Foto: Lay Amorim/Achei Sudoeste Coordenadora da Ronda Maria da Penha na região de Guanambi, a Capitã Jacimara Moura acredita ser gratificante atuar nesse tipo de atividade. Embora seja desgastante muitas vezes, ela disse que também fica feliz ao ver tantas mulheres conseguirem romper o ciclo da violência e retomarem suas vidas.
Ao site Achei Sudoeste e ao Programa Achei Sudoeste no Ar, Moura relatou que existe uma ampla rede de proteção para garantir o acolhimento e amparo das mulheres vítimas, entre os quais o Creas, Cras, Ministério Público, Judiciário, além da própria Polícia Militar.
Hoje, em Guanambi, também fazem parte dessa rede o Núcleo Especializado de Atendimento à Mulher (Neam) e a Central de Atendimento à Mulher (Cram). Para a Capitã, para garantir maior proteção às vítimas, a região ainda precisa de uma casa de apoio e de mais profissionais envolvidos especificamente com a causa.
Apesar dos desafios, ela considera que a rede de proteção tem se estruturado cada vez mais com o passar do tempo, necessitando que a família abrace essa mulher vítima para assegurar o seu restabelecimento após um episódio tão traumático.
Vinculada à atuação do 17º Batalhão de Polícia Militar (BPM), a Ronda Maria da Penha está completando um ciclo de 8 anos de atividades.