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Inadimplência com cheques em julho atinge maior nível desde 1991 Foto: Reprodução

De acordo com dados do Serasa Experian, o percentual de devoluções de cheques pela segunda vez por falta de fundos ficou em 2,24% em julho - esse é o maior nível de inadimplência para o mês de julho desde o início da série histórica, em 1991. Comparativamente, em julho do ano passado, esse percentual foi de 2,03% e, em junho de 2014, o indicador chegou a 1,92%. Entre os estados, Roraima foi o que apresentou o maior percentual e liderou o ranking estadual dos cheques sem fundos nos primeiros sete meses de 2014, com 12,13% de devoluções. Na contramão, está o Amazonas, com o menor percentual (1,15%). Segundo os economistas da Serasa Experian, a alta da inadimplência com cheques revela a maior dificuldade que o brasileiro está tendo para honrar com seus compromissos financeiros no início deste segundo semestre do ano. "Estagnação da economia, juros elevados, inflação ainda em patamar desconfortável e enfraquecimento do mercado de trabalho são alguns dos elementos que contribuem para esta elevação", disse a Serasa ao G1.

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Na comparação com o mês de janeiro do ano passado, houve um aumento de 8% no número de empresas criadas em janeiro deste ano - 160.348 empreendimentos contra 147.337 companhias. O valor representa o maior já registrado pelo Indicador Serasa Experian de Nascimento de Empresas no mesmo período desde 2010. Especialistas no assunto atribuem o crescimento à formalização dos negócios no Brasil, incentivada pelos microempreendedores individuais. Do total de empresas abertas, 74,2% são desse grupo de empresários. A região Nordeste ficou em segundo lugar em termos de aumento de novos empreendimentos, com 19,5% e 31.220 empresas.

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Serasa: Empresas começam o ano com alta na inadimplência Os cheques sem fundos tiveram alta de 7%. (Foto: Agência Brasil).

Na comparação com dezembro do ano passado, a inadimplência das empresas aumentou 11,3% em janeiro deste ano. A informação foi publicada pelo Serasa Experian. Na variação anual, houve alta de 11,1%. Segundo especialistas no assunto, a alta é resultado do aumento da inadimplência dos consumidores durante o mês passado e da elevação do custo financeiro das empresas. De acordo com o Serasa, os títulos protestados aumentaram 49,3%; as dívidas não bancárias cresceram 1,7%; e os cheques sem fundos tiveram alta de 7%. As informações são da Agência Brasil.

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Classe média brasileira representa 54% da população s pessoas que compõem a classe média gastaram mais de R$ 1,17 trilhão em 2013 e movimentaram 58% do crédito no Brasil. (Foto: Wilson Dias/ABr).

Composta por cerca de 108 milhões de pessoas, a classe média brasileira representa hoje 54% da população do país. Os números foram publicados pela Serasa Experian em conjunto com o Instituto Data Popular, que investigaram famílias brasileiras que tem renda per capta entre R$ 320 e R$ 1.120. Segundo a pesquisa, a previsão é de que até 2023 a classe C chegue a 58%. As pessoas que compõem a classe média gastaram mais de R$ 1,17 trilhão em 2013 e movimentaram 58% do crédito no Brasil. Os dados da pesquisa ainda revelaram que a classe C está mais concentrada na Região Sudeste, com 43%, seguida pelas regiões Nordeste (26%), Sul (15%), Centro-Oeste (8%) e Norte (8%).

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Consumidores inadimplentes devem evitar intermediários para 'limpar nome' Anúncios que prometem retirar nome de lista de devedores pode ser golpe.

O Serasa Experian adverte aos consumidores com dívidas, inscritos em algum serviço de proteção ao crédito (SPC) ou na Serasa, devem analisar com reservas os anúncios que prometem facilidades para retirar anotações de inadimplência, sem pagamento da dívida. A dívida precisa ser renegociada ou paga; não existe possibilidade de ser cancelada, segundo o órgão. A melhor opção para regularizar uma pendência financeira é procurar diretamente o credor ou obter informações nos postos de atendimento gratuito na Serasa ou no SPC. De acordo com a Agência Brasil, algumas empresas se oferecem como intermediárias da renegociação da dívida, cobrando pelos serviços, e depois desaparecem sem fazer a quitação do débito. Outras vezes o cliente é orientado a fazer depósito prévio, para assegurar o pagamento do serviço, e ao perceber o golpe, não resta nada a fazer, pois essas empresas não têm endereço físico. Os intermediários devem, portanto, ser evitados.

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Tentativa de fraude contra consumidores bate recorde em 2013 No ano inteiro, foram registradas 2.204.158 tentativas de fraude. (Foto: Reprodução).

Em 2013, o número de tentativas de fraude contra consumidores bateu recorde, segundo pesquisa da Serasa Experian, divulgada nesta terça-feira (28). No ano inteiro, foram registradas 2.204.158 tentativas de fraude - por meio da qual dados pessoais são usados por criminosos para fazer negócios ou mesmo obter crédito com a intenção de não pagar. Segundo a Serasa, isso representa uma tentativa de fraude a cada 14,5 segundos no país. Em relação a 2012, foi registrada alta de 3,04%; frente a 2011, houve avanço de 12,39% e, diante de 2010, de 17,56%. O setor em que foi observado o maior número de tentativas de fraude foi o de telefonia: 951.360 (ou 43,16% do total). Frente a 2012, o resultado ficou 26,08% maior. Na sequência, está o setor de serviços, que inclui construtoras, imobiliárias, seguradoras e serviços em geral, com 55.535 registros ou 29,85% do total. Na comparação com o ano anterior, foi registrada queda de 11,85%. Em terceiro lugar está o setor bancário, onde foram verificadas 399.393 tentativas ou 18,12% do total. A alta frente a 2012 foi menor que a dos outros setores, de 1,89%. Um percentual menor das tentativas foi registrado no varejo. Foram 160.698 ou 7,29% do total. O ranking de tentativas de fraude de 2013 é composto ainda por demais segmentos (1,58%). As informações são do Globo. 

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Emissão de cheques sem fundos se estabilizou em 2013, diz Serasa (Foto: Reprodução).

Segundo levantamento divulgado hoje (23) pela empresa de consultoria Serasa Experian, dois por cento dos cheques compensados em todo país foram devolvidos pelo menos duas vezes, em 2013, por falta de recursos na conta do emissor. Comparado com o ano de 2012 (2,02%), o percentual ficou praticamente estável. Também houve recuo no volume de cheques devolvidos nas comparações mensal e anual. De acordo com os economistas da Serasa, a leve queda da inadimplência ocorreu devido à manutenção da taxa de desemprego ao longo do ano passado e à maior preocupação dos consumidores em quitar suas dívidas. Os dados do levantamento apontam que o estado de Roraima liderou o ranking de cheques sem fundos em 2013, com 11,06% de devoluções. O Amazonas registrou o menor percentual (1,37%). Entre as regiões, a Norte liderou o ranking, com 4,33% de cheques devolvidos. A região Sudeste apresentou o menor percentual (1,56%). As informações são da Agência Brasil.

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Embora o movimento dos consumidores no comércio varejista tenha aumentado 5,2% ao longo de 2013 em comparação com 2012, essa alta foi a mais baixa dos últimos dez anos. A informação foi divulgado pela Serasa Experian de Atividade do Comércio. Para os economistas da Serasa Experian, a situação se deve ao desempenho mais desfavorável da economia em razão da escalada das taxas de juros no mercado doméstico, da alta da inflação, especialmente durante o primeiro semestre do ano, e do menor grau de confiança dos consumidores, ainda em situação de elevado endividamento. O setor de supermercados, hipermercados, alimentos e bebidas cresceu acima da média, com expansão de 6,4%. No segmento de combustíveis e lubrificantes foi constatada elevação de 4,5%; nas lojas de veículos, motos e peças a alta foi 3,8%, e em pontos de venda de material de construção, 3,7%. As menores taxas de crescimento ocorreram nas lojas de tecidos, vestuário, calçados e acessórios (3,3%) e nos estabelecimentos de móveis, eletroeletrônicos e informática (3,1%). As informações são da Agência Brasil.

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Serasa: Taxa de inadimplência cresce em outubro O aumento registrado em outubro se deve a fatores sazonais como o maior volume de vendas no Dia das Crianças e maior número de dias úteis em relação a setembro.

Medido pelo Serasa Experian, o Indicador de Inadimplência do Consumidor registrou aumento de 3,7% em outubro na comparação com setembro - primeira alta após quatro quedas seguidas. Se comparado ao mesmo período do ano passado, houve queda de 11,9% - a quinta consecutiva nessa base de comparação. O aumento registrado em outubro se deve, segundo o Serasa, a fatores sazonais como o maior volume de vendas em razão do Dia das Crianças e maior número de dias úteis em relação a setembro. “Por isso, não pode ser interpretado como reversão de tendência do atual momento de recuo dos níveis de inadimplência dos consumidores”, disse a empresa, em nota. As dívidas referentes à cartões de crédito, financeiras, lojas em geral e prestadoras de serviços como telefonia e fornecimento de energia elétrica, água etc. elevaram a alta da inadimplência em outubro, com variação positiva de 5,1% e contribuição de 2,2 ponto percentual para a taxa do mês. Já a inadimplência bancária, os títulos protestados e os cheques sem fundos cresceu 0,9%, 16,8% e 10,6%, respectivamente.

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