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Bahia
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Licínio de Almeida: Empresa terceirizada da Bahia Mineração está sendo acusada de desperdiçar água Foto: João José de Oliveira/Portal Licínio

A partir de denúncia da ECOTUR, fiscais da Secretaria de Agricultura do município de Licínio de Almeida, no sudoeste baiano, investigam se uma empresa terceirizada da Bahia Mineração estaria utilizando água própria para consumo humano para molhar as estradas que ligam o trecho da empresa na região de Caetité até o trecho de Licínio. Estariam sendo utilizados três carros-pipa diariamente para molhar aproximadamente um trecho de 40 km de uma estrada vicinal de terra. Segundo o engenheiro ambiental da Secretaria de Agricultura de Licínio, a via é usada pela empresa para escoar a produção de minério em caminhões, o que levantaria muita poeira no trecho.

Licínio de Almeida: Empresa terceirizada da Bahia Mineração está sendo acusada de desperdiçar água Foto: João José de Oliveira/Portal Licínio

Representantes da empresa terceirizada em questão informaram ao Portal Licínio que a documentação necessária para captação de águas de rios e poços artesianos estaria sendo providenciada. A Secretaria Municipal de Meio Ambiente pediu que a medida fosse revista. Segundo moradores, o desperdício de água pode afetar o abastecimento em localidades da região, tendo em vista o período crítico de seca. De acordo com a denúncia, proprietários de terras da região estariam vendendo água para a empresa denunciada. As informações são do Portal Licínio.

Bahia
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AL-BA: Presidente da Bahia Mineração recebe título de cidadão baiano Foto: Divulgação

Nascido no Rio de Janeiro, o presidente da Bahia Mineração (Bamin), José Francisco Viveiros, agora é cidadão baiano. O empresário foi recebido no plenário da Assembleia Legislativa, onde recebeu o título das mãos da deputada Ivana Bastos (PSD), autora da proposta. Em seu discurso, Bastos contou um pouco do trabalho desenvolvido por Viveiros na Bahia e descreveu o homenageado como um homem que está à frente do seu tempo. Ela também destacou que Viveiros é exemplo de conduta, tenacidade e comprometimento com a população baiana. O trabalho desenvolvido pela Bamin também foi lembrado. “Estou certa de que esta Casa Legislativa, ao promover esta homenagem, reverencia também uma Bahia economicamente mais desenvolvida e socialmente mais justa, que está a aplaudir o nosso novo conterrâneo”, destacou a parlamentar. Ao final, Viveiros agradeceu a honraria e ressaltou que o valor do título se multiplicava por ter sido proposto pela deputada.

Bahia
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A empresa Bahia Mineração (Bamin), responsável pela exploração de ferro na região de Caetité, no sudoeste baiano, foi obrigada pela justiça a reintegrar a posse do Terreiro de Axé Ilé Cicongo Roxo Mucumbe de H’Anzambi. O local de culto afro fica situado no distrito de Brejinho das Ametistas e desde 2006 foi declarado como patrimônio afrocultural brasileiro, pelo Ministério da Cultura, e de utilidade pública, pelo Estado da Bahia. Os donos do terreiro entraram com a Ação de Reintegração de Posse, justificando que a empresa estava querendo se apossar da área e impedir o acesso dos adeptos aos cultos. A decisão de que o lugar deveria permanecer como terreiro foi tomada pelo juiz José Eduardo das Neves Brito, da comarca de Caetité, em agosto, que exigiu da Bamin a reintegração de posse. Outro problema que a Bahia Mineração está enfrentando é em relação às nascentes do Rio Pedra de Ferro, situadas entre os municípios de Caetité e Pindaí. Os defensores das nascentes alegam que a empresa pretende desmatar a vegetação e destruir as nascentes. Por causa disso, as famílias que dependem das nascentes foram convocadas para uma Audiência Pública nesta quinta-feira (17), na comunidade de João Barroca. No encontro foi discutida a situação das terras que defensores consideram terem sido apropriadas irregularmente pela Bamin. “A Bamin está prestes a colocar no chão toda uma mata, entre Caetité e Pindaí, com árvores centenárias e espécies raras, berço de nascentes que mantém vivo o rio Pedra de Ferro, que sacia centenas de famílias durante o ano e milhares, no período da seca. Com a voracidade e sede pelo dinheiro, a Bamin quer derrubar tudo e transformar esse vale num imenso mar de lamas e lágrimas”, afirmou Gilmar Santos, integrante da Comissão Pastoral da Terra – CPT Regional Bahia. As informações são do Racismo Ambiental.

Brumado
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Impasse nas negociações entre o Sindicato dos Mineradores e a Bahia Mineração A diretoria do Sindmineradores defenderá a rejeição da proposta porque a mesma não atende aos anseios dos trabalhadores. (Foto: Lay Amorim/Brumado Notícias).

Depois de intensas negociações entre a direção do Sindmineradores e os representantes da Bahia Mineração (Bamin), as partes não chegaram a um consenso com vistas à renovação do ACT 2013/2014, cuja data-base é maio. Entre outros pleitos, os trabalhadores reivindicam reajuste salarial de 12,5%; ticket refeição de R$ 20 por dia de efetivo trabalho; horas extras em dias normais com remuneração de 70% sobre o valor da hora normal e piso salarial de R$ 950. Por sua vez, a Bamin propôs reajuste salarial de 7,17% para os salários até R$ 6.000; salários acima de R$ 6.000, incorporação do valor fixo de R$ 430,20; piso salarial de R$ 910,95; ticket refeição de R$ 18,22 por dia trabalhado e construção de restaurante/refeitório sem prazo para conclusão da obra. Na próxima quinta-feira (06), a direção do Sindmineradores irá apresentar a proposta aos trabalhadores em assembleia que será realizada às 16h, em Caetité. Segundo o presidente, José Santana de Andrade, a direção do Sindicato defenderá a rejeição da proposta porque a mesma não atende aos anseios dos trabalhadores.

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