Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil A partir desta terça-feira (27), a Petrobras reduzirá seus preços de venda de gasolina A para as distribuidoras em 5,2%.
Dessa forma, o preço médio de venda da Petrobras para as distribuidoras passará a ser, em média, de R$ 2,57 por litro, uma redução de R$ 0,14 por litro.
Desde dezembro de 2022, os preços de gasolina para as distribuidoras foram reduzidos em R$ 0,50 o litro. Considerando a inflação do período, esta redução é de 26,9%.
Para o diesel, neste momento, a Petrobras está mantendo seus preços de venda para as companhias distribuidoras. Desde dezembro de 2022, a redução acumulada nos preços de diesel para as companhias distribuidoras, considerando a inflação, é de 36,3%.
Foto: Bruno Concha/PMS O Carnaval de 2026 deve impulsionar fortemente a atividade turística no Brasil, com previsão de faturamento de R$ 18,6 bilhões apenas no mês de fevereiro — crescimento de 10% em relação ao mesmo período do ano passado, segundo estimativas da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP). Caso a projeção se confirme, será o melhor resultado para o mês desde o início da série histórica, em 2011, com base em dados do IBGE.
O desempenho reflete o momento positivo vivido pelo setor, sustentado pelo aumento da renda, pela geração de empregos e pela desaceleração da inflação, fatores que fortalecem o consumo e estimulam as viagens pelo país. Mesmo com o Carnaval sendo ponto facultativo, a data tradicionalmente movimenta intensamente a cadeia do Turismo, com destaque para os segmentos de transporte aéreo e rodoviário, hospedagem, locação de veículos, alimentação e entretenimento.
Segundo o ministro do Turismo, Gustavo Feliciano, a expectativa é de que a festa consolide o bom momento do setor e gere oportunidades em todas as regiões do país. “Esses R$ 18,6 bilhões projetados mostram a força do Carnaval como indutor do turismo e do desenvolvimento econômico. É um período que movimenta milhões de brasileiros, gera emprego, renda e fortalece os pequenos e médios negócios, além de valorizar nossa cultura e os destinos nacionais”, destacou o ministro.
Além das grandes viagens, os deslocamentos regionais e de curta distância também contribuem de forma significativa para a economia local, beneficiando hotéis, pousadas, bares, restaurantes, guias de turismo e prestadores de serviços em destinos urbanos e litorâneos. “O empresário do Turismo pode se beneficiar do potencial aumento de receita nessa esteira do segmento de lazer, que começa em dezembro e se estende até o carnaval”, destacou o presidente do Conselho de Turismo da FecomercioSP, Guilherme Dietze.
A programação de blocos de rua, eventos culturais e festas em capitais e cidades turísticas amplia o fluxo de visitantes e aquece o comércio, reforçando o papel do Carnaval como um dos principais motores da temporada de verão.
Foto: Lay Amorim/Achei Sudoeste A safra de grãos da Bahia em 2025 alcançou um novo recorde histórico e consolidou o estado entre os principais produtores do país. De acordo com dados divulgados nesta quinta-feira (15) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a produção baiana de cereais, leguminosas e oleaginosas chegou a 12.839.577 toneladas, volume 12,8% superior ao registrado em 2024, quando o estado produziu 11.381.095 toneladas.
O resultado estabelece o maior patamar da série histórica do Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA), realizado pelo instituto desde 1972. O crescimento representa um acréscimo de 1.458.482 toneladas em relação ao ano anterior e reflete o desempenho positivo da maioria das culturas investigadas. Em dezembro, a estimativa foi mantida frente à previsão de novembro, confirmando o avanço em 18 das 26 safras acompanhadas na Bahia em 2025.
No ranking nacional, a Bahia aparece como o sétimo maior produtor de grãos do país, respondendo por 3,7% da produção brasileira. Mato Grosso segue na liderança, com 32,0% do total, seguido por Paraná (13,5%) e Goiás (11,3%). Em nível nacional, a safra de grãos de 2025 também foi recorde, com 346,1 milhões de toneladas, volume 18,2% maior que o colhido em 2024.
O desempenho de 2025 marca um ponto de inflexão na agricultura brasileira. Até 2022, o país nunca havia ultrapassado a marca de 300 milhões de toneladas de grãos, patamar atingido pela primeira vez em 2023. Em 2024, a produção recuou para 292,7 milhões de toneladas, impactada, entre outros fatores, pela crise climática no Rio Grande do Sul. Já em 2025, o setor reagiu e estabeleceu um novo recorde.
Entre as culturas que mais impulsionaram o resultado baiano, a soja se destacou com crescimento absoluto de 1.074.090 toneladas, alta de 14,3% em relação ao ano anterior. A cana-de-açúcar também apresentou forte avanço, com aumento de 699 mil toneladas, assim como o milho da 1ª safra, que cresceu 380.910 toneladas, elevação de 24,6%. Apesar do desempenho positivo no conjunto da produção, algumas culturas registraram retração. O tomate liderou as quedas absolutas, com redução de 171.301 toneladas, seguido pelo feijão da 1ª safra, que recuou 50.700 toneladas, e pelo sorgo, com queda de 18.510 toneladas. Os dados refletem o comportamento desigual das culturas ao longo do ciclo agrícola.
Em escala nacional, 2025 também foi marcado por recordes nas produções de soja, milho, algodão, sorgo e café do tipo canephora. A área colhida no país chegou a 81,6 milhões de hectares, aumento de 3,2% frente a 2024, impulsionada principalmente pelos acréscimos nas áreas de algodão, arroz, soja, milho e sorgo.
Foto: Lay Amorim/Achei Sudoeste A venda de motocicletas no país em 2025 foi a maior registrada desde 2003. Foram comercializadas 2.197.851 unidades no ano passado, uma alta de 17,1% em relação a 2024 (1.876.427 unidades).
O segundo ano com mais vendas foi 2011 (1.940.543 unidades) e o terceiro, 2008 (1.925.558 unidades).
Os dados, divulgados nesta quinta-feira (15), são da Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares (Abraciclo).
“O desempenho do setor reflete a demanda aquecida por veículos de duas rodas, impulsionada principalmente pela mobilidade urbana e pelo uso profissional”, destaca o presidente da entidade, Marcos Bento.
No ano passado, 1.980.538 motocicletas foram produzidas nas linhas de montagem das fabricantes instaladas em Manaus, volume 13,3% superior ao registrado em 2024. Esse foi o melhor desempenho do setor desde 2011 e o terceiro maior da história da indústria motociclística nacional, desde 2003.
As exportações encerraram 2025 com 43.117 motocicletas embarcadas, volume 39,1% superior ao registrado no ano anterior.
Foto: Divulgação A Receita Federal voltou a desmentir informações falsas que circulam nas redes sociais sobre suposto monitoramento de transações via Pix para cobrança de impostos.
Em nota oficial emitida nesta quarta-feira (14), o órgão afirma que não existe tributação sobre o Pix nem fiscalização das movimentações financeiras com esse objetivo, prática proibida pela Constituição Federal.
Segundo a Receita, mensagens alarmistas sobre “taxa do Pix” ou “imposto sobre transferências” são completamente falsas. O Pix é apenas um meio de pagamento, como dinheiro ou cartão, e não gera, por si só, qualquer tipo de tributo.
Os boatos citam a Instrução Normativa nº 2.278, de agosto do ano passado, como se ela autorizasse o rastreamento de transações individuais.
De acordo com o Fisco, a norma apenas estende às fintechs as mesmas obrigações de transparência já aplicadas aos bancos tradicionais, dentro das regras de combate à lavagem de dinheiro e à ocultação de patrimônio. Não há acesso a valores individuais, origem ou natureza dos gastos dos cidadãos.
As informações falsas voltaram a ganhar força nas redes sociais nas últimas horas, após o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) voltar a publicar vídeos em que afirma que o governo voltará a monitorar o Pix. Há duas semanas, o Fisco tinha emitido outro alerta de notícias falsas sobre taxação de transações financeiras.
De acordo com a Receita, esse tipo de conteúdo tem como objetivo enganar a população, gerar pânico financeiro e enfraquecer a confiança em um dos principais meios de pagamento do país. O órgão afirma ainda que a disseminação dessas mensagens atende a interesses do crime organizado e de pessoas que se beneficiam da monetização e do engajamento gerado por notícias falsas.
Foto: Reprodução/Agência Brasil O primeiro Boletim Focus de 2026 apresentou índices de estabilidade em três das quatro medianas projetadas pelo mercado financeiro. A única que apresentou variação em relação às últimas semanas de 2025 foi a relativa à expectativa de inflação projetada para o ano corrente, que variou dos 4,05% projetados na semana passada, para 4,06% segundo o boletim divulgado nesta segunda-feira (5) pelo Banco Central.
A inflação oficial do país tem como referência o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). A variação de 0,01 ponto percentual apresentada neste boletim ocorre após uma sequência de oito estimativas seguidas de queda. Há quatro semanas, o mercado financeiro projetava uma inflação de 4,16% ao final de 2026.
Para os anos subsequentes, as projeções de inflação mantêm estabilidade há nove semanas, de 3,80% em 2027; e de 3,50% em 2028
Foto: José Cruz/Agência Brasil O salário mínimo no Brasil passou a ser de R$ 1.621 a partir desta quinta-feira (1), com aplicação imediata em todo o território nacional. O novo valor representa um reajuste nominal de R$ 101 em relação ao piso anterior, de R$ 1.520. O valor foi definido com base na política permanente de valorização do mínimo, que combina a inflação acumulada dos últimos 12 meses com o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), respeitando o teto estabelecido pelo arcabouço fiscal.
Pela regra em vigor, o reajuste incorpora a variação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) acumulada até novembro de 2025 (indicador usado como referência para famílias com renda de até cinco salários mínimos) somada ao crescimento real da economia registrado em 2024. No entanto, o ganho real é limitado a 2,5%, conforme determina o novo marco fiscal aprovado pelo Congresso.
O salário mínimo serve como referência direta para o pagamento de aposentadorias e pensões do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), benefícios assistenciais como o Benefício de Prestação Continuada (BPC), seguro-desemprego, abono salarial e diversos contratos trabalhistas, além de influenciar pisos regionais e negociações coletivas.
Foto: Lay Amorim/Achei Sudoeste O preço do botijão de gás de 13 quilos deve ter um aumento médio de aproximadamente R$ 5 em todo o estado da Bahia. A informação foi confirmada pelo presidente do Sindicato dos Revendedores de Gás do Estado (Sinrevgas), Robério Souza.
De acordo com o Aratu On, o reajuste é resultado da soma de fatores tributários, custos de suprimento e despesas operacionais. Um dos principais impactos vem do aumento do ICMS sobre o Gás Liquefeito de Petróleo (GLP). A mudança foi definida pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), do Ministério da Fazenda, que elevou a alíquota de R$ 1,39 para R$ 1,47 por quilo. Com isso, o acréscimo por botijão é de R$ 1,04.
Outro fator apontado é o reajuste no preço do gás fornecido pela Acelen, empresa responsável pela Refinaria de Mataripe. De acordo com o Sinrevgas, houve um aumento de R$ 1,00 no valor praticado pela refinaria, além de um repasse de R$ 0,40 por parte das distribuidoras. Juntos, esses reajustes somam R$ 1,40 em custos de suprimento para os revendedores.
Os aumentos, que totalizam R$ 2,44, se somam ainda ao reajuste salarial dos profissionais do setor. Com isso, o impacto final ao consumidor deve chegar a cerca de R$ 5.
Nesta quarta-feira, o preço do botijão de 13 kg era encontrado entre R$ 130,00 e R$ 165,00, a depender do local de venda.
A partir do dia 1º, também entra em vigor o novo valor do salário mínimo, que passa de R$ 1.518 para R$ 1.621, conforme publicação no Diário Oficial da União.
Foto: Reprodução/Fecosul O Diário Oficial da União desta quarta-feira (24) publicou o Decreto nº 12.797, assinado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que estabelece o novo valor do salário mínimo nacional. A partir de 1º de janeiro de 2026, o piso salarial passará de R$ 1.518 para R$ 1.621, representando um aumento de 6,79%. Com a mudança, o valor diário corresponderá a R$ 54,04 e o valor horário a R$ 7,37.
O reajuste segue a Política de Valorização do Salário Mínimo, vigente desde 2024 e aprovada pelo Congresso Nacional em agosto de 2023. A regra determina que o mínimo seja corrigido anualmente pela inflação do período, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) dos 12 meses anteriores, somada à taxa de crescimento real do Produto Interno Bruto (PIB) de dois anos antes. Caso não haja crescimento econômico, aplica-se apenas a reposição inflacionária.
Para 2026, o componente inflacionário considerado foi o INPC acumulado até novembro de 2025, de 4,18%. O componente de crescimento real foi baseado na expansão do PIB de 2024, revisada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) para 3,4%. No entanto, o arcabouço fiscal impõe um limite para o ganho real, que deve ficar entre 0,6% e 2,5% acima da inflação. Com a aplicação desses critérios, o valor calculado foi de R$ 1.620,99, arredondado para R$ 1.621 conforme previsão legal.
A evolução do salário mínimo nos últimos anos mostra que o valor era de R$ 1.212 em 2022, passou para R$ 1.320 em 2023 e, com a nova política, chegou a R$ 1.412 em 2024 e a R$ 1.518 em 2025, antes do valor no estabelecido para 2026.
Foto: Lay Amorim/Achei Sudoeste O Sindicato Intermunicipal do Comércio Varejista de Brumado e região avalia que o município de Brumado deve viver um período especial de aquecimento das vendas no comércio neste Natal.
Ao site Achei Sudoeste e ao Programa Achei Sudoeste no Ar, o presidente da entidade, Gilson Angeloti, destacou que a cidade apresenta um dos maiores índices de pleno emprego dos últimos tempos no comércio varejista, o que favorece o incremento das vendas no segmento. “A estimativa da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo da Bahia (Fecomércio), a qual o Sincomércio é filiado, para esse mês de dezembro é que o crescimento das vendas chegue em mais 2% com relação ao ano passado”, afirmou.
Em 2024, considerado um ano bom de vendas, o índice chegou a 6,8% de incremento nas vendas com relação a 2023. Angeloti também apontou que a decoração de Natal instalada no centro comercial também contribui de forma ativa para esse crescimento nas vendas. “Neste ano, o poder público municipal deu um passo muito importante nesse sentido. Quero parabenizar o prefeito por essa iniciativa, que foi excelente. Isso favorece e muito o comércio, aquece bastante as vendas”, declarou, enfatizando que quanto mais o comércio é aquecido, mais impostos são arrecadados para os cofres públicos municipais.
O presidente acredita que Brumado nunca tenha visto a cidade enfeitada dessa forma para o Natal. “Isso vem de encontro a uma demanda que vinha sendo cobrada há muitos anos. É um momento novo para Brumado. Temos que reconhecer. O prefeito acertou muito bem”, completou.
Foto: Reprodução Em dois dias de funcionamento, a ferramenta BC Protege+ bloqueou 1.630 tentativas de abertura de contas fraudulentas. Segundo o balanço mais recente divulgado pelo Banco Centra, 145,5 mil pessoas ativaram a proteção, e as instituições financeiras fizeram 1,9 milhão de consultas ao sistema para verificar pedidos de abertura de contas ou inclusão de titulares.
Os dados foram apurados até as 17h45 desta terça-feira (2). Lançado na segunda (1º), o BC Protege+ é um serviço gratuito para reforçar a proteção de cidadãos e empresas contra fraudes na abertura de contas-correntes, poupança e contas de pagamento pré-pagas.
Ao ativar o serviço, o usuário comunica oficialmente que não deseja abrir contas nem ser incluído como titular ou representante em contas de terceiros. A consulta ao sistema pelas instituições financeiras é obrigatória antes da abertura de qualquer conta.
O recurso funciona como uma camada adicional de segurança para prevenir fraudes de identidade e evitar que produtos financeiros sejam contratados em contas abertas ilegalmente em nome do cidadão ou da empresa.
Foto: Marcelo Casal Jr./Agência Brasil A previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) - considerado a inflação oficial do país - passou de 4,45% para 4,43% este ano. A estimativa foi publicada no boletim Focus desta segunda-feira (1º), divulgado semanalmente pelo Banco Central (BC), com a expectativa de instituições financeiras para os principais indicadores econômicos.
Para 2026, a projeção da inflação variou de 4,18% para 4,17%. Para 2027 e 2028, as previsões são de 3,8% e 3,5%, respectivamente.
Pela terceira semana seguida, a previsão foi reduzida, após a divulgação do resultado da inflação de outubro, a menor para o mês em quase 30 anos. Com isso, a estimativa alcançou o intervalo da meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC.
Definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), a meta é de 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 1,5% e o superior 4,5%.
A redução na conta de luz puxou a inflação oficial para baixo e fez o IPCA fechar outubro em 0,09%, o menor para o mês desde 1998, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia Estatística (IBGE). Em setembro, o índice havia marcado 0,48%. Em outubro de 2024, a variação havia sido de 0,56%.
Com esse resultado, a inflação acumulada em 12 meses é 4,68%, a primeira vez, em oito meses, que o patamar fica abaixo da casa de 5%. No entanto, ainda acima do teto da meta do CMN.
Foto: iStockphoto/Getty Images A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) anunciou nesta quarta-feira (19) a manutenção da bandeira vermelha patamar 1 irá vigorar no mês de novembro. Isso significa que as contas de energia elétrica terão adicional de R$ 4,46 para cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos.
Em agosto e setembro, a Aneel havia acionado a bandeira vermelha patamar 2, com adicional de R$ 7,87 por 100 kWh. Em outubro, a bandeira foi reduzida para o patamar 1.
De acordo com a Aneel, a medida foi adotada por causa do baixo volume de chuvas, afetando o nível dos reservatórios para a geração de energia nas usinas hidrelétricas.
“O cenário segue desfavorável para a geração hidrelétrica, devido ao volume de chuvas abaixo da média e à redução nos níveis dos reservatórios. Dessa forma, para garantir o fornecimento de energia é necessário acionar usinas termelétricas, que têm custo mais elevado, justificando a manutenção da bandeira vermelha patamar 1”, informou a agência.
A agência reguladora de energia elétrica acrescentou “que a fonte solar de geração é intermitente e não injeta energia para o sistema o dia inteiro". "Por essa razão, é necessário o acionamento das termelétricas para garantir a geração de energia quando não há iluminação solar, inclusive no horário de ponta”, acrescentou.
Foto: Divulgação/Porto de Santos Mesmo alcançando, em outubro, o maior valor mensal de 2025 (US$ 1,03 bilhão), as exportações baianas registraram queda de 16,4% em relação a igual mês do ano anterior. O resultado reflete uma redução de 17,6% no volume embarcado, compensada parcialmente pela elevação média de 1,4% nos preços.
A análise é da Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), autarquia vinculada à Secretaria de Planejamento (Seplan), com base em dados da Secretaria de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC).
O principal fator para o desempenho negativo foi a forte retração das vendas para os Estados Unidos, que caíram 60,8% em valor e 65% em volume, em decorrência das tarifas impostas pelo país norte-americano e de seus efeitos sobre a demanda.
Em contrapartida, cresceram as exportações para a China (23,7%), impulsionadas pela soja, para o Canadá (147%, com destaque para ouro e níquel) e para a Índia (178,1%, com algodão).
Ainda assim, persistem incertezas quanto aos próximos meses, diante das negociações entre China e Estados Unidos sobre tarifas, que podem afetar os embarques de soja, embora boa parte da safra já tenha sido exportada.
Entre os setores, apenas a agropecuária apresentou expansão em outubro, com crescimento de 21,4% em relação ao mesmo mês de 2024. A indústria extrativa recuou 47,4%, e a de transformação, 38,7%.
De janeiro a outubro, as exportações da Bahia somaram US$ 9,54 bilhões, queda de 3,7% frente ao mesmo período do ano passado. As importações totalizaram US$ 8,07 bilhões, recuo de 13%, resultando em saldo positivo de US$ 1,46 bilhão.
A melhora recente nos preços das commodities tem sustentado o nível das exportações, que cresceram 3,7% em volume no acumulado do ano, apesar do aumento das barreiras ao comércio mundial. Esse desempenho é favorecido pela expansão da safra agrícola — estimada em 12,8 milhões de toneladas, 12,3% acima da de 2024 — e pelo boicote chinês à soja americana.
A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) anunciou nesta sexta-feira (31) a manutenção da bandeira vermelha patamar 1 irá vigorar no mês de outubro. Isso significa que as contas de energia elétrica terão adicional de R$ 4,46 para cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos.
Em agosto e setembro, a Aneel havia acionado a bandeira vermelha patamar 2, com adicional de R$ 7,87 por 100 kWh. Em outubro, a bandeira foi reduzida para o patamar 1.
De acordo com a Aneel, a medida foi adotada por causa do baixo volume de chuvas, afetando o nível dos reservatórios para a geração de energia nas usinas hidrelétricas.
“O cenário segue desfavorável para a geração hidrelétrica, devido ao volume de chuvas abaixo da média e à redução nos níveis dos reservatórios. Dessa forma, para garantir o fornecimento de energia é necessário acionar usinas termelétricas, que têm custo mais elevado, justificando a manutenção da bandeira vermelha patamar 1”, informou a agência.
A agência reguladora de energia elétrica acrescentou “que a fonte solar de geração é intermitente e não injeta energia para o sistema o dia inteiro". "Por essa razão, é necessário o acionamento das termelétricas para garantir a geração de energia quando não há iluminação solar, inclusive no horário de ponta”, acrescentou.
Foto: Divulgação No comércio digital, cada etapa do processo de compra conta — mas nenhuma é tão decisiva quanto o momento do pagamento. Um checkout de pagamento simples, seguro e rápido pode ser a diferença entre uma venda concretizada e um carrinho abandonado. Por isso, investir em uma experiência de finalização eficiente não é apenas uma questão de tecnologia, mas também de estratégia para conquistar e fidelizar o cliente.
Neste artigo, vamos mostrar por que o checkout é um dos pontos mais importantes da jornada do consumidor online e como você pode otimizá-lo para aumentar suas conversões e fortalecer a confiança do seu público.
O que é o checkout de pagamento?
O checkout é a última etapa da jornada de compra em um e-commerce. É o momento em que o cliente informa seus dados, escolhe o método de pagamento e finaliza a transação. Esse processo deve ser o mais simples e direto possível — quanto mais etapas, distrações ou solicitações desnecessárias, maiores as chances de desistência.
Um checkout eficiente precisa equilibrar segurança, agilidade e facilidade de uso. O objetivo é permitir que o cliente conclua a compra com o mínimo de esforço e o máximo de confiança.
Por que a experiência no checkout é tão importante?
Imagine o seguinte cenário: o cliente encontrou o produto ideal, leu todas as informações, adicionou ao carrinho e está pronto para comprar. Porém, ao chegar na etapa de pagamento, o site demora a carregar, pede muitos dados, não aceita o método preferido ou apresenta falhas.
Esse tipo de frustração pode fazer com que a venda seja perdida nos últimos segundos.
Dados que comprovam a importância
Estudos mostram que:
Mais de 60% dos abandonos de carrinho acontecem durante o checkout;
Sites com checkouts lentos ou complicados têm taxas de conversão significativamente mais baixas;
A confiança na segurança do pagamento é um dos principais fatores de decisão de compra.
Portanto, melhorar essa etapa não apenas reduz o abandono, mas também transmite credibilidade e profissionalismo.
Principais problemas em checkouts mal otimizados
Antes de falar sobre soluções, vale entender o que pode estar impedindo seus clientes de concluir a compra:
Excesso de campos obrigatórios: formulários longos cansam e afastam o consumidor;
Design confuso ou pouco responsivo em mobile: grande parte das compras ocorre por celular;
Falta de opções de pagamento: o cliente precisa encontrar o método que usa com mais frequência;
Processos que redirecionam para fora do site: isso quebra a experiência e gera insegurança;
Lentidão ou falhas técnicas: páginas que travam ou não carregam prejudicam a confiança.
Eliminar ou minimizar esses obstáculos é o primeiro passo para criar um checkout realmente eficiente.
Como otimizar o checkout de pagamento para uma melhor experiência
1. Use um layout simples e direto
Evite telas poluídas, excesso de informações ou distrações no momento da finalização. O design deve ser limpo, intuitivo e otimizado para dispositivos móveis. Cada segundo conta: quanto mais fácil for completar o pagamento, melhor será a experiência.
2. Reduza os campos ao essencial
Solicite apenas os dados realmente necessários para processar a compra. Nome, e-mail, CPF e endereço de entrega são suficientes na maioria dos casos. Campos adicionais devem ser opcionais.
3. Ofereça múltiplos métodos de pagamento
Nem todos os clientes usam cartão de crédito. Por isso, ofereça alternativas como Pix, boleto bancário, carteiras digitais e débito online. Quanto mais opções, maiores as chances de atender a preferência do consumidor.
4. Use checkout transparente
O checkout transparente é aquele em que o cliente finaliza o pagamento dentro do próprio site, sem ser redirecionado para outra página. Isso garante uma experiência mais fluida e transmite maior sensação de segurança.
5. Permita o preenchimento automático
Facilite a vida de quem já comprou antes. Integrações com navegadores e sistemas de preenchimento automático tornam o processo mais rápido e agradável para o cliente.
6. Exiba indicadores de segurança
Selo SSL, logos de bandeiras de cartão e informações sobre proteção de dados são fundamentais para transmitir confiança. Lembre-se: segurança visível aumenta a chance de conversão.
7. Mantenha o cliente informado
Durante o processo de checkout, mantenha o cliente ciente dos próximos passos: qual a etapa atual, o que será cobrado, quando ele receberá o pedido. Transparência é essencial.
Ferramentas que ajudam na otimização
Plataformas de pagamento integradas oferecem soluções prontas para criar um checkout de alta performance. Com elas, você pode:
Customizar o visual para manter a identidade da loja;
Integrar meios de pagamento modernos como Pix e carteiras digitais;
Usar analytics para monitorar abandonos e ajustar pontos críticos;
Ativar notificações automáticas de status de pagamento.
Ao escolher uma boa ferramenta de checkout, seu negócio ganha agilidade, controle e confiança por parte do cliente.
O papel do mobile no checkout
Mais de 70% das compras online no Brasil já são feitas via celular. Por isso, o checkout deve ser totalmente adaptado ao mobile. Isso inclui botões grandes, campos de fácil preenchimento, carregamento rápido e navegação fluida.
Se o cliente precisa dar zoom para preencher um campo ou enfrenta lentidão no celular, a chance de desistência é altíssima.
Pós-compra: continue oferecendo uma boa experiência
Um bom checkout vai além da finalização do pedido. Após o pagamento, mantenha o cliente informado com e-mails automáticos, status do pedido e formas fáceis de contato para suporte.
Essa atenção ao pós-venda aumenta a satisfação, fortalece a confiança e estimula futuras compras.
Foto: Lay Amorim/Achei Sudoeste A partir desta terça-feira (21), a Petrobras reduzirá seus preços de venda de gasolina A para as distribuidoras em 4,9%. Dessa forma, o preço médio de venda da Petrobras para as distribuidoras passará a ser, em média, de R$ 2,71 por litro, uma redução de R$ 0,14 por litro.
Com o reajuste anunciado, esta é a segunda redução dos preços de gasolina em 2025. No acumulado do ano, a Petrobras reduziu seus preços em R$ 0,31/ litro ou 10,3%. Desde dezembro de 2022, os preços de gasolina para as distribuidoras foram reduzidos em R$ 0,36 / litro. Considerando a inflação do período, esta redução é de 22,4%.
Para o diesel, neste momento, a Petrobras está mantendo seus preços de venda para as companhias distribuidoras. Desde março de 2025 a Petrobras realizou 3 reduções. Desde dezembro de 2022, a redução acumulada nos preços de diesel para as companhias distribuidoras, considerando a inflação, é de 35,9%.
Foto: Lay Amorim/Achei Sudoeste No dia 16 de setembro, o Governo da Bahia suspendeu as licenças ambientais da empresa Rocha Bahia Mineração Ltda, responsável pela extração de quartzito no município de Paramirim.
Ao site Achei Sudoeste e ao Programa Achei Sudoeste no Ar, o prefeito João Ricardo (Avante) informou que a mineradora conseguiu solucionar o impasse e retomou as atividades no município. “O próprio Inema revogou a decisão de suspensão e as atividades já foram restabelecidas”, afirmou.
O gestor destacou que a empresa emprega, diretamente, cerca de 200 pessoas na cidade e a decisão pegou a todos de surpresa. Ele deixou claro que o problema apontado pelo Inema não era de ordem ambiental, mas sim documental. “Esse restabelecimento nos deixa mais tranquilos. Muitas pessoas corriam risco de perder o emprego e isso num momento de crise que estamos vivendo é algo preocupante”, avaliou.
Com sede em São Paulo, a mineradora explorava a rocha em uma área de 21,8 hectares na Fazenda Muquém, onde produzia quartzito, pedra natural bastante utilizada na construção civil, conhecida pela resistência e pelo acabamento sofisticado.
Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil A economia brasileira deve crescer 2,4% este ano, acima da média da América Latina e Caribe (2,3%). A projeção é do Banco Mundial, que divulgou nesta terça-feira (7) mais uma edição do relatório econômico para a região.
Os economistas do Banco Mundial preveem as seguintes expansões para o Produto Interno Bruto (PIB – conjunto de bens e serviços produzidos) brasileiro.
As projeções são as mesmas do relatório de junho deste ano. As estimativas ficam acima tanto das do Banco Central (BC) brasileiro, quanto do mercado financeiro aqui no país.
O Relatório de Política Monetária do BC, divulgado no último dia 25, aponta crescimento de 2% em 2025 e de 1,5% no ano que vem.
Já o Boletim Focus, pesquisa do BC com instituições financeiras, divulgado nesta segunda-feira (6), prevê alta do PIB de 2,16% em 2025 e de 1,8% em 2026.
No ano passado, o PIB brasileiro teve expansão de 3,4%.
O Ministério da Fazenda tem projeções mais otimistas, com alta de 2,3% em 2025 e de 2,4% em 2026, de acordo com o Boletim MacroFiscal de setembro.
O relatório do Banco Mundial não traz justificativas específicas para a projeção de todos os países, apenas para a região da América Latina e Caribe como um todo.
Foto: Bruno Peres/Agência Brasil O botão de contestação de transações do Pix já está disponível aos usuários, nesta quarta-feira (1º), com a finalidade de facilitar a devolução de valores para as vítimas de fraude, golpe e coerção.
Formalmente chamado de autoatendimento do Mecanismo Especial de Devolução (MED), o botão pode ser acionado pelo aplicativo da instituição financeira com a qual o usuário tenha relacionamento.
Assim, o MED, criado em 2021, passa a ser feito de forma 100% digital, sem a necessidade de interação com a central de atendimento pessoal da instituição. As mudanças nas regras do Pix foram publicadas em agosto pelo Banco Central.
Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) anunciou que a bandeira vermelha patamar 1 irá vigorar no mês de outubro. A nova bandeira significa uma redução em relação aos meses de agosto e setembro, quando foi acionada a bandeira vermelha patamar 2. Com a diminuição, as contas de energia elétrica terão adicional de R$ 4,46 para cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos. Na bandeira vermelha 2, o adicional é de R$ 7,87 para cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos. De acordo com a Aneel, a medida foi adotada por causa do baixo volume de chuvas, afetando o nível dos reservatórios para a geração de energia nas usinas hidrelétricas. “Diante desse cenário, há necessidade de acionamento de usinas termelétricas, que são mais caras e justificam o acionamento da bandeira vermelha patamar 1 para outubro”, diz a agência. A agência reguladora de energia elétrica informou ainda “que a fonte solar de geração é intermitente e não injeta energia para o sistema o dia inteiro". "Por essa razão, é necessário o acionamento das termelétricas para garantir a geração de energia quando não há iluminação solar, inclusive no horário de ponta”, acrescentou. As informações são da Agência Brasil.
Foto: Reprodução/Rocha Bahia Mineração A cidade de Paramirim vive com a suspensão temporária das atividades de uma mineradora que atua na região, após decisão do Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos da Bahia (Inema). Em entrevista ao Achei Sudoeste e ao Programa Achei Sudoeste no Ar, o prefeito João Ricardo (Avante) explicou os motivos da paralisação e o impacto econômico para o município. Segundo o gestor, a interrupção não tem relação com danos ambientais, mas sim com problemas de ordem documental. “Sim, tenho conhecimento. Essa mineradora ela opera aqui em dois pontos diferentes, que é na Fazenda Muqém e também na Lagoa da Porta, e houve uma suspensão por uma questão de divergência na documentação da titularidade do imóvel, do CEFIR. E aí não foi um problema de natureza ambiental não, é um problema de ordem documental”, esclareceu. Questionado sobre a possibilidade da empresa corrigir a situação, João Ricardo disse que a solução já está encaminhada. “Sim, sim. Pelo que a Secretaria do Meio Ambiente me informou e as medidas já estão sendo tomadas, a empresa já está adotando providências para corrigir essa questão documental e voltar à operação.” O prefeito destacou ainda a importância da mineradora para a economia local, já que a atividade gera empregos e contribui para a arrecadação municipal. “Certamente, essa empresa é a maior mineradora em operação no município. Ela deve empregar aqui mais de 200 pessoas no município como um todo, só nesse ponto de extração me parece que são quase 100 pessoas trabalhando diretamente com a extração. E isso traz um impacto grande na arrecadação também do CEFEM, que é a contribuição minerária. Mas felizmente, pelo que a gente foi informado, não é uma questão ambiental — acredito que seria mais preocupante — mas sim documental e que é passível de ser resolvida”, disse. De acordo com o prefeito, a mineradora atua em Paramirim há aproximadamente 15 anos e sempre obteve as licenças necessárias para funcionamento. “Essa licença, é bom que se registre, ela é concedida diretamente pelo Inema, pelo Estado da Bahia. Não é uma licença municipal. E pelas informações que a gente obteve, com o licenciamento ambiental está tudo ok, nenhuma restrição, nenhum problema, apenas essa questão documental”, frisou. Sobre o prazo para o retorno das atividades, João Ricardo informou que ainda não há uma data definida “Não, não foi estipulado um prazo. Mas o que a empresa nos passou — isso aí também até através de uma nota oficial que ela própria divulgou — é que já havia tomado todas as medidas para efetuar a correção do problema. E aí estava aguardando, no menor espaço de tempo, o retorno das atividades”, concluiu.
Foto: Lay Amorim/Achei Sudoeste A taxa de desemprego no trimestre encerrado em julho ficou em 5,6%, a menor da série histórica iniciada em 2012. No trimestre móvel anterior, a taxa era de 5,8%. Os dados foram divulgados nesta terça-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O país tinha no fim de julho 6,118 milhões de pessoas desocupadas, o menor contingente desde o último trimestre de 2013 (6,1 milhões). O número de ocupados atingiu o recorde de 102,4 milhões. O trimestre foi marcado também pelo recorde no número de trabalhadores com carteira assinada, 39,1 milhões. Com esses dados, o nível de ocupação ─ percentual de pessoas ocupadas na população em idade de trabalhar ─ manteve o percentual recorde de 58,8%. A pesquisa do IBGE apura o comportamento no mercado de trabalho para pessoas com 14 anos ou mais e leva em conta todas as formas de ocupação, seja com ou sem carteira assinada, temporário e por conta própria, por exemplo. Só é considerada desocupada a pessoa que efetivamente procura uma vaga. São visitados 211 mil domicílios em todos os estados e no Distrito Federal. O IBGE faz também um mapeamento das pessoas que estão fora da força de trabalho, que ficou em 65,6 milhões, estável ante o trimestre móvel anterior. A população desalentada, os que não procuraram emprego por achar que não conseguiriam vaga, recuou 11% no trimestre e alcançou 2,7 milhões de pessoas.
Foto: Lay Amorim/Achei Sudoeste Em Livramento de Nossa Senhora, produtores de manga vivem um momento de grande apreensão diante da seca e do aumento das tarifas de exportação. Combinadas, as duas situações colocam em risco a produção da fruta, referência no município. Os produtores alegam que a estiagem reduziu drasticamente os níveis de água disponíveis para irrigação. Para se ter uma ideia, o reservatório que abastece a população e os pomares opera com menos de 30% de sua capacidade. Além disso, o aumento das tarifas de exportação eleva os custos para levar a manga de Livramento de Nossa Senhora aos mercados internacionais. Ambos os fatores comprometem o consumo humano, para o setor agrícola e a competitividade da fruta. Vale salientar que a economia da cidade está fundamentada na fruticultura, sendo esta uma das principais fontes de renda de Livramento de Nossa Senhora. Diante dos riscos, a produção da próxima safra está ameaçada.
Foto: Bruno Peres/Agência Brasil O Banco Central informou que o volume diário de transações feitas por meio do Pix atingiu um novo recorde na sexta-feira (5). Foram registradas 290 milhões de transações em um único dia. Em valor financeiro o total de transações corresponde a R$ 164,8 bilhões, também um recorde. O recorde anterior havia sido registrado no dia 6 de junho deste ano, com 276,7 milhões de transações. Segundo o Banco Central, o resultado é “mais uma demonstração da importância do Pix como infraestrutura digital pública, para o funcionamento da economia nacional”.
