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Paralisação da polícia civil cobra integralidade com a polícia militar, esclarece sindicato

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Paralisação da polícia civil cobra integralidade com a polícia militar, esclarece sindicato Foto: Lay Amorim/Achei Sudoeste

Agentes e escrivães da Polícia Civil deram início, nesta segunda-feira (27), à paralisação da categoria no estado da Bahia. O movimento começou hoje e deve se estender por 48 horas. Em entrevista ao site Achei Sudoeste, Ana Carla, vice-presidente do Sindicato da Polícia Civil do Estado da Bahia, informou que a categoria está lutando pela igualdade de direitos com a Polícia Militar. Segundo ela, entre as medidas exigidas, estão a pensão integral, paridade e integralidade. “Se um policial, hoje, vier a se aposentar, ele só recebe 30% dos seus proventos. Pedimos o apoio da população e contamos com a sensibilidade do governador”, destacou. Ana Carla afirmou que a categoria está em estado de greve, lutando para que a PEC 159/2020, apresentada pelo governador Rui Costa, seja retirada de pauta. Nas delegacias municipais, somente os serviços essenciais, como flagrante e remoção cadavérica, continuam funcionando - os demais estão suspensos durante a paralisação.

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