Caiado (5,5%) e Zema (5,4%).
A Meio/Ideia também testou dois cenários com Michelle. No primeiro, com Ratinho, ela registra 29% contra 40% de Lula. No segundo, com Leite, o resultado é similar: 40,1% das intenções de voto para o petista contra 29,7% para a ex-primeira-dama.
Foto: Lay Amorim/Achei Sudoeste O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou nesta terça-feira (13) mais um recurso apresentado pela defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro, que buscava novamente reverter a pena de 27 anos e três meses de prisão à qual ele foi condenado por liderar uma tentativa de golpe de Estado.
Os advogados de Bolsonaro protocolaram o novo recurso na segunda (12). No agravo regimental, a defesa pleiteava levar o caso para discussão no plenário do Supremo, alegando que o Regimento Interno do Supremo não prevê quórum mínimo para que o colegiado julgue recursos contra decisões das turmas.
Bolsonaro foi condenado pela Primeira Turma do Supremo em setembro. Pouco depois, a defesa entrou com uma apelação do tipo embargos infringentes, que permite à defesa insistir pela absolvição e usar argumentos de algum voto divergente. No caso, o único voto divergente foi do ministro Luiz Fux, que se posicionou pela absolvição do ex-presidente e a anulação do caso.
Moraes, contudo, negou andamento aos infringentes. Ele justificou a decisão afirmando que a jurisprudência do Supremo, ao menos desde 2017, estabeleceu a necessidade de no mínimo dois votos divergentes para que esse tipo de embargo seja aceito.
Na segunda, os advogados alegaram que em nenhuma parte do Regimento Interno pode ser encontrada essa limitação de quórum, e que negar o direito de Bolsonaro ser julgado pelo plenário seria uma violação de direitos humanos, por impossibilitar que o ex-presidente tenha acesso ao duplo grau de jurisdição.
Na decisão desta terça, Moraes não chegou a analisar o mérito dos argumentos da defesa. O ministro-relator negou andamento ao apelo afirmando ser “absolutamente incabível juridicamente a interposição desse recurso após o trânsito em julgado do Acórdão condenatório”.
Atualmente, Bolsonaro está preso em uma sala especial nas instalações da Polícia Federal (PF) em Brasília.
Foto: Reprodução/Redes Sociais O filho do presidente Lula, Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, deve retornar sua morada em Madri, na Espanha, nos próximos dias. O herdeiro do petista estava no Brasil nas últimas três semanas para participar de festas de fim de ano. No entanto, não houve nenhum registro de encontro com o seu pai.
A informação da volta de Lulinha à Europa foi revelada pela coluna Andreza Matais, do Metrópoles. O seu retorno ao continente europeu ocorre em um momento em que a Polícia Federal teria informado ao Supremo Tribunal Federal (STF) uma investigação contra o filho do presidente Lula.
De acordo com a PF, ele seria sócio oculto do empresário Antônio Carlos Camilo Antunes. Conhecido como “Careca do INSS”, Antônio Carlos é apontado como líder do esquema criminoso que desviou valores bilionários de aposentados por meio de descontos associativos.
As menções foram encontradas pela Polícia Federal na investigação que realiza a respeito dos desvios nas contas dos beneficiários do Instituto Nacional de Seguro Social (INSS). De acordo com o “Estadão”, a PF encontrou citações do filho do presidente Lula em diálogos de WhatsApp, passagens aéreas, anotações e o depoimento de uma testemunha.
Na representação enviada ao ministro André Mendonça, relator do inquérito sobre os desvios no INSS, os investigadores da Polícia Federal ressalvam que até o momento não foi encontrado nenhum elemento que indique a participação direta de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, nos fatos sob investigação. A defesa de Lulinha disse ao jornal que ele nunca foi sócio do Careca do INSS.
Lulinha teria ainda recebido R$ 25 milhões do Careca do INSS e uma “mesada” de cerca de R$ 300 mil.
Foto: Divulgação A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou, nesta segunda-feira, o lenacapavir, primeiro medicamento injetável a cada seis meses que previne a infecção pelo HIV em quase 100%. O fármaco, que será vendido sob o nome comercial de Sunlenca, foi desenvolvido pelo laboratório Gilead Sciences e já havia recebido o aval nos Estados Unidos e na Europa.
O sinal verde da agência reguladora brasileira foi para duas indicações. Uma delas é como profilaxia pré-exposição (PrEP) para prevenir a infecção entre pessoas que não vivem com HIV, tenham idade acima de 12 anos, peso maior que 35 kg e teste negativo para o vírus. A outra é como tratamento de pacientes que vivem com HIV, já tenham utilizado outras terapias e apresentem um quadro de resistência a outras classes de antivirais.
O lenacapavir é considerado inovador por demandar apenas duas aplicações ao ano para garantir uma eficácia de quase 100% contra o HIV. Hoje, já existe uma estratégia de PrEP, disponível inclusive no Sistema Único de Saúde (SUS) desde 2017, mas que envolve comprimidos diários. Eles também reduzem o risco de uma infecção a quase zero, mas o fato de precisarem ser tomados todos os dias é um entrave para a adesão.
Foto: Divulgação Durante entrevista ao jornalista Paulo Figueiredo nesta terça-feira (6), o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) afirmou que sua pré-candidatura representa uma "segurança eleitoral". O parlamentar disse não ver risco de derrota na disputa por classificar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) como um “produto vencido”.
“A minha pré-candidatura dá essa segurança para esse palanque de que a gente não perde, e eu não tenho nenhuma dúvida de que não vou perder essa eleição. O Lula é aquela picanha podre, estragada e fedorenta. Aquela cerveja choca. Você consome uma cerveja choca ou picanha estragada? Esse é o Lula. Um cara analógico, e que já deu a contribuição que tinha que dar para o país”, disse.
O senador disse, ainda, que Lula “enganou muita gente”. “Ninguém vai perder a eleição para ele, ninguém perde porque o brasileiro não cai mais nas mentiras do Lula. Esse cara é o pai da mentira, o pinóquio encarnado. O Brasil não aguenta mais. Ele tem que ir para casa, passear pelo mundo com a Janja. Ele está milionário, não precisa de dinheiro público nem pra isso”.
Flávio também acusou o atual presidente de ser chamado de “pai dos pobres”, mas de se distanciar das populações de baixa renda, citando a realização da COP30 em Belém, no Pará. Segundo ele, o presidente “ficou em iate de luxo” e não conviveu com a realidade social do entorno. “Os pobres continuavam ali, sofrendo, enquanto ele posava para fotos. Descartou a chance de usar as verbas destinadas à COP para mudar a realidade daquelas pessoas”, declarou.
O senador ainda comentou sobre o impacto do anúncio de sua pré-candidatura e afirmou que parte do eleitorado esperava um gesto direto de seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, na sucessão política. “A vantagem de eu ter o sobrenome Bolsonaro é das pessoas enxergarem em mim um Bolsonaro que elas queriam ter visto no próprio Jair”, disse.
Mesmo assim, ele ressaltou que não pretende substituir a figura política de seu progenitor. “Eu não tenho nenhuma pretensão de chegar aos pés do meu pai. Ele é inigualável, de outro mundo, não desse planeta. Abençoado por Deus e a maior liderança política do Brasil”.
“Eu não tenho dúvidas que o Brasil vai escolher seguir o caminho da prosperidade e não o das trévas com o Lula. Quero mostrar para o brasileiro que vai ser um time ainda melhor que o do Bolsonaro, com autonomia para tomar as decisões que resulta na geração de empregos e na redução dos impostos”, disse.
O senador finalizou falando sobre o que precisa ser feito de diferente caso seja eleito em 2026. “A gente tem que ganhar o bolo e a cereja do bolo. A cereja é a presidência da República, e o bolo, entre outras coisas, é o Congresso Nacional, que é quem pode dar o suporte nas mudanças na Constituição, melhorar a legislação, deixar o 'vagabundo' muito tempo mais preso do que fica hoje”.
Foto : Cadu Gomes/PR Ao final do seu discurso na solenidade desta quinta-feira (8) para lembrar os três anos dos atos de 8 de janeiro de 2023, que levaram à destruição das sedes dos três poderes em Brasília, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou o veto integral ao projeto da dosimetria de penas aos presos e condenados pela tentativa de golpe.
O projeto vetado por Lula foi aprovado em 17 de dezembro pelo Senado, com 48 votos a favor e 25 contra. Na Câmara, a proposta, relatada pelo deputado Paulinho da Força (Solidariedade-SP), recebeu 291 votos favoráveis e 148 contrários. Desde o início da discussão do projeto, que inicialmente tinha a intenção de anistiar presos e condenados pelo 8 de janeiro, o governo Lula se colocou frontalmente contra o avanço do tema.
Na prática, o texto do projeto, agora vetado, reduz a pena final de condenados por diversos enquadramentos dentro do mesmo ato golpista, inclusive nos processos já julgados ou pendentes sobre a tentativa de golpe de Estado em 2022 e 2023. É o caso do ex-presidente da República Jair Bolsonaro, condenado pelo STF a uma pena de mais de 27 anos.
Há divergências sobre o tempo de pena que Bolsonaro deveria cumprir, caso o projeto se torne lei. De acordo com o relator, a pena do ex-presidente poderia ser reduzida de sete anos para pouco mais de dois anos em regime fechado.
O projeto promove uma alteração na Lei de Execução Penal, para prever quando o condenado poderá passar para um regime mais brando. Com a mudança, os 16% (ou 1/6) da pena em regime fechado valerão para crimes com ou sem os critérios de violência ou grave ameaça.
Além disso, os reincidentes — aqueles que já cometeram crimes — terão que cumprir 20% da pena. Com a legislação atual, os réus primários têm que cumprir 25% da pena em regime fechado, e os reincidentes, 30%.
O texto também cria uma regra de redução de pena para situações em que o crime for cometido em contexto de multidão. Nesse caso, quem não tiver financiado ou liderado as ações poderá receber um redutor de um terço a dois terços. A medida distingue quem atuou sem protagonismo de figuras organizadoras ou financiadoras dos atos antidemocráticos.
O veto integral do presidente Lula será agora analisado em sessão conjunta do Congresso Nacional, podendo ser derrubado ou mantido. A sessão terá que ser convocada pelo presidente do Congresso, Davi Alcolumbre (União-AP), a partir de 1º de fevereiro, quando será iniciado o ano legislativo.
Viajar amplia horizontes, estimula a curiosidade e cria lembranças que carregamos por toda a vida. Mas o deslocamento, as mudanças de fuso, a alimentação diferente e a quebra de rotina podem desafiar o corpo e a mente. Quem planeja uma viagem saudável aprende a enxergar descanso, comida e movimento como aliados de cada experiência, e não como obrigações que atrapalham o passeio. A ideia não é seguir regras rígidas, e sim fazer escolhas simples que mantêm o organismo equilibrado. Em voos longos, em ônibus noturnos ou explorando cidades cheias de atrações, pequenas decisões moldam nossa energia e o jeito como apreciamos cada momento. Quando viajamos com atenção ao próprio bem-estar, ficamos menos vulneráveis a indisposições, aproveitamos melhor os dias e voltamos para casa renovados. Juntamente com a equipe da https://jugabet.cl/services/slots, apresentaremos recomendações cientificamente comprovadas, exemplos da vida real e observações práticas que ajudarão você a viajar com tranquilidade, preservando o que mais importa: sua saúde.
Por que o sono é a base de uma boa viagem
O sono atua como um regulador silencioso do corpo. Durante o descanso profundo, o cérebro organiza memórias, o sistema imunológico se fortalece e a musculatura se recupera dos esforços do dia. Em viagens, mudar horários e ambientes interfere nesse processo e pode resultar em cansaço persistente, irritabilidade e menor capacidade de atenção. Ajustar-se gradualmente ao novo fuso horário, sempre que possível, facilita a adaptação do relógio biológico. Criar um ritual simples antes de dormir ajuda o cérebro a reconhecer que é hora de desacelerar, mesmo longe de casa. Reduzir telas e luz intensa nas duas horas anteriores favorece a produção natural de melatonina. Um quarto arejado, escuro e silencioso favorece o descanso, e acessórios como máscara e tampões podem ser úteis quando o ambiente não colabora. Dormir bem não significa passar muitas horas na cama, mas alcançar um sono contínuo e reparador. Viagens com noites mal dormidas tendem a perder brilho, porque tudo exige maior esforço. Já quando priorizamos o descanso, caminhamos mais, observamos melhor e desfrutamos com outra disposição.
Lidar com o jet lag sem perder o ritmo
O jet lag surge quando o relógio interno não acompanha a mudança de fuso. Ele pode provocar sonolência em horários incomuns, dificuldade de dormir, dores de cabeça e queda de desempenho. A adaptação começa antes mesmo de embarcar: aproximar gradualmente os horários de dormir e acordar do fuso de destino facilita o ajuste. Ao chegar, expor-se à luz natural durante o dia ajuda a redefinir o ritmo circadiano, pois o organismo usa a luz como principal sinal para regular hormônios. Manter-se hidratado e fazer refeições leves em horários locais também contribui, permitindo que o corpo “aprenda” a nova rotina. Cochilos curtos podem ser úteis nas primeiras 24 a 48 horas, mas dormir demais durante o dia prolonga o problema. A prática moderada de atividade física, como caminhadas, estimula a circulação e melhora o humor, desde que não seja feita muito perto da hora de dormir. Em poucos dias, a maioria das pessoas se ajusta totalmente e percebe como esse cuidado torna a experiência de viagem mais equilibrada e produtiva.
Alimentação equilibrada fora de casa
Comer bem durante viagens não significa abrir mão dos sabores locais. Trata-se de equilíbrio e de observar como o corpo reage. Refeições muito pesadas, ricas em frituras ou açúcar, geram sonolência e desconforto gastrointestinal, prejudicando passeios e deslocamentos. Preferir alimentos frescos, porções moderadas e incluir frutas, verduras e fontes de proteína favorece a saciedade estável. Em destinos quentes, a perda de líquidos é maior, e beber água com regularidade evita dores de cabeça e queda de energia. Espalhar a ingestão ao longo do dia, sem longos períodos em jejum, mantém o metabolismo ativo. Em mercados locais e feiras é possível encontrar pratos simples e nutritivos, além de conhecer melhor a cultura do lugar. Prestar atenção ao armazenamento e à higiene reduz o risco de infecções alimentares, que são uma das causas mais comuns de mal-estar em viagens. Quando a alimentação apoia o corpo, cada atividade se torna mais prazerosa e o retorno para casa acontece com sensação de bem-estar, não de exaustão.
Manter a hidratação no ritmo certo
A água participa de praticamente todas as funções vitais: regula a temperatura, transporta nutrientes, lubrifica articulações e auxilia na digestão. Em viagens, esquecemos de beber porque a rotina muda, e o acesso nem sempre é fácil. Aviões, por exemplo, possuem umidade muito baixa, o que acelera a desidratação. Carregar uma garrafa reutilizável e enchê-la sempre que possível cria um lembrete constante. Urina muito concentrada e sede intensa são sinais de alerta de que o consumo está insuficiente. Bebidas açucaradas ou muito cafeinadas não substituem a água e podem aumentar a perda de líquidos. Em caminhadas longas ou atividades ao ar livre, ingerir pequenos goles com frequência é melhor do que grandes volumes de uma só vez. O corpo hidratado responde melhor ao calor, mantém a mente mais alerta e reduz a fadiga. Cuidar da hidratação é um gesto simples, mas decisivo para que o viajante se sinta disposto desde a saída até o retorno.
Movimento: como se exercitar sem “quebrar” a viagem
Viajar muitas vezes significa passar horas sentado em transportes e filas. O corpo sente falta de movimento, e músculos e articulações ficam rígidos. Inserir pequenas doses de atividade ao longo do dia previne esse desconforto e melhora o humor. Caminhar é a forma mais acessível e pode ser incorporada aos passeios, permitindo explorar bairros, parques e mirantes. Subir escadas, alongar suavemente após períodos prolongados sentado e fazer breves pausas para circular são atitudes que protegem circulação e postura. Algumas pessoas gostam de levar elásticos de resistência ou usar o peso do próprio corpo para exercícios curtos no quarto do hotel. O objetivo não é bater recordes, e sim manter o organismo ativo. Em vez de encarar o exercício como tarefa, vale enxergá-lo como parte da descoberta do destino. Assim, o movimento vira aliado das experiências, ajudando a dormir melhor, controlar o apetite e aproveitar cada dia com mais leveza.
Prevenindo dores e desconfortos comuns
Viagens longas podem provocar dores lombares, tensão no pescoço e inchaço nas pernas. Ajustar a postura e mudar de posição com frequência reduz esses efeitos. Em ônibus e aviões, apoiar a lombar com uma pequena almofada ou casaco dobrado ajuda a manter o alinhamento da coluna. Alongar panturrilhas e tornozelos estimula o retorno venoso e diminui o risco de inchaço. Carregar mochilas muito pesadas sobre apenas um ombro sobrecarrega músculos e pode causar dor tardia; distribuir melhor o peso é essencial. Outro ponto importante é respeitar sinais do corpo: dor persistente, tontura ou febre merecem atenção e, se necessário, avaliação médica local. Pequenos cuidados evitam que um incômodo se transforme em problema maior e permitem seguir com a programação sem prejuízos. A prevenção, embora discreta, costuma ser o fator que separa uma viagem confortável de uma experiência cansativa.
Saúde mental em trânsito
O bem-estar emocional também viaja conosco. Novos lugares podem gerar entusiasmo, mas também ansiedade e sobrecarga de estímulos. Reservar momentos para pausa ajuda o cérebro a processar tantas novidades. Técnicas simples de respiração e atenção plena reduzem o estresse, especialmente em aeroportos e ambientes lotados. Manter expectativas realistas evita frustrações quando algo foge do planejado, o que é comum em viagens. Dormir, comer e se movimentar com regularidade protege o humor e favorece decisões mais calmas. Quando viajamos com companhia, conversar abertamente sobre preferências e limites previne conflitos. E, sobretudo, lembrar que a viagem não é uma maratona de atrações, mas um encontro com culturas, pessoas e consigo mesmo. Cuidar da mente permite que cada descoberta seja apreciada com presença e curiosidade genuína.
Planejamento que protege a saúde
Planejar com antecedência não elimina imprevistos, mas diminui riscos. Verificar necessidades de vacinação, levar medicamentos de uso contínuo e conhecer os serviços de saúde do destino oferece segurança adicional. Informar-se sobre clima, altitude e costumes locais ajuda o corpo a se adaptar melhor. Documentar alergias e contatos de emergência pode ser decisivo em situações inesperadas. Organizar o itinerário com intervalos razoáveis entre atividades evita sobrecarga e deixa espaço para descanso. Ter um seguro-viagem adequado é outro elemento de proteção, garantindo acesso a cuidados médicos quando necessário. Um planejamento atento funciona como uma rede invisível que sustenta a experiência e permite que o viajante se concentre no que realmente importa: viver momentos significativos com tranquilidade.
Conclusão
Viajar com saúde é um exercício de equilíbrio. Ao cuidar do sono, da alimentação e do movimento, damos ao corpo as condições para responder bem aos desafios do caminho e, ao mesmo tempo, aproveitar intensamente cada experiência. Essas escolhas não exigem perfeição, apenas consciência. Pequenos gestos repetidos ao longo dos dias de viagem se somam e resultam em mais energia, melhor humor e lembranças mais agradáveis. Quando o planejamento inclui o bem-estar, o roteiro ganha profundidade e o retorno para casa acontece com sensação de plenitude. Cada destino oferece oportunidades únicas, e estar fisicamente e emocionalmente preparado é a melhor forma de honrar essas oportunidades. Assim, toda viagem se transforma não só em descoberta do mundo, mas também em um aprendizado sobre como cuidar de si em qualquer lugar.