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Operação Granfaloon: Presos são liberados em Conquista Operação de combate à corrupção foi realizada pela PF. (Foto: Marco Aurélio Martins/Ag. A Tarde).

Oito ex-gestores presos durante a operação Granfaloon, deflagrada pela Polícia Federal no intuito de combater a corrupção na região, foram liberados na noite da última terça-feira (18). Os acusados tiveram o pedido de habeas corpus aceito pela justiça. Entre os presos estavam os ex-prefeitos de Tremedal, José Bahia; de Caraíbas, Norma Suely; de Bom Jesus da Serra, Edinaldo Meira; e de Anagé, Elbson Dias Soares. De acordo com o Jornal A Tarde, a  defesa alegou que eles não precisavam permanecer presos, já que as provas existentes são suficientes para o inquérito policial. A operação, que vinha sendo realizada desde 2008, investigou um grupo de empresários que se associava aos prefeitos para fraudar licitações e desviar verbas públicas federais. O prejuízo aos cofres públicos foi de quase R$ 61 milhões.

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Polícia Federal deflagra Operação Granfaloon em dez cidades do sudoeste baiano A operação foi realizada em Vitória da Conquista e em mais nove cidades da região. (Foto: Lay Amorim/Brumado Notícias).

Na manhã desta terça-feira (18), a Polícia Federal deflagrou em Vitória da Conquista e mais nove cidades da região sudoeste - Bom Jesus da Serra, Dário Meira, Poções, Belo Campo, Planalto, Paramirim, Ribeirão do Largo, Encruzilhada e Tremedal -, a Operação Granfaloon, que visa combater à corrupção. Estão sendo cumpridos 13 mandados de prisão temporária e 36 mandados de busca e apreensão. Segundo informações obtidas pelo site Brumado Notícias, dentre os presos, há ex-prefeitos, ex-secretários municipais e ex-vice-prefeitos, além de empresários que participavam das licitações. As investigações da polícia apontaram que um grupo de empresários se associava a prefeitos da região para, através da simulação de licitações e contratação de empresas de fachada desviar verbas públicas federais das áreas da saúde, educação e transporte. O prejuízo estimado aos cofres públicos ultrapassa os R$ 60 milhões. Os crimes ocorreram entre os anos de 2008 a 2012. Os presos serão indiciados pelos crimes de fraude em licitações, desvio de verba pública, e formação de quadrilha. As penas, se somadas, chegariam a 46 anos de reclusão.

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Barra da Estiva: Polícia Federal investiga assalto a bancos Assaltantes causaram terror na cidade. (Foto: Divulgação).

Era quase 11 horas da manhã de segunda-feira (12) quando doze homens fortemente armados invadiram as agências dos bancos do Brasil e Caixa Econômica Federal de Barra da Estiva. Provocando terror, um dos bandidos gritou: “Se morrer, já tem uma funerária aqui ao lado”. Ameaças como essa e muitos disparos de tiros deixaram clientes e bancários em pânico nas duas agências. Após roubar os locais, os bandidos quiseram dificultar a ação policial e levaram funcionários do banco do Brasil como reféns. Os criminosos fugiram e deixaram os bancários no distrito de Brejos Aguiar, próximo a Ibicoara, os quais foram resgatados pelos próprios colegas. Equipes da Polícia Federal, Civil e Militar estão investigando o crime. E mesmo depois de toda essa situação traumática, os funcionários do banco do Brasil foram deixados sozinhos pelo gerente da agência. 

Barra da Estiva: Polícia Federal investiga assalto a bancos Policiais federais foram ouvir os bancários para iniciar as investigações. (Foto: Divulgação).

“Quando questionamos a ausência, fomos informados de que o gestor estaria em uma reunião de rede no município de Brumado”, disse o diretor do Sindicato dos Bancários, Wilton Novais. Desde que foi inaugurada, a agência já foi vítima de quatro assaltos e os funcionários continuam afirmando que falta segurança preventiva no local. Já na Caixa, os bancários não foram liberados para repouso e tiveram que permanecer na unidade mesmo com uma das portas da agência danificada. Mas a Caixa já disponibilizou acompanhamento psicológico para tratar de possíveis sequelas traumáticas dos funcionários.

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