Tag

#2679

23 notícia(s) encontrada(s)
Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)
Mais de 90% dos brasileiros estão insatisfeitos com saúde pública e privada

93% da população brasileira considera os serviços públicos e privados de saúde no país regulares, ruins ou péssimos de acordo com pesquisa do Instituto Datafolha, feita a pedido do Conselho Federal de Medicina (CFM) e da Associação Paulista de Medicina (APM). Filas de espera, acesso aos serviços públicos e gestão de recursos são os principais problemas enfrentados no setor. O levantamento mostra que 87% dos brasileiros aponta a saúde como a área de maior importância - para 57%, o tema deve ser tratado como prioridade pelo governo federal. Os dados também revelam críticas ao Sistema Único de Saúde (SUS). Mais da metade dos entrevistados que buscaram atendimento na rede pública relataram ser difícil ou muito difícil conseguir o serviço pretendido, sobretudo cirurgias, atendimento domiciliar e procedimentos específicos como hemodiálise e quimioterapia. Em relação à qualidade dos serviços, 70% dos que buscaram o SUS disseram estar insatisfeitos e atribuíram avaliações que variam de regular a péssimo. A percepção mais negativa está relacionada ao atendimento nas urgências, emergências e em pronto-socorro. A pesquisa foi feita entre os dias 3 e 10 de junho de 2014 e ouviu 2.418 homens e mulheres com idade mínima de 16 anos em todos os estados brasileiros. A margem de erro é de dois pontos percentuais.

Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)
SUS passa a oferecer vacina contra hepatite A para crianças

Segundo anúncio feito pelo Ministério da Saúde nesta terça-feira (29), o Sistema Único de Saúde passará a oferecer a vacina contra a Hepatite A para crianças de um até dois anos incompletos. A meta da pasta é imunizar 95% do público-alvo. Embora na Bahia existam 209.979 crianças na faixa etária, inicialmente apenas 87,6 mil doses serão ofertadas ao estado. O esquema vacinal criado pelo Programa Nacional de Imunizações (PNI) prevê uma dose única da imunização. Com a inclusão, o país passa a oferecer, gratuitamente, 14 vacinas de rotina. A decisão garante a recomendação da Organização Mundial de Saúde (OMS). A Hepatite A é uma doença infecciosa aguda que atinge o fígado.

Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)

Após repercussão negativa, o Ministério da Saúde revogou nesta quinta-feira (29) a Portaria 415, que oficializava o aborto nos procedimentos do SUS nos hospitais do país. A polêmica envolvendo o assunto e a insegurança jurídica sobre a questão teriam feito o governo recuar na decisão. Embora o aborto através do SUS tenha sido oficializado apenas em casos de estupro, risco de vida e anencéfalo, o não detalhamento dos procedimentos gerou uma discussão polêmica em torno da portaria, e juristas viram brecha para uma ampla abordagem e risco de prática geral do aborto além dos casos especificados. O governo ainda não decidiu se irá aperfeiçoar o texto. 

Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)
Ministério da Saúde oficializa aborto; SUS pagará R$ 443

Na última quinta-feira (22), uma portaria do Ministério da Saúde oficializou o procedimento do aborto nos hospitais brasileiros. Para cada caso, o Sistema Único de Saúde pagará R$ 443. A portaria, que já foi publicada no Diário Oficial da União, estabelece a "interrupção da gestação/antecipação terapêutica do parto previstas em lei". Vale ressaltar que a medida é válida apenas para casos de estupro, gestação de anencéfalos ou quando há risco de morte para a mulher. Entre os pré-requisitos para a realização do aborto estão a presença de um acompanhante e que o procedimento seja realizado de acordo com as normas técnicas, protocolos clínicos e diretrizes estabelecidas pelo Ministério.

Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)
SUS incorpora aparelho de alta precisão para diagnóstico de câncer Foto: Lanny Nagler/University of Connecticut

Um aparelho de alta precisão para diagnóstico e tratamento de vários tipos de câncer, o PET-Scan, foi incorporado pelo Sistema Único de Saúde (SUS). A decisão foi publicada no Diário Oficial da União (DOU). De acordo com a Agência Brasil, o exame realizado com o aparelho verifica a dimensão exata de 20 doenças, na maioria câncer. Pelo SUS, o exame só será coberto para câncer de pulmão, colorretal, linfoma de Hodgkin e não Hodgkin. Com a incorporação, a previsão é de que este ano pelo menos 69.790 casos dessas doenças sejam registrados. Os planos de saúde são obrigados a cobrir o procedimento para oito enfermidades.

Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)

O vereador e presidente da Câmara de Itabuna, brumadense Aldenes Meira (PCdoB), participou da programação referente à Semana de Humanização do Sistema Único de Saúde (SUS), que acontece em todo o país. A atividade é uma iniciativa do Ministério da Saúde e envolve gestores, trabalhadores, usuários e representantes de movimentos sociais, que promovem ações relacionadas à Política Nacional de Humanização do SUS. Aldenes falou sobre a relevância da proposta. “É muito positivo discutirmos e avançarmos na ideia de construir um sistema de saúde pública que de fato cumpra o que está previsto em lei e na Constituição Federal”, disse. Em Itabuna, no sul da Bahia, o tema central da Semana de Humanização é “Cuidando de mim, cuidando de ti, cuidando de nós: assim construiremos o Sistema Único de Saúde que queremos para Itabuna”.

Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)
Novas diretrizes para cursos de medicina incluem estágio no SUS Foto: Reprodução

A Câmara de Educação Superior do Conselho Nacional de Educação (CNE) aprovou nesta quinta-feira (3) as novas diretrizes curriculares nacionais dos cursos de medicina. As mudanças incluem a obrigatoriedade de que pelo menos 30% da carga horária do estágio obrigatório, em regime de internato, ocorra no Sistema Único de Saúde (SUS), na atenção básica e em serviço de urgência e emergência. O documento segue agora para o ministro da Educação, Henrique Paim, a quem caberá analisar e homologar as diretrizes. As novas diretrizes aprovadas pelo CNE incluem ainda uma avaliação nacional dos estudantes de medicina a cada dois anos, que será obrigatória e classificatória para os programas de residência médica.

Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)
Vacinação contra a gripe este ano inclui crianças com até 5 anos incompletos

Entre os dias 22 de abril e 09 de maio terá início a campanha nacional de vacinação contra a gripe. Neste ano, crianças com idade entre 6 meses e menores de 5 anos também serão imunizadas. Até o ano passado, apenas aquelas na faixa etária de 6 meses a menos de 2 anos recebiam a dose. De acordo com o Ministério da Saúde, o público-alvo da campanha em 2014 totaliza 49,6 milhões de pessoas. A meta é vacinar 80% dessa população, que inclui, além das crianças, os idosos com mais de 60 anos, trabalhadores da saúde, povos indígenas, as gestantes, mães puérperas (até 45 dias após o parto), a população privada de liberdade e os funcionários do sistema prisional. A orientação é para que pessoas com doenças crônicas não transmissíveis ou com outras condições clínicas especiais também recebam a dose. Pacientes cadastrados em programas de controle de doenças crônicas no Sistema Único de Saúde (SUS) devem procurar os postos onde estão registrados para receber a vacina.

Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)
Maioria das reclamações no SUS é por demora no atendimento Foto: Reprodução

O projeto Caixa-Preta, da Associação Médica Brasileira (AMB), que recebe denúncias da população sobre o atendimento na rede pública de saúde recebeu mais de 900 denúncias em 13 dias de lançamento. A demora para ser atendido, com 58% das reclamações, foi o item mais citado pelos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS). Em seguida veio a falta de leitos, com 26% das reclamações. De acordo com a Agência Brasil, o projeto prevê que o próprio usuário do SUS denuncie quando o sistema não funcionar como previsto em lei. As denúncias podem ser feitas no site www.caixapretadasaude.org.br.

Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)
Ministério da Saúde cria serviço de referência para tratar câncer de colo de útero e de mama A portaria entra em vigor nesta segunda-feira (03).

O Serviço de Referência para Diagnóstico e Tratamento de Lesões Precursoras do Câncer de Colo de Útero e o Serviço de Referência para Diagnóstico de Câncer de Mama foram criados através de Portaria do Ministério da Saúde publicada nesta segunda-feira (03) no Diário Oficial da União. De acordo com a Agência Brasil, o objetivo da instituição dos serviços é incentivar o diagnóstico precoce de câncer de colo de útero e de mama e fortalecer ações voltadas ao tratamento. A portaria entra em vigor hoje.

Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)
Conquista: Serviço de imagem do HGVC será privatizado pelo Governo da Bahia Atualmente, o serviço de imagem do hospital é deficitário e os equipamentos vivem quebrados. (Foto: Daniel Silva).

A iniciativa privada será responsável por administrar e operar os Serviços de Apoio ao Diagnóstico por Imagem na rede pública de saúde da Bahia. A execução dessa medida está sendo viabilizada por meio de uma concessão administrativa, dada pela Secretaria Estadual de Saúde. Segundo o Governo da Bahia, essa iniciativa vai proporcionar o provimento dos serviços de telemedicina, diagnóstico e bioimagem em 12 Unidades Hospitalares da rede própria do Estado. As empresas que deverão assinar contrato com o administração estadual ficará encarregada de oferecer tipos de exames como: radiologia convencional, mamografia, tomografia computadorizada e ressonância magnética. Segundo informações obtidas pelo site Brumado Notícias, o Hospital Geral de Vitória da Conquista integra a lista das unidades que terão o serviço administrado e operacionalizado pela iniciativa privada. Atualmente, o serviço de imagem do hospital é deficitário e os equipamentos vivem quebrados. A expectativa é que a Parceria Público-Privado possa melhorar os níveis de qualidade no atendimento dos pacientes. No entanto, a proposta não tem sido vista com bons olhos por alguns setores que defendem o fortalecimento do Sistema Único de Saúde. Algumas fontes afirmaram que essa medida fere vários princípios da Lei que regulamenta o SUS. Eles chamaram atenção para lei de nº 8.080, de 19 de setembro de 1990, que garante no Art. 4º, inciso 2º que a iniciativa privada poderá participar do Sistema Único de Saúde (SUS), em caráter complementar. “A forma como o contrato de concessão foi realizado só favorece a iniciativa privada, legitimado pelo discurso de ampliação da oferta de serviço. O Governo da Bahia está enfraquecendo o SUS com essa medida, quando deveria fortalecê-lo”, afirmou um dos profissionais do serviço de saúde pública da cidade.

Brumado
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)
Brumado: Populares continuam reclamando das longas filas na Central de Marcação Muitas pessoas já estavam há horas na fila, quando tiveram de almoçar apenas biscoito com água para não perderem o lugar. (Foto: Lay Amorim/Brumado Notícias).

Longas filas ainda são formadas todos os dias na Central de Marcação e Regulação de Exames, em Brumado. O site Brumado Notícias registrou a espera de pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS), que ficam horas na fila para conseguir uma senha de atendimento a fim de agendar exames na rede pública de atendimento. Muitas pessoas já estavam há horas na fila na tarde da última segunda-feira (27), quando tiveram de almoçar apenas biscoito com água para não perderem o lugar. Os populares reclamam da pouca quantidade de senha que é disponibilizada por dia no setor. O secretário de Saúde, Cláudio Feres, garantiu que 180 senhas são distribuídas todos os dias. Segundo ele, a demora no atendimento estaria ocorrendo por conta da baixa de contingente na Central de Marcação - três funcionárias deixaram de atender no setor. Feres adiantou que a demanda só será regularizada após os concursados assumirem seus postos.

Brumado
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)
Brumado: Família aciona Ministério Público contra a Secretaria de Saúde Maurício Santos está há mais de um ano lutando contra um desgaste nos ossos das pernas, problema que causa bastante dor e desconforto. (Foto: Lay Amorim/Brumado Notícias).

Maurício Santos da Silva, 40 anos, está há mais de um ano lutando contra um desgaste nos ossos das duas pernas, problema que causa bastante dor e desconforto. Desde que descobriu o problema, ele passou a andar utilizando muletas. Em entrevista ao site Brumado Notícias, o paciente, que corre sério risco de ficar atrofiado, declarou que no mês de abril de 2013 ele e sua mãe, Geni Santos Silva, 73 anos, que é sua procuradora, entraram com uma ação contra o município exigindo o tratamento de saúde. Segundo o paciente, foi realizada uma audiência e, na ocasião, o secretário municipal de Saúde, Cláudio Feres, teria afirmado diante do juiz que o município faria a cirurgia de alta complexidade com o auxílio de um médico de São Paulo. “Foi tudo para enganar o juiz e derrubar a ação que movemos no Ministério Público, pois eu passei por uma bateria de exames preparatórios e, depois de tudo, o secretário falou que o município não teria mais condições de arcar com o tratamento”, disse o homem. Há cerca de quatro meses, sua mãe entrou com uma nova ação no Ministério Público. Maurício declarou que faz uso diário de remédios que custam R$ 200 por mês e que ele não tem condições de arcar com os custos do tratamento. Para piorar, o INSS se recusa a afastar o paciente. “O ortopedista que me avaliou aqui em Brumado disse que o meu quadro é crítico. Eu até pensei que conseguiria ficar encostado pelo INSS, mas, para minha surpresa, o médico atestou no laudo que estou apto para trabalhar. Mas como?”, indagou Maurício, fazendo um apelo final. “Peço que me ajudem a amenizar meu sofrimento, pois são 24 horas de dores constantes”, afirmou. 

Brumado: Família aciona Ministério Público contra a Secretaria de Saúde O secretário Cláudio Feres garante todo o suporte para o paciente, mas o município não tem como gastar R$ 400 mil com próteses importadas. (Foto: Lay Amorim/Brumado Notícias).

A nossa reportagem falou com o secretário de saúde e o mesmo deu uma versão diferente dos fatos. Feres descreveu que o paciente recebeu todo o suporte do município, mas rejeitou as próteses do SUS, exigindo equipamentos importados, que custam muito caro. “Nós conseguimos sim todo o tratamento para ele, mas a família resolveu ir buscar uma opinião em Salvador e um médico de lá disse que a prótese do SUS não presta. Com isso eles solicitaram próteses importadas. Quando fizemos o orçamento descobrimos que cada prótese fica por R$ 200 mil cada, ou seja, a Secretaria teria de arcar com R$ 400 mil com apenas um paciente. Se ele quiser fazer pelo SUS estamos aqui à disposição. Faremos todos os procedimento para encaminhá-lo para Salvador, mas dessa forma como estão querendo, infelizmente, não temos como atender”, explicou o secretário.

Brasil
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)

Pacientes de linfoma não Hodgkin de células B folicular terão a partir deste ano a opção terapêutica do anticorpo monoclonal rituximabe pelo Sistema Único de Saúde (SUS) em primeira e segunda linha (quando a doença resiste ou retorna após o primeiro tratamento com outro medicamento). O Ministério da Saúde ampliou o uso do medicamento, que antes era garantido apenas para o tratamento do tipo mais agressivo da doença, que corresponde a 30% de todos os linfomas. O rituximabe é utilizado durante a quimioterapia porque destrói as células defeituosas e aumenta a sobrevida dos pacientes. A medida vai beneficiar cerca de 1,5 mil pessoas e o custo anual na compra do medicamento alcançará R$ 28 milhões, com redução de R$ 10,9 milhões na aquisição do produto, após negociação do governo com o fabricante. A decisão foi publicada no Diário Oficial da União no dia 30 de dezembro passado. Os pacientes ainda terão de esperar 180 dias, fora todo o tempo demandado para o SUS garantir e disponibilizar a tecnologia para a população. O prazo de 180 dias é necessário para o Ministério da Saúde definir a forma de compra do produto, que pode ser centralizado, sob responsabilidade do governo federal ou descentralizado, com subsídios a estados e municípios. Em 2012, cerca de 12 mil pessoas foram internadas em hospitais do SUS para tratamento de linfoma (custo de R$ 18,1 milhões), sendo mais de 1,5 mil pacientes com linfoma não Hodgkin folicular (custo de R$ 1,6 milhão). Em 2011, 3.737 pessoas morreram em decorrência do linfoma, 115 delas pelo tipo folicular. As informações são da Agência Brasil.

Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)

A partir de janeiro de 2014, o salário mínimo sofrerá reajuste de 6,78%, passando de R$ 678 para R$ 724. Apesar do aumento, os brasileiros também irão pagar mais impostos no próximo ano, pois a tabela do IR não acompanhou a mesma proporção do aumento salarial. Haverá aumento no IOF e, por isso, as viagens para o exterior sairão mais caras. O imposto sobre os automóveis aumentou em dezembro, e o consumidor começa a sentir os efeitos em janeiro. A alíquota de Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para móveis e painéis também aumenta em janeiro. O governo voltou atrás e manteve para 2014 a obrigatoriedade de freios ABS e airbag para carros novos. Os planos de saúde terão de cobrir exames para 29 doenças genéticas. Os planos de saúde no Brasil também terão de cobrir o custo de 37 medicamentos orais contra o câncer a partir de 2 de janeiro. O Sistema Único de Saúde vai oferecer vacina contra HPV para meninas de 11 a 13 anos a partir de março. Em São Paulo, agora é obrigatória a cota em concursos públicos para negros. No país, ainda depende de uma lei federal. A velocidade mínima da banda larga vai passar a ser de 80% na média mensal e de 40% a instantânea, em novembro de 2014. Além disso, o governo federal quer implantar gradativamente o eSocial, uma folha de pagamento digital dos funcionários de todo o país, para controlar as obrigações fiscais das empresas, o que irá aumentar a arrecadação. Várias prefeituras mantiveram ou reduziram as tarifas após uma onda de protestos, mas o assunto volta à pauta em 2014. No Rio, o prefeito já admitiu o reajuste. Por fim, um decreto regulamentou a aposentadoria especial para a pessoa com deficiência, mas ainda depende de uma portaria para valer. As informações são do G1.

Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)

A pedido do Ministério Público Federal (MPF), o ex-prefeito do município de Caetanos, Valmi Carlos da Rocha, foi condenado pela Justiça Federal em função de desvio de recursos do SUS nos mandatos de 1997 a 2004 ao pagamento de multa no valor de R$ 235 mil. A sentença, de 8 de novembro último, partiu de ação de improbidade movida pelo MPF, que visava ressarcir os prejuízos causados pelo ex-gestor. Rocha deverá devolver aos cofres públicos 78,5 mil reais, além de pagar multa de duas vezes o dano. O ex-prefeito ficará, também, proibido de contratar com o poder público e com direitos políticos suspensos por dez anos. Quando a decisão transitar em julgado, Rocha deve perder a função pública que ocupar na ocasião. Em julho deste ano, o ex-gestor também foi condenado à ressarcir valores do Programa Alfabetização Solidária, cujas contas não foram devidamente prestadas, prejudicando o recebimento de novos repasses. Esta decisão, também obtida por meio de ação de improbidade proposta pelo MPF, já transitou em julgado.

Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)
Guanambi: Ministério da Educação autoriza criação de curso de Medicina Uma comissão de especialista visitará o município no próximo ano para verificar a estrutura dos equipamentos públicos e programas de saúde existentes.

O Ministério da Educação (MEC) autorizou a criação de graduação em Medicina na cidade de Guanambi, no sudoeste da Bahia. Na relação divulgada no Diário Oficial da União na última sexta-feira (20), ainda constam mais cinco municípios da Bahia que serão contemplados com o curso, entre os quais as cidades de Alagoinhas, Eunápolis, Itabuna, Jacobina e Juazeiro. No próximo ano, os municípios serão visitados por uma comissão de especialistas, que deverá verificar a estrutura dos equipamentos públicos e programas de saúde existentes, além de avaliar as propostas das instituições interessadas em abrir os cursos sobre investimentos no Sistema Único de Saúde (SUS). Além disso, a Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB) foi autorizada a criar 60 novas vagas no curso de Medicina, dobrando assim o número de vagas. Em todo país, 49 municípios foram autorizados a criar os cursos de medicina, e a expectativa é de que sejam criadas 3,5 mil vagas.

Brumado
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)
Brumado: Márcio Moreira diz que município não terá condições de manter a UTI Para o vereador a saúde pública do país está falida. (Foto: Lay Amorim/Brumado Notícias).

Lamentando a morte do tio que ocorreu no último domingo (08), o vereador Márcio Moreira (PSB) disse durante sessão legislativa que o município de Brumado não terá condições de manter sozinho a Unidade de Terapia Intensiva (UTI), que está sendo construída no Hospital Professor Magalhães Neto. A princípio, o parlamentar fez críticas ao modo como são administrados os recursos do Sistema Único de Saúde (SUS). “A culpa é do sistema que está falido. A saúde em nosso país está falida, e o governo ainda direciona todos os recursos do pré-sal para a educação”, disparou Moreira. O parlamentar apontou em seguida que a cidade precisará da ajuda dos governos estadual e federal para manter a unidade. “Pelos cálculos que conseguimos fazer, o município não vai conseguir manter sozinho a UTI. Por isso, teremos que buscar ajuda do estado e da federação para mantê-la”, reafirmou Márcio. O presidente da Casa Legislativa, vereador Alessandro Lôbo (PSL), endossou as palavras do colega. “Já havia dito ao ex-prefeito Eduardo que dificilmente o município conseguirá manter a UTI, porque o custo é muito alto. A manutenção de todo hospital está avaliada em R$ 1 milhão por mês. Melhor seria se o município tivesse construído o prédio para o estado manter o funcionamento do mesmo”, ressaltou Lôbo.

Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)
Estudo indica que falta mais eficiência ao SUS do que verba O estudo cita a baixa eficiência da rede hospitalar do Brasil - mais da metade dos hospitais brasileiros (65%) são pequenas unidades, com menos de 50 leitos.

Em relatório obtido pelo Jornal Folha de São Paulo, foi constatado que os problemas de acesso e cuidados especializados no Sistema Único de Saúde (SUS) têm mais a ver com desorganização e ineficiência do que com falta de dinheiro. Segundo o relatório, mais da metade dos gastos com saúde no país se concentra no setor privado, e o gasto público (3,8% do PIB) está abaixo da média de países em desenvolvimento. Em contrapartida, o Banco Mundial acredita que é possível racionalizar os recursos e fazer mais e melhor pela saúde do país. O estudo cita a baixa eficiência da rede hospitalar do Brasil - mais da metade dos hospitais brasileiros (65%) são pequenas unidades, com menos de 50 leitos. Nessas instituições, leitos e salas cirúrgicas estão subutilizados. A taxa média de ocupação é de 45%; a média internacional é de 70% a 75%. As salas de cirurgias estão desocupadas em 85% do tempo. Ao mesmo tempo, os poucos grandes hospitais de referência estão superlotados. O relatório aponta ainda que grande parte dos pacientes que vão a emergências hospitalares é de baixo risco e poderia ser atendida em unidades básicas - especialistas dizem que com melhor organização do fluxo assistencial o problema poderia ser minimizado.

Brumado
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)
Brumado: Município possui ampla demanda de atendimentos a saúde por ordem judicial Ministério Público tem ingressado diversas ações no intuito de garantir o direito dos cidadãos. (Foto: Lay Amorim/Brumado Notícias).

Por não encontrarem medicamentos prescritos por ordem médica na farmácia básica e nem tampouco na 19ª DIRES, em Brumado, bem como por não serem assistidos em alguns procedimentos hospitalares no município, muitos pacientes têm buscado apoio junto ao Ministério Público (MP), através do qual apresentam queixas contra o município e o estado. Na manhã desta quarta-feira (04), a reportagem do site Brumado Notícias compareceu ao MP, onde o promotor Paulo César de Azevedo esclareceu que a maioria das ações civis públicas movidas pelo órgão contra o município é motivada por conta da falta de medicação nos setores previstos. Nesse caso, o promotor ressaltou que, muitas vezes, os médicos estão receitando medicamentos que não fazem parte da relação de remédios previstos pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Além disso, segundo ele, o próprio SUS tem de fazer uma atualização dessa relação de medicamentos, no intuito de evitar essa prescrição em desacordo com a lista. 

Brumado: Município possui ampla demanda de atendimentos a saúde por ordem judicial Segundo o secretário Cláudio Feres, as principais ações ou queixas dos usuários da rede pública de saúde são por conta da falta de medicação. (Foto: Lay Amorim/Brumado Notícias).

Quanto aos procedimentos cirúrgicos, o promotor deixou claro que as ações do MP visam ao cumprimento de deveres que referem-se à União, ao estado e ao município, como a assistência à saúde. A nossa reportagem também entrevistou o secretário de Saúde, Cláudio Feres, que reforçou as afirmações do promotor de que as principais ações ou queixas dos usuários da rede pública de saúde são por conta da falta de medicação. “A saúde é tripartite, ou seja, tem contrapartida municipal, estadual e federal. Em relação aos medicamentos, o município fornece todos os da atenção básica e que competem ao município, os quais fazem parte da Relação de Medicamentos Especiais do SUS. O que é de responsabilidade nossa, a gente fornece. Os medicamentos de alto custo são responsabilidade do estado. Quando um paciente não consegue este medicamento de alto custo, entra na justiça e a demanda acaba caindo para o município. Pela constituição, o município não deveria comprar, mas compra por causa de uma ordem judicial. Os médicos querem para o paciente o que há de novo e essas medicações muitas vezes não estão na Relação de Medicamentos do SUS, que é atualizada de dois em dois anos. Pedimos para trocar a medicação para uma que esteja na relação, mas, quando não conseguimos, o paciente acaba entrando na justiça, já que tem um laudo médico”, esclareceu o secretário. 

Brumado: Município possui ampla demanda de atendimentos a saúde por ordem judicial Pacientes também ingressaram ações que visavam o pagamento de cirurgias que não são realizadas no Hospital Magalhães Neto. (Foto: Lay Amorim/Brumado Notícias).

Feres ainda destacou que muitas ações judiciais deveriam ser cobertas pelo estado, mas não são. “Em relação a cirurgias, a gente também tem uma demanda que não é ofertada pelo SUS. O paciente não consegue uma cirurgia de urgência e a gente tem que tentar a sua realização em Salvador ou em Vitória da Conquista. São cirurgias que não são ofertadas pelo Sistema Único de Saúde. Então, essa demanda também acaba sendo cobrada do município, mas deveria ser repassada para o estado. A nossa parte a gente vem cumprindo, e muito bem, porém, as cirurgias e os medicamentos que a gente não consegue no estado, a justiça acaba demandando para o município”, completou o secretário.

Brasil
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)
Governo desiste de dois anos a mais no curso de medicina Pela proposta, os dois anos extras serão aproveitados como residência médica, que tem caráter de especialização e atualmente não é obrigatória.

O ministro da Educação, Aloizio Mercadante, afirmou nesta quarta-feira (31) que o governo decidiu alterar um dos pontos do programa Mais Médicos: o que previa a ampliação de seis para oito anos do período de graduação em medicina – nos dois anos extras eles teriam de prestar serviços no Sistema Único de Saúde (SUS). De acordo com o ministro, o governo decidiu acatar a proposta de comissão de especialistas que analisa o programa. Pela proposta, os dois anos extras serão aproveitados como residência médica, que tem caráter de especialização e atualmente não é obrigatória. Com isso, os estudantes de medicina não ficariam impedidos de se formar após os seis anos de curso. Se prevalecesse a proposta original do programa Mais Médicos, a formação em medicina poderia durar até dez anos: oito de graduação (obrigatórios) e dois de especialização (residência médica). Segundo a nova proposta, os médicos recém-formados farão a especialização durante a residência médica, como atualmente, mas, no primeiro ano, a atuação será necessariamente no setor de urgência e emergência de uma unidade do SUS. No segundo ano, o recém-formado atuaria na área de especialização que escolheu. As informações são do G1.

Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)

Durante a apresentação do Programa ‘Mais Médicos’ do Governo Federal, 08 de julho, o ministro da Educação, Aloísio Mercadante anunciou que a partir de 2015 os estudantes de medicina farão dois anos de estágio, obrigatoriamente, no Sistema Único de Saúde (SUS). Essa mudança na carga horária dos estudantes fará com que os cursos da área em universidades públicas e privadas passem a durar 8 anos. Mas, de acordo com o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, o objetivo dessa medida é melhorar a formação do estudante e não suprimento de médicos – como visa o ‘Mais Médicos’. “Queremos que esse médico tenha uma formação melhor, mais preparada, com imersão e um banho da realidade de saúde da nossa população”, explicou Padilha na última sexta-feira (12). O ministrou garantiu ainda que os estudantes participantes desse estágio não serão enviados a lugares onde faltam médicos. “Esse período será ligado ao curso no qual ele está sendo formado, então ele continua na cidade, em unidades ligadas à universidade. Não é igual serviço social obrigatório, onde ele vai trabalhar em outra região”, afirmou. Os estágios, segundo a medida federal, só devem começar a partir de 2021, quando a primeira turma de estudantes com o novo currículo entrar no sétimo período do curso. Além disso, nesses dois anos de estágio, os estudantes serão remunerados e os que estudam na rede privada não pagarão mensalidade.

Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)
Estudantes de medicina terão que trabalhar dois anos no SUS para obter diploma Os estudantes vão começar esse segundo ciclo da formação apenas em 2021, quando tiverem passado pelos seis anos do primeiro ciclo de formação. (Foto: Reprodução/Google Imagens).

Os estudantes de medicina que começarem o curso em 2015 terão que trabalhar por dois anos no Sistema Único de Saúde (SUS) como requisito necessário para ter o diploma. A medida valerá para todas as escolas de medicina públicas e privadas do país, mas ainda vai demorar a ter resultados. Os estudantes vão começar esse segundo ciclo da formação apenas em 2021, quando tiverem passado pelos seis anos do primeiro ciclo de formação. O governo federal lançou nesta segunda-feira o programa “Mais Médicos para o Brasil”. As informações são do Jornal o Globo.

Compartilhe
com nosso
Whatsapp

77 99968-1705

Mais Recentes

Mais Clicadas

Comentários

Arquivo

2026
2025
2024
2023
2022
2021
2020
2019
2018
2017
2016
2015
2014
2013