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Condeúba e Paramirim mantêm contratos milionários com Cooperativa de Saúde Apesar de não ter sido citada na matéria do Fantástico no último domingo (08), o município de Condeúba tem um contrato com a Cooperlife de R$ 2.425.000. (Foto: Reprodução).

A saúde dos brasileiros é motivo de negociação por baixo dos panos. As propinas começam em 10% e são pagas, claro, com o dinheiro de seus impostos. Em 2012, o Governo Federal aplicou quase R$ 38 bilhões na saúde dos municípios brasileiros - deste total, R$ 16 bilhões serão direcionados até o final do ano para o atendimento básico, feito nos postos de saúde da família. Os valores são repassados para as prefeituras municipais que, em sua maioria, preferem usar a verba para contratação de cooperativas médicas e organizações sociais, a fim de que estas se encarreguem do serviço de saúde. Em matéria veiculada no último domingo (08), no programa Fantástico, da Rede Globo, a ação de cooperativas nos municípios do interior da Bahia foi mostrada. A reportagem denunciou o mau uso do dinheiro público nesses contratos. Com sede em Vitória da Conquista, a Cooperativa de Profissionais de Saúde do Estado da Bahia (Cooperlife) atua clandestinamente e possui contratos milionários com diversas prefeituras da região. Outra cooperativa atuante no sudoeste do estado é a Pró-Saúde, que não possui registro algum no Conselho Regional de Medicina (CRM). Ela atuava em Tremedal, no sudoeste baiano, mas o prefeito Márcio Ferraz (PT) cancelou o contrato após as irregularidades apontadas pela reportagem. 

Condeúba e Paramirim mantêm contratos milionários com Cooperativa de Saúde Já a prefeitura de Paramirim o contrato foi homologado pelo gestor Júlio Bittencourt (PSD) em 25 de janeiro de 2013 no valor de R$ 5.761.420,30. (Foto: Reprodução).

Apesar de não terem sido citados na matéria, o site Brumado Notícias apurou que os municípios de Condeúba e Paramirim possuem contratos milionários com a Cooperlife. A cidade de Condeúba tem um contrato de R$ 2.425.000 com a cooperativa, o qual foi homologado em 05 de abril de 2013 pelo prefeito José Augusto Ribeiro (PT), o Guto. Já no município de Paramirim, que é administrado pelo prefeito Júlio Bernardo Brito Vieira Bittencourt (PSD), o contrato com a Cooperlife foi homologado em 25 de janeiro de 2013 no valor de R$ 5.761.420,30. Um ex-prefeito ouvido pela nossa reportagem ressaltou que, mesmo com as denúncias, cooperativas sérias e legalizadas atuam na Bahia. O Ministério da Saúde prevê a suspensão dos recursos quando a fraude fica comprovada.

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Condeúba: Prefeito não libera alvará para construção de adutora que levaria água para Piripá José Augusto Ribeiro (PT) espera que o problema do município vizinho seja solucionado, mas que a opinião do povo de Condeúba deve ser respeitada. (Foto: Divulgação).

Na última quinta-feira (10), uma reunião foi realizada na cidade de Condeúba, no sudoeste baiano, entre técnicos da Embasa, o prefeito municipal, vereadores locais e da cidade de Piripá e secretários municipais. O encontro teve por finalidade discutir a construção ou não de uma adutora que liga água do Açude do Champrão até a cidade de Piripá. Durante a reunião, o prefeito de Condeúba, José Augusto Ribeiro (PT), disse categoricamente que não concederá alvará para realização da obra dentro do município, apesar de esperar que o problema do abastecimento em Piripá seja solucionado. O gestor ainda dirigiu-se aos representantes da Embasa afirmando que a opinião do povo deve ser respeitada. Endossando o posicionamento do prefeito, os vereadores declararam que a construção de uma adutora na cidade nesse momento instalaria o caos e engavetaria o projeto de construção da Barragem dos Morrinhos. Além disso, fizeram críticas à empresa quanto à falta de investimentos no setor ao longo de anos. Ao final da reunião, o engenheiro da Embasa, Paulo Magalhães, disse que encaminhará a decisão das autoridades locais ao presidente da empresa. O representante salientou que não há como prosseguir com a obra sem um alvará e que todas as questões pertinentes ao assunto serão discutidas na sede da Embasa, em Salvador. Para ele, o assunto é bastante delicado.

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