Os policiais civis de toda a Bahia pararam as atividades por 72 horas. O movimento teve início às 8h desta segunda-feira (18). Segundo o Sindicato dos Policiais Civis do Estado da Bahia (Sindpoc), a categoria protesta pelos crescentes casos de homicídios contra policiais registrados nos últimos meses. De acordo com a entidade, foram 17 entre janeiro e julho, sendo três policiais civis. Em Brumado, apenas 30% do contingente está em serviço na sede da 20ª Coordenadoria de Polícia do Interior (Coorpin). No local, estão sendo realizados apenas alguns atendimentos básicos à população, como o registro de ocorrências.
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Narração automática (IA)Nesta terça-feira (06) e na próxima quarta-feira (07), investigadores e agentes da polícia civil em todo o estado da Bahia estão realizando uma paralisação de 48 horas no intuito de cobrar do governo celeridade na aprovação da aposentadoria especial e discussão imediata do novo modelo de gestão da polícia civil. O Sindicato dos Policiais Civis do Estado da Bahia (SINDPOC) convocou uma nova assembleia para hoje. Com a paralisação, a delegacia de Brumado deixa de atender os registros de queixa durante os dois dias de movimento sindical da categoria. Estão disponíveis apenas serviços como levantamento cadavérico e homicídios.
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Narração automática (IA)De acordo com decisão acertada em assembleia realizada ontem (23), no mês de maio, os policiais civis da Bahia irão paralisar as atividades por 48 horas. A paralisação ocorrerá entre os dias 06 e 08 de maio. Durante a paralisação, será mantido 30% do efetivo trabalhando no atendimento para prisão em flagrante, levantamento cadavérico, crimes contra a criança e contra a vida. De acordo com Bernardino Gayoso, secretário-geral do Sindicato dos Policiais Civis (Sindpoc), a categoria também aprovou indicativo de greve, a qual só será deliberada em conjunto com os servidores estaduais de outros setores. Os policiais reivindicam reajuste salarial, pagamento da URV, e aposentadoria especial para homens e mulheres. Segundo o secretário-geral, a categoria também elaborou um modelo de Segurança Pública que será apresentado do governo do Estado para aprovação.
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Narração automática (IA)Apenas 30% do efetivo de policiais civis lotados na 20ª Coordenadoria de Polícia do Interior (Coorpin), em Brumado, está em atividade nesta quarta-feira (16), pois a categoria aderiu à paralisação de 24 horas proposta pelo Sindicato dos Policiais Civis do Estado da Bahia (SINDPOC). Com a paralisação, os únicos serviços disponibilizados na delegacia são de flagrantes e levantamento cadavérico. Os policiais permitiram a visitação aos detentos e entrega de alimentos. Quem compareceu ao local para fazer registro de ocorrência na manhã desta quarta-feira (16) não foi atendido por conta da determinação que ocorre em todo o estado.
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Narração automática (IA)Os policiais civis do estado da Bahia decidiram em assembleia paralisar as atividades a partir das 08h da próxima quarta-feira (16). Eles só retornarão às atividades no mesmo horário do dia seguinte. 30% do efetivo será mantido trabalhando no atendimento para prisão em flagrante, levantamento cadavérico, e crimes contra a criança e contra a vida. Segundo o Sindpoc, a aprovação do Projeto de Lei que define o reajuste dos funcionários do Estado parcelado em duas vezes desagradou os servidores. Amanhã (15), os trabalhadores devem se reunir em assembleia no Ginásio de Esportes do Sindicato dos Bancários para discutir a possibilidade de greve geral.
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Narração automática (IA)Os policiais civis lotados na 20ª Coordenadoria de Polícia do Interior (Coorpin), em Brumado, também aderiram à paralisação geral da categoria nesta sexta-feira (28). A suspensão das atividades foi deliberada em assembleia com o sindicato dos policiais civis e servidores da Secretaria de Segurança Pública da Bahia, realizada na capital, na última terça-feira (25). A determinação visa cobrar a valorização da categoria. Na oportunidade, os trabalhadores aprovaram um modelo de gestão da corporação que deverá ser apresentado ao governo do estado. Outra reclamação apontada é a de que os delegados titulares deixaram de dar boas notas para os funcionários a fim de impedir que os agentes sejam promovidos.
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Apenas 30% do efetivo trabalhará para atender flagrante delito. (Foto: Reprodução). Segundo o Sindicato dos Policiais Civis do Estado da Bahia (Sindpoc), a polícia civil da Bahia decidiu paralisar as atividades por 24 horas nesta quarta-feira (04). A paralisação acontece em adesão a um movimento nacional chamado União Policial, que também envolve policiais rodoviários federais. A categoria decidiu paralisar as atividades por um dia durante assembleia realizada na terça-feira (03). Todos os serviços da polícia, a exemplo de investigação criminal, registro de denúncias e ocorrências e diligência policial não estão funcionando. Apenas 30% do efetivo trabalhará para atender flagrante delito apresentado pela Polícia Militar, termo circunstanciado e levantamento cadavérico. São reivindicados a implementação da carreira única, o piso salarial nacional e a desmilitarização, além de pautas específicas. O Sindicato informou que caravanas de policiais de todas as regiões do país são esperadas em Brasília, onde deve acontecer um ato público em frente ao Supremo Tribunal Federal (STF).
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Somente 30% do efetivo vai trabalhar durante as 24 horas que os policiais vão paralisar, realizando atendimento de flagrante e levantamento cadavérico. Os policiais civis da Bahia aderiram à convocação das centrais sindicais do país e estão paralisados hoje, quinta-feira (11). Os sindicatos brasileiros chamaram todas as classes para participar, com greves e mobilizações, desse dia nacional de lutas e o Sindicato dos Policiais Civis do Estado da Bahia (Sindpoc) tomou a decisão de fazer parte da manifestação ontem, quarta-feira (10). Somente 30% do efetivo vai trabalhar durante as 24 horas que os policiais vão paralisar, realizando atendimento de flagrante e levantamento cadavérico. Segundo informações passadas pela Polícia Civil, quem tiver necessidade dos serviços prestados por investigadores e escrivães, e tiver dificuldade de acesso deve procurar os delegados titulares das unidades territoriais e especializadas, que estarão abertas, atendendo ao público. Para fazer registro de ocorrências, a polícia tem ainda a opção da Delegacia Digital, clique aqui e acesse o site.
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Narração automática (IA)A paralisação de 24 horas da Polícia Civil da Bahia, iniciada na manhã desta segunda-feira (06), tem por objetivo a reivindicação de 5,4% de reajuste salarial para a categoria. Até então, o governo havia ofertado aumento de 2,5% mais promoções. De acordo com Marcos Maurício, presidente do Sindicato dos Policiais Civis da Bahia (Sindpoc), 30% do efetivo está sendo mantido em operação nas atividades administrativas. Em Brumado, sede da 20ª Coordenadoria de Polícia do Interior (Coorpin) as atividades da Polícia Civil procederam normalmente, com registros de ocorrências e demais atividades. A única alteração na unidade foi a presença dos delegados plantonistas que passaram a manhã reunidos com o delegado coordenador Leonardo Rabelo, debatendo assuntos administrativos internos.
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A primeira paralisação acontece na segunda-feira (6) e a outra será na sexta-feira (10) como forma de protesto em busca do atendimento das reivindicações da categoria. De acordo com informações publicadas no Jornal Correio, policiais civis decidiram em assembleia realizada nesta quinta-feira (2) fazer duas paralisações na próxima semana. A primeira paralisação acontece na segunda-feira (6) e a outra será na sexta-feira (10) como forma de protesto em busca do atendimento das reivindicações pautadas pela campanha salarial de 2013, entre as quais o aumento salarial de 5,84%, para acompanhar o crescimento da inflação em 2012, contra 2,5% oferecido pelo governo do estado. A categoria não descarta a possibilidade de entrar em greve. O secretário-geral do Sindpoc, Bernardino Gayoso, afirmou que, embora a categoria esteja negociando com o governo, entrará em greve no próximo dia 7. De acordo com Gayoso, se os servidores públicos da saúde, da Polícia Militar, da Justiça e de outros segmentos decidirem pela greve, a Polícia Civil também poderá participar do movimento. Depois da primeira paralisação, os policiais farão uma avaliação da proposta do governo, a fim de decidir os próximos passos a serem dados pela categoria.