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Adolescentes têm o primeiro contato com bebida aos 13 anos, diz pesquisa Foto: Reprodução

De acordo com uma pesquisa realizada na Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto (EERP), da USP, garotos têm 2,2 vezes mais chances de cometer excessos relacionados ao consumo de bebidas alcoólicas se comparado a meninas. Foram entrevistados 1.995 jovens do ensino médio de diversas escolas públicas e de uma escola privada do município de Uberlândia, Minas Gerais. Atualmente, no país, as principais causas de morte de adolescentes estão atreladas ao consumo prévio de álcool ou outras substâncias psicoativas. A pesquisa revelou ainda que os adolescentes têm o primeiro contato com a bebida aos 13 anos. Entre os 1.613 jovens que declararam já ter consumido álcool, a maioria, 35,3%, diz que o primeiro contato com a substância foi na casa de amigos. Boa parte desses jovens, 28,7%, relataram ter o primeiro contato em sua casa, com pessoas do seu convívio diário. 

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Pesquisa aponta que bebês com baixo peso podem ter hiperatividade e depressão na infância O levantamento foi realizado pela Universidade de São Paulo (USP). (Foto: Reprodução).

Pesquisa realizada pela Universidade de São Paulo (USP) apontou que os bebês nascidos com peso abaixo do normal têm maior chance de desenvolver hiperatividade e depressão na infância. De acordo com a Agência Brasil, o estudo comparou a saúde mental de 665 crianças, com idade entre 10 e 11 anos. As crianças foram divididas em cinco grupos de peso: muito baixo (abaixo de 1,5 quilos), baixo (1,5 kg a 2,5 kg), insuficiente (2,5 kg a 3 kg), normal (3 kg a 4,25 kg) e muito alto (acima de 4,25 kg) - usados como referência pela Organização Mundial da Saúde. No estudo, verificou-se que as crianças com peso muito baixo representam a maioria das que têm quadros de problemas mentais. Entre as 665 crianças avaliadas, 6,9% apresentavam indicadores de depressão. No Brasil, de 0,4% a 3% das crianças sofrem de depressão. Entre os adolescentes, esse número varia de 3,3% a 12,4%.

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Vacina contra HIV deve ser testada em humanos em três anos Por enquanto, os testes continuam sendo realizados em macacos a fim de aumentar a área de segurança.

Em três anos, a vacina desenvolvida pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP) contra o HIV, o vírus causador da aids, deverá começar a ser testada em humanos. Por enquanto, os testes continuam sendo realizados em macacos a fim de aumentar a área de segurança. Segundo Edecio Cunha Neto, pesquisador que coordena o projeto, o estudo em humanos servirá para avaliar se a vacina é eficaz e segura. Os resultados obtidos com os primatas foram positivos. De acordo com Edecio, o diferencial da vacina, em relação a outras em análise, é que ela tem como alvo partes do vírus que não se alteram na transmissão entre indivíduos. Isso porque um dos grandes obstáculos na elaboração de uma vacina contra o HIV é que o vírus tem uma variação muito grande - seu genoma pode variar até 20% entre dois pacientes. Na próxima fase de teste com macacos deverão ser usados 28 animais.

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Vacina anti-HIV brasileira passa em teste inicial com macacos Apesar dos dados animadores obtidos com o estudo, o sucesso da vacina ainda não é comprovado.

Os projetos experimentais da vacina anti-HIV desenvolvida pela Usp e testada em macacos obteve resultados preliminares positivos. Edecio Cunha Neto, pesquisador que liderou os estudos, disse à Folha de São Paulo que a resposta imune dos animais foi excelente. Trata-se de uma vacina de DNA. Os cientistas “escrevem” nessas moléculas trechos de genes que codificam pedaços de proteínas do vírus causador da Aids. Com a inserção do DNA no organismo, a ideia é que ele seja usado dentro das células para fabricar só essas miniproteínas, sem o vírus original. A premissa é que, se o sistema imunológico aprender a reconhecer esse material e reagir para destruí-lo, é isso que ele fará ao encontrar o HIV de verdade. Apesar dos dados animadores obtidos com o estudo, o sucesso da vacina ainda não é comprovado. A ideia dos cientistas é expandir o teste para 28 macacos e desenvolver um protocolo diferente, que envolve outra forma de administrar a vacina. Caso os novos testes sejam bem-sucedidos, poderá ter início testes em humanos. 

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Brasil vai testar vacina contra dengue em humanos Desde 2006 o Instituto Butantan está pesquisando uma vacina contra a (Foto: Reprodução/Agência Brasil).

Desde 2006 o Instituto Butantan está pesquisando uma vacina contra a dengue e agora chegou a fase de testes do medicamento em humanos. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) já autorizou que 300 brasileiros sejam voluntários no teste, que deve durar cinco anos. Essa etapa da pesquisa é a fase dois e vai analisar a eficácia e segurança da vacina tetravalente – pode prevenir contra quatro tipos da dengue (1, 2, 3 e 4). Caso todas as etapas da pesquisa sejam aprovadas, a vacina poderá então ser passada para a população. Os testes do Butantan serão feitos no Instituto Central (Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo-USP); no Instituto da Criança (Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP) e no Hospital das Clínicas (Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto – USP). As informações são da Agência Brasil.

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