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Guanambi: Depois de 11 anos, crime vai a julgamento Foto: Bonny Silva

Nesta quinta-feira (15), na Comarca de Guanambi, está acontecendo o julgamento de Juventino Pereira Baleeiro e Janielson Miguel da Silva, denunciados por duplo homicídio qualificado. As vítimas, Benedito Paixão Machado e Gilberto Calcino de Souza, foram mortas a tiros em um sítio, localizado próximo à localidade de Tabua Grande, de propriedade de Juventino. O crime aconteceu no dia 22 de dezembro de 2002. O julgamento, aguardado com muita expectativa pela comunidade por 11 anos, foi remarcado pela sétima vez. O júri deve se estender por todo dia de hoje.

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Guanambi: Júri Popular condena ex-mototaxista por ter matado o pai Foto: Bony Silva

Na última terça-feira (18), Almir Silva Porto foi condenado por ter matado o próprio pai, Francisco Silva Porto, 76 anos. O crime aconteceu no dia 28 de dezembro de 2008, após uma discussão entre os dois. Almir disparou contra o peito e a cabeça da vítima. A defesa do réu tentou alegar que o autor do crime agiu movido por relevante valor social ou moral ou sob domínio de violenta emoção após injusta provocação da vítima. Almir foi condenado por homicídio qualificado, e o juiz Paulo Roberto Prhoman Wolff aplicou a pena de 14 anos de reclusão em regime fechado. O réu irá recorrer em liberdade.

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Guanambi: Onze ciganos vão a júri popular Advogados já ingressaram com um recurso para a suspensão do júri, para que o mesmo ocorra após o julgamento do TJ-BA. (Foto: Reprodução).

Onze ciganos envolvidos na chacina ocorrida no Bairro Brasília, em Guanambi, no sudoeste baiano, no ano de 2007, quando o Tenente Gilson Santiago e o comerciante Paulo Sérgio foram mortos, irão a júri popular. A decisão foi proferida pelo juiz Roberto Paulo Prohmann Wolff, que já decretou a prisão dos ciganos Adarci de Oliveira, João Celino de Oliveira e Carlos de Oliveira, em função do não comparecimento aos atos processuais. Os advogados criminalistas José Alberto Daltro Coelho, João de Melo Cruz, Francisco Rigaud Amorim e Igor Huady Cerqueira Ribeiro ingressaram com recurso contra a decisão do magistrado alegando a inocência dos réus. O recurso interposto pelos advogados suspende a realização do Júri, que só poderá ocorrer após o julgamento pelo Tribunal de Justiça da Bahia.

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