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Ministério Público apura doações a petistas condenados no Mensalão O pedido foi realizado pelo ministro Gilmar Mendes do STF. (Foto: Divulgação).

O Ministério Público, a pedido do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, está investigando as doações recebidas por petistas para pagar as multas impostas no processo do mensalão. O ministro do STF acredita que pode estar havendo lavagem de dinheiro no sistema de arrecadação. Juntos, o ex-presidente do PT, José Genoíno, e o ex-tesoureiro da sigla, Delúbio Soares, receberam cerca de R$ 1,7 milhão para quitar multas que somam R$ 1,1 milhão. O excedente será doado para o ex-ministro José Dirceu, que terá de pagar multa de R$ 971 mil, relativa à condenação por corrupção no processo. Segundo a Folha de S. Paulo, o deputado Carlos Sampaio (PSDB-SP), que protocolou na Procuradoria-Geral da República um pedido para que as doações fossem investigadas, alega que também pode estar havendo apologia ao crime, já que, segundo ele, o PT estaria tratando os condenados como “heróis nacionais”. A análise é recente e ainda não há informações sobre se foram encontrados indícios de irregularidades.

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Juiz considera maconha substância recreativa e absolve traficante confesso Na sentença, o juiz Frederico Ernesto Cardoso Maciel comparou a maconha com o cigarro e o álcool e disse que há uma ?cultura atrasada? no Brasil.

O juiz Frederico Ernesto Cardoso Maciel, da 4ª vara de Entorpecentes de Brasília, absolveu um réu que confessou ser traficante de drogas após considerar a maconha como substância recreativa. Segundo o magistrado, o entorpecente nem deveria estar na lista de substâncias proibidas, utilizada como referência na Lei de Drogas. A decisão foi proferida em outubro do ano passado, mas o Ministério Público recorreu. Na sentença, o juiz comparou a maconha com o cigarro e o álcool e disse que há uma “cultura atrasada” no Brasil. Ele ainda afirmou em juízo que a proibição de substâncias como a maconha violam o princípio da igualdade, restringindo o direito de uma grande parte da população de utilizá-las. Na época, o réu confesso foi pego em flagrante, dentro do presídio da Papuda, com 52 porções de maconha dentro do estômago, as quais seriam entregues a um presidiário. Ele assumiu o crime, pediu pena mínima e acabou absolvido.

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