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Guanambi: Onze ciganos vão a júri popular Advogados já ingressaram com um recurso para a suspensão do júri, para que o mesmo ocorra após o julgamento do TJ-BA. (Foto: Reprodução).

Onze ciganos envolvidos na chacina ocorrida no Bairro Brasília, em Guanambi, no sudoeste baiano, no ano de 2007, quando o Tenente Gilson Santiago e o comerciante Paulo Sérgio foram mortos, irão a júri popular. A decisão foi proferida pelo juiz Roberto Paulo Prohmann Wolff, que já decretou a prisão dos ciganos Adarci de Oliveira, João Celino de Oliveira e Carlos de Oliveira, em função do não comparecimento aos atos processuais. Os advogados criminalistas José Alberto Daltro Coelho, João de Melo Cruz, Francisco Rigaud Amorim e Igor Huady Cerqueira Ribeiro ingressaram com recurso contra a decisão do magistrado alegando a inocência dos réus. O recurso interposto pelos advogados suspende a realização do Júri, que só poderá ocorrer após o julgamento pelo Tribunal de Justiça da Bahia.

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Mortugaba: Justiça Eleitoral cassa mandatos de prefeito e vice-prefeita Heráclito Luiz Paixão Matos (PT) teve seu diploma cassado pelo juiz Roberto Paulo Prohmann Wolff, da 92ª Zona Eleitoral. (Foto: Reprodução/TSE).

A Justiça Eleitoral de Jacaraci cassou os mandatos de Heráclito Luiz Paixão Matos (PT) e Elite Cerqueira Brito David (PT), prefeito e vice-prefeita do município de Mortugaba, no sudoeste baiano, eleitos com 53,70% dos votos válidos. Segundo denúncia protocolada na justiça eleitoral pela coligação derrotada nas últimas eleições, encabeçada pelo ex-candidato Júlio César Mendes Caíres Manoel Silva (PP), o irmão do atual gestor da cidade, Dásio Paixão Matos Filho estaria visitando residências de pessoas carentes na região da Fazenda Canto, zona rural da cidade, oferecendo cestas básicas e roupas em troca de votos em favor de Heráclito. Na Ação de Investigação Judicial Eleitoral (AIJE), foram apresentadas gravações em vídeo comprovando que pessoas ligadas aos investigados estariam envolvidas na captação ilícita de sufrágio. Ainda segundo a ação judicial, donativos arrecadados pela comunidade de Mortugaba com o objetivo de ajudar os desabrigados pela chuva no estado do Rio de Janeiro, no ano de 2011, foram entregues clandestinamente em favor do candidato petista. O juiz Roberto Paulo Prohmann Wolff, da 92ª Zona Eleitoral, julgou procedente a ação, reconhecendo a prática da captação ilícita de votos pelos investigados. “Em consequência, casso os respectivos diplomas expedidos pela junta eleitoral, em favor dos candidatos eleitos ao cargo de Prefeito e Vice-Prefeita da cidade de Mortugaba, ora investigados, e aplico-lhes, além da cassação de seus diplomas eleitorais, a multa de 10 (dez) mil UFIR’S, na forma da parte final do art. 41-A, da Lei n. 9.504/97”, sentenciou o magistrado. O juiz ainda anulou a votação realizada no último dia 07 de outubro de 2012 e declarou vagos os respectivos cargos. Roberto Paulo ainda mandou intimar o presidente da Câmara de Mortugaba a fim de que este assuma, provisoriamente, o comando do Poder Executivo Municipal até ulterior deliberação deste juízo ou do TRE-BA.

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