Foto: Lay Amomim/Achei Sudoeste Durante a cerimônia de reinauguração do Restaurante Popular de Brumado, o prefeito Fabrício Abrantes (Avante) anunciou a implantação do Programa Bolsa da Gente na cidade.
A proposta visa fortalecer as políticas de assistência social no município e atender as famílias que mais precisam. O Bolsa da Gente é coordenado pela Secretaria de Desenvolvimento Social e Cidadania (Sesoc).
Ao site Achei Sudoeste e ao Programa Achei Sudoeste no Ar, a secretária Magaly Rodrigues explicou que o projeto funciona de duas formas: através do fornecimento de cestas básicas ou de um cartão alimentação.
Este dispõe de um valor determinado para aquisição de alimentos da cesta básica. “A gente dá dignidade e autonomia para as pessoas escolherem o que elas realmente precisam em casa no que compete à alimentação”, detalhou.
As famílias que serão cadastradas no programa deverão estar inscritas no CadÚnico.
O cadastramento será feito via Centro de Referência de Assistência Social (Cras), conforme critérios previamente estabelecidos.
O Bolsa da Gente poderá alcançar até 2 mil famílias, priorizando mães solo, pessoas com deficiência, idosos e mulheres vítimas de violência doméstica.
A ação deverá ser iniciada em 2026.
Foto: Lay Amorim/Achei Sudoeste A Prefeitura de Brumado encaminhou à Câmara Municipal, em regime de urgência simples, um projeto de lei que reformula o Programa Avante Sertanejo (PAS) e cria o novo Programa Bolsa da Gente.
A proposta, enviada pelo prefeito Fabrício Abrantes (Avante), prevê a modernização da política de segurança alimentar e a ampliação do atendimento a famílias em situação de vulnerabilidade socioeconômica.
O texto substitui o PAS, criado em 2017, por um programa mais amplo, coordenado pela Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social e Cidadania (Sesoc).
A nova iniciativa prevê a concessão de cesta básica ou cartão-alimentação, associado a ações de educação nutricional, qualificação profissional e acompanhamento psicossocial.
Na justificativa, o prefeito afirma que o Bolsa da Gente representa uma política pública “estruturante, sustentável e alinhada às novas demandas sociais”, reforçando o compromisso do município com a dignidade humana e o combate à fome.
De acordo com o texto, o programa poderá beneficiar até 2 mil famílias, com prioridade para mães solo, pessoas com deficiência, idosos e mulheres vítimas de violência doméstica. Para ingressar no programa, é necessário estar inscrito no CadÚnico, ter renda per capita de até um quarto do salário mínimo e residir no município.
As famílias terão acompanhamento técnico, visitas domiciliares e participação obrigatória em atividades socioeducativas.
O benefício poderá ser concedido por até 24 meses, com possibilidade de prorrogação após nova avaliação social.
A prefeitura poderá utilizar recursos do orçamento municipal, firmar convênios com os governos estadual e federal e firmar parcerias com entidades privadas para ampliar o alcance do programa.
