Caculé: Médico proibido de atender no Hospital Nossa Senhora Aparecida denuncia perseguição política

08 Abr 2021 - 10:00h

Em vídeo publicado em suas redes sociais, o ex-candidato a prefeito e médico Charles Martins (DEM) diz ser vítima de perseguição política na cidade de Caculé, a 100 km de Brumado. Segundo ele, o prefeito Pedro Dias (PSB) e o vice William Lima (PSB) o proibiram de realizar atendimentos no Hospital Nossa Senhora Aparecida. O médico lamentou a perseguição, especialmente tendo em vista o momento delicado vivido na saúde pública em decorrência da pandemia. “Hoje eu quero falar com meus pacientes e amigos da cidade de Caculé. Ontem eu fui comunicado pela direção do hospital que estou proibido de realizar atendimentos naquela unidade. Segundo a direção, essa foi uma exigência do prefeito Pedro Dias e do vice William Lima. A direção me disse que, caso eu continuasse atuando na unidade, o prefeito iria cortar todos os repasses que o Município faz para o Hospital de Caculé. Como não tenho interesse nenhum de prejudicar a unidade e muito menos a população, estou me afastando durante esses quatro anos de todos os serviços que eu prestava naquela unidade”, disse. Também no vídeo, Martins denunciou que o prefeito tem condicionado os repasses do Município à contratação de familiares, já que as mesmas não podem ser feitas através da prefeitura, o que configuraria nepotismo. “Só a título de exemplo o hospital teve de contratar o cunhado do prefeito, um advogado chamado Inesleno Almeida, que está recebendo pelo hospital o valor de R$ 5.000 mensais. Infelizmente, essa é a mudança que eles queriam realizar”.

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