Os trabalhadores da construção civil encerraram a greve hoje (07) e retornarão às atividades na terça-feira (8). A decisão foi tomada em assembleia, durante a qual cerca de quatro mil operários aceitaram o reajuste salarial de 6%, a partir de 1º de janeiro - um total de 8%, a partir de 1º de abril. A proposta foi mediada pelo Ministério Público do Trabalho (MPT) e ainda contempla um acréscimo de R$ 20 na cesta básica, que passa a valer R$ 127, a partir de 1º de maio. A greve foi iniciada no dia 24 de março. Na ocasião, mais de 95% dos canteiros de obras em todo o estado ficaram com as atividades paradas.
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Foto: Divulgação/MPT-BA Quatro municípios do sudoeste baiano reunidos na última quarta-feira (02), na sede do Ministério Público do Trabalho (MPT), em Vitória da Conquista se comprometeram a aderir ao projeto MPT na Escola. A proposta prevê a discussão em sala de aula de temas relacionados a direitos trabalhistas e combate ao trabalho infantil. Para colocar o projeto em prática, coordenadores pedagógicos desses municípios receberão um treinamento especial para repassar a professores a metodologia para abortar os temas. Assinaram o Termo de Adesão representantes das prefeituras de Itapetinga, Ibiassucê, Botuporã e Caculé. Também presentes, os representantes de Vitória da Conquista e Tanque Novo pediram prazo para definir. Somente o município de Maetinga, também convidado, não mandou representante. Uma nova reunião acontece na quinta-feira (03) em Salvador, para a qual foram convidados os outros 43 municípios.
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Narração automática (IA)Na Bahia, o Ministério Público do Trabalho (MPT) anunciou que irá intervir a fim de mediar os conflitos existentes entre empresas privadas, trabalhadores terceirizados e estado quanto ao pagamento de salários e benefícios atrasados. Visando solucionar o impasse, uma série de audiências será realizada. A primeira delas já acontece na próxima segunda-feira (16). Em reunião com os procuradores do MPT realizada na última quarta-feira (11), o governo informou que atualmente existem 81 contratos com 15 empresas, que envolvem cerca de 40 mil empregados terceirizados. Participaram da reunião o secretário da Administração, Etelvino Góes, e o procurador geral do estado, Rui Cruz. De acordo com o Ministério do Trabalho, calcula-se que haja cerca de R$ 20 milhões retidos pelo estado relativos a esses contratos. Além da audiência, o MPT irá convocar o Sindicato dos Trabalhadores de Limpeza do Estado da Bahia (Sindilimp), o estado e cada uma das empresas separadamente para debater soluções específicas para cada caso. O objetivo é entrar em acordo com o estado, a fim de que este pague os salários e benefícios em atraso. Os representantes do governo alegam que os pagamentos dos contratos retidos têm motivos diversos, entre os quais a não comprovação de recolhimentos previstos nos contatos como condicionantes para liberação de pagamentos, tais como certidão negativa de débitos com a receita.