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Bahia
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Chega a 14 mil o número de profissionais do Mais Médicos

De acordo com o Ministério da Saúde, o número de profissionais trabalhando em todo o país no programa Mais Médicos deve ultrapassar 14 mil. O governo ampliou as contratações diante do pedido de cerca de 3 mil municípios. Isso porque a meta inicial era de 13 mil profissionais. Do total de médicos inscritos, 164 brasileiros e 53 estrangeiros confirmaram participação, além de 667 médicos cubanos cooperados. Ao todo, 884 médicos devem começar a trabalhar nas próximas semanas. Durante a prestação de contas, o ministro informou que 279 municípios desistiram do programa. Os profissionais que estavam nessas localidades foram remanejados para parte dos 3 mil municípios que solicitaram número maior de médicos. O estado com o maior desistência foi Minas Gerais (117 municípios), seguido por Mato Grosso (26 municípios) e pelo Piauí (28 municípios). O Ceará foi o que mais solicitou novos médicos (73 municípios).

Bahia
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Rio do Antônio: Médico cubano não aparece para trabalhar O ministro da Saúde, Arthur Chioro, informou nesta terça-feira (11) que 24 cubanos já deixaram o programa Mais Médicos.

Um médico cubano que trabalhava no município do Rio do Antônio, no sudoeste do estado, está desaparecido. O ministro da Saúde, Arthur Chioro, informou ao G1 nesta terça-feira (11) que 24 cubanos já deixaram o programa Mais Médicos. No total, 9.549 médicos participam do programa no país, dos quais cerca de 7.400 vindos de Cuba. Dos 24 cubanos que deixaram o programa, 22 já haviam sido desligados até a semana passada por motivos pessoais ou de saúde. Dois médicos, que já eram conhecidos, ainda não oficializaram a saída, e três estão sumidos, entre os quais o que atuava no município baiano. O ministro informou que na próxima quinta-feira (13) será publicado no Diário Oficial regras de como os municípios deverão proceder quando médicos enviados pelo governo deixarem de comparecer ao trabalho. Em caso de desligamento, eles serão substituídos por outros participantes. A meta é ter 13 mil médicos no programa até o fim de março.

Brasil
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Mais 2 mil médicos cubanos devem chegar ao Brasil esta semana Atualmente, dos 6.600 profissionais que atuam pelo programa Mais Médicos, 5.400 são cubanos. (Foto: Revista Veja).

O Programa Mais Médicos vai contratar mais dois mil profissionais de medicina que foram formados em Cuba para atuar aqui no Brasil. O anúncio foi realizado pelo Ministério da Saúde. Atualmente, dos 6.600 profissionais que atuam pelo projeto, 5.400 são cubanos. Os novos profissionais começarão a chegar ao Brasil a partir de amanhã (28). Eles vão desembarcar nas cidades de Brasília, Fortaleza e São Paulo, onde farão o curso de formação e acolhimento, que tem duração de três semanas. Em seguida, passarão por avaliação e, caso aprovados, começarão a embarcar rumo às cidades nas quais vão atuar. A previsão do Ministério é de que esses cubanos comecem a atender em março, mas ainda não definiu em quais cidades. A decisão de trazer mais médicos do país caribenho ocorreu após a terceira fase do programa atrair apenas 891 profissionais brasileiros ou estrangeiros que se inscreveram de forma independente. O número equivale a apenas 14% das 6.300 vagas oferecidas pelo governo na terceira etapa. Para atingir sua meta de ter 13 mil médicos atuando pelo programa até março, o governo federal, além de trazer mais cubanos, abriu neste final de semana a quarta fase de inscrições do Mais Médicos. Os candidatos terão até o dia 5 de fevereiro para manifestar interesse. Com informações da Agência Brasil.

Bahia
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Anagé: Por economia, cidade troca médico local por 'estrangeiro' O Ministério da Saúde chamou a ?manobra? de inadmissível e informou que os municípios que fazem isso podem ser excluídos do programa Mais Médicos. (Foto: Mário Bittencourt/Folhapress).

Para aliviar as contas do município, a prefeitura de Anagé, no sudoeste baiano, demitiu os sete médicos da Saúde da Família e os substituiu por sete profissionais do programa federal Mais Médicos. Os médicos demitidos recebiam salário de R$ 8.000, pagos pelo cofre municipal. Já os profissionais do programa recebem bolsas de R$ 10 mil, bancadas integralmente pelo governo federal. Com as demissões, a economia no caixa da prefeitura será de cerca de R$ 50 mil ao mês. Dos sete médicos do programa federal, três profissionais são brasileiros e quatro são cubanos. O mais surpreendente é que a prefeita Andrea Oliveira Silva (PT) havia baixado decreto em outubro no qual excluía professores e médicos dos corte de gastos. De acordo com a Folha de S. Paulo, o Ministério da Saúde chamou a “manobra” de inadmissível e informou que os municípios que fazem isso podem ser excluídos do programa. No caso de Anagé, o Ministério disse ter notificado a prefeitura e aguarda uma resposta do município.

Brasil
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Ministério da Saúde lança mais um edital do Programa Mais Médicos O documento foi publicado no Diário Oficial da União e torna público a convocação de profissionais formados em instituições de ensino superior brasileiras e estrangeiras.

O Ministério da Saúde lançou nesta sexta-feira (17) o quarto edital do Programa Mais Médicos. O documento foi publicado no Diário Oficial da União e torna público a convocação de profissionais formados em instituições de ensino superior brasileiras e estrangeiras (com diploma revalidado no Brasil). O documento define ainda as regras para a transferência de médicos do Programa de Valorização do Profissional da Atenção Básica (Provab) para o Mais Médicos. O anúncio de que a transferência entre profissionais de ambos os programas seria possível foi feito pelo Ministério da Saúde no início de janeiro. Para pedir a migração, o médico deverá permanecer no município em que trabalha e estar em dia com todas as atividades de ensino e serviço, incluindo a frequência obrigatória na especialização. Ainda de acordo com o ministério, o profissional ficará submetido à legislação do programa em que optou atuar. O período para a manifestação de interesse na transferência vai de 2 a 4 de fevereiro.Com informações da Agência Brasil.

Brasil
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Menos de 10% dos candidatos foram aprovados na primeira fase do Exame Nacional de Revalidação de Diplomas Médicos Expedidos por Instituições de Educação Superior Estrangeiras (Revalida). O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) divulgou nesta segunda-feira (28) o resultado da etapa na internet. Segundo o órgão, 155 dos 1.595 médicos com diploma estrangeiro foram aprovados, 9,7% do total. De acordo com a Agência Brasil, os candidatos ainda terão que ser aprovados na segunda etapa para ganhar o direito de atuar livremente no país. Eles devem pagar, até 4 de novembro, uma taxa de R$ 300. O Revalida é aplicado anualmente desde 2011 e tem a participação 37 instituições de educação superior públicas. Este ano, o exame ganhou destaque com o Programa Mais Médicos do governo federal. Até então, todo profissional estrangeiro deveria ter o diploma revalidado. Pelo programa, no entanto, eles podem atuar apenas na atenção básica com registro provisório emitido pelo Ministério da Saúde.

Brasil
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Dilma Rousseff sanciona lei do Mais Médicos A presidente cumprimenta médicos antes da sanção da lei que institui o Programa Mais Médicos, em cerimônia no Palácio do Planalto, em Brasília. (Foto: Roberto Stuckert Filho/PR).

Já aprovada pela Câmara e Senado desde o início do mês, a medida provisória do programa Mais Médicos foi sancionada nesta terça-feira (22) pela presidente Dilma Rousseff (PT). O objetivo do programa é levar médicos brasileiros e estrangeiros para atuar no atendimento em municípios do interior do país e em áreas carentes das periferias de grandes cidades. Dilma considera ser esse um dos programas mais importantes do seu governo e agradeceu à Câmara e ao Senado por terem aprovado que o Mais Médico pudesse virar lei. “Quer agradecer porque, mais uma vez, à Câmara e ao Senado por terem sido sensíveis aos grandes problemas nacionais e por compartilhar com o Executivo decisões que são cruciais e importantes para o país”, declarou a presidente durante a sanção. Como existem atualmente 196 médicos estrangeiros contratados pelo Mais Médicos que estão sem poder atuar no país por causa da falta de registro, a publicação da lei no Diário Oficial da União vai fazer com que o Ministério da Saúde possa emitir tais documentos a partir da próxima quarta-feira (23), independente dos Conselhos de Medicina. Com informações do G1.

Bahia
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Tanhaçu e Livramento de Nossa Senhora vão receber médicos estrangeiros As duas cidades do sudoeste baiano receberão um médico cada.

A partir da segunda quinzena de setembro doze municípios baianos irão receber médicos vindos de outros países através do programa Mais Médicos, do Ministério da Saúde. Dentre eles estão Tanhaçu e Livramento de Nossa Senhora, ambos no sudoeste baiano. Ao todo são 30 profissionais de outras nacionalidades que vão atuar nas doze cidades. As duas cidades do sudoeste receberão um médico cada. E ontem, quinta-feira (15) foi divulgado no Diário Oficial da União o nome e a cidade em que os médicos irão trabalhar. Em Tanhaçu será a médica Sandra Maritza Huanca Soliz e em Livramento de Nossa Senhora será Reyli Mario Cubillo Obregon. Desses doze municípios baianos escolhidos pelos estrangeiros, seis deles não foram selecionados por nenhum brasileiro. O Ministério da Saúde também anunciou ontem que vai ampliar de 85 para 103 o número de médicos brasileiros que vão trabalhar na Bahia através do programa federal. As informações são do Correio.

Brumado
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Brumado não receberá profissionais do Programa Mais Médicos Segundo o secretário de saúde Cláudio Feres, o município já tem médico em todas as unidades de saúde, por isso o governo não liberou o cadastro. (Foto: Lay Amorim/Brumado Notícias).

O Ministério da Saúde divulgou na última quinta-feira (01) o resultado da seleção dos médicos brasileiros inscritos no Programa Mais Médicos. Os profissionais que se cadastraram pelo site do programa já sabem em qual município foram selecionados para atuar. Os selecionados têm até dois dias para homologar a participação no programa. A cidade de Brumado não receberá nenhum profissional, conforme informou o secretário de saúde Cláudio Feres. De acordo com ele, como o município já tem médico em todas as unidades de saúde, o governo não liberou o cadastro. “Brumado não teve como efetuar a inscrição no Programa Mais Médicos, pois todas as nossas unidades de saúde estão com profissionais trabalhando”, garantiu o secretário ao site Brumado Notícias. Feres disse ainda que essa era uma das exigências para a inscrição no programa federal. Outros municípios da região sudoeste devem receber médicos nos próximos dias em função da dificuldade que vinham enfrentando para a contratação dos profissionais.

Brasil
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Governo desiste de dois anos a mais no curso de medicina Pela proposta, os dois anos extras serão aproveitados como residência médica, que tem caráter de especialização e atualmente não é obrigatória.

O ministro da Educação, Aloizio Mercadante, afirmou nesta quarta-feira (31) que o governo decidiu alterar um dos pontos do programa Mais Médicos: o que previa a ampliação de seis para oito anos do período de graduação em medicina – nos dois anos extras eles teriam de prestar serviços no Sistema Único de Saúde (SUS). De acordo com o ministro, o governo decidiu acatar a proposta de comissão de especialistas que analisa o programa. Pela proposta, os dois anos extras serão aproveitados como residência médica, que tem caráter de especialização e atualmente não é obrigatória. Com isso, os estudantes de medicina não ficariam impedidos de se formar após os seis anos de curso. Se prevalecesse a proposta original do programa Mais Médicos, a formação em medicina poderia durar até dez anos: oito de graduação (obrigatórios) e dois de especialização (residência médica). Segundo a nova proposta, os médicos recém-formados farão a especialização durante a residência médica, como atualmente, mas, no primeiro ano, a atuação será necessariamente no setor de urgência e emergência de uma unidade do SUS. No segundo ano, o recém-formado atuaria na área de especialização que escolheu. As informações são do G1.

Bahia
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Durante a apresentação do Programa ‘Mais Médicos’ do Governo Federal, 08 de julho, o ministro da Educação, Aloísio Mercadante anunciou que a partir de 2015 os estudantes de medicina farão dois anos de estágio, obrigatoriamente, no Sistema Único de Saúde (SUS). Essa mudança na carga horária dos estudantes fará com que os cursos da área em universidades públicas e privadas passem a durar 8 anos. Mas, de acordo com o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, o objetivo dessa medida é melhorar a formação do estudante e não suprimento de médicos – como visa o ‘Mais Médicos’. “Queremos que esse médico tenha uma formação melhor, mais preparada, com imersão e um banho da realidade de saúde da nossa população”, explicou Padilha na última sexta-feira (12). O ministrou garantiu ainda que os estudantes participantes desse estágio não serão enviados a lugares onde faltam médicos. “Esse período será ligado ao curso no qual ele está sendo formado, então ele continua na cidade, em unidades ligadas à universidade. Não é igual serviço social obrigatório, onde ele vai trabalhar em outra região”, afirmou. Os estágios, segundo a medida federal, só devem começar a partir de 2021, quando a primeira turma de estudantes com o novo currículo entrar no sétimo período do curso. Além disso, nesses dois anos de estágio, os estudantes serão remunerados e os que estudam na rede privada não pagarão mensalidade.

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