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Brasil
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Preço do café cai pela primeira vez depois de 18 meses, diz IBGE Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil

Ao divulgar a inflação oficial de julho nesta terça-feira (12), que marcou 0,26%, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) revelou uma percepção que não era registrada no país há mais de um ano: depois de 18 meses, o preço do café moído caiu. O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) mostrou que o café recuou 1,01%. Nos 18 meses anteriores, a alta do produto chegou a 99,46%, ou seja, praticamente dobrou de preço. Com o recuo de julho, o café soma alta de 41,46% no ano e de 70,51% em 12 meses. A inflação anual do café moído faz do item o segundo com maior influência de alta no IPCA do mesmo período (5,23%), respondendo por 0,30 ponto percentual (p.p.). Fica atrás apenas das carnes, que representam 0,54 p.p. (alta de 23,34%).

Rio de Contas
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I Encontro de Cafeicultores supera expectativa em Rio de Contas Foto: WhatsApp/Achei Sudoeste

O 1º Encontro de Cafeicultores de Rio de Contas foi realizado neste domingo (18), na comunidade do Mato Grosso, que fica a 20 km da sede do município. Ao site Achei Sudoeste e ao Programa Achei Sudoeste no Ar, a coordenadora do evento, Olívia Ramos, destacou que o evento foi um sonho concretizado. “Foi um sucesso, tivemos uma participação incrível. Foi um domingo de garoa, de frio, mas de muito calor humano, conhecimentos, experiências e trocas”, resumiu. Mesmo promovido em uma comunidade tão pequena, Ramos afirmou que o encontro demonstrou a grandiosidade da riqueza local. “Os produtores da comunidade entenderam o poder que eles têm e o quanto esse tipo de encontro fortalece. Sem medidas para descrever o quanto foi importante”, acrescentou. O evento teve natureza técnica para formação e valorização dos produtores. Esse movimento cada vez maior, segundo a coordenadora, impacta no acesso a mercados maiores e mais diferentes. Quando se fala de cafés especiais, a qualidade é primordial e a comunidade do Mato Grosso reúne as condições ideais para produção do tipo arábico. Para além da qualidade técnica, a história dos produtores tem sido cada vez mais valorizada pelas marcas e pelos próprios consumidores. “Esse movimento de a gente valorizar o que produzimos vem muito desse movimento de valorização do café como alimento, das histórias dos produtores... felizmente estamos vivendo esse momento de valorização do processo de produção e de quem produziu”, apontou. Municípios de toda Chapada Diamantina participaram da iniciativa. O evento foi promovido pelo Sebrae e pelo Senar, com o apoio da Prefeitura de Rio de Contas, da Associação de Cafeicultores do Povoado de Mato Grosso e do Sindicato dos Produtores Rurais de Livramento de Nossa Senhora (SPRL). Com retornos promissores para todos os envolvidos, a ideia é que novos encontros sejam realizados na região. “Acredito que o próximo será ainda mais forte”, finalizou.

Rio de Contas
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Rio de Contas: Distrito do Mato Grosso sediará encontro de cafeicultura na região Foto: Rafael Lemos

O 1º Encontro de Cafeicultores de Rio de Contas será realizado no próximo domingo (18), na comunidade do Mato Grosso, que fica a 20 km da sede do município. Ao site Achei Sudoeste e ao Programa Achei Sudoeste no Ar, a coordenadora do evento, Olívia Ramos, explicou que, além de ter natureza técnica para formação dos produtores, o encontro também apresentará muita cultura, história e atrações musicais para todos os amantes do café. A iniciativa começa às 9h. Uma mesa com todos os cafés produzidos na comunidade será servida gratuitamente a todos os presentes. “Estaremos aqui com uma mesa linda, cheia de bons cafés, esperando todo o mundo”, escolheu. A Chapada Diamantina é referência em produção de café de qualidade e no Distrito do Mato Grosso, em específico, segundo Ramos, essa produção é muito tradicional. "São produções de quase 70 anos, só que nunca foi pensado em fazer qualidade até pouco tempo atrás. De alguns anos pra cá esse movimento aconteceu e cresceu", relatou ontem. A coordenadora afirmou que a comunidade reúne as condições ideais para produção do café arábico e isso justifica a escolha do local para sediar o evento. "Estamos no ponto mais perfeito para produção de qualidade, então a escolha desse lugar para esse evento é porque Deus colocou a gente no lugar certo para produzir a coisa certa. O café que a planta nos entrega já é um padrão muito alto", detalhou. Nesse sentido, o encontro busca capacitar os agricultores da região para melhorar a produção e, consequentemente, entregar de excelência também na qualidade da bebida. Hoje, o café produzido na região é exportado para fora do Brasil, mas há um estímulo à produção interna neste momento, com a conquista cada vez maior de espaço no mercado nacional. O evento tem realização do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) e do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar Bahia). Também contate com o apoio da Prefeitura de Rio de Contas, da Associação de Cafeicultores do Povoado de Mato Grosso e do Sindicato dos Produtores Rurais de Livramento de Nossa Senhora (SPRL). O encontro é gratuito.

Brasil
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Agrônomo explica alta do café e do ovo e prevê novos reajustes no Brasil Foto: Lay Amorim/Achei Sudoeste

O agrônomo Djalma Neto falou ao site Achei Sudoeste e ao programa Achei Sudoeste no Ar sobre a alta nos preços do café e do ovo diante do atual momento de inflação no preço dos produtos. Neto explicou que o café é regulamentado pelo mercado internacional e o aumento do consumo mundial, além de eventos climáticos, interferem diretamente no preço do produto no Brasil. De acordo com a Associação Brasileira da Indústria do Café, o preço do café deve continuar subindo nas próximas semanas, pelo menos até a safra deste ano, que começa a ser colhida por volta de abril e maio. Em Brumado, o preço de 250g é de R$ 15. Com relação ao ovo, o agrônomo disse que o aumento no preço da carne força o consumidor a comprar mais ovos e, consequentemente, o alimento aumenta o seu valor nas prateleiras. É a chamada lei da oferta e da procura. Segundo Neto, a tendência é que o preço do produto continue subindo. “O ovo, que tá R$ 25 nos grandes mercados, a tendência é aumentar cada vez mais até que cessem esses problemas. Se o preço da carne, do frango, não reduzir, o valor do ovo deve continuar subindo. Infelizmente, essa é a realidade”, apontou.

Brasil
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Brasil exporta 46 milhões de sacas de café, atingindo recorde em 2024 Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil

Em novembro deste ano, o Brasil exportou 4,66 milhões de sacas de 60 quilos (kg) de café. As informações são da Agência Brasil. Com o resultado, 5,4% superior ao do mesmo mês de 2023, quando o país vendeu 4,42 milhões de sacas do produto para o mercado externo, o setor cafeicultor estabeleceu um novo recorde: a um mês do fim do ano, os produtores nacionais já tinham embarcado o total de 46,399 milhões de sacas, superando em 3,78% o maior volume registrado até então, que era de 44,707 milhões de sacas ao longo dos 12 meses de 2020. De acordo com o Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé), entidade que divulgou os dados estatísticos nesta segunda-feira (9), com as vendas externas do produto, o Brasil recebeu, só em novembro, US$ 1,343 bilhão – quantia 62,7% superior aos US$ 825,7 milhões aferidos no mesmo mês de 2023. Se comparadas as receitas recebidas de janeiro a novembro deste ano (US$11,30 bi) às do mesmo período de 2023 (US$ 9,24 bi), o crescimento é da ordem de 22,3%. Até o fim de novembro, os principais importadores do café brasileiro foram os Estados Unidos (7,419 milhões de sacas, ou 16% do total), Alemanha (7,228 milhões), Bélgica (4,070 milhões), Itália (3,702 milhões) e Japão (2,053 milhões), sendo que, no acumulado, os japoneses importaram, este ano, um volume 0,3% inferior ao do mesmo período de 2023. A espécie de café que o Brasil mais tem exportado em 2024 continua sendo a arábica: mais de 33,97 milhões de sacas. De acordo com o Cecafé, esse volume, 23,2% superior ao do mesmo intervalo no ano passado, é o maior da história para o período de 11 meses. Na sequência vem a espécie canéfora (conilon + robusta). Os cafés de qualidade superior ou certificados de práticas sustentáveis responderam por 17,5% das exportações totais brasileiras entre janeiro e novembro de 2024, com a remessa de 8,112 milhões de sacas ao exterior. Esse volume é 33,5% superior ao registrado nos 11 primeiros meses do ano passado. O preço médio do produto foi de US$ 269,41 por saca, gerando uma receita cambial de US$ 2,185 bilhões, ou 19,3% do total obtido.

Brasil
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A Importância do Café na Cultura Brasileira Foto: Shutterstock

O café é muito mais do que uma simples bebida no Brasil; ele é parte essencial da identidade cultural do país. Considerado um dos maiores produtores e exportadores de café do mundo, o Brasil desempenha um papel central no mercado global e, ao mesmo tempo, cultiva uma forte conexão entre sua população e o consumo da bebida. Desde encontros informais até grandes negócios fechados em cafeterias, o café é um símbolo de hospitalidade, tradição e energia. O café não é apenas uma paixão nacional no Brasil, mas também o acompanhamento perfeito para diferentes momentos de lazer e entretenimento. Enquanto muitos brasileiros começam o dia com uma xícara de café, outros aproveitam a bebida para criar uma atmosfera relaxante durante atividades como assistir a jogos ou explorar plataformas como 20Bet Brasil, onde a emoção das apostas pode ser complementada por uma pausa saborosa com um bom café.

Saúde
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Café levemente torrado contribui com ganho muscular e perda de gordura Foto: Reprodução/Metrópoles

Pesquisadores espanhóis encontraram evidências de que o café levemente torrado pode contribuir com o ganho de massa muscular e a perda de gordura. A descoberta foi publicada na revista Nutrients, em julho deste ano. As informações são do Metrópoles. O consumo do café é constantemente relacionado a uma série de benefícios à saúde, como a proteção do coração e prevenção de doenças degenerativas, como Alzheimer e Parkinson, por ser rico em antioxidantes, minerais, vitaminas e flavonoides. No novo estudo, os pesquisadores investigaram como a bebida se relaciona com o ganho de massa magra e a perda de peso. Para tanto, eles contaram com a participação de 38 adultos com idades entre 18 a 65 anos e índice de massa corporal (IMC) entre 25 e 35 kg/m² – equivalentes a sobrepeso e obesidade. Durante um período de 12 semanas, os participantes deveriam beber três xícaras de café por dia, sendo ele do tipo torrado arábica (RC) da Colômbia ou experimental levemente torrado (LRC). Nos três meses do experimento, os pesquisadores coletaram informações como a pressão arterial, medidas antropométricas (altura, peso, IMC e circunferência da cintura) e a bioquímica sanguínea dos participantes. Também foi medida a composição corporal por bioimpedância, para acompanhar a evolução da quantidade de gordura, massa muscular e gordura visceral. Os resultados mostraram que a porcentagem de gordura corporal diminuiu em média 1% entre as pessoas que consumiram o café torrado. Para os que beberam café levemente torrado, a redução foi maior, de 1,4%. Já a massa muscular dos participantes cresceu 0,7% e 0,8%, respectivamente. Os autores do estudo consideram que, embora nenhuma alteração no peso corporal total ou variáveis relacionadas à síndrome metabólica tenham sido detectadas, o consumo moderado de um café rico em polifenol pode mitigar alguns dos efeitos negativos na composição corporal de uma dieta desequilibrada em pessoas com sobrepeso ou obesas. “Ambos os cafés (o experimental e o controle) mostraram reduzir significativamente a porcentagem de gordura corporal e aumentar a porcentagem de massa muscular em pessoas com sobrepeso ou obesas. Nesse sentido, o café levemente torrado parece ser superior em induzir mudanças positivas no tecido adiposo”, escreveram. Os autores do estudo ponderam que são necessários mais estudos com uma quantidade maior de participantes para confirmar os resultados da pesquisa. Também devem ser avaliados outros fatores, como a qualidade do sono e alimentação dos indivíduos.

Planalto
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Tecnologias impulsionam qualidade e produtividade do café em Planalto Foto: Divulgação/CAR

Na Bahia, a adoção de tecnologias na cafeicultura tem revolucionado a vida dos agricultores familiares, elevando não apenas a qualidade do café, mas também a produtividade e a rentabilidade das comunidades rurais. Um exemplo disso é a Associação Comunitária Baixa do Lico, do município de Planalto, que viu sua realidade transformada pela chegada de maquinários e equipamentos modernos entregues pelo Governo do Estado, por meio da Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional (CAR). Antes, a comunidade enfrentava desafios como a secagem do café, o que depreciava a qualidade do produto. Hoje, com investimentos em despolpadores móveis, estufas para secagem, beneficiadoras e implementos agrícolas como tratores, grades, arados, roçadeiras e pulverizadores, a realidade mudou completamente. A agricultora Marilene Moreira, residente na comunidade há 34 anos, ressalta a importância desses avanços. “Nosso café era seco de qualquer jeito, sujeito à chuva e ao sol. A chegada de máquinas como beneficiadora, despolpadora e trator melhorou bastante a nossa vida. O café fica com mais qualidade e o trabalho se tornou mais eficiente”. Outra associação beneficiada pelas melhorias na produção de café é a Associação dos Pequenos Produtores Rurais da região de Parafuso, em Planalto. Nailton Pereira dos Santos, membro da associação, também destaca a importância das máquinas. “O trator beneficia os associados que precisam carregar o café da roça, arar a terra, entre outras atividades. Além disso, com a assistência técnica ganhamos conhecimento para cuidar no nosso café, que é a nossa fonte de renda”.

Brumado
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Pesquisadora dá nota 9 ao café produzido na região sudoeste da Bahia Foto: Lay Amorim/Achei Sudoeste

A Engenheira Agrônoma Sandra Elisabete de Souza está ministrando um minicurso sobre café na Semana Nacional de Ciência e Tecnologia do Ifba/Brumado. Ao site Achei Sudoeste, a pesquisadora informou que o café é originário da África e conta com centenas de espécies diferentes. Os gostos variam dos mais suaves aos mais amargos. Segundo a pesquisadora, a região sudoeste da Bahia possui terras com condições ideais para produção de café. “Toda região tem muito potencial para produção do café arábica. Também nessa mesma região, em áreas mais baixas, temos potencial para o café conilon. É uma planta muito vigorosa, forte e produtiva. O café aqui é bom, dou uma nota 9”, afirmou. Durante o minicurso, os participantes puderam fazer a degustação de variados tipos de café. A engenheira detalhou que, na oportunidade, falou sobre o processo produtivo do café no pós-colheita. “Muitas vezes falta conhecimento do produtor, principalmente do agricultor familiar, que ele pode ter um rendimento maior e melhor numa saca de café. Ele pode separar por tamanhos e tirar os defeitos. Em uma única saca ele pode tirar até três tipos de café”, explicou.

Sudoeste Baiano
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14º Encontro Nacional do Café acontece no sudoeste baiano neste mês Foto: Reprodução/Bahia Notícias

Entre os dias 17 e 19 deste mês, o sudoeste da Bahia receberá o 14° Encontro Nacional do Café, que vai acontecer na Fazenda Vidigal, no município de Barra do Choça. De acordo com o Bahia Notícias, parceiro do Achei Sudoeste, com entrada gratuita, o evento terá uma programação que inclui palestras, minicursos, dinâmicas de campo, estandes, exposição de máquinas, equipamentos e mostra de artes. Segundo Valéria Vidigal, realizadora do evento, o encontro é responsável por uma série de mudanças no setor regional, por meio da atração e apresentação de novas tecnologias e novidades sobre o manejo apresentadas aos participantes e visitantes. Esta edição contará com a presença de diversas autoridades do setor no Brasil.

Chapada Diamantina
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Chegada de agroindústria eleva produção de morangos em Barra da Estiva e Ibicoara Foto: Silvia Costa

Agricultores e agricultoras familiares, produtores de morango, de Barra da Estiva e Ibicoara, na Chapada Diamantina, estão em contagem regressiva para a chegada da unidade de beneficiamento de morango, que vai atender produtores da Associação dos Produtores de Morango e Hortifrut da Chapada Diamantina (Aspromh) e mais de 100 famílias filiadas à Cooperativa de Produtores Rurais de Ibicoara e Chapada Diamantina (Coopric).  Quando iniciar o funcionamento a agroindústria terá capacidade de armazenamento de 20 toneladas para o morango congelado e de 15 para o resfriado. A parceria entre a Aspromh e a Coopric foi firmada nesta sexta-feira (11), durante visita técnica aos empreendimentos de Barra da Estiva e Ibicoara, de representantes da Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional (CAR), empresa pública vinculada à Secretaria de Desenvilvimento Rural (SDR), que destinou recursos da ordem de R$ 477.7 mil para a construção da unidade de beneficiamento. O agricultor familiar e associado da Aspromh, Denevaldo Carvalho Luz, mais conhecido como Barão, ressaltou que esse empreendimento vai fazer a diferença na agregação de valor e comercialização da produção de morangos da região. Ele narrou ainda que o morango salvou a sua vida e a de muitos na região, possibilitando aos produtores sonhar. “A gente vai poder comercializar o morango congelado, pois temos câmera de resfriamento e de congelamento. Assim, a gente vai conseguir agregar valor e armazenar, para depois buscar um mercado que valorize mais”.

Chegada de agroindústria eleva produção de morangos em Barra da Estiva e Ibicoara Foto: Silvia Costa

A Coopric também foi beneficiada com R$ 60 mil reais em investimentos, por meio do projeto da CAR, Bahia Produtiva, aplicados em um container e em caixas para o armazenamento de morangos. Orlando Feiler, presidente da Coopric, comemorou a parceria firmada com a Aspromh, que vai qualificar ainda mais o trabalho da cooperativa e ampliar a renda dos cooperados. “Vamos fazer um trabalho em conjunto no beneficiamento de morango. Isso vai ser muito importante para os produtores porque vai racionalizar o trabalho e criar um produto de qualidade beneficiando a todos os cooperados”. Outra estrutura visitada foi a das estufas instaladas no povoado de Santo Antônio, próximo à área urbana do Municipio de Ibicoara. No local será implantado um viveiro de mudas que terá a plantação inicial de 15 mil mudas de citrus e 150 mil mudas. A ação é resultado do convênio, que tem recursos da ordem de R$ 194 mil, firmado entre a CAR a Prefeitura de Ibicoara. A iniciativa contará com a parceria da Coopric, que ficará responsável, inicialmente, pela produção de dois mil metros quadrados. O grupo visitou ainda a estação de Turismo Rural no Sítio e Cafeteria Canjerana, que conta com uma estrutura que inclui produção de morangos, café, cacau e outras culturas, numa área preservada de agrofloresta do município de Ibicoara. No local é possível conhecer espécies de árvores nativas como a Canjerana e apreciar o processo de torra do café, produzido na propriedade, entre outros atrativos.

Barra do Choça
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Implantação de Laboratório de Café impulsiona vendas da agricultura em Barra do Choça Foto: Divulgação/SDR

O município de Barra do Choça, situado no território de identidade Sudoeste Baiano, tem altitude e temperatura ideais para a produção do café arábica. Nesse solo fértil foi instalado, pelo Governo do Estado, o Laboratório de Classificação Sensorial de Café, na Cooperativa Mista dos Pequenos Cafeicultores de Barra do Choça (Cooperbac), empreendimento rural que vem transformando a vida de agricultores e agricultoras familiares produtores de café. A ação resultou no aumento de cerca de 40% nas vendas.  Toda a produção da cooperativa passa pelo Laboratório, onde são certificados e emitidos laudos técnicos, que habilitam o produto da Cooperbac para a comercialização junto a grandes marcas nacionais de café.  Nesta quarta-feira (16), o secretário de Desenvolvimento Rural (SDR), Josias Gomes visitou a Cooperbac, para conferir in loco o funcionamento do laboratório. A cooperativa, que conta com 324 cooperados e cooperadas, tem uma produção anual de 280 mil sacas de café. Por meio do projeto Bahia Produtiva, o governo estadual já aplicou R$ 5,4 milhões na Coperbac, tanto na base de produção, aquisição de estufas e equipamentos e assistência técnica e extensão rural (Ater), quanto na implantação da Unidade de Processamento e Torrefação de Café, incluindo o desenvolvimento de embalagens e rótulos, e estratégias para o acesso a mercados. O resultado pode ser conferido em números. Até 2017, a Cooperbac produzia 117 mil sacas de café por ano e incluía 150 famílias beneficiadas. Atualmente, produz 280 mil sacas de café por ano, contando com 324 famílias associadas e com quatro marcas registradas de café. Os cooperados chegam a receber renda mensal entre R$ 3 mil e R$ 8mil, cada um.

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