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Samu terá medicamento que pode reduzir mortes por infarto Foto: Lay Amorim/Brumado Notícias

De acordo com portaria que deve ser divulgada nos próximos dias, as ambulâncias do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) passarão a contar com medicamentos trombolíticos, que podem diminuir em até 17% o número de mortes por infarto agudo do miocárdio. O ministro da saúde, Arthur Chioro, assinou na última segunda-feira (28) a nova norma. Segundo ele, as doenças do sistema circulatório são as que mais matam no Brasil. As equipes de socorristas serão treinadas para aplicar o tenecteplase, medicamento utilizado para desentupir a artéria do coração em casos de infarto. De acordo com o coordenador-geral de Média e Alta Complexidade do Ministério da Saúde, José Eduardo Fogolin Passos, se o sistema de atendimento levar menos de uma hora para desobstruir a artéria do paciente, há 15% de risco de morte. Caso a desobstrução ocorra em até duas horas, o risco de morte pode dobrar. O coordenador citou durante entrevista à imprensa estudos segundo os quais cidades que usam esse medicamento no sistema móvel de atendimento podem reduzir em até 17% o número de mortes por infarto. O medicamento também diminui as chances de que haja sequelas no paciente infartado. O custo do medicamento para todo o Brasil está estimado em R$ 8,5 milhões.

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Ministério da Saúde lança portaria para humanizar a assistência à mãe e ao bebê Foto: Reprodução

De acordo com portaria divulgada pelo Ministério da Saúde, enquanto o bebê estiver na maternidade, ele terá o acompanhamento 24h da mãe, do pai, ou de algum responsável, mesmo em UTIs Neonatais. O ministro da Saúde, Arthur Chioro, explicou que a portaria faz parte do projeto de humanização da assistência à mãe a ao bebê. “O direito à mãe, ao pai ou a um acompanhante responsável pelo bebê acompanhá-lo 24 na UTI neonatal é de fundamental na estratégia de humanização. A criação de normatizações sobre boas práticas ao atendimento ao parto, ou seja, à mãe que ganha o nenê e ao nenê, ao nascimento são estratégias de qualificação do parto e de assistência ao bebê na lógica da política de segurança e de qualificação ao atendimento”. Na oportunidade, Chioro falou também sobre a ampliação dos incentivos destinados a unidades que mantém assistência humanizada e qualificada às mães e aos bebês, com aumento de 17% dos recursos repassados para parto normal e de 8,5% para parto cesáreo. “A valorização é fundamental para reduzir a mortalidade infantil, reduzir a mortalidade materna e melhorar a qualidade de vida da nossa população”. De acordo com a Agência Brasil, com a portaria assinada, passa a ser requisito para receber a classificação garantir a presença dos pais da criança nos locais onde o bebê estiver nas maternidades.

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Governador da Bahia solicita R$ 65 milhões para assistência hospitalar, mas Brumado fica de fora Brumado não é prioridade quando se trata dos planos de ações do petista Jaques Wagner. (Foto: Erasmo Salomão).

Nesta terça-feira (11), o governador Jaques Wagner (PT) solicitou ao ministro da Saúde, Arthur Chioro, a liberação de R$ 65 milhões para ampliar a oferta do atendimento hospitalar na Bahia. A verba será distribuída entre unidades hospitalares de cinco cidades do estado e, mais uma vez, o município de Brumado ficou de fora da previsão. Foram solicitados R$ 26,9 milhões para equipar o prédio do novo do Hospital Geral do Estado (HGE) e do Hospital Geral Roberto Santos (HGRS), além de quatro emergências dos hospitais gerais de Vitória da Conquista, o Prado Valadares, em Jequié, o Luís Viana Filho, em Ilhéus, o Hospital Regional de Guanambi, além de seis maternidades de Salvador. Wagner também pediu a liberação de R$ 5,6 milhões em emendas parlamentares para a área da saúde e R$ 30 milhões para equipar unidades de oncologia, em Juazeiro e Caetité, e completar equipamentos de alta complexidade do Hospital Geral do Estado. Em Brumado, embora uma UTI e uma UTI Neonatal estejam sendo construídas no Hospital Professor Magalhães Neto, se o governo não ajudar o município, este não terá condições de custear todas as despesas. O governo da Bahia promete ampliar a barragem de Cristalândia, construir a Estação de Esgotamento Sanitário, sede própria da Uneb, o Presídio de Segurança Máxima, porém, a cidade não é prioridade quando se trata dos planos de ações do governador. Enquanto isso, municípios vizinhos, como Vitória da Conquista, Caetité e Guanambi, recebem com frequência diversas obras importantes. É notável que falta uma grande liderança política que realmente defenda os interesses da cidade.

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Rio do Antônio: Médico cubano não aparece para trabalhar O ministro da Saúde, Arthur Chioro, informou nesta terça-feira (11) que 24 cubanos já deixaram o programa Mais Médicos.

Um médico cubano que trabalhava no município do Rio do Antônio, no sudoeste do estado, está desaparecido. O ministro da Saúde, Arthur Chioro, informou ao G1 nesta terça-feira (11) que 24 cubanos já deixaram o programa Mais Médicos. No total, 9.549 médicos participam do programa no país, dos quais cerca de 7.400 vindos de Cuba. Dos 24 cubanos que deixaram o programa, 22 já haviam sido desligados até a semana passada por motivos pessoais ou de saúde. Dois médicos, que já eram conhecidos, ainda não oficializaram a saída, e três estão sumidos, entre os quais o que atuava no município baiano. O ministro informou que na próxima quinta-feira (13) será publicado no Diário Oficial regras de como os municípios deverão proceder quando médicos enviados pelo governo deixarem de comparecer ao trabalho. Em caso de desligamento, eles serão substituídos por outros participantes. A meta é ter 13 mil médicos no programa até o fim de março.

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Brasil vive 'apagão' no tratamento de doentes com transtornos mentais O país não conseguiu criar uma rede eficiente que garanta, por exemplo, consultas e tratamento com psiquiatras e psicólogos no SUS e leitos para situações de emergência.

Matéria publicada no site do Jornal Folha de São Paulo, nesta segunda-feira (10), declara que o Brasil vive um “apagão” nos cuidados aos doentes com transtornos mentais. Segundo o texto, hoje, no país, há cerca de 27 mil leitos, sendo 20 mil ocupados por doentes crônicos. Segundo projeções da literatura internacional, seriam necessários 70 mil leitos para atender a demanda atual de doentes mentais. O país não conseguiu criar uma rede eficiente de atenção à saúde mental que garanta, por exemplo, consultas e tratamento com psiquiatras e psicólogos no SUS e leitos para situações de emergência. O debate reaqueceu com a posse do novo ministro da Saúde, Arthur Chioro, conhecido como militante da luta antimanicomial e que já se posicionou contra os hospitais psiquiátricos. Segundo o Ministério da Saúde, as posições de Chioro estão em acordo com a atual política de saúde mental. Para o presidente da Associação Brasileira de Psiquiatria, Antônio Geraldo da Silva, a situação é crítica e precisa ser transformada. “Hoje não temos leitos, não temos consultas, não temos nada. É um apagão. Em vez de fechar os hospitais psiquiátricos, o governo deveria qualificá-los e readequá-los.”

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