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Bahia
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Santaluz: Ex-catador de papelão vira dono de mercado com 3.000 itens Foto: Divulgação/Sebrae-BA

Aos 27 anos, o ex-catador de papelão, Rodrigo de Jesus Santana, é dono de um mercado na cidade de Santaluz, na Bahia. A pequena empresa tem 3.000 itens à venda e emprega seis funcionários. Desde cedo, o empresário teve de trabalhar para ajudar a família. Aos 8 anos, Rodrigo já vendia pães e picolés nas ruas. Dos 10 anos aos 15 anos, recolhia papelão e materiais recicláveis. Todos os dias, às 7h30, o menino saía com um carrinho de mão para recolher sucata na rua. A venda do material rendia quase um salário mínimo por mês à família. Por conta da rotina exaustiva de trabalho, ele teve de abandonar a escola. Aos 15 anos, deixou de recolher materiais recicláveis para vender produtos caseiros de limpeza em sua casa. Cinco anos mais tarde, Santana comprou um terreno. De acordo com o Uol, no espaço de 9 m², o baiano construiu uma loja e passou a vender produtos da cesta básica, como açúcar, arroz e feijão. O negócio cresceu e hoje ele é um empresário bem sucedido.

Brasil
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Segundo pesquisa da Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac), em outubro, as taxas de juros cobradas dos consumidores atingiram o maior nível em um ano. Os juros médios das operações de crédito tiveram alta de 0,03 ponto percentual, passando de 5,53%, em setembro, para 5,56% ao mês, em outubro. A taxa anual média subiu de 90,77% ao ano para 91,42%. Das seis linhas de crédito pesquisadas, apenas uma não subiu - os juros cobrados no crédito rotativo do cartão de crédito ficaram estáveis em 9,37% ao mês. Ainda assim, essa é uma das maiores taxas cobradas no mercado de crédito no Brasil, equivale a 192,94% ao ano. Todas as demais - a taxa média de juros cobrada no comércio, os juros do cheque especial, as linhas de Crédito Direto ao Consumidor, o empréstimo pessoal oferecido pelos bancos, e nas financeiras - subiram. A expectativa é de que haja mais aumentos nos próximos meses. O coordenador da pesquisa de juros da Anefac, Miguel José Ribeiro de Oliveira, diz que o aumento pode ser atribuído à última elevação da Selic promovida pelo Banco Central. A taxa básica da economia brasileira passou, no dia 9 de outubro, de 9% para 9,5% ao ano. As informações são do Uol.

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