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BUSCA PELA CATEGORIA "Saúde"

21 Mar 2019 - 10:30h

Começar o dia com uma bebida quente faz parte da rotina de muitas pessoas – para algumas delas, a bebida de preferência é o chá. No entanto, cientistas descobriram que, dependendo da temperatura em que o chá é ingerido, pode haver um risco elevado de câncer de esôfago. O novo estudo, publicado nesta quarta-feira, 20, no periódico Cancer Epidemiology, concluiu que mais de três xícaras de chá verde ou preto, o equivalente e 700 ml, ingeridas em temperaturas acima de 60ºC aumentam a probabilidade de câncer em 90%, se comparado a indivíduos que esperam o chá esfriar um pouco. O risco da doença não está associado ao chá em si, mas ao calor e, portanto, qualquer bebida ingerida em alta temperatura pode aumentar o risco da neoplasia. “Na verdade, é provavelmente algo quente: a geleia de microondas é conhecida por causar lesões no esôfago. É possível que o trauma [causado pelo calor] leve a alterações celulares e, consequentemente, ao câncer”, explicou Stephen Evans, da Escola de Higiene e Medicina Tropical de Londres, no Reino Unido, ao Science Media Center.

20 Mar 2019 - 18:20h

Os exames laboratoriais são de extrema importância na atividade clínica. A correta avaliação auxilia no reconhecimento das disfunções. Sua principal função é de prevenção mas muitas vezes ele serve para tratar, diagnosticare coletar dados epidemiológicos, desta forma prevenindo e diagnosticando o paciente de doenças e estabelecendo muitas vezes o tratamento a ser seguido pelo médico pois quando bem realizados colaboram bastante no diagnóstico de várias patologias. Infelizmente não é comum aos brasileiros realizarem exames preventivos, sendo que é extremamente importante para detectar e tratar doenças em estágio inicial. O Check-Up consiste na realização de exames laboratoriais de rotina para avaliar a saúde. Portanto, faça a diferença. Realize exames laboratoriais após sua consulta médica conforme solicitação, ou, para saber como anda sua saúde. A prevenção é o melhor caminho para uma vida saudável.  Faça seus exames na Clínica Mais Vida. Para maiores informações, ligue: (77) 3441-4545 / (77) 99951-4755 / (77) 99180-9496 / (77) 3441-4500 / (77) 99989-6868.

20 Mar 2019 - 11:30h

A busca por práticas integrativas no Sistema Único de Saúde (SUS) cresceu 126% no último ano. De acordo com o Ministério da Saúde, o número de atendimentos passou de 157 mil, em 2017, para 355 mil, em 2018. O reflexo desse aumento também pode ser visto na quantidade de participantes nessas atividades, que cresceu 36%. Em 2018, foram 6,67 milhões de usuários, contra 4,9 milhões do ano anterior. No caso das atividades coletivas, como yoga e tai chi chuan, houve aumento de 46% no último ano, passando de 216 mil atendimentos em 2017 para 315 mil em 2018. O SUS oferece atualmente 29 práticas integrativas. A indicação desse tratamento complementar ocorre no âmbito da Atenção Básica, nas Unidades Básicas de Saúde (UBS) e também no atendimento especializado, nas unidades hospitalares e centros especializados. Em nota, o Ministério da Saúde informou que, além de ampliar a diversidade da oferta, o número de estabelecimentos que atuam nessa linha também deu um salto de 13%. Passou de 22.164 em 2017 para 25.197 estabelecimentos em 2018.

20 Mar 2019 - 10:30h

Se você tem mais de 25 anos e de vez em quando ainda se comporta como um adolescente, isso pode ter uma explicação científica. Segundo os cientistas, as pessoas só se tornam completamente adultas aos 30 anos de idade. Os especialistas afirmam que, apesar de nos tornamos legalmente adultos aos 18 anos, o desenvolvimento cerebral ocorre, em média, ao longo de três décadas. Além disso, de acordo com eles, a segunda década de vida traz uma alta carga de suscetibilidade para transtornos mentais – risco que tende a diminuir por volta dos 30 anos. Os pesquisadores destacaram que a esquizofrenia – distúrbio que tende a ser diagnosticado em adolescentes mais velhos – tem probabilidade de desenvolvimento drasticamente reduzida próximo ao início da terceira década, o que pode estar relacionado ao tempo necessário para que o cérebro de desenvolva completamente. “Ter uma definição de quando você muda da infância para a idade adulta parece cada vez mais absurdo. É uma transição muito mais sutil. Eu acho que sistemas como o educacional, o de saúde e o sistema legal criaram essa definição por ser mais conveniente”, comentou Peter Jones, da Universidade de Cambridge, na Inglaterra, durante encontro internacional promovido pela Academia de Ciências Médicas em Oxford.

19 Mar 2019 - 10:30h

Algumas pessoas acreditam que a alegria pode ser contagiosa. Isso significa que quando se está cercado de pessoas alegres, as suas chances de aderir a esse estado emocional é maior. Parece que a obesidade também se aplica a esta regra. Pelo menos é o que afirma um estudo publicado esta semana no periódico American Journal of Preventive Medicine. De acordo com os pesquisadores, indivíduos que têm amigos e/ou familiares próximos acima do peso podem ser influenciados pelos hábitos danosos que desencadearam a obesidade nessas pessoas e, portanto, também ganharem peso ao longo do tempo. “Na obesidade, o contágio social significa que, se mais pessoas ao seu redor são obesas, isso pode aumentar a probabilidade de você se tornar obeso”, explicou Ashlesha Datar, principal autora do estudo, ao Daily Mail. A equipe explicou que isso ocorre porque as pessoas tendem a adotar comportamentos inconscientemente e, desta forma, a convivência com indivíduos obesos que se alimentam mal e não se exercitam pode levá-las a adotarem essa mesma conduta. Os especialistas ainda ressaltaram que os vizinhos e a comunidade em que se vive podem exercer influência semelhante, destacando que para cada aumento de ponto percentual na taxa de obesidade local (vizinhança, por exemplo), a probabilidade de uma pessoa – em qualquer idade – se tornar obesa ou ter sobrepeso cresce em até 6%. Segundo os cientistas, a obesidade pode ter três possíveis origens principais: a primeira é que pessoas com interesses e origens similares tendem a se localizar em áreas com características semelhantes. Outra explicação seria que os indivíduos são influenciados pelo ambiente compartilhado, como oportunidades para se exercitar e alimentação saudável. A terceira explicação é que a obesidade é transmitida através da influência social – hipótese que parece ter sido comprovada pela nova pesquisa.

18 Mar 2019 - 15:30h

Comer cogumelos, como shiitake, shimeji, champignon, portobello, mais de duas vezes por semana pode reduzir em 50% o risco de problemas de memória e linguagem que ocorrem naturalmente em indivíduos acima de 60 anos, sugere estudo publicado esta semana no Journal of Alzheimer’s Disease. Segundo os pesquisadores, isso ocorre porque um antioxidante único presente neste alimento poderia ter efeito protetor no cérebro. Aliás, essa proteção pode ser importante na prevenção do comprometimento cognitivo leve (CCL), condição que pode preceder doenças neurodegenerativas, como a demência. “Há muitos fatores que contribuem para o desenvolvimento da demência e estima-se que até um terço dos casos poderiam ser evitados por mudanças no estilo de vida, incluindo dieta”, comentou James Pickett, da Alzheimer’s Society, no Reino Unido, à BBC. Os pesquisadores acreditam que nutrientes encontrados nos cogumelos comestíveis podem favorecer o crescimento de neurônios, fornecendo proteção cognitiva. Além disso, eles contêm grande quantidade de fibra, proteínas, vitaminas e minerais que podem contribuir para a saúde geral.

18 Mar 2019 - 14:30h

Olhe por uma nesga da porta do quarto de seu filho: sete em cada dez adolescentes utilizam algum aparelho eletrônico antes de dormir. O impacto negativo desse hábito na qualidade do sono foi sempre uma certeza dos pais, mas não havia comprovação científica tão certeira. O maior estudo já conduzido sobre o assunto, publicado na revista científica Environment International, decretou o fim das dúvidas: sim, usar smartphones, tablets, laptops e videogames na escuridão do quarto antes de dormir afeta seriamente a qualidade do sono. Ficar conectado no breu até uma hora antes de dormir é ainda pior do que fazê-lo com a luz do quarto acesa. Cinco vezes pior. O efeito prejudicial do uso de telas no escuro tem uma base fisiológica e outra comportamental. A fisiológica: quando a luz do quarto está apagada, a pupila se dilata, e os olhos ficam ainda mais expostos à incidência da claridade proveniente das telas, chamada de “luz azul”. É um tipo de luz com grande interferência no organismo porque a cor azul inibe a produção do hormônio que induz o sono, a melatonina. Tal substância é essencial para regular o ciclo de sono e vigília. Alguns modelos de celular já vêm com uma película de proteção contra essa fonte luminosa ou estão equipados para neutralizar a luz azul à noite — o objetivo dessas novidades é diminuir quase totalmente a emissão de luz azul, filtrando-a. Agora, a base comportamental: a luz apagada “engana” os pais. “O adolescente que fica no quarto escuro, em tese, não estaria mais acordado, e os pais não desconfiam que possa estar conectado nos aparelhos”, diz a neurologista Andrea Bacelar, da Associação Brasileira do Sono (meninos e meninas, desculpem-nos pela revelação, mas saibam que era um segredo de polichinelo).

17 Mar 2019 - 04:10h

Com o objetivo de facilitar a marcação de consultas, a Clínica Mais Vida criou um quadro com as datas de atendimento dos especialistas e procedimentos. A clínica funciona de segunda a sábado. Confira o quadro acima e marque a sua consulta através dos telefones (77) 3441-4545 / (77) 99951-4755 / (77) 99180-9496 / (77) 3441-4500 / (77) 99989-6868. A nossa matriz está localizada na Avenida Otávio Mangabeira, 265, e nossa filial na Rua Coronel Paulino Chaves, 160.

17 Mar 2019 - 04:00h

Em Brumado, a Secretaria Municipal de Saúde (Sesau) está comemorando os resultados positivos obtidos no Centro de Especialidades Odontológicas (CEO). Segundo a pasta, hoje, a unidade oferece diversas especialidades, entre as quais endodontia, cirurgia oral, bucomaxilofacial, odontopediatria, pacientes com necessidades especiais, periodontia, radiologia, diagnóstico do câncer bucal e prótese. Um dos destaques é o serviço de prótese dentária, que proporciona aos pacientes a volta do exercício de mastigação, bem como a fonética e a estética facial. Através do tratamento, milhares de brumadenses podem ter um sorriso novo, com a recuperação da autoestima. Por mês, o CEO realiza, em média, 3 mil procedimentos. A expectativa da Sesau é ampliar ainda mais a rede de serviços, pois a demanda se mostra em constante ascensão.

15 Mar 2019 - 11:30h

O tratamento do colesterol é feito através de medicações, principalmente as conhecidas como estatinas. Mas, apesar de reduzirem os níveis da doença no organismo em até 50%, o remédio apresenta efeitos colaterais debilitantes, incluindo dores musculares, o que pode impedir a adesão ao tratamento tradicional. Por causa disso, cientistas decidiram desenvolver uma nova substância capaz de combater o colesterol que pudesse ser usada como terapia alternativa, especialmente para aqueles que não conseguem ou não podem utilizar estatina. Com o nome científico de ácido bempedóico, a nova medicação traz os mesmos benefícios, como reduzir o risco de ataque cardíaco e acidente vascular cerebral (AVC), sem causar tantos efeitos colaterais.  De acordo com a equipe do Imperial College London, na Inglaterra, responsável pelos testes clínicos do remédio, o ácido bempedóico impede que o corpo crie blocos de construção do colesterol, e com isso, reduz os níveis da doença em 18%. Ainda que seja um valor menor se comparado às estatinas, os pesquisadores afirmam que o medicamento é seguro e produz menos efeitos colaterais, além de poder ser utilizado como opção complementar. “No geral, as estatinas fazem um ótimo trabalho, mas esta nova substância pode fornecer benefícios reais para as pessoas que não podem tomá-las [estatinas] ou precisam de tratamentos adicionais para chegar ao nível certo [de colesterol]”, comentou Nilesh Samani, da British Heart Foundation, no Reino Unido, ao The Telegraph. Os resultados do estudo foram publicados nesta quinta-feira no periódico The New England Journal Of Medicine.

15 Mar 2019 - 10:30h

O percentual de pessoas que procuram unidades de saúde para se imunizar contra doenças diversas vem caindo nos últimos anos na Bahia, conforme levantamento da Secretaria de Saúde do Estado (Sesab), divulgado nesta quinta-feira (14). Contra o HPV, por exemplo, o número de meninas vacinadas não chega a 18%. Além disso, das pessoas que precisam ser imunizadas contra a hepatite A, quase metade ainda não procurou postos de vacinação. De acordo com o G1, a queda na procura por vacinação em todo o estado vem ocorrendo desde 2016. A procura pela vacina tríplice viral, por exemplo, caiu mais de 20% nos últimos dois anos. Em 2017, 81% do público-alvo foi imunizados. Já em 2018, apenas 60% se vacinaram. Contra a hepatite A, 74% se vacinaram em 2017. Já em 2018, somente 54% se imunizaram. A taxa de imunização contra pneumonia caiu de 81% (em 2017) para 63% (em 2018). A da meningite caiu de 77% (em 2017) para 58% (em 2018). Contra a paralisia infantil, a redução foi de 16% — em 2017, 74% se vacinaram, enquanto em 2018 apenas 58% procuraram os postos para se imunizar. Contra o rotavírus, em 2017, 71% se vacinaram. Já em 2018, a taxa de vacinação de apenas 59%. A vacinação contra o Papilomavírus Humano (HPV), por sua vez, atingiu até agora apenas 17% das meninas e 9% dos meninos.

14 Mar 2019 - 17:30h

A poluição do ar está matando mais pessoas anualmente do que o tabaco, alerta estudo publicado nesta terça-feira no periódico European Heart Journal. Segundo estimativas, a poluição foi responsável por 8,8 milhões de mortes em 2015 – número que representa quase o dobro da última estimativa (4,5 milhões). Os pesquisadores ainda destacaram que 40% a 80% dessas mortes ocorreram devido a doenças cardiovasculares, como ataque cardíaco e acidente vascular cerebral (AVC).  “Para colocar em perspectiva, isso significa que a poluição do ar causa mais mortes por ano do que o tabagismo, que foi responsável por um extra de 7,2 milhões de mortes em 2015, de acordo com estimativa da Organização Mundial de Saúde”, ressaltou Thomas Münzel, da Universidade de Mainz, na Alemanha, em comunicado. A pesquisa, que teve como foco a Europa, mostrou que a poluição do ar provocou 790.000 óbitos no continente. Globalmente, acredita-se que ela tenha causado 120 mortes extras por ano para cada 100.000 pessoas. Entre os poluentes estudados, a equipe se concentrou no ozônio e nas menores partículas poluentes (PM2.5), que são especialmente danosos à saúde uma vez que conseguem penetrar os pulmões e podem até chegar à corrente sanguínea. “Como a maior parte da matéria particulada e outros poluentes do ar na Europa vêm da queima de combustíveis fósseis, precisamos migrar para outras fontes de geração de energia urgentemente”, salientou Jos Lelieveld, co-autor do estudo, em nota. Por causa disso, os especialistas sugerem a utilização de energia limpa e renovável para conseguir reduzir as taxas de mortalidade ligadas à poluição do ar em até 55% na Europa.

14 Mar 2019 - 17:00h

O exercício físico pode ser tão eficiente quanto o uso de medicações para reduzir tanto a pressão sanguínea quanto o nível de gordura corporal. É o que sugerem duas revisões de estudos publicadas recentemente. A primeira revisão, publicada recentemente no British Journal of Sports Medicine, descobriu que a pressão arterial normal (encontrada em pessoas saudáveis) era mais baixa quando utilizava-se medicação. No entanto, para indivíduos que apresentavam hipertensão arterial, os exercícios pareciam ser tão eficientes quanto os remédios, que incluem betabloqueadores e diuréticos. Para chegar a esta conclusão, os pesquisadores da Universidade Stanford, nos Estados Unidos, revisaram 391 ensaios clínicos que envolviam cerca de 50 000 participantes. Nessa revisão, os estudos que investigavam apenas medicação (194) foram comparados aos que examinavam somente exercícios (197) foram comparados. O foco principal do estudo foi a pressão arterial sistólica (número mais alto), uma vez que a alteração pode causar efeitos físicos devastadores, incluindo o aumento do risco de doenças cardíacas, Alzheimer e morte prematura.

14 Mar 2019 - 15:30h

Uma doença autoimune é uma condição que ocorre quando o sistema imunológico ataca e destrói tecidos saudáveis do corpo por engano. Dentre as mais de 80 doenças autoimunes conhecidas, o lúpus é uma das mais importantes. A maioria das doenças autoimunes são crônicas, mas muitas podem ser controladas com tratamento. Os sintomas das doenças autoimunes podem aparecer e desaparecer continuamente. O lúpus pode ocorrer em pessoas de qualquer idade, raça e sexo, porém as mulheres são muito mais acometidas. Os sintomas do lúpus podem surgir de repente ou desenvolver lentamente. Os sinais mais comuns são:  fadiga, febre, dor nas articulações, sensibilidade à luz do sol, feridas na boca, queda de cabelo, vermelhidão na face em forma de “borboleta” sobre as bochechas e a ponta do nariz, ansiedade, mal estar. O reumatologista é o especialista que pode diagnosticar a doença, que irá orientar o paciente sobre a doença e possibilitar o tratamento mais adequado. Dimitri, especialista da Clínica Mais Vida, salienta que consultas médicas periódicas e seguimento do tratamento corretamente são fundamentais para se obter uma vida longa e com boa qualidade. Agende sua consulta. A prevenção é a melhor forma de cuidar da sua saúde! Para maiores informações, ligue: (77) 3441-4545 / (77) 99951-4755 / (77) 99180-9496 / (77) 3441-4500 / (77) 99989-6868.

12 Mar 2019 - 16:30h

Os cuidados com as crianças irão refletir na sua vida adulta, portanto, a visita ao pediatra é a melhor forma de prevenção. O pediatra é o médico mais capacitado e qualificado para entender toda a complexidade e as nuances que envolvem as fases da vida de um indivíduo do nascimento até os 19 anos de idade. Thomás Caíres Pereira, especialista que atende na Clínica Mais Vida salienta que a orientação pediátrica é importante para cuidar da saúde em todos os seus aspectos: alimentação, comportamento, doenças e, principalmente, prevenção. Desta forma, as consultas são importantes para identificar quais os riscos que a criança poderá ter e tratar eventuais problemas desde cedo. É importante que os pais desenvolvam um vínculo com o especialista, pois juntos irão se dedicar a cuidar da saúde do seu bem mais precioso. Agende sua consulta. A prevenção é a melhor forma de cuidar da sua saúde! Para maiores informações, ligue: (77) 3441-4545 / (77) 99951-4755 / (77) 99180-9496 / (77) 3441-4500 / (77) 99989-6868.

12 Mar 2019 - 11:30h

Um estudo elaborado pela Escola de Medicina do Kansas, nos Estados Unidos, concluiu que o uso de cigarros eletrônicos mantém em alta os riscos de fumantes sofrerem ataques cardíacos. De acordo com o portal Viva Bem, do Uol, em comparação aos não fumantes, usuários dos e-cigarros têm risco 56% maior de sofrer um infarto.  Além disso, dentro da mesma comparação, pessoas consumidoras dos cigarros eletrônicos podem sofrer um risco 30% maior de sofrer um acidente vascular cerebral (AVC) e é duas vezes mais comum que estas mesmas pessoas apresentem transtornos de ansiedade e até depressão. Fazendo um comparativo com os fumantes de cigarros comuns com de fumantes de e-cigarros, os consumidores do modelo convencional apresentam risco 165% maior de ataque cardíaco, 94% maior de doença arterial coronariana e 78% maior de AVC.

11 Mar 2019 - 14:30h

O costume de compensar no fim de semana as horas de sono perdidas durante os dias úteis não ajuda o corpo a se recuperar do cansaço e ainda contribui para o aumento de peso. A conclusão é de um estudo desenvolvido na Universidade de Colorado Boulder, nos Estados Unidos, com 36 pessoas com diferentes hábitos de sono. Os participantes foram divididos em dois grupos: enquanto um teve o sono restringido a não mais que cinco horas diariamente, o outro compensou as horas sem dormir no fim de semana. Havia ainda um terceiro grupo de controle, que não teve restrições para dormir. Segundo o jornal O Globo, os resultados apontaram que os dois grupos que tiveram o sono limitado apresentaram os mesmos níveis de ganho de peso e deterioração do metabolismo. O grupo que dormiu à vontade no final de semana teve uma leve melhora nos níveis metabólicos. No entanto, a situação se revertia durante a semana, quando o tempo de sono era restringido. O estudo apontou ainda que as pessoas que puderam compensar o sono tiveram mais dificuldade para dormir no fim de semana.

11 Mar 2019 - 11:30h

As taxas de mortalidade por Acidente Vascular Cerebral (AVC) e doenças cardíacas isquêmicas em mulheres caíram em 11% e 6,2%, respectivamente, entre 2010 e 2016. A informação é do estudo Saúde Brasil 2018, realizado pelo Ministério da Saúde. No mesmo período, o índice de mortes por AVC caiu de 39,5 para 35,2 por 100 mil habitantes do sexo feminino. Já as doenças cardíacas apresentaram queda de 55 para 51,6 óbitos por 100 mil. Para o Ministério da Saúde, a redução no número de mortes das duas Doenças Crônicas Não Transmissíveis (DCNTs) que mais matam no país “já demonstra impacto das ações do Plano de Ações Estratégicas para o Enfrentamento das DCNTs”. De acordo com o Bahia Notícias, o plano tem a expansão da Atenção Básica como uma das principais ações. Apesar da queda, as duas doenças continuam sendo as que mais matam a população feminina entre 30 e 69 anos.

11 Mar 2019 - 10:30h

Atualmente, o principal tratamento para o HIV são os antirretrovirais em formato de pílula, que devem ser tomados diariamente. No entanto, essa realidade pode mudar em breve. Pesquisadores anunciaram esta semana a eficiência de um novo método para tratar a infecção: injeções mensais. A ViiV Healthcare, farmacêutica que financiou as pesquisas, destacou que essas injeções facilitam o tratamento – especialmente para pacientes que têm dificuldade em lembrar de tomar a medicação todos os dias. Outro benefício do novo esquema é dar mais privacidade ao portador de HIV: como as doses devem ser aplicadas por médicos e enfermeiros (em clínicas habilitadas), o paciente pode evitar o estigma ao descartar o preenchimento de fichas ou apresentação de receitas para comprar os medicamentos na farmácia. “Algumas pessoas ficarão emocionadas com a conveniência”, disse Mitchell Warren, da AVAC (organização voltada para AIDS), à revista Time. Segundo o Ministério da Saúde, o tratamento contra a doença tem como objetivo manter os níveis de HIV baixos o suficiente para diminuir as complicações relacionadas às infecções pelo vírus, melhorar a qualidade de vida do paciente, reduzir a mortalidade e a transmissão da doença, principalmente para pacientes que têm vida sexual ativa. A injeção trabalha sob o mesmo aspecto, mas os pesquisadores salientaram que não é possível afirmar que o novo método também serve como forma de proteção para parceiros sexuais.  Apesar disso, a ViiV Healthcare espera receber ainda este ano a aprovação dos órgãos responsáveis por regular medicamentos nos Estados Unidos e na Europa.