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Boquira: Morador denuncia descaso em praça e cemitério A Praça Manoel Almeida Nezinho às escuras e cheia de mato. (Foto: Joilson Amorim/Brumado Notícias).

De acordo com denúncia do morador Joilson Amorim da cidade de Boquira, no sudoeste baiano, o município encontra-se abandonado pelo poder público. Segundo ele, a praça Manoel Almeida Nezinho, um dos principais pontos de lazer da comunidade e onde fica localizado o Arquivo Público Municipal, está tomada pelo matagal. “No local, muitos casais se encontram a noite para manter relação sexual. Várias vezes tive de acionar a polícia para coibir tal prática, pois o vigilante sequer passa pelo lugar por causa do mato que toma conta do local”, disse o morador em e-mail enviado ao site Brumado Notícias. Ele também denuncia o descaso com o cemitério municipal, o qual não conta com um serviço de limpeza da prefeitura. O morador solicita que o prefeito da cidade, Marco Túlio Vilasbôas (PMDB), possa implementar melhorias na praça, no cemitério e no município.

Boquira: Morador denuncia descaso em praça e cemitério O cemitério municipal está completamente abandonado. (Foto: Joilson Amorim/Brumado Notícias).
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Boquira: Médico contratado ?cumpria? jornada superior a 24 horas por dia O TCM considerou procedente a denúncia contra o ex-prefeito de Boquira, Edmilson Rocha de Oliveira (PDT) que ainda foi multado em R$ 2 mil.

Em sessão realizada nesta terça-feira (14), o Tribunal de Contas dos Municípios (TCM) considerou procedente a denúncia contra o ex-prefeito de Boquira, Edmilson Rocha de Oliveira (PDT), por irregularidades na prestação de serviços médicos por Ulisses Carvalho Andrade, no exercício de 2011. Segundo a denúncia, o profissional estaria trabalhando acima da jornada permitida, vez que a soma da carga horária mensal exercida pelo médico, na execução de dois contratos, foi superior à quantidade de horas existentes no mês. Além dos contratos de prestação de serviços médicos com a Prefeitura de Boquira, o profissional também mantinha, no mesmo período, contratos de prestação de serviços médicos em Ibipitanga e Macaúbas. “Os autos dão conta de que as atividades desempenhadas pelo médico no município em questão obedecia a uma carga horária superior a 720 horas por mês, o que significa dizer que, para cumprir carga horária desta dimensão, o profissional teria que se sujeitar a trabalhar 24 horas em todos os dias do mês”, concluiu o parecer da Assessoria Jurídica do TCM. O relator do processo, Conselheiro Fernando Vita, imputou multa de R$ 2 mil ao gestor, que ainda pode recorrer da decisão.

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