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Vitória da Conquista
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Rui Costa lamenta tragédia e rebate informação sobre recursos do PAC em Vitória da Conquista Foto: Lay Amorim/Achei Sudoeste

O ministro da Casa Civil, Rui Costa, afirmou que é falsa a informação divulgada pela prefeita Sheila Lemos (União Brasil) de que não houve retorno do Governo Federal sobre recursos para obras de drenagem em Vitória da Conquista. A cronologia da inscrição das obras no Novo PAC e as etapas seguintes foram detalhadas pelo ministro durante entrevista à Rádio UP 100,1 FM, nesta terça-feira (10).

“Não é verdadeira a informação que a prefeita divulgou em vídeo de que está aguardando liberação de recursos. A responsabilidade por não ter iniciado a obra é da prefeitura. São fatos e dados, todos registrados em documentos”, disse.

A linha do tempo, descrita pelo ministro Costa, começou em outubro de 2023, quando a Prefeitura de Vitória da Conquista inscreveu, no âmbito do Novo PAC, dois projetos para obras de drenagem: o primeiro no valor de R$ 4,1 milhões e o outro no valor de R$ 4,7 milhões. Em março de 2024, o Governo Federal respondeu ao município, confirmando a incorporação dessas obras ao Novo PAC. “Nós anunciamos para o país inteiro R$ 26 bilhões [para macrodrenagem e contenção de encostas] e demos aval para os R$ 9 milhões desses dois projetos em Conquista. Anote a data: anunciamos em março de 2024 e, em novembro, assinamos os contratos”, detalhou o ministro na entrevista.

“A prefeitura solicitou mudanças no projeto original e foi prontamente atendida pelo PAC e pela Caixa Econômica Federal. A prefeita optou por alterar o objeto, modificando os locais beneficiados, e isso foi prontamente atendido. Ficou como pendência para a prefeitura apenas o envio da nova documentação”, assinalou Costa, ao reiterar que, até o momento, as pendências não foram encaminhadas pelo município. Ele também fez um paralelo com outras cidades que assinaram contratos em 2024 e hoje já estão com as obras concluídas. Neste ano, em 3 de março, houve uma nova reunião entre a Prefeitura de Vitória da Conquista e técnicos da Caixa, ainda sem a apresentação dos documentos pendentes.

Rui Costa informou também que, além desses valores, outros R$ 30 milhões foram liberados pelo Novo PAC no ano passado para que o Governo do Estado execute obras de macrodrenagem no município. “Falei há pouco com o presidente da Conder, José Trindade, que me garantiu que até abril deste ano será publicada a licitação desse projeto”.

O ministro também se solidarizou com o episódio trágico e afirmou ter esperança de que Rosania Silva Borges ainda seja encontrada com vida. “Lamento profundamente essa tragédia e presto minha absoluta solidariedade à família e aos amigos de Rosania”.

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'Espero que não erre novamente': Ivan Cordeiro aposta em Sheila Lemos na vice de ACM Neto Foto: Kauê Souza/Achei Sudoeste

As especulações em torno das Eleições 2026 já tiveram início. Em Vitória da Conquista, ventila-se que a prefeita Sheila Lemos (União Brasil) deve concorrer a vaga de vice-governadora, na chapa encabeçada pelo ex-prefeito de Salvador, ACM Neto (União Brasil).

Ao site Achei Sudoeste e ao Programa Achei Sudoeste no Ar, o presidente da Câmara Municipal de Vitória da Conquista, vereador Ivan Cordeiro (PL), assegurou que o melhor nome que ACM Neto pode ter em sua chapa para disputa ao Governo do Estado é o da prefeita da capital do sudoeste baiano. “Estamos falando de uma mulher que foi reeleita no primeiro turno, uma líder regional aqui no interior do Estado”, enalteceu.

Para Cordeiro, o político da capital precisa olhar com mais atenção para o interior do Estado, onde nomes como o da gestora representam uma força regional. “Sheila chega com essa força do interior baiano. Acredito que Neto deva escolher o nome de Sheila pra tá junto com ele nessa disputa. Espero que essa escolha seja feita e não venha, realmente, a errar novamente”, reiterou.

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O Cemitério Particular do Campinhos, no município de Vitória da Conquista, sudoeste da Bahia, foi interditado no último dia 21 de junho, quase dois anos após determinação da Justiça. A liminar de interdição do cemitério, motivada pela falta de licença ambiental, é de 24 de agosto 2015, mas só foi cumprida agora. Em nota, a prefeitura da cidade, por meio da Secretaria de Serviços Públicos, informou que nenhuma providência foi tomada pela gestão passada no sentido de atender à decisão judicial, mesmo com o estabelecimento de multa diária pelo não cumprimento da medida. O G1 não conseguiu contato com o ex-prefeito da cidade nesta segunda para saber porque a decisão não foi atendida. Ainda conforme a atual administração, o valor da multa acumulada no período tornou-se “exorbitante”. A prefeitura, no entanto, não divulgou o valor da multa, mas disse que no dia 13 de junho, o Ministério Público, em audiência com o executivo municipal e representantes dos moradores do Campinhos, deixou acordado que o município não pagaria a multa, mas cumpriria de imediato a ordem de interdição do cemitério. A prefeitura disse que, para que o cemitério volte a funcionar, será necessário que se tenha uma entidade jurídica responsável pela administração do local. Para isso, a comunidade terá o prazo de 180 dias para regularização da Associação dos Moradores do Campinhos. Outra exigência é a emissão de alvará sanitário e ambiental, que deve ser feita em até 180 dias junto ao Município. A Prefeitura destacou, também na nota, que já sinalizou que ajudará na legalização da Associação, bem como nos trâmites legais envolvendo a questão ambiental.

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Vitória da Conquista: Sem vagas, prefeitura retira mais de 400 corpos de cemitério e gera revolta Foto: Mário Bittencourt/Uol

O anúncio da exumação de mais de 400 restos mortais de um cemitério em Vitória da Conquista, no sudoeste baiano, deixou a comunidade local revoltada. A lista com os nomes dos mortos a serem removidos foi divulgada no mês passado pela prefeitura. De acordo com o Uol, as exumações devem começar no dia 19 de julho; os restos mortais serão transferidos para um ossário, construído pelo valor de mais de R$ 167 mil. O motivo para a ação é a superlotação, já que quase não há mais lugar para cavar túmulos. Em sua maioria, o cemitério abriga corpos de pessoas de baixa renda e, segundo a prefeitura, está com apenas 91 covas adultas disponíveis, as quais atendem a demanda de um período de 60 dias. A remoção está prevista no Código de Posturas do Município, entre as leis que regem a administração dos cemitérios públicos. Coveiros disseram que, devido ao número de enterros, de 3 a 4 por dia, o ossário com capacidade para 480 restos mortais não será suficiente para conter a superlotação. Eles estimam que o problema deve voltar a ocorrer em cinco meses. Um abaixo-assinado contrário às exumações circula no Bairro Kadija, onde está localizado o cemitério municipal.

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