O Sindicato dos Lojistas da Bahia (Sindilojas) esclarece a diferença entre acordo coletivo e convenção coletiva. Segundo o órgão, o acordo coletivo acontece entre empresa e sindicato; ao contrário da convenção coletiva, que é celebrada entre sindicatos. “Assim, por exemplo, se uma empresa celebrar um acordo coletivo, essas normas terão validade apenas para os seus empregados, em nada atingindo outras empresas”, explicou. Para o acordo se tornar geral, precisa ser uma convenção coletiva. “Se o Sindicato dos Comerciários e comerciantes chegarem a unanimidade esperado por todos, podemos fechar acordos coletivos, contudo, tem que ser empresa por empresa, o que de certa forma inviabiliza abranger toda a cidade”, afirmou o sindicato. A diretoria do Sindilojas disse que aguarda a decisão da Fecombase para autorizar a negociação da convenção coletiva 2014/2015.
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Narração automática (IA)O Sindicato dos Comerciários de Brumado lançou a Campanha Salarial 2014 em uma marcha realizada no centro da cidade. Presidentes e representantes de vários sindicatos e entidades se reuniram em apoio à manifestação. Na ocasião, foram inauguradas as delegacias da FECOMBASE e do SINTRACAP, além de um salão de beleza pronto e equipado para atender gratuitamente os comerciários.
A festa se completou nas ruas, onde um mini trio conduziu os sindicalistas pelas principais avenidas do comércio. (Foto: Divulgação). Além das inaugurações, o sindicato também comemorou a regulamentação da profissão pelo Congresso Nacional, ocorrida em março do ano passado. A festa se completou nas ruas, onde um mini trio conduziu os sindicalistas pelas principais avenidas do comércio. A Federação dos Empregados no Comércio de Bens e Serviços da Bahia (FECOMBASE), que representa cerca de 450 mil trabalhadores de mais de 100 municípios baianos, propõe ao Sindicato dos Lojistas do Comércio da Bahia (SINDILOJAS) a estabilidade provisória para gestantes, pré-aposentados, trabalhadores acidentados e doentes, e aqueles que retornarem de férias. A campanha prevê também, além da multa, uma indenização equivalente a 20 pisos salariais aos comerciários vítimas de assédio moral.
Os comerciários se uniram em defesa de melhores condições de trabalho e salariais. (Foto: Divulgação). Outro item da pauta da categoria é a jornada de trabalho. Os trabalhadores reivindicam 44 horas semanais, de segunda a sábado, e trabalho aos domingos e feriados mediante autorização de Acordo Coletivo. Os comerciários também querem participação nos lucros, cesta básica mensal no valor de R$ 250, auxílio creche para as mulheres que têm filhos até 10 anos de idade, seguro de vida e vale refeição de R$ 15.
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O sindicato da categoria realizará uma marcha na próxima sexta-feira (24), às 10h. O Sindicato dos Comerciários de Brumado, juntamente com vários sindicatos da Bahia, promoverá uma marcha na cidade no dia 24 de janeiro, às 10h. Os comerciários do estado iniciam a campanha salarial deste ano com inúmeras reivindicações para a categoria, que teve a profissão regulamentada pelo Congresso Nacional em março do ano passado. Além do reajuste salarial, a Federação dos Empregados no Comércio de Bens e Serviços da Bahia (FECOMBASE), que representa cerca de 450 mil trabalhadores de mais de 100 municípios baianos, propõe ao Sindicato dos Lojistas do Comércio da Bahia (SINDILOJAS) a estabilidade provisória para gestantes, pré-aposentados, trabalhadores acidentados e doentes, e aqueles que retornarem de férias. A campanha prevê também, além da multa, uma indenização equivalente a 20 pisos salariais aos comerciários vítimas de assédio moral. Outro item da pauta da categoria é a jornada de trabalho. Os trabalhadores reivindicam 44 horas semanais, de segunda a sábado, e trabalho aos domingos e feriados mediante autorização de Acordo Coletivo. Os comerciários também querem participação nos lucros, cesta básica mensal no valor de R$ 250, auxílio creche para as mulheres que têm filhos até 10 anos de idade, seguro de vida e vale refeição de R$ 15.