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Brumado: Pablo Renan é condenado por lesão corporal, mas poderá recorrer em liberdade Pablo e Janaína saíram abraçados do Fórum Duarte Moniz. (Foto: Lay Amorim/Brumado Notícias).

Pablo Renan Novaes e Janaína Santos Nascimento saíram abraçados do Fórum Duarte Moniz na tarde desta quinta-feira (13) após o júri popular em que ele era acusado de ter tentado matar a companheira no dia 1º de dezembro de 2012. Na época, ele teria jogado água quente no rosto e tórax de Janaína enquanto ela dormia com o filho. No início do julgamento, ainda no período da manhã, Janaína surpreendeu a todos os presentes na sala do júri ao dizer que havia mentido sobre a tentativa de homicídio e que ela havia sido atingida acidentalmente durante uma discussão. O tribunal do júri acatou a tese de defesa do defensor público Welton Gama e desclassificou a acusação de tentativa de homicídio. Assim, Renan foi condenado apenas por lesão corporal grave sem intenção de matar. O juiz Genivaldo Alves Guimarães decretou pena de 4 anos de reclusão. Todavia, como o réu já havia cumprido 1/6 da pena, ele poderá recorrer da sentença em regime aberto. Caso seja condenado em novo processo, ele passará ao regime semiaberto. Em entrevista ao site Brumado Notícias, o defensor Welton Gama disse que a decisão pode ser considerada uma vitória, vez que, se a tese da promotoria fosse acatada, seu cliente seria condenado a uma pena de 12 a 30 anos de reclusão em regime fechado. O defensor declarou que nos próximos cinco dias irá recorrer da sentença. A nossa reportagem, Renan disse que vai provar para a sociedade que é inocente. “Vou provar para a sociedade que sou um homem trabalhador e que vou cuidar de meu filho e da minha esposa. Quero construir minha família em paz”, reforçou ele.

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Brumado: Filho que matou pai é condenado a 15 anos de reclusão Segundo o juiz Genivaldo Guimarães, Fábio Moreira Alves será encaminhado para a penitenciária Lemos de Brito. (Foto: Lay Amorim/Brumado Notícias).

Em julgamento realizado na última terça-feira (01), Fábio Moreira Alves foi condenado por júri popular a 15 anos de prisão pelo assassinato de seu próprio pai. A pena determinada deve ser cumprida em regime inicial fechado, ou seja, cumprirá 2/5 do tempo em regime fechado e depois passa para o semiaberto. O réu também foi julgado pela ameaça contra a vida da irmã e a pena dada foi de dois meses, substituída por prestação de serviços à comunidade. O defensor público do réu, Welton Gama, já declarou que vai recorrer da decisão. “A pena para o caso de Fábio seria de 12 a 30 anos, então eu já vou recorrer”, garantiu. Em entrevista ao site Brumado Notícias, o juiz do caso, Genivaldo Alves Guimarães, contou que o julgamento transcorreu bem, iniciando por volta das 8h30 e finalizado às 18 horas. “Ele [Fábio Alves] será encaminhado para a penitenciária Lemos de Brito, em Salvador”, afirmou Guimarães. O juiz também declarou que nesse momento a vara crime de Brumado está priorizando os casos em que os réus já estão presos, e que possivelmente ainda no mês de outubro haverá outro julgamento no tribunal do júri.

Brumado
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Brumado: Advogado diz que PM errou em acusação e pede ajuda para tratamento do acusado Segundo o defensor público municipal, Welton Gama, o jovem Douglas Patrick é usuário de drogas e não assaltante. (Foto: Lay Amorim/Brumado Notícias).

O Defensor Público Municipal de Brumado, Welton Gama, apresentou nesta sexta-feira (03) uma resposta em defesa do jovem Douglas Patrick, que no dia 26 de abril foi detido portando arma de fogo e sob a acusação de ser um assaltante. Segundo o Defensor, a polícia se equivocou ao fazer as acusações contra Patrick e, por isso, precisa se retratar como forma de reparar o dano causado à família do jovem.  “Patrick foi acusado injustamente de assalto. Ele é usuário e iria trocar a arma por drogas. Ele jamais participou de assalto, ele é dependente químico. Cabe a polícia agora investigar e prender os verdadeiros bandidos. Patrick foi só um ‘laranja’, por isso queremos justiça pelo fato de a família do rapaz estar sendo muito prejudicada no bairro onde mora”, declarou Gama. A avó de Douglas, Dona Zilda de Castro, fez um apelo emocionado em defesa do neto. “Sou eu quem mantenho as despesas dele, ele não é um assaltante, mas sim um dependente químico. Sofro com ele por causa da dependência química, que se tornou uma doença em nossas vidas, por isso até peço ajuda da sociedade. Ao invés de condenar o meu neto que me ajudem a cuidar da libertação dele desse vício das drogas”, disse. Patrick assumiu ser usuário, mas nega ser assaltante. “Quero sair sim do meu vício. Vivi uma experiência muito ruim e estou me sentindo injustiçado. Não sou esse bicho que estão apontando, mas quero provar isso deixando de lado a minha dependência por drogas”, prometeu o rapaz. Para ser mantido em um centro de recuperação em Feira de Santana, a família de Douglas terá de desembolsar um salário mínimo por mês para cobrir os custos durante o período de desintoxicação.

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