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Datafolha: 59% acham que Moraes errou ao proibir visitas de Flávio a Bolsonaro Foto: Divulgação/STF

A maioria dos eleitores brasileiros avalia de forma negativa a decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), de proibir o senador e candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ) de visitar o pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro. De acordo com pesquisa Datafolha realizada nos dias 22 e 23 de julho, 59% dos entrevistados consideram que o magistrado agiu mal com a medida. Outros 36% entendem que Moraes agiu bem, enquanto 2% avaliaram a atitude como nem boa nem má e 4% não souberam responder.

O levantamento também aponta apoio majoritário de 59% dos brasileiros à manutenção de Jair Bolsonaro em regime de prisão domiciliar. Por outro lado, 35% se declararam contrários ao benefício concedido ao ex-presidente, e 6% não souberam opinar. Bolsonaro cumpre pena de 27 anos e 3 meses de reclusão após condenação pelo STF por tentativa de golpe de Estado e outros crimes. Ele obteve a transferência para a residência em março deste ano por razões de saúde, sob restrições severas que proíbem o uso direto ou indireto de celulares e redes sociais — veto aprovado por 62% dos eleitores consultados.

A proibição das visitas de Flávio ao pai por 90 dias ocorreu após o senador ler publicamente, em evento político, uma carta do ex-presidente em que era apresentado como seu "porta-voz" e candidato oficial. Para Moraes, a conduta caracterizou violação direta da ordem judicial que impede a comunicação do ex-presidente com o público via terceiros. A decisão também vetou contatos de natureza política até as eleições e barrou a divulgação de manifestos, autorizando o acesso à residência em Brasília apenas para advogados não envolvidos na infração, médicos e equipe de apoio.

O impacto da medida dividiu a percepção de grupos políticos: entre os eleitores que declararam voto em Luiz Inácio Lula da Silva no segundo turno de 2022, 35% avaliaram que Moraes errou na restrição a Flávio. Já entre os eleitores de Bolsonaro, 32% concordam que o ex-presidente não deveria ter acesso a redes sociais durante o cumprimento da pena. A defesa do ex-presidente recorreu da restrição alegando ataque à liberdade de pensamento, enquanto Flávio classificou a determinação do magistrado como “ilegal, desproporcional, covarde e cruel”.

A divulgação dos dados antecedeu a convenção oficial do PL, realizada no último sábado (25), que confirmou a candidatura de Flávio Bolsonaro à Presidência da República. O evento foi marcado por homenagens ao ex-presidente, ataques de aliados internacionais a Alexandre de Moraes e discursos voltados à pacificação interna do partido, além de esforços para melhorar a aceitação do candidato no eleitorado feminino. Registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o código BR-01166/2026, a pesquisa Datafolha ouviu 2.004 eleitores em 139 municípios e possui margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

Maetinga
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Acusado de feminicídio em Maetinga morre de câncer em prisão domiciliar Foto: WhatsApp/Achei Sudoeste

Morreu neste sábado (25), no hospital municipal de Maetinga, Davi Pereira de Oliveira, acusado do feminicídio de Sabrina Brito de Oliveira, de apenas 20 anos. O homem, que enfrentava um câncer em estágio terminal, cumpria prisão domiciliar para realizar tratamento médico quando sofreu complicações da doença e não resistiu.

Segundo apurou o site Achei Sudoeste, o crime ocorrido em 13 de abril deste ano, causou forte comoção e indignação na comunidade local e em toda a região. Logo após o assassinato, Davi fugiu e permaneceu foragido por alguns dias até ser localizado pelas forças de segurança. Ele foi preso e encaminhado ao Conjunto Penal de Brumado.

Apesar da gravidade do feminicídio, a Justiça concedeu a permissão para que o acusado cumprisse a pena em regime domiciliar poucos dias após a prisão. A decisão levou em consideração o quadro de saúde irreversível e a necessidade de cuidados paliativos contínuos, os quais ele recebia até o momento do óbito.

A morte de Davi ocorre três meses após o assassinato que mobilizou a polícia e marcou a história recente de Maetinga. A brutalidade do caso e a trágica perda da jovem de 20 anos continuam gerando forte impacto social na cidade.

Justiça
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Alexandre de Moraes suspende visitas a Jair Bolsonaro na prisão domiciliar Foto: Bruno Peres/Agência Brasil

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), proibiu o ex-presidente Jair Bolsonaro de receber visitas pelo prazo de 30 dias. A medida foi tomada após o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) publicar nas redes sociais uma carta escrita pelo ex-presidente.

No mesmo despacho, Moraes também decidiu manter sua decisão anterior que proibiu Flávio de visitar o pai por 90 dias.

O ministro também ampliou as restrições às quais Bolsonaro está sujeito por estar em prisão domiciliar.

A partir de agora, Bolsonaro está proibido de receber visitas com finalidade político-eleitoral até o término das eleições de outubro.

O ex-presidente também não poderá divulgar manifestos político-eleitorais, inclusive por meio de terceiros, por qualquer meio de divulgação.

Ao determinar as medidas, Moraes disse que Bolsonaro descumpriu a determinação que o proibia de pode usar as redes sociais, inclusive por meio de terceiros. O descumprimento ocorreu com a publicação da carta nas redes sociais.

“Patente, portanto, o desrespeito de Jair Bolsonaro à medida cautelar, cuja fiel observância é requisito obrigatório para o cumprimento da prisão domiciliar humanitário”, afirmou. As informações são da Agência Brasil.

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Moraes suspende visitas de Flávio a Bolsonaro na prisão domiciliar Foto: Victor Piemonte/STF

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu nesta segunda-feira (13) suspender por 90 dias as visitas do senador Flavio Bolsonaro (PL-RJ) ao ex-presidente Jair Bolsonaro, que está em prisão domiciliar.

A medida foi tomada após o senador postar nas redes sociais, no último sábado (11), uma carta escrita pelo pai em seu favor.

Na decisão, Moraes deu prazo de 48 horas para a defesa de Jair Bolsonaro se manifestar sobre a publicação da carta.

Segundo o ministro, o ex-presidente está proibido de usar as redes sociais, inclusive por meio de terceiros.

“Não há dúvidas, portanto, que a conduta irregular de Flávio Nantes Bolsonaro desrespeitou expressa vedação judicial e configurou ostensivo desvio de finalidade no exercício de seu direito de visita, permitindo, nos termos do parágrafo 1º do artigo 41 da Lei de Execuções Penais, sua imediata suspensão”, concluiu o ministro.

O ministro também determinou que o caso seja enviado ao Ministério Público Eleitoral para ciência e adoção das medidas cabíveis em função do período eleitoral.

No ano passado, Bolsonaro foi condenado a 27 anos e três meses de prisão no processo de trama golpista. Em seguida, após passar por uma cirurgia, ele ganhou o direito de cumprir prisão domiciliar, para se recuperar de uma pneumonia bacteriana.

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Alexandre de Moraes mantém Jair Bolsonaro em prisão domiciliar Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu manter o ex-presidente Jair Bolsonaro em prisão domiciliar após o encerramento do prazo inicial de 90 dias da medida. Na mesma decisão, o magistrado determinou que Bolsonaro entregue todas as armas de fogo em até 48 horas.

Segundo o G1, o prazo da prisão domiciliar havia terminado na última quinta-feira (25), e a decisão sobre a continuidade da medida era aguardada ao longo desta semana.

Na decisão, Moraes afirmou que a manutenção da prisão domiciliar é justificada pelas circunstâncias do caso. “No presente momento, a manutenção de prisão domiciliar humanitária mostra-se razoável, adequada e proporcional, sobretudo porque, afastados os fatores impeditivos anteriores e presentes as excepcionalidades humanitárias, é possível sua concessão mesmo para os condenados em regime fechado”, escreveu o ministro.

Antes de ser colocado em prisão domiciliar, Bolsonaro permaneceu detido na Superintendência da Polícia Federal. Em 15 de janeiro deste ano, foi transferido para uma sala de Estado-Maior no 19º Batalhão da Polícia Militar, localizado no Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília.

Entre os fatores considerados por Alexandre de Moraes para a manutenção da medida estão o estado de saúde do ex-presidente e a conduta durante o período em que permaneceu em casa. Um dos episódios analisados foi a apreensão, em 15 de junho, de uma pistola registrada em nome de Bolsonaro durante uma abordagem da Polícia Militar do Distrito Federal. A arma estava com um militar do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) e, segundo a ocorrência, não estava acompanhada do certificado de registro no momento da fiscalização. O caso passou a ser investigado pela Polícia Civil do Distrito Federal.

Em depoimento, Bolsonaro afirmou que a arma é de propriedade dele e declarou que havia solicitado apenas um conserto no armamento. O ex-presidente também disse que mantinha a arma na residência dele por motivos de segurança. A Procuradoria-Geral da República (PGR) manifestou entendimento de que a análise sobre eventual falta grave deve considerar o resultado final das investigações.

Nos últimos dias, a defesa de Bolsonaro sustentou ao Supremo que não houve irregularidade na posse da arma e que o episódio não deveria impedir a continuidade da prisão domiciliar. Segundo os advogados, o armamento estava regularmente registrado e o ex-presidente não foi comunicado sobre eventual suspensão ou cancelamento do registro.

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Prisão domiciliar de Jair Bolsonaro chega ao fim nesta semana Foto: Lay Amorim/Achei Sudoeste

O prazo da prisão domiciliar temporária do ex-presidente Jair Bolsonaro termina na próxima quinta-feira (25). A continuidade da medida dependerá de uma decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), relator do caso.

A domiciliar foi concedida em março por um período de 90 dias. Na ocasião, Moraes considerou o quadro de saúde do ex-presidente, que havia sido internado com broncopneumonia, para autorizar o cumprimento da pena em casa. A medida também contou com parecer favorável da Procuradoria-Geral da República (PGR).

A defesa solicitou ao STF autorização para a realização de novos exames médicos. Segundo os advogados, os procedimentos são necessários para acompanhar problemas respiratórios e gastrointestinais apresentados por Bolsonaro nos últimos meses.

Relatórios médicos anexados ao processo apontam que o ex-presidente segue com episódios recorrentes de soluços, além de queixas de fadiga e cansaço. Por outro lado, os médicos afirmam que o quadro cardiológico permanece estável.

Além das questões de saúde, Moraes também deverá analisar o comportamento do ex-presidente durante o período de prisão domiciliar. Um dos pontos em avaliação é a apreensão de uma pistola registrada em nome de Bolsonaro durante uma abordagem policial no Distrito Federal. O caso levou o ministro a solicitar esclarecimentos à defesa.

Bolsonaro cumpre pena desde novembro do ano passado após condenação relacionada à tentativa de golpe de Estado em 2022. Atualmente, ele permanece em prisão domiciliar com uso de tornozeleira eletrônica e sujeito a restrições determinadas pelo STF.

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Arma registrada em nome de Jair Bolsonaro é apreendida durante blitz no Distrito Federal Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Uma arma de fogo registrada em nome do ex-presidente Jair Bolsonaro foi apreendida pela Polícia Militar do Distrito Federal durante uma blitz na noite desta segunda-feira (15), no Pistão Norte, em Taguatinga. A informação foi divulgada pelo jornal Metrópoles.

O armamento estava na posse de um sargento ligado ao Gabinete de Segurança Institucional (GSI). Ele foi abordado durante a fiscalização de rotina e conduzido à 21ª Delegacia de Polícia (Pistão Sul) para prestar esclarecimentos.

Segundo a reportagem, o militar se apresentou como integrante do GSI durante a abordagem policial e apresentou documentação referente ao porte funcional. Ele informou ainda no local que a arma pertenceria a Bolsonaro. Em depoimento, o sargento afirmou que havia retirado o armamento para realizar um reparo mecânico após identificar uma pane que, segundo ele, seria de simples solução. O problema estaria relacionado ao percussor da arma.

O relato do militar ainda citou que o armamento foi retirado na segunda-feira (15) e seria devolvido ao proprietário nesta terça-feira (16), após a conclusão do conserto. Apesar de possuir porte de arma, a situação chamou a atenção dos policiais porque o armamento estava registrado em nome de terceiros.

Diante da circunstância, a arma foi apreendida e o caso encaminhado para análise da Polícia Civil. A ocorrência foi registrada na 21ª Delegacia de Polícia, que irá apurar as circunstâncias da posse da arma, a regularidade do transporte do armamento e a documentação apresentada pelo militar.

O ex-presidente Jair Bolsonaro, dono do armamento, está em prisão domiciliar. Condenado pelo Supremo Tribunal Federal a 27 anos e três meses de prisão pelos crimes de organização criminosa armada, tentativa de golpe de Estado, abolição violenta do Estado Democrático de Direito, dano qualificado ao patrimônio público e deterioração de patrimônio tombado, Bolsonaro começou a cumprir pena em novembro de 2025.

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Jair Bolsonaro entra com revisão criminal no STF para anular condenação Foto: Lay Amorim/Achei Sudoeste

A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro protocolou nesta sexta-feira (8), no Supremo Tribunal Federal (STF), um pedido de revisão criminal para anular a condenação a 27 anos e 3 meses de prisão no processo da trama golpista. As informações são da Agência Brasil.

De acordo com os advogados, a condenação deve ser revista porque houve “erro judiciário”.

“O que esta revisão criminal demonstrou, assim, foi um quadro de erro judiciário em sua acepção mais grave, precisamente aquela que legitima a atuação rescindente desta Suprema Corte”, afirmaram os advogados.

No ano passado, Bolsonaro foi condenado pela Primeira Turma da Corte, formada pelos ministros Alexandre de Moraes, Flávio Dino, Cristiano Zanin e Cármen Lúcia.

Conforme determina o regimento interno do Supremo, a revisão criminal deverá ser julgada pela Segunda Turma, composta por André Mendonça e Nunes Marques, ambos indicados por Bolsonaro, além de Gilmar Mendes, Dias Toffoli e Luiz Fux.

Durante o julgamento de Bolsonaro, Fux mudou para a Segunda Turma após votar pela absolvição do ex-presidente.

No recurso, a defesa contestou a tramitação do processo que condenou Bolsonaro. Para os advogados, por estar na condição de ex-presidente, Bolsonaro deveria ter sido julgado pelo plenário da Corte, e não pela Primeira Turma.

Os advogados também afirmaram que a delação do ex-ajudante de ordens de Bolsonaro Mauro Cid não foi voluntária e deve ser anulada. A falta de acesso integral às provas da investigação também foi suscitada.

No mérito, a defesa afirma que não foram indicadas provas da participação de Bolsonaro nos atos golpistas de 8 de janeiro de 2023 e na liderança de um plano para planejar um golpe de Estado.  

“É incontroverso nos autos que não há nenhuma ordem ou orientação do ex-presidente em relação ao 8 de janeiro”, afirmaram os advogados.

Bolsonaro foi condenado por cinco crimes: organização criminosa armada, tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado pela violência e grave ameaça e deterioração de patrimônio tombado.

O ex-presidente cumpre prisão domiciliar por razões de saúde.

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Defesa de Jair Bolsonaro pede ao STF autorização para cirurgia no ombro Foto: Ton Molina/STF

A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) apresentou um pedido ao Supremo Tribunal Federal (STF) para a realização de uma cirurgia no ombro direito entre a próxima sexta-feira (24) e sábado (25), em um hospital particular de Brasília.

Caso a solicitação seja acatada, Bolsonaro, que está em prisão domiciliar, deverá passar pelas etapas de pré-operatório, internação, realização da cirurgia, pós-operatório e reabilitação. Ainda não há estimativa de quanto tempo ele deve permanecer hospitalizado.

O procedimento já estava no planejamento da equipe médica desde a última internação do ex-presidente, quando ele contraiu pneumonia. Laudos enviados ao STF apontam um quadro de “dor intensa” no ombro direito, com “limitação funcional importante” e “amplitude de movimento reduzida”.

Outro documento, encaminhado na última sexta-feira (17), indica melhora no quadro geral, com menor queixa de cansaço e “maior disposição física para atividades diárias”. O médico Brasil Caiado, responsável pelo laudo, também destacou a redução nas doses de medicamentos utilizados para crises de soluços, o que contribuiu para melhora no equilíbrio.

A dor no ombro já vinha sendo relatada de forma intermitente antes da internação ocorrida em março. Durante o período hospitalar, Bolsonaro foi avaliado por especialista em ombro e cotovelo e realizou exames de imagem, como ressonância magnética.

A equipe médica avalia que o problema pode estar relacionado a uma queda sofrida pelo ex-presidente durante o período em que esteve preso, embora essa hipótese ainda não tenha sido confirmada.

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Jair Bolsonaro começa a cumprir prisão domiciliar provisória após receber alta Foto: Reprodução/Jornal Nacional

O ex-presidente Jair Bolsonaro recebeu alta e começou a cumprir, na sexta-feira (27), a prisão domiciliar provisória. As informações são do Jornal Nacional, da TV Globo.

O ex-presidente deixou o Hospital DF Star por volta das 10h em um comboio da Polícia Militar direto para o condomínio onde a família mora. Jair Bolsonaro estava internado desde o dia 13 de março, tratando uma pneumonia provocada por broncoaspiração. Ele chegou em casa e foi filmado no quintal.

A prisão domiciliar foi autorizada pelo ministro do Supremo Alexandre de Moraes, a pedido dos advogados do ex-presidente e depois de um parecer favorável da Procuradoria-Geral da República.

A prisão domiciliar humanitária é temporária, vale por 90 dias a partir da alta na sexta-feira (27). O ministro Alexandre de Moraes determinou que, ao fim desse período, o ex-presidente passe por uma nova avaliação médica.

Jair Bolsonaro foi condenado pela Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal a 27 anos e três meses de prisão por tentativa de golpe de Estado. Em janeiro, ele passou a cumprir a pena no batalhão da Polícia Militar em Brasília, conhecido como Papudinha.

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Alexandre de Moraes proíbe drones perto da casa onde Jair Bolsonaro cumpre prisão Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes proibiu o sobrevoo de drones em um raio de 100 metros da casa onde o ex-presidente Jair Bolsonaro cumpre prisão domiciliar. O despacho foi publicado neste sábado (28). As informações são da Agência Brasil.

Na sexta-feira (27), Bolsonaro recebeu alta do Hospital DF Star, onde estava internado desde o dia 13 de março para tratamento de uma pneumonia bacteriana bilateral decorrente de episódio de broncoaspiração. No mesmo dia, policiais militares atuaram para coibir o uso irregular de drones nas proximidades da residência, em um condomínio no bairro do Jardim Botânico, em Brasília.

“A ação é desencadeada após a identificação de equipamentos não autorizados sobrevoando o imóvel, o que representa risco à segurança e violação do espaço aéreo”, informou o Centro de Comunicação Social da Polícia Militar do Distrito Federal.

Para “resguardar o ambiente controlado necessário”, o ministro Alexandre de Moraes determinou, ainda, que, em caso de desrespeito à medida, a Polícia Militar abata e realize a imediata apreensão dos drones, bem como efetue a prisão em flagrante de seus operadores.

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Alexandre de Moraes autoriza prisão domiciliar para Jair Bolsonaro Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) volte a cumprir pena em prisão domiciliar por 90 dias para a recuperação de uma broncopneumonia. As informações são do G1.

Após esse período, Moraes vai reanalisar os requisitos para a permanência ou não da prisão domiciliar.

“O ambiente domiciliar é o mais indicado para preservação de sua saúde, uma vez que, conforme literatura médica, devido às condições mais frágeis do sistema imunológico de idosos, o processo de recuperação total de pneumonia nos dois pulmões, com retorno da força, fôlego e disposição, pode durar entre 45 (quarenta e cinco) e 90 (noventa) dias”, diz a decisão de Moraes.

Além disso, Bolsonaro precisará utilizar tornozeleira eletrônica e estará proibido de utilizar smartphones, celulares, telefones ou outros meios de comunicação, mesmo que por meio de terceiros. O ex-presidente também não poderá utilizar redes sociais e gravar vídeos ou áudios.

Moraes atendeu à manifestação da Procuradoria-Geral da República (PGR), que se posicionou a favor da flexibilização de regime em razão do quadro de saúde do ex-presidente.

Moraes entendeu que o local onde Bolsonaro cumpre pena, conhecido como Papudinha, tem condições de garantir a “saúde e dignidade” do ex-presidente.

O ministro levou em consideração a alegação da defesa de que “a gravidade e a rápida evolução do quadro clínico [de Bolsonaro] foram igualmente evidenciadas pelo exame de imagem realizado no contexto da internação”.

“Demonstra que a concessão de prisão domiciliar humanitária temporária é a indicação mais razoável para a plena recuperação do custodiado e posterior realização de perícia médica para prorrogação do prazo se necessário”, afirmou o ministro.

Jair Bolsonaro foi condenado a 27 anos e 3 meses de prisão por tentativa de golpe de Estado. Ele estava detido na Papudinha, em Brasília. Em 13 de março, deixou a unidade prisional após apresentar um quadro de broncopneumonia e precisar ser internado.

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PGR se manifesta a favor de prisão domiciliar para Jair Bolsonaro Foto: Reprodução/Redes Sociais

A Procuradoria-Geral da República (PGR) enviou uma manifestação ao Supremo Tribunal Federal (STF) em que diz ser favorável à concessão de prisão domiciliar para o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). As informações são do G1. 

O parecer da PGR será analisado pelo ministro Alexandre de Moraes, do STF. A prisão domiciliar foi solicitada pela defesa do ex-presidente.

Jair Bolsonaro foi condenado a 27 anos e 3 meses de prisão por tentativa de golpe de Estado. O ex-presidente cumpre a pena na Papudinha, em Brasília.

No dia 13 de março, Bolsonaro passou mal e foi internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) de um hospital particular da capital para tratar de uma pneumonia decorrente de broncoaspiração. “A evolução clínica do ex-presidente, nos termos como exposto pela equipe médica que o atendeu no último incidente, recomenda a flexibilização do regime, em linha com o que admite o Supremo Tribunal em circunstâncias análogas”, afirma o procurador-geral da República, Paulo Gonet.

No parecer enviado ao STF, Gonet também declara que a concessão da prisão domiciliar “encontra apoio no dever dos Poderes de preservação da integridade física e moral” das pessoas que estão sob a custódia do Estado.

“Está demonstrado que o estado de saúde do postulante da prisão domiciliar demanda a atenção constante e atenta que o ambiente familiar, mas não o sistema prisional em vigor, está apto para propiciar”, diz o procurador.

Na manifestação, o procurador também diz que a equipe médica de Bolsonaro aponta que o quadro de comorbidades do ex-presidente expõe a integridade dele a risco iminente, com a possibilidade de novos súbitos e episódios de mal-estar.

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Alexandre de Moraes nega prisão domiciliar ao ex-presidente Jair Bolsonaro Foto: Wilson Dias/Agência Brasil

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou nesta segunda-feira (2) pedido de prisão domiciliar ao ex-presidente Jair Bolsonaro.

Na decisão, o Moraes disse que as instalações da Papudinha, em Brasília, onde o ex-presidente está preso, oferecem atendimento médico adequado. Além disso, o ministro afirmou que a tentativa de violação da tornozeleira eletrônica, ocorrida no ano passado, também é um óbice ao deferimento do pedido.

A defesa alegou que as instalações da prisão não estão aptas para dar tratamento médico adequado a Bolsonaro, que passou recentemente por uma cirurgia de hérnia inguinal e tem diversas comorbidades em decorrência da facada desferida contra ele na campanha eleitoral de 2018.

Ao analisar o pedido, Moraes disse que as instalações da Papudinha são adequadas para atender Bolsonaro em caso de emergência.

“As condições e adaptações específicas da unidade prisional atendem, integralmente, as necessidades do condenado, com a possibilidade e efetiva realização de serviços médicos contínuos, com múltiplos atendimentos diários, realização de sessões de fisioterapia, atividades físicas, assistência religiosa, além de garantir ao réu, em absoluta garantia do princípio da dignidade da pessoa humana”, disse o ministro.

Bolsonaro foi condenado a 27 anos e três meses prisão na ação penal da trama golpista e cumpre pena no 19° Batalhão da Polícia Militar, localizado dentro do Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília. O local é conhecido como Papudinha e é destinado a presos especiais, como policiais, advogados e juízes.

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Carlos diz que Bolsonaro passou mal e está sendo monitorado Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil

O ex-vereador Carlos Bolsonaro (PL) disse, nesta segunda-feira (16), que seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), passou mal durante a tarde e está sendo monitorado.

“Fui informado há pouco que o [ex-] presidente Jair Bolsonaro passou mal novamente hoje à tarde e segue sendo monitorado após o ocorrido. Infelizmente não tenho mais informações! Sem palavras!”, disse Carlos.

A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) disse que conversou com o comandante responsável pela Papudinha, confirmando que o ex-presidente teve pico de pressão e tontura, sendo atendido pelo médico de plantão. A CNN Brasil apurou que não foi necessário ajuste na dosagem de remédio.

Bolsonaro cumpre pena no Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília, numa ala chamada de “Papudinha”, que é de responsabilidade da Polícia Militar do Distrito Federal.

Na última semana, a defesa do ex-presidente apresentou um pedido para que ele possa cumprir a sua pena em prisão domiciliar.

No pedido, os advogados citam possível “risco de morte” de Bolsonaro durante sua estadia na Papudinha.

Enviada ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), os advogados falam em "precariedade" do estado de Saúde de Bolsonaro e de riscos supostamente "já comprovados". O documento cita parecer técnico de Cláudio Birolini, médico do ex-chefe do Executivo.

“O parecer técnico é categórico ao afirmar que, 'do ponto de vista estritamente médico, o ambiente de custódia carcerária eleva, de maneira concreta, o risco de descompensação aguda, pneumonia aspirativa, insuficiência respiratória, crises hipertensivas, Eventos tromboembólicos, arritmias, novos traumatismos cranioencefálicos e até morte súbita'”, diz o pedido.

A defesa alega ainda que até mesmo a perícia oficial, realizada pela junta médica da PF (Polícia Federal), admitiu que a ausência de medidas assistenciais como monitoramento diário, controle rigoroso da pressão arterial e hidratação adequada, pode resultar em uma “descompensação clínica súbita com risco concreto de morte” e que, para evitar isso, é necessária a observância "rigorosa" e contínua de medidas médicas e assistenciais a Bolsonaro.

Dias antes, a PF havia atestado em um laudo médico que Bolsonaro tem recebido tratamento adequado na Papudinha.

O documento enviado a Moraes ressalta que o ex-chefe do Executivo tem recebido dieta especial, controle da pressão arterial e realizado exames periódicos.

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