Após os bancários dos bancos privados do país terem decidido pelo fim da greve durante a última sexta-feira (11), agora foi a vez dos bancários do Banco do Brasil também optarem por aceitar a proposta da Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) e por fim ao movimento. Em assembleia realizada na noite de ontem (11), em Salvador, os trabalhadores votaram pelo encerramento da greve e aceitaram a contraproposta de 8% de reajuste salarial e demais verbas e 8,5% de reajuste no piso. Assim como nas agências privadas, as atividades no Banco do Brasil também serão retomadas na próxima segunda-feira (14). Apenas os bancários do Banco do Nordeste e da Caixa Econômica Federal permanecem paralisados. A greve foi iniciada no dia 19 de setembro em todo estado.
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Narração automática (IA)Em assembleia realizada nesta sexta-feira (11), os bancários dos bancos privados HSBC, Bradesco, Santander e Itaú do sudoeste baiano aprovaram o fim da paralisação após 23 dias de greve nacional. A partir da próxima segunda-feira (14), as atividades nas agências citadas serão retomadas nos 45 municípios que compõem a base do Sindicato. Segundo o diretor de imprensa do Sindicato dos Bancários, Eduardo Moraes, apesar de considerarem a proposta da Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) aquém da expectativa - reajuste de 8% no salário base e demais verbas, mais acréscimo de 8,5% no piso salarial – os bancários dos bancos privados deliberaram pelo fim da greve por ampla maioria. A greve continua no Banco do Nordeste, Caixa Econômica Federal e Banco do Brasil, vez que as propostas das três instituições foram rejeitadas pelos bancários de Conquista e região. Novas assembleias serão realizadas na próxima segunda-feira (14), às 17h, para nova avaliação do movimento.
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Narração automática (IA)Após 22 dias de paralisação, o Comando Nacional dos Bancários e a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) chegaram a um acordo na madrugada desta sexta-feira (11) para encerrar a greve da categoria. O próximo passo é levar a decisão para ser votada nas assembleias locais. Caso a proposta seja aprovada, a greve será encerrada. De acordo com a Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), todos os sindicatos do país devem realizar assembleias para discutir o assunto até a próxima segunda-feira (14). O acordo prevê reajuste de 8% (1,82% de aumento real); 8,5% (2,29%) de reajuste para o piso da categoria, e compensação pelos dias parados pela greve de até uma hora por dia (entre segunda e sexta-feira) até o dia 15 de dezembro. O presidente da Contraf e coordenador do Comando Nacional dos Bancários, Carlos Cordeiro, considerou a proposta patronal positiva e orientou os sindicatos da categoria a aceitar o acordo, finalizando a greve. No início do movimento, os bancários pediam reajuste salarial de 11,93% (5% de aumento real além da inflação), Participação nos Lucros e Resultado (PLR) de três salários mais R$ 5.553,15 e piso de R$ 2.860.
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Narração automática (IA)Durante a sessão legislativa realizada na última segunda-feira (08), o vereador Weliton Lopes (PR) chamou a atenção para os efeitos da greve dos bancos iniciada no dia 19 de setembro que estão sendo sentidos pela população e pelo comércio local. Segundo Lopes, os comerciantes e os populares estão impossibilitados de realizarem transações bancárias essenciais. O vereador disse que reconhece os direitos da categoria, mas que é preciso pensar na população. Lopes convocou os demais parlamentares para um conversa com os bancários, a fim de que estes possam realizar ao menos os atendimentos prioritários. “Não podemos aceitar que em prol da garantia do direito de uma classe trabalhista, milhares de pessoas sejam prejudicadas”, afirmou, salientando que as pessoas mais simples, que não sabem fazer uso dos caixas eletrônicos, estão sendo as mais prejudicadas. Ao final, o parlamentar disse que o poder judiciário deveria interferir para que os atendimentos de primeira necessidade sejam garantidos.
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Narração automática (IA)A proposta da Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) de 7,1% de ajuste salarial para os mais de 500 mil funcionários dos bancos brasileiros não foi aceita pelos bancários de Vitória da Conquista e região. A decisão, unânime, foi tomada porque os trabalhadores consideram que o valor oferecido não contempla os anseios da categoria. Os bancários reivindicam, além do reajuste de 11,93% - equivalente a 5% de aumento real, mais inflação – melhores condições de trabalho, mais segurança e igualdade de oportunidades. E segundo o Sindicato dos Bancários de Vitória da Conquista e Região, aumentou o número de bancos baianos aderindo à greve. São 837 unidades em greve no estado, das 71 fazem parte do Sindicato regional. A posição dos trabalhadores é de manter a paralização das atividades até que a Fenaban apresente uma proposta que eles considerem como ‘decente’.
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Narração automática (IA)Já se passaram quase 20 dias desde que a greve dos bancários foi deflagrada em todo o Brasil. Em Brumado, a paralisação tem causado prejuízos ao comércio local e os clientes têm sofrido com a falta de atendimento nas agências. O site Brumado Notícias percorreu o centro comercial do município na manhã desta segunda-feira (07) e registrou muitas filas em correspondentes bancários e casas lotéricas. As agências da Caixa Econômica, do Bradesco e do Banco do Brasil estão lotadas e os clientes reclamam da falta de dinheiro nos caixas eletrônicos. A queixa é ainda maior no Banco do Brasil, onde centenas de operários da Ferrovia de Integração Oeste Leste (Fiol) estiveram desde às 06h tentando sem êxito sacar o dinheiro do pagamento. A nossa reportagem entrevistou Rui Coqueiro, diretor regional do Sindicato dos Bancários, e o mesmo esclareceu que na mesa de negociações da última sexta-feira (04) os banqueiros fizeram a proposta de 7,1% de aumento. Segundo o sindicalista, o valor não representa nem 1% de aumento real. A categoria reivindica o reajuste de 11,9%, o equivalente a inflação mais 5% de aumento real. Com o entrave nas negociações, o sindicalista admite que esta paralisação está sendo a maior e mais prejudicial greve para o país nas duas últimas décadas.
“Essa é a maior greve dos últimos 20 anos, e na minha experiência é a que mais está afetando os bancos públicos que movimentam as cidades, a agricultura e a aquisição da casa própria, causando um grande desgaste. Está sendo uma paralisação radical, por conta da insensibilidade dos senhores banqueiros”, afirmou Coqueiro. A nossa reportagem também ouviu o presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) de Brumado. Manoel Messias, e o mesmo aponta uma queda assustadora nos rendimentos do comércio local, o que vem causando um efeito cascata na economia regional. “Todo o setor varejista local está afetado com o equivalente a 50% de prejuízo real nesse primeiro período de avaliação. É uma bola de neve em crescimento que vem causando um grande prejuízo no comércio local, que afeta também a economia regional, desde o comércio varejista até o consumidor final, tendo em vista que Brumado hoje é cidade pólo em sua microrregião”, concluiu o presidente.
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Narração automática (IA)As reclamações quanto aos serviços e atendimento do Banco do Brasil em Brumado continuam. Desde o início da greve dos bancários, caixas eletrônicos do terminal de autoatendimento não estão realizando operações de depósito. Por conta da situação, muitos clientes estão com as contas ‘estouradas’ e até apelando para os credores não depositarem os cheques em outras agências bancárias que realizam o procedimento. Boletos de valores altos também não estão sendo pagos, gerando enormes prejuízos ao comércio local. Além de todos os transtornos, desde o último sábado (05), os clientes do BB não conseguem sacar dinheiro nos caixas eletrônicos da agência, pois todos estão sem dinheiro. Na manhã desta segunda-feira (07), a reportagem do site Brumado Notícias esteve no local e presenciou a revolta de dezenas de clientes. A agência estava lotada e muitos clientes ficaram até do lado de fora da agência por conta das filas enormes dentro do banco. “É um absurdo! Estão brincando com a nossa cara, isso é uma tremenda falta de respeito com os clientes”, disse um brumadense, frustrado por não conseguir sacar dinheiro para pagar as contas.
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Narração automática (IA)A greve geral dos bancos foi iniciada na última quinta-feira (19) e, desde então, os bancários mantêm estado de assembleia permanente. De acordo com o Sindicato dos Bancários de Vitória da Conquista, a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) e o governo federal não sinalizaram no sentido de realizarem novas negociações preferindo punir a população com a ausência dos serviços. Por isso, a mobilização continua, e os bancários ampliaram a adesão nas agências das 46 cidades da base. A população está sendo esclarecida pelas comissões de convencimento quanto ao uso de canais alternativos. “Nossa assembleia será convocada a partir da orientação do Comando Nacional dos Bancários, quando as negociações forem retomadas e uma nova proposta for apresentada”, esclareceu o diretor Eduardo Moraes. Vitória da Conquista, Brumado, Poções e Itapetinga mantêm o índice de adesão à greve em 100%. No total, são 66 agências fechadas em toda a região, com 81,5% dos bancários parados, o que representa 924 funcionários. Em todo país, as paralisações atingiram 9.015 agências e centros administrativos de bancos públicos e privados do país, um crescimento de 23,8% em relação à sexta-feira (20).
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Narração automática (IA)A greve dos bancários não deve terminar essa semana. Segundo o presidente da Federação dos Bancários da Bahia e Sergipe (FEEB-BA/SE), Emanoel Souza, a greve continua, pelo menos, até a próxima segunda-feira (23), pois ainda não houve nenhuma negociação com os bancos. A partir da próxima semana, o Comando Nacional estará de plantão em São Paulo, aguardando qualquer reunião para negociação. “Na base da Bahia e Sergipe, a greve começou muito forte”, destacou o presidente da FEEB-BA/SE ao Jornal Correio. Nos dois estados, 640 unidades ficaram fechadas neste primeiro dia de greve, que é por tempo indeterminado. No ano passado, o número foi de 439, segundo ele. Na Bahia, 543 agências ficaram fechadas. Na ultima quinta-feira (19), a categoria se reuniu para discutir o encaminhamento da greve. Os bancários da base do Sindicato da Bahia decidiram aderir à paralisação nacional por tempo indeterminado em assembleia realizada na semana passada. A categoria reivindica reajuste salarial de 11,93% (5% de aumento real além da inflação). A pauta de reivindicações também inclui, por exemplo, maior participação nos lucros e resultados, fim das metas, do assédio moral, investimentos em saúde e segurança, além de melhores condições de trabalho. A Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) oferece 6,1% de reajuste, proposta que não foi aceita pela categoria.
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Narração automática (IA)Os bancos de todo país entraram em greve por tempo indeterminado nesta quinta-feira (19). Em entrevista ao site Brumado Notícias, o diretor do Sindicato dos Bancários de Vitória da Conquista e região, Rui Coqueiro, falou sobre a paralisação. Segundo ele, os bancários optaram pela greve tendo em vista que, após quatro rodadas de negociações, os banqueiros foram intransigentes e não apresentaram uma nova proposta de reajuste à categoria. Para ele, os 6,1% de reajuste oferecido pelos banqueiros é uma afronta aos trabalhadores. “Infelizmente, muita gente é prejudicada pelo fechamento dos bancos, mas essa é uma luta justa. Os bancários estão pedindo 11,1% de reajuste. É uma reivindicação pequena, que os bancos podem cumprir, pois estão lucrando muito. Em seis meses, o Banco do Brasil e o Bradesco bateram recorde de lucro - 10 bilhões e 7,5 bilhões respectivamente”, informou o diretor. Além do aumento no reajuste, os bancários pedem a contratação de mais trabalhadores para melhor atendimento do cliente e diminuição da jornada de trabalho. Coqueiro explicou que a paralisação envolve bancos públicos e privados, uma vez que a reivindicação é unificada. Em Brumado, além da paralisação, os clientes estão tendo dificuldades com os caixas eletrônicos, que não estão funcionando.
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A paralisação visa o cumprimento das exigências contidas na Lei nº 7.783/89 e segue a orientação nacional unificada das centrais sindicais. Através de Assembleia Geral Extraordinária realizada nesta quinta-feira (04), os empregados pertencentes à categoria bancária, sob a orientação do Sindicato dos Bancários de Vitória da Conquista e região, decidiram pela paralisação das atividades da categoria. A greve terá início a partir da meia noite do dia 11 de julho, próxima quinta-feira. Segundo o presidente do Sindicato, Delson Coêlho, a paralisação visa o cumprimento das exigências contidas na Lei nº 7.783/89 e segue a orientação nacional unificada das centrais sindicais.