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Após dez anos, Dilma Rousseff diz que Bolsa família mudou a cara do Brasil Segundo a presidenta, o programa de cunho assistencial foi o responsável por retirar milhões de brasileiros da pobreza. (Foto: Antônio Cruz/ABR).

Em seu programa semanal Café com a Presidenta, Dilma Rousseff (PT) disse que, após dez anos desde a sua implantação, o programa Bolsa Família mudou a cara do país. Segundo a presidenta, o programa de cunho assistencial foi o responsável por retirar milhões de brasileiros da pobreza. Hoje, 13,8 milhões de famílias recebem o benefício. “Isso significa 50 milhões de pessoas que passaram a viver com dignidade, que conquistaram uma vida melhor”, afirmou. Rousseff ainda declarou que o Bolsa Família foi ampliado e aperfeiçoado nessa década e que atualmente é considerado o maior programa de transferência de renda do mundo. Tem direito ao benefício às famílias com renda de até R$ 140,00 por mês, por pessoa. O valor recebido varia de acordo com o número de filhos e as características da família, que precisa estar cadastrada. Além de complementar a renda dessas famílias, a presidenta destacou que o programa incentiva a frequência escolar, pois as crianças incluídas têm que ter pelo menos 85% de presença na sala de aula; e a melhoria das condições de saúde dessa parcela da população, vez que as mulheres grávidas precisam comprovar a realização do pré-natal e as mães têm de apresentar o cartão de vacinação das crianças em dia. O resultado, segundo Dilma, é que a taxa de abandono da escola por crianças do Bolsa Família é muito menor que a dos demais alunos e a mortalidade infantil no país caiu 40% nos últimos dez anos, principalmente no Nordeste. A presidente ainda falou sobre outros programas e ações do governo federal que complementam o Bolsa Família, como o Microempreendedor Individual e o Brasil sem Miséria. As informações são da Agência Brasil.

Brasil
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Semiárido: Em meio à seca, 429 mil famílias têm acesso difícil à água Em Olho d'Água das Flores, em Alagoas, a busca por água é diária. A moradora Creuza e os filhos voltaram de mãos vazias da torneira coletiva. (Foto: Jonathan Lins/G1-AL)

De acordo com dados do cadastro único do Brasil Sem Miséria, programa do Governo Federal, 429.630 famílias do semiárido brasileiro não possuem cisternas. E mesmo vivendo a pior seca dos últimos 50 anos, provavelmente essas famílias não têm acesso à água. E para tentar amenizar essa situação, o Governo Federal publicou no último dia 05 o decreto 8.038 para regulamentar o Programa Cisternas – o qual prevê garantias de fornecimento de água para consumo humano e para produção de alimentos. Em 2003 o governo criou um algo parecido, o Programa Um Milhão de Cisternas, que pretendia levar, até 2008, cisternas para todas as famílias do semiárido. Mas a meta não foi cumprida, sendo criado então, em 2011 o Água Para Todos. Nesse último, o objetivo era entregar 750 mil cisternas até 2014 – 42% delas já estão com famílias, segundo o Ministério da Integração Nacional.  Com esse equipamento, é possível acumular a água da chuva, o que não tem acontecido, e guardar a água recebida dos carros-pipa. Embora possuindo as cisternas, ainda é difícil saber se estão sendo abastecidas: os carros-pipa não conseguem ir às comunidades mais isoladas. As informações são do G1.

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