O ex-prefeito de Brumado, engenheiro Eduardo Lima Vasconcelos (PSB), participou no último sábado (22), na Arena Fonte Nova, em Salvador, do Seminário Regional Programático da Aliança PSB-REDE-PPS. O evento contou com a presença do governador de Pernambuco e presidenciável Eduardo Campos, da ex-ministra do Superior Tribunal de Justiça (STJ), Eliana Calmon, que concorrerá ao senado federal nas eleições 2014, da senadora e pré-candidata à governadora da Bahia, Lídice da Matta, da ex-senadora e coordenadora da Rede Sustentabilidade, Marina Silva, e do presidente nacional do PPS, Roberto Freire. Durante o encontro, foi debatido o programa de governo da aliança para a Bahia e o Brasil.
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Narração automática (IA)Pesquisa Datafolha divulgada neste sábado (22) aponta que a presidente Dilma Rousseff (PT) venceria as eleições em primeiro turno com 47% dos votos. Isso se as eleições fossem hoje e ela tivesse como adversários o senador Aécio Neves (PSDB) e o governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB). Nesse cenário, Aécio teria 17% e Campos 12%. Votos em branco ou nulos somaram 18%, e outros 6% responderam que não saberiam em quem votar. No total, foram entrevistadas 2.614 pessoas em 161 municípios. A margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. Em comparação com a última pesquisa, realizada em novembro pelo Datafolha, a avaliação de Dilma permaneceu estável - naquela ocasião, ela registrou os mesmos 47%. Em outra pesquisa, de outubro, a presidente tinha 42%.
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37,3% dos entrevistados afirmaram que não votaria na petista de jeito nenhum. (Foto: Ricardo Trida/AE) Se as eleições fossem hoje a presidente Dilma Rousseff venceria no primeiro turno com 43,7% dos votos. Os dados foram levantados pela pesquisa CNT/MDA, divulgada nesta terça-feira (18). De acordo com a pesquisa, o senador Aécio Neves (PSDB) ficaria em segundo lugar, com 17% da preferência do eleitorado, e o governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), ficaria em terceiro, com 9,9% dos votos. O levantamento também pesquisou outro cenário: com Marina Silva no lugar de Campos, a ex-senadora teria 20,6% dos votos; e Dilma permaneceria em primeiro, com 40,7%. Aécio Neves pontua com 15,1% e Levy Fidelix (PRTB), com 0,4%. Quanto à avaliação do governo, 36,4% dos entrevistados consideram a administração federal positiva; enquanto 34,8% acreditam que a petista faz um mau governo. Este é o segundo pior índice atingido por Dilma - a pior aprovação, de 31,3%, foi registrada em julho do ano passado, após manifestações populares em todo o país. Por fim, 37,3% dos entrevistados afirmaram que não votaria na petista de jeito nenhum. Aécio Neves é descartado por 36%, Eduardo Campos por 33,9% e Marina Silva por 35,5%.
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Em comparação com a pesquisa divulgada no dia 11 de outubro, a presidente cresceu 5 pontos na intenção de votos considerando o mesmo cenário. (Foto: Roberto Stuckert/PR). Caso a eleição fosse hoje, a presidente Dilma Rousseff (PT) venceria em primeiro turno com 47% dos votos contra o senador Aécio Neves (PSDB) e o governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), de acordo com pesquisa Datafolha divulgada no sábado (30). Aécio teria 19% e Campos 11%; votos em branco ou nulos somariam 16% e não sabem 7%. Em comparação com a pesquisa divulgada no dia 11 de outubro, a presidente cresceu 5 pontos na intenção de votos considerando o mesmo cenário. Dos cinco cenários pesquisados, Dilma venceria em primeiro turno em três. Ela só iria para o segundo turno caso a candidata do PSB fosse Marina Silva. Contra Marina e Aécio, Dilma teria 42% dos votos contra 41% da soma dos dois candidatos, o que seria um empate técnico. No caso de Dilma enfrentar Marina pelo PSB e José Serra pelo PSDB, a presidente teria 41% contra 43% da soma dos dois, também um empate técnico. As candidaturas só serão oficializadas no ano que vem, mas o cenário em que a presidente enfrenta Aécio e Campos é o mais provável. No total, foram entrevistadas 4.557 pessoas em 194 municípios. A margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. A eleição de 2014 está marcada para 5 de outubro e, além de presidente, escolherá senadores, deputados federais, governadores e deputados estaduais.
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Narração automática (IA)De acordo com pesquisa Ibope divulgada na segunda-feira (18), a presidente Dilma Rousseff (PT) venceria a disputa presidencial ainda no primeiro turno com 43% das intenções de voto se as eleições de 2014 fossem hoje. O levantamento considerou que os adversários da presidente seriam o senador Aécio Neves (PSDB-MG) e o governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB) - atualmente o cenário mais provável da disputa. Segundo o Ibope, Aécio teria 14% das intenções de voto e Campos apenas 7%. Votos brancos ou nulos somam 21% e não sabem ou não responderam totalizam 15%. Em pesquisa anterior divulgada no dia 24 de outubro, Dilma tinha 41%, Aécio, 14%, e Campos, 10%. Nessa hipótese em que também foram inclusos os candidatos Marina Silva (PSB) e José Serra (PSDB), Dilma ainda venceria no primeiro turno. O Ibope ouviu 2.002 eleitores de 7 a 11 de novembro em 142 municípios do país. A margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.
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Narração automática (IA)Nesta quinta-feira (24), o Ibope divulgou mais uma pesquisa de intenção de voto e novamente mostrou a presidente Dilma Rousseff (PT) bem à frente dos demais possíveis candidatos à eleição presidencial em 2014. Dessa vez, a petista apareceu com 41% das intenções de voto caso os adversários fossem o governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), e o senador mineiro Aécio Neves (PSDB). Nesse cenário, Aécio tem 14% e Campos tem 10%, nulos ou brancos somam 22%, e 13% são os que não responderam ou ainda não sabem em quem vão votar. Se a candidata do PSB fosse a ex-senadora Marina Silva e não Eduardo Campos, Dilma teria 39%, Marina 21% e Aécio 13%. Trocando o senador Aécio Neves pelo também tucano José Serra, ex-governador de São Paulo, a petista teria 40%, Serra ficaria com 18% e Campos 10%. Com Marina Silva e Jose Serra disputando juntos, a ex-senadora conseguiria 21% dos votos caso as eleições fossem hoje e o ex-governador teria 16%, enquanto Dilma venceria em primeiro turno com 39%, assim como nas demais situações. Para esta pesquisa foram ouvidas 2.002 pessoas durante os dias 17 a 23 de outubro em 143 municípios, a margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.
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Narração automática (IA)O deputado federal Lúcio Vieira Lima (PMDB), em entrevista ao site Brumado Notícias, na tarde deste domingo (06), no Aeroporto de Rio de Contas, comentou a filiação do ex-prefeito de Brumado, Eduardo Vasconcelos no PSB. Para Lúcio, a ida do ex-carlista Vasconcelos é um fortalecimento do grupo de oposição ao atual governo Wagner. “É mais um que vem para o arco da oposição, uma vez que o PSB está caminhando para isso. Então é um fortalecimento daqueles que acham que efetivamente a administração de Jaques Wagner não foi boa para a Bahia. A ida de Eduardo e outros políticos para o PSB, que daqui a poucos dias virá para a oposição, fortalece este arco que quer a mudança da Bahia”, enfatizou. O deputado considerou que se a senadora Lídice da Mata quiser ser candidata ao Palácio de Ondina em 2014 terá que romper com o governador da Bahia. “Ela não poderá ficar com secretarias de governo e cargos no governo, apoiando Eduardo Campos no palanque de oposição e ficar apoiando o governo Jaques Wagner”, reforçou.
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A ex-senadora Marina Silva (Rede) e o governador Eduardo Campos (PSB), em conversa pela manhã registrada pelo senador Rodrigo Rollemberg (PSB-DF). Marina Silva decidiu se filiar ao Partido Socialista Brasileiro (PSB) na manhã deste sábado (5). De acordo com informações do site da Folha de São Paulo, ela escolheu o partido do governador Eduardo Campos, de Pernambuco, após conversas iniciadas ainda na noite de ontem, depois que a ex-senadora adiou a decisão sobre o futuro político em coletiva à imprensa. Na última quarta-feira (3), o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) negou o pedido de registro da Rede Sustentabilidade, liderada pela ex-candidata à Presidência. Desde então, ela buscava uma sigla para definir o cargo que disputará em 2014. Os ministros do TSE entenderam que a legenda não conseguiu o mínimo de 492 mil assinaturas de apoiadores exigido pela Justiça Eleitoral. Com a decisão, o partido criado por ela não poderá participar das eleições do ano que vem. Eduardo Campos é pré-candidato à presidência pelo PSB e, segundo a Folha, o partido teria interesse em ter Marina Silva como candidata à vice na chapa do atual governador de Pernambuco. Em 2010, Marina teve 19,6 milhões de votos na disputa presidencial. A ex-senadora pelo Acre ainda não se pronunciou oficialmente sobre a filiação ao PSB. A união entre Marina e Campos consolida uma terceira via na corrida presidencial, fazendo oposição à reeleição de Dilma Rousseff (PT) e à candidatura de Aécio Neves (PSDB).
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A diferença entre as duas em julho era de 8 pontos, agora a petista tem 22 pontos na frente da ex-Partido Verde. Divulgada essa semana, a pesquisa nacional do Ibope em parceria com o jornal O Estado de São Paulo apontou que a presidente Dilma Rousseff (PT) está abrindo vantagem em relação a Marina Silva (Rede). A diferença entre as duas em julho era de 8 pontos, agora a petista tem 22 pontos na frente da ex-Partido Verde. A pesquisa mostra que Dilma está aumentando seus pontos em todos os cenários de primeiro turno. Ao tempo em que a petista cresce, Marina fica mais ameaçada por outros possíveis candidatos na pesquisa. No cenário com o nome de Aécio Neves (PSDB), Dilma levaria a melhor, já que seus pontos aumentaram de 30 para 38% nesses dois meses, enquanto ele caiu de 13 para 11%. Marina tinha 22% em julho e agora tem 16% e Eduardo Campos (PSB) perdeu 1%, passou de 5 para 4%. Do total de entrevistados, 31% estavam sem candidato - 15% de nulos ou brancos e 16% que ainda não sabem responder. Se ao invés de Aécio, o candidato tucano fosse José Serra não haveria muita diferença. Nesse cenário, Dilma tem 37%, enquanto Marina tem 16%, Serra tem 12% e Campos tem 4%. Mesmo mudando os nomes dos candidatos do PSDB, Dilma continuaria tendo sua porcentagem maior do que a soma entre os outros três nomes. Considerando um possível segundo turno entre Marina e a presidente, a fundadora da Rede perderia por 43% a 26%. Na pesquisa de julho, feita logo após os protestos nacionais, as duas estavam tecnicamente empatadas, Dilma com 35% e Marina 34%. Agora é importante lembrar que as eleições ainda estão longe, faltando um ano, e daqui até lá ainda tem as fortes campanhas eleitorais que podem modificar o voto de muita gente.
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Mas o gesto é a primeira etapa concreta de consolidação da candidatura do governador de Pernambuco. (Foto: Reprodução). Numa decisão surpreendente, o PSB deve entregar nesta quarta-feira (18) os cargos que detém no governo Dilma Rousseff (PT), inclusive os dos ministros Fernando Bezerra Coelho (Integração Nacional) e Leônidas Cristino (Secretaria de Portos). A decisão deve ser anunciada em reunião na sede do partido na manhã desta quarta. Na tarde desta terça, o presidente do partido, governador Eduardo Campos (PE), fechou uma rodada de conversas, inclusive com os dois ministros do partido. “Não vamos ficar nesse balcão de cargos”, desabafou Campos, segundo relato de um parlamentar que presenciou uma das reuniões. Nessas conversas, Campos disse que, mesmo sem cargos, vai ajudar o governo no que for necessário. “Para fazer o que for importante para o país, não precisamos de cargos”, disse o governador, segundo o mesmo parlamentar. Nos últimos dias, integrantes do PT e do Palácio do Planalto pressionavam para que o PSB entregasse os cargos. A presidente Dilma Rousseff não escondeu sua irritação depois que Eduardo Campos reuniu-se recentemente com o senador Aécio Neves (PSDB-MG), em Recife, e fez críticas ao governo. Apesar de entregar os cargos, o PSB não anunciará Campos como candidato à Presidência da República em 2014. Mas o gesto é a primeira etapa concreta de consolidação da candidatura. As informações são do Blog do Camarotti.
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Dois pré-candidatos buscam a união para o fortalecimento da oposição em 2014. (Foto: Divulgação). Qualquer político sabe da dificuldade que vai ser enfrentar o governo do PT nas próximas eleições presidenciais. Mas o senador Aécio Neves (PSDB-MG) e o governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), dois pré-candidatos ao cargo de presidente, pretendem minar a campanha de reeleição de Dilma Rousseff (PT). E os dois já começaram a trabalhar nesse plano e selaram um acordo entre eles. Segundo a Folha de São Paulo, o pacto dos presidenciáveis incluem cinco temas e tem como protocolo não se agredirem na pré-campanha, mirando apenas na presidente Dilma e seu partido, mesmo com o PSB fazendo parte da base aliada petista. O primeiro ponto do acordo é votar contra a minirreforma eleitoral, que tramita no Senado e visa encurtar a campanha eleitoral e a propaganda política em 2014. Os pré-candidatos acreditam que o propósito dessa redução é impedir que candidatos menos conhecidos, caso dos dois, sejam apresentados aos eleitores. Outra questão acertada é defesa do Estado e da democracia que Neves e Campos pretendem fazer. Os dois ainda combinaram bater no equilíbrio fiscal federal, que é necessário ser mantido pelo governo. O tucano e o socialista querem ainda montar palanques juntos – em Minas Gerais, São Paulo, Paraíba, Piauí e Paraná – para debaterem juntos e criticarem e rebaterem, sempre que possível, as palavras de Dilma. O pacto foi firmado na noite da última quinta-feira (29), durante um jantar em Recife.
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Narração automática (IA)O ex-prefeito de Brumado, Eduardo Vasconcelos (Sem Partido), não aprovou a postura do presidente do Partido Social Liberal (PSL), Toninho Olívio, que anunciou que ele se filiaria ao partido para disputar uma vaga na Câmara Federal. Mesmo assim, Vasconcelos passou o final de semana articulando o seu ingresso no PSB, comandado na Bahia pela senadora Lídice da Mata. O objetivo da legenda é fortalecer a pré-candidatura do governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB) à presidência da república em 2014. Na Bahia, na última sexta-feira (23), a executiva baiana da sigla reafirmou apoio total a Campos. De acordo com o site Política Livre, os dirigentes analisaram de forma aprofundada a necessidade de eleger um número significativo de deputados estaduais e federais na Bahia, em 2014, e a estratégia para atingir essa meta, considerando que nas últimas eleições o PSB não conseguiu nenhuma vaga na Câmara Federal. Novas filiações, a exemplo da do ex-prefeito de Brumado, Eduardo Vasconcelos, reforçam a lista de pré-candidatos. No final de semana, Vasconcelos já teria tido uma longa conversa com a presidente da legenda, senadora Lídice da Mata, acertando o seu ingresso no partido. Tudo indica que os esforços da direção do PSB nos próximos dias estarão voltados para fortalecer a chapa de candidatos à Assembleia Legislativa e à Câmara Federal.