Ofensas como “pobre”, “burro”, “analfabeto” e “ingrato” se intensificaram nas redes sociais durante as últimas eleições presidenciais. As
Um levantamento baseado em dados da SaferNet, ONG que defende os direitos humanos na internet, mostra que os ataques xenofóbicos contra nordestinos na rede social X aumentaram 821% em 2022 na comparação com o ano anterior. Em 2018, também ano eleitoral, a alta havia sido de 595,5%.
Os números da Safernet foram analisados no estudo “Discursos de ódio em redes sociais: uma análise com processamento de linguagem natural”, por pesquisadores da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) e da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG).
A próxima eleição presidencial, porém, vai acontecer em um cenário inédito. Será a primeira após o Supremo Tribunal Federal (STF) mudar o entendimento sobre o artigo 19 do Marco Civil da Internet, que trata da responsabilidade das plataformas digitais por conteúdos publicados por terceiros.
Especialistas ouvidos pelo G1 avaliam que as ofensas xenofóbicas devem continuar aparecendo nas redes em 2026, mas destacam que o novo entendimento da Corte, somado às punições aplicadas em eleições anteriores, tende a alterar a dinâmica do debate online.
Com a nova interpretação, as empresas passam a ter o dever de agir de forma mais ativa na remoção de conteúdos ilegais. Nesse contexto, plataformas podem ser responsabilizadas se não removerem conteúdos que promovam discurso de ódio, racismo, pedofilia, incitação à violência ou a defesa de golpe de Estado.
Para Eanes Pereira, pesquisador da UFCG e um dos autores do estudo, a maior preocupação para este ano será o uso de inteligência artificial para promover o discurso de ódio:
“A inteligência artificial generativa consegue produzir vídeos, áudios e textos falsos com um alto grau de fidelidade, capazes de enganar grande parte da população. Por isso, é o maior desafio para os processos eleitorais atualmente”.
Foto: Saulo Cruz/Agência Senado e Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil Uma nova pesquisa do Instituto Paraná Pesquisas, divulgada na manhã desta quinta-feira (29), revela que o presidente Lula mantém a liderança nas intenções de voto para as eleições presidenciais de 2026.
Na consulta espontânea, onde os nomes não são apresentados, Lula lidera com 25,5%, seguido por Jair Bolsonaro (12,1%) e Flávio Bolsonaro (6,3%).
No entanto, um expressivo grupo de 44,2% dos eleitores ainda afirma não saber em quem votar nesse cenário. Nos cenários estimulados, a disputa se estreita. Lula registra 39,8% contra 33,1% de Flávio Bolsonaro. Os dados mostram uma trajetória de crescimento consistente de Flávio, que saltou de 19,2% em outubro de 2025 para o patamar atual.
Outros candidatos como Ratinho Junior (6,5%), Ronaldo Caiado (3,7%) e Romeu Zema (2,8%) aparecem na sequência. Com Tarcísio de Freitas como oponente, Lula atinge 40,7% contra 27,5% do governador de São Paulo.
As projeções para um eventual segundo turno mostram que a vantagem do atual governo vem diminuindo. No embate entre Lula (44,8%) e Flávio Bolsonaro (42,2%), a diferença caiu para apenas 2,6 pontos percentuais. Contra Tarcísio de Freitas, o cenário é de empate técnico, com Lula somando 43,9% e Tarcísio 42,5%.
A primeira pesquisa nacional de 2026 do instituto capixaba Cidades/Futura, divulgada nesta quinta-feira (22), revelou um resultado diferente de outras divulgadas há poucos dias. A pesquisa Futura apresenta diversos cenários de disputa apertada entre o presidente Lula e Flávio Bolsonaro (PL-RJ) em primeiro turno, mas com liderança do senador do Rio de Janeiro nas simulações de segundo turno.
Em cinco dos seis cenários estimulados apresentados pelo instituto Futura para primeiro turno, Lula e Flávio Bolsonaro aparecem tecnicamente empatados, levando-se em conta uma margem de erro de dois pontos percentuais para cima ou para baixo. No sexto cenário, há vantagem para o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) sobre o presidente Lula.
Nos cenários de segundo turno levantados pelo instituto, Lula perderia para Flávio Bolsonaro e também para o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas. O presidente empata tecnicamente com o governador do Paraná, Ratinho Junior (PSD).
Em outros cenários, o governador Ronaldo Caiado (União), de Goiás, venceria apenas Romeu Zema (Novo), de Minas Gerais, e Eduardo Leite (PSD), do Rio Grande do Sul. Por sua vez, o senador Flávio Bolsonaro vence Ratinho Junior, Zema e Leite, e empata tecnicamente com Tarcísio.
Confira abaixo os cenários:
Pesquisa espontânea - Primeiro Turno
Lula (PT): 31,1%
Flávio Bolsonaro (PL): 19,9%
Jair Bolsonaro (PL)*: 4,8%
Tarcísio de Freitas (Republicanos): 2,4%
Eduardo Bolsonaro (PL): 1,7%
Ratinho Junior (PSD): 1,6%
Ronaldo Caiado (União Brasil): 0,8%
Renan Santos (Missão): 0,7%
Romeu Zema (Novo): 0,4%
Ciro Gomes (PSDB): 0,4%
Outros: 2,6%
Ninguém/Branco/Nulo: 5,8%
Não souberam/Não responderam/Indecisos: 27,8%
Cenário 1
Lula (PT): 37%
Flávio Bolsonaro (PL): 33,3%
Tarcísio de Freitas (Republicanos): 10,5%
Ronaldo Caiado (União Brasil): 3%
Romeu Zema (Novo): 2,6%
Renan Santos (Missão): 1,2%
Aldo Rebelo (DC): 0,5%
Ninguém/Branco/Nulo: 6,6%
Não souberam/Não responderam/Indecisos: 5,3%
Cenário 2
Lula (PT): 35,4%
Flávio Bolsonaro (PL): 34,3%
Ratinho Junior (PSD): 9,1%
Romeu Zema (Novo): 4,4%
Ronaldo Caiado (União Brasil): 3,7%
Renan Santos (Missão): 1,7%
Aldo Rebelo (DC): 0,6%
Eduardo Leite (PSD): 0,1%
Ninguém/Branco/Nulo: 7%
Não souberam/Não responderam/Indecisos: 3,7%
Cenário 3
Flávio Bolsonaro (PL): 39,4%
Lula (PT): 36,3%
Ronaldo Caiado (União Brasil): 4,9%
Romeu Zema (Novo): 4,8%
Eduardo Leite (PSD): 3,1%
Ninguém/Branco/Nulo: 8,4%
Não souberam/Não responderam/Indecisos: 3,0%
Cenário 4
Lula (PT): 37,5%
Flávio Bolsonaro (PL): 35,1%
Tarcísio de Freitas (Republicanos): 14,8%
Renan Santos (Missão): 2,7%
Ninguém/Branco/Nulo: 6,8%
Não souberam/Não responderam/Indecisos: 3,2%
Cenário 5
Flávio Bolsonaro (PL): 39,6%
Lula (PT): 38%
Ratinho Junior (PSD): 11%
Renan Santos (Missão): 2,3%
Ninguém/Branco/Nulo: 6,8%
Não souberam/Não responderam/Indecisos: 2,4%
Cenário 6
Flávio Bolsonaro (PL): 43,8%
Lula (PT): 38,7%
Eduardo Leite (PSD): 4,2%
Renan Santos (Missão): 2,8%
Ninguém/Branco/Nulo: 7,5%
Não souberam/Não responderam/Indecisos: 2,9%
Pesquisa simulou possibilidades de segundo turno para presidente
Para o levantamento a respeito da intenção de voto dos brasileiros no segundo turno, o instituto 100% Cidades simulou 11 cenários. Foi apresentado aos entrevistados um cenário entre Lula e Flávio Bolsonaro, além de outros cinco cenários com a presença de Lula e mais cinco cenários com a presença de Flávio Bolsonaro.
Veja abaixo os resultados dos cenários de segundo turno:
Flávio Bolsonaro 48,1% x 41,9% Lula
Tarcísio de Freitas 46,1% x 41,3% Lula
Ratinho Junior 44,8% x 41,2% Lula
Ronaldo Caiado 42,0% x 41,8% Lula
Lula 42,8% x 40,5% Romeu Zema
Lula 41,9% x 37,3% Eduardo Leite
Flávio Bolsonaro 37,5% x 34,7% Tarcísio de Freitas
Flávio Bolsonaro 42,4% x 30,2% Ratinho Junior
Flávio Bolsonaro 45,0% x 25,7% Ronaldo Caiado
Flávio Bolsonaro 44,7% x 24,6% Romeu Zema
Flávio Bolsonaro 47,2% x 25,9% Eduardo Leite
A pesquisa 100% Cidades/Futura ouviu dois mil entrevistados entre os dias 15 e 19 de janeiro de 2026. A pesquisa teve custo de R$ 160 mil, pagos com recursos próprios da Futura Pesquisas e Assessorias Ltda. O nível de confiança é de 95%. A margem de erro: 2 pontos percentuais. Registro no TSE nº BR-08233/2026.
Foto: Reprodução/G1 Uma pesquisa Datafolha divulgada no sábado (27) mostrou que o brasileiro está mais otimista. Para 69% dos entrevistados, a situação pessoal irá melhorar em 2026, em comparação com este ano. Na última pesquisa, realizada na passagem de 2024 para 2025, esse índice era de 60%.
A pergunta feita pelo Datafolha aos entrevistados foi: “na sua opinião, 2026 será um ano melhor, igual ou pior a 2025 para você?”. Melhor: 69%, Igual: 16%, Pior: 11% e Não sabem ou não responderam: 3%. Quando perguntados sobre a situação do país em geral, o otimismo também cresceu.
Segundo o Datafolha, 60% avaliam que 2026 tende a ser melhor para os brasileiros do que 2025. No levantamento anterior, esse índice era de 47%.
A pesquisa ouviu 2.002 pessoas com 16 anos ou mais em todo o Brasil, distribuídas em 113 municípios, de 2 a 4 de dezembro. A margem de erro é de 2 pontos percentuais.
Foto: Divulgação O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), lidera todos os cenários de primeiro e segundo turno apresentados em levantamento do Instituto Paraná Pesquisas, divulgado nesta sexta-feira (26). Em uma das simulações de segundo turno, no entanto, o senador Flávio Bolsonaro (PL) aparece em empate técnico com Lula.
Flávio Bolsonaro é o nome apontado com o apoio do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) para a disputa das eleições de 2026. O respaldo foi reforçado na quinta-feira (25), por meio de uma carta escrita e assinada pelo ex-mandatário.
A pesquisa foi realizada entre os dias 18 e 22 de dezembro, com 2.038 entrevistas em 163 municípios de 26 estados e do Distrito Federal. O nível de confiança informado é de 95%, com margem de erro estimada em 2,2 pontos percentuais, para mais ou para menos.
PRIMEIRO TURNO
Um dos cenários estimulados apresentados pela pesquisa considera o ex-presidente Jari Bolsonaro como possível candidato. Atualmente inelegível e cumprindo pena de mais de 27 anos por tentativa de golpe de estado, ele soma 31,3% frente a 36,9% de Lula.
Ainda testando o primeiro turno, o segundo cenário aponta Lula na liderança com 37,6% contra 27,8% de Flávio Bolsonaro. Nesta simulação, Ratinho Junior tem 9%, Ciro 7,9%, Zema 3,1%, Tereza Cristina 1,9% e Renan Santos 0,8%.
Até então nome mais forte para disputar o pleito como candidato da direita, Tarcísio de Freitas (Republicanos), governador de São Paulo, aparece na terceira simulação de primeiro turno. Aqui Lula chega a 37,8% das intenções de voto e Tarcísio 26,2%.
Também foi testado pela Paraná Pesquisas o nome da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) para um eventual primeiro turno. Michelle soma 24,4% contra 37,2% de Lula.
SEGUNDO TURNO
Na simulação de segundo turno, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva aparece com 44,1% das intenções de voto, enquanto o senador Flávio Bolsonaro registra 41%, segundo levantamento divulgado pelo Instituto Paraná Pesquisas. A diferença entre os dois é de 3,1 pontos percentuais.
O resultado configura empate técnico, considerando a margem de erro estimada em 2,2 pontos percentuais, para mais ou para menos. Os eleitores que afirmaram não saber ou preferiram não opinar somam 5,7%. Já aqueles que declararam voto nulo, branco ou que não votariam em nenhum dos dois candidatos totalizam 9,2%.
Foto: Valter Campanato/Agência Brasil 56% dos brasileiros acreditam que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) não merece permanecer por mais quatro anos no cargo, enquanto 41% defendem sua reeleição em 2026. Os dados são de uma pesquisa Genial/Quaest, divulgada nesta terça-feira (16).
Apesar da maioria dos entrevistados se posicionar contra a continuidade do petista no Palácio do Planalto, o levantamento trouxe um sinal positivo para o presidente. A diferença entre os que rejeitam e os que apoiam uma nova candidatura de Lula diminuiu oito pontos percentuais em apenas um mês.
Em novembro, 60% dos entrevistados afirmavam que Lula não merecia continuar na Presidência, enquanto 37% eram favoráveis à sua permanência. Agora, esse percentual caiu para 56%, ao mesmo tempo em que o apoio subiu para 41%.
A pesquisa ouviu 2.004 pessoas entre os dias 11 e 14 de dezembro. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.
Foto: Ricardo Stuckert/PR O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparece à frente em todos os cenários de segundo turno para as eleições de 2026, segundo pesquisa Quaest divulgada nesta semana. Sem o nome de Jair Bolsonaro na disputa, Lula registra 46% das intenções de voto contra 36% do senador Flávio Bolsonaro (PL).
O levantamento indica que o petista venceria o segundo turno em todas as simulações testadas, incluindo confrontos com Flávio Bolsonaro, o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), Ratinho Júnior (PSD), Ronaldo Caiado (União) e Romeu Zema (Novo).
Esta é a primeira pesquisa divulgada sem a inclusão de Jair Bolsonaro entre os possíveis candidatos, após o ex-presidente sinalizar apoio ao filho, Flávio Bolsonaro, como nome da família para a corrida presidencial de 2026.
No cenário contra Tarcísio de Freitas, Lula aparece com 45% das intenções de voto, uma alta de quatro pontos percentuais, enquanto o governador paulista recua um ponto e chega a 35%, ampliando a vantagem do presidente.
Contra Ratinho Júnior, o petista também soma 45%, ante 35% do adversário. Em um eventual confronto com Ronaldo Caiado, Lula registra 44%, contra 33% do governador de Goiás. Já diante de Romeu Zema, o presidente alcança 45%, enquanto o mineiro marca 33%.
A pesquisa foi encomendada pela Genial Investimentos e ouviu 2.004 pessoas com 16 anos ou mais, entre os dias 11 e 14 de dezembro. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.
Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) segue na liderança da corrida para as eleições presidenciais de 2026 em todos os cenários e ainda amplia a vantagem sobre o candidato preferido do setor financeiro da Avenida Faria Lima, em São Paulo, na disputa: o governador paulista, Tarcísio de Freitas (Republicanos).
Nos nove cenários estimulados para o segundo turno, Lula vence em todos, com percentuais de 41% a 47%, refletindo a melhora na aprovação do petista divulgada ontem na pesquisa Genial/Quaest. Apenas o ex-governador do Ceará Ciro Gomes (PDT) apresenta uma diferença contra o petista abaixo de 10 pontos percentuais.
Nesse embate, Lula recebeu 41% das intenções de votos dos eleitores, enquanto Ciro, 32%. Em setembro, primeira vez em que o ex-governador aparece na pesquisa, tinha um percentual maior, de 33%, e Lula, 40%.
Contra o ex-presidente Jair Bolsonaro, Lula vence com vantagem de 10 pontos percentuais e o placar de 46% a 36% em um eventual segundo turno. A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) também perde para Lula por 12 pontos percentuais, com 34% da preferência, enquanto o petista detém 46% das intenções de voto. Em setembro, essa diferença era de 15 pontos percentuais.
A maior vantagem de Lula sobre os opositores ocorreu contra o governador do Rio Grande Sul, Eduardo Leite (PSD), que teria 22% das intenções de votos – 23 pontos percentuais abaixo do percentual obtido por Lula, de 45%, e menos do que os 29% dos que responderam que pretendem votar em branco ou nulo. Em setembro, a diferença entre ambos era menor, de 19 pontos percentuais.
O filho 03 do ex-presidente, o deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP), que continua morando nos Estados Unidos, perderia de Lula em um eventual segundo turno por uma diferença de 15 pontos percentuais, com o placar de 46% a 31% a favor do atual chefe do Executivo. Essa diferença, aliás, diminuiu na comparação os dados de setembro, de 18 pontos percentuais.
O presidente da República também vence com ampla vantagem os governadores de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), de Goiás, Ronaldo Caiado (União Brasil), e do Paraná, Ratinho Júnior (PSD), que seguem na disputa do espólio bolsonarista. Nos embates contra os três, Lula vence com diferença de 15 pontos percentuais na pesquisa atual.
Na pesquisa estimulada para o primeiro turno, Tarcísio, que vem tentando se desculpar das declarações desastrosas ao tentar minimizar a crise do metanol, caiu para o terceiro lugar entre os candidatos da oposição na preferência dos eleitores na pesquisa estimulada de primeiro turno, com 18%, atrás do ex-presidente (com 26%) e da ex-primeira-dama (com 21%).
Foto: Ricardo Stuckert/PR Pesquisa Quaest divulgada nesta quarta-feira (8) mostra que a aprovação ao governo Lula voltou a empatar, dentro da margem de erro, com a desaprovação: 49% dos brasileiros desaprovam a gestão petista, enquanto 48%, aprovam.
Esta é a primeira vez, desde janeiro, que há empate entre os dois indicadores. No início do ano, 49% desaprovavam Lula, já a aprovação era de 47%. A diferença de um ponto é a menor desde dezembro de 2024, quando a aprovação era maior que a desaprovação (52% a 47%).
Entre fevereiro e setembro, os indicadores mostravam maior desaprovação. O pico de diferença ocorreu em maio deste ano, quando 17 pontos separavam a avaliação negativa (57%) da positiva (40%).
Veja os números:
Aprova: 48% (eram 46% na pesquisa de setembro);
Desaprova: 49% (eram 51%);
Não sabem/não responderam: 3% (eram 3%).
Foto: Lay Amorim/Achei Sudoeste O ex-prefeito de Salvador ACM Neto (União Brasil) lidera com folga a disputa pelo governo da Bahia, segundo levantamento da Futura Inteligência, instituto de pesquisa da Apex Partners. No primeiro cenário testado, Neto aparece com 48,6% das intenções de voto, seguido pelo atual governador Jerônimo Rodrigues (PT), que tem 34,2%. O levantamento foi divulgado nesta terça-feira (7).
Em terceiro lugar, aparecem João Roma (PL), com 5%, e Kleber Rosa (PSOL), com 1,8%. O ex-deputado federal José Carlos Aleluia (Novo) soma 0,7%. Os eleitores que afirmaram não votar em ninguém, branco ou nulo, são 5,4%, enquanto 4,3% não souberam ou não responderam.
No segundo cenário, que inclui também o ex-prefeito de Jequié Zé Cocá (PP), o quadro geral se mantém. ACM Neto sobe levemente para 49,4%, enquanto Jerônimo Rodrigues cai para 30,9%. Zé Cocá aparece com 2,5%, João Roma tem 4,5%, Aleluia registra 1,8%, e Kleber Rosa, 1,3%.
Segundo turno
O instituto também testou um cenário de segundo turno para o governo da Bahia. No primeiro cenário, em um embate direto entre ACM Neto e João Roma, o ex-prefeito aparece com ampla vantagem: 67,7% das intenções de voto contra 11,3% do ex-ministro. Outros 17,1% declararam voto em branco, nulo ou em nenhum dos candidatos, enquanto 3,8% não souberam responder.
No segundo cenário, que coloca ACM Neto contra o atual governador Jerônimo Rodrigues, o candidato do União Brasil mantém a dianteira, com 54,8% das intenções de voto, contra 38,5% do petista. Brancos e nulos somam 4,3%, e 2,4% não opinaram.
Já no terceiro cenário, o único em que o governador aparece na frente, Jerônimo Rodrigues venceria João Roma por 52,9% a 26,5%. Outros 16,8% disseram que votariam em branco, nulo ou em nenhum dos dois, e 3,7% não souberam responder.
O levantamento ouviu 1.000 eleitores com 16 anos ou mais. A coleta ocorreu entre os dias 1º e 3 de outubro. A margem de erro é de 3,1 pontos percentuais, para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%.
Foto: Ricardo Stuckert/PR O atual presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), lidera o ranking da pesquisa Pulso Brasil, realizada pelo Ipespe, que mapeia o nível de aprovação de possíveis nomes para a presidência na eleição de 2026.
No caso de Lula, 47% consideram que ele seria um bom chefe do Executivo, caso reeleito no ano que vem.
Brasileiros que acreditam que o petista não seria um bom presidente são 50%, enquanto outros 3% disseram não conhecê-lo o suficiente, ou não quiseram responder.
Logo depois de Lula no ranking está Jair Bolsonaro (PL), com 35% de pessoas avaliando que ele seria um bom presidente, se retornasse à Presidência.
Pela margem de erro do levantamento, de dois pontos percentuais para mais ou para menos, o ex-presidente está tecnicamente empatado com o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), com 33%; e com o ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), com 32%.
A ideia do Ipespe com o ranking é mapear quais são os candidatos com maior potência eleitoral, sem a necessidade de testar cenários hipotéticos para o pleito.
A pesquisa considerou 2,5 mil entrevistas feitas entre os dias 19 e 22 de setembro, com brasileiros aptos a votar (com 16 anos ou mais) em todas as regiões do país. O método do levantamento foi híbrido, envolvendo telefonemas e questionários na internet. O nível de confiança é de 95,45%.
Foto: Divulgação/Mateus Pereira/GOVBA A pesquisa Real Time Big Data, divulgada nesta segunda-feira (22), mostra um cenário de disputa acirrada entre o ex-prefeito de Salvador, ACM Neto (União Brasil), e o governador Jerônimo Rodrigues (PT) na corrida pelo governo da Bahia em 2026. Segundo os números do levantamento, ACM Neto aparece com 40% das intenções de voto, enquanto Jerônimo tem 36%. Pela margem de erro de três pontos percentuais, os dois estão tecnicamente empatados. Em terceiro lugar, aparecem Kleber Rosa (PSOL) e Aleluia (Novo), ambos com 2% das intenções de voto. Brancos e nulos somam 11%, e 6% dos entrevistados se declararam indecisos. A pesquisa ouviu 1.200 eleitores por telefone nos dias 18 e 19 de setembro de 2025. O nível de confiança é de 95%.
Foto: Valter Campanato/Agência Brasil A pesquisa Datafolha divulgada neste sábado (13) mostra que 50% dos entrevistados se posicionaram a favor da prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro, enquanto 43% dos ouvidos se manifestaram contra. O levantamento, realizado com 2.005 eleitores brasileiros entre segunda e terça-feira (8 e 9 de setembro), indica ainda que 7% não souberam responder. Nesta semana, a Primeira Turma do STF fixou a pena de 27 anos e três meses para Bolsonaro. O Datafolha entrevistou pessoas em 113 cidades do país e a pesquisa possui uma margem de erro de dois pontos para mais ou para menos. Desde abril, quando o instituto fez pela primeira vez a pergunta a seus entrevistados, há relativa estabilidade na percepção popular da questão. Naquela ocasião, 52% eram a favor da prisão e 42%, contra. Já em julho, houve um empate técnico: 48% a 46%, respectivamente. Na avaliação de setembro, os segmentos mais favoráveis a prisão do ex-presidente foram os nordestinos (62%), as pessoas jovens, com idades de 16 a 24 anos, e os católicos (56%).
Foto: Lay Amorim/Achei Sudoeste Encomendada pelo Bahia Notícias, uma pesquisa do Instituto Seculus, divulgada nesta quinta-feira (04), aponta que o prefeito de Brumado, Fabrício Abrantes (Avante), tem mais de 70% de aprovação da população. Segundo o levantamento, para 72,51% dos entrevistados, o cenário vivido atualmente na cidade é muito positivo. Apenas 21,25% se declararam pouco satisfeitos, 5,85% afirmou estar insatisfeito, e 0,39% não sabe ou optou por não informar. Questionados sobre como avaliam a gestão do prefeito, 76,22% disseram aprovar o modo como a cidade vem sendo administrada, enquanto 13,06% desaprovam. Quem também está vivendo um bom momento com a população brumadense é o governador Jerônimo Rodrigues (PT), que tem seu governo aprovado por 71,73% dos entrevistados. 18,13% desaprovam a gestão do governador e 10,14% decidiu não opinar. Na eleição de 2022, Jerônimo obteve 43,13% dos votos do brumadenses no primeiro turno e 49,49% no segundo turno. A pesquisa entrevistou 1.013 cidadãos brumadenses de 27 a 29 de agosto. O intervalo de confiança é de 95% e a margem de erro máxima estimada é de 3,06 pontos percentuais para mais ou para menos.
Foto: Divulgação/Uesb Uma pesquisa desenvolvida no Programa de Pós-Graduação em Engenharia e Ciências de Alimentos (PPGcal), no campus da Uesb em Itapetinga, avaliou a qualidade microbiológica de tilápias vendidas nas feiras livres da cidade. O trabalho foi feito sob orientação da professora Ligia Miranda Menezes. Segundo a pesquisa, todas as amostras analisadas estavam contaminadas com bactérias patogênicas. Mestrando do PPGcal e um dos autores do estudo, Ícaro Bastos detalhou que foi identificada nas amostras a presença de Salmonella, conhecida por causar infecções intestinais graves, e de Escherichia coli e Staphylococcus, o que torna o alimento impróprio para consumo. “Mesmo que o peixe seja cozido por mais de 20 minutos, o calor não elimina esporos resistentes nem certas toxinas produzidas pelas bactérias”, alertou. Esses riscos são ainda maiores para crianças, idosos e pessoas com a imunidade comprometida. A contaminação por Salmonella pode causar diarreia, febre, cólicas, náuseas e vômitos, que em casos mais graves exigem hospitalização. Para evitar problemas, a recomendação é comprar peixes em locais que sigam boas práticas de higiene e garantam refrigeração adequada. Segundo o pesquisador, estudos como este revelam a fragilidade da segurança alimentar em canais de abastecimento tão importantes quanto as feiras livres. A pesquisa também reforça a necessidade de políticas públicas eficazes e de fiscalização sanitária mais rigorosa, desde o transporte até a comercialização do pescado.
Foto: Tânia Rego/Agência Brasil Uma pesquisa feita em 30 países pela Ipsos revelou que 62% dos brasileiros afirmam que o país segue na direção errada, enquanto 38% dizem que está no rumo certo. De acordo com o levantamento, divulgado na 5ª feira (28.ago.2025), a avaliação negativa por parte dos brasileiros caiu 4 pontos percentuais em relação a julho de 2025, quando 66% disseram que o país ia na direção errada. O Brasil empatou com os Estados Unidos na avaliação negativa da população. Em comparação à pesquisa de julho de 2025, os EUA tiveram uma alta de 6 pontos percentuais na quantidade de pessoas que entendem que o país vai na direção errada: eram 56% em julho; em agosto atingiram os mesmos 62% registrados no Brasil. A percepção negativa em ambos os países está próxima à média das 30 nações participantes do levantamento, de 63%. Eis a íntegra, em inglês (PDF – 4,2 MB). A pesquisa “What worries the world” (“O que preocupa o mundo”, em tradução literal) entrevistou 25.177 pessoas, a maioria on-line, com idades de 16 a 74 anos em 30 países de 25 de julho a 8 de agosto. A amostra no Brasil e nos EUA foi de aproximadamente 1.000 pessoas em cada país. Em relação ao Brasil, o Ipsos faz uma ressalva de que a pesquisa tem um recorte entre as camadas “mais urbanas, mais educadas” e também “mais conectadas” se comparada à população em geral. No Brasil, o quesito “crime e a violência” segue no topo das preocupações dos entrevistados, seguido de “pobreza e desigualdade social”.
Foto: Ricardo Stuckert/PR Levantamento divulgado nesta quarta-feira (25) pelo Instituto Paraná Pesquisas aponta que 56,7% dos brasileiros desaprovam o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A aprovação da gestão petista é de 39,8%, enquanto 3,5% dos entrevistados não souberam ou preferiram não responder. Em comparação com o levantamento anterior, realizado em abril, a taxa de desaprovação recuou 0,7 ponto percentual, passando de 57,4% para 56,7%. Já a aprovação teve leve alta de 0,6 ponto percentual, subindo de 39,2% para 39,8%. Quando questionados sobre a avaliação da administração federal, 37,9% classificaram o governo como “péssimo” e 9,6% como “ruim”. Por outro lado, 16,8% avaliaram como “boa” e 8,8% como “ótima”. Outros 25,8% consideraram a gestão “regular”, enquanto 1,1% não opinaram. A pesquisa foi realizada entre os dias 18 e 22 de junho de 2025, com 2.020 eleitores entrevistados em 162 municípios distribuídos nos 26 Estados e no Distrito Federal. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais e o grau de confiança é de 95%.
Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil Sentimento de pessimismo em relação ao Brasil entre os entrevistados é de 50% na pesquisa atual, enquanto os que se disseram otimistas com o país são 31%. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos. Pesquisa Datafolha divulgada nesta sexta-feira (13) aponta o orgulho de ser brasileiro caiu para 74% enquanto a vergonha de ter a nacionalidade subiu para 24%. Segundo o levantamento, em 2023, 83% afirmaram ter mais orgulho, enquanto 16% disseram ter mais vergonha. O levantamento aponta que a baixa histórica do orgulho de ser brasileiro foi em 2017, quando 50% afirmaram ter mais orgulho do que vergonha da nacionalidade, enquanto 47% disseram ter mais vergonha do que orgulho. O pico de orgulho foi registrado em 2010. Neste ano, 89% declararam ter mais orgulho do que vergonha de ser brasileiro e 9% afirmaram ter mais vergonha do que orgulho.
Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil A desaprovação do governo Lula subiu de 53% em março para 56% no final de maio, e a aprovação caiu de 41% para 39%. É o que mostra uma nova pesquisa PoderData divulgada nesta terça-feira (3) pelo site Poder360. Os novos números da aprovação do trabalho do presidente Lula mostram uma tendência ininterrupta de alta na visão negativa dos entrevistados. Há um ano, em maio de 2025, pesquisa feita pelo PoderData mostrava a desaprovação a Lula na casa de 45%, e de lá pra cá esse percentual subiu até os atuais 56%. Em sentido inverso, a aprovação do presidente segue em trajetória de queda no mesmo período. Na pesquisa de maio de 2024, Lula tinha aprovação de 47%, percentual que caiu para os 39% medidas neste levantamento atual. Na apresentação dos dados estratificados pelo PoderData, é possível perceber que a desaprovação ao trabalho do presidente Lula vem subindo de forma consistente em todas as faixas etárias. Na faixa de 16 a 24 anos, a desaprovação subiu de 44% em janeiro deste ano para 49% agora em maio; na faixa de 25 a 44 anos, foi de 55% a 58% no mesmo período; entre as pessoas de 45 a 59 anos, foi de 54% a 60%, o maior percentual entre todas as faixas; por fim, na de 60 anos ou mais, passou de 47% em janeiro para 50% agora em maio. Já no recorte por regiões, o Nordeste segue como sendo o lugar com maior aprovação ao presidente Lula, mas também nessa região há mais pessoas desaprovando do que aprovando o líder petista. A desaprovação chegou a 49% no Nordeste, enquanto a aprovação foi de 47%. Em relação ao sexo dos entrevistados, os homens desaprovam mais o trabalho do presidente do que as mulheres. A desaprovação está em 62% entre os homens, e 50% entre as mulheres, e a aprovação ficou em 32% entre os homens, e 44% entre as mulheres. Onde também cresceu a desaprovação da atuação de Lula como presidente foi entre os entrevistados que se declaram católicos. Nesse grupo, pela primeira vez nas pesquisas PoderData a desaprovação (48%) superou a aprovação (45%). Já entre os entrevistados que afirmam ser evangélicos, a desaprovação ao líder petista atingiu o seu maior patamar. A desaprovação subiu de 69% na pesquisa de março para 70% agora em maio, e a aprovação caiu de 26% para 25% no mesmo período. A pesquisa PoderData foi realizada de 31 de maio a 2 de junho de 2025. Foram entrevistadas 2.500 pessoas com 16 anos de idade ou mais em 218 municípios nas 27 unidades da Federação. Foi aplicada uma ponderação paramétrica para compensar desproporcionalidades nas variáveis de sexo, idade, grau de instrução, região e renda. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos. O intervalo de confiança do estudo é de 95%.
Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil A desaprovação do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), atingiu a marca de 53,7%, o maior record da série de avaliações da pesquisa Latam Pulse, da AtlasIntel/Bloomberg. Os dados foram divulgados nesta sexta-feira (30). A pesquisa ouviu 4.399 pessoas entre os dias 19 e 23 de maio e possui margem de erro de um ponto percentual, para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%. Os números apontam que, em um mês, quando foi realizado o último levantamento, a desaprovação de Lula cresceu 3,6 pontos percentuais. Em abril, o Executivo era desaprovado por 50,1%. Ainda segundo o levantamento, 45,5% dos cidadãos dizem aprovar o desempenho do petista. E uma minoria de 0,7% não souberam responder. As informações são da CNN Brasil.
Foto: Lay Amorim/Achei Sudoeste O vereador Reinaldo de Almeida Brito (Avante), o Rey de Domingão, apresentou na sessão legislativa desta segunda-feira (25) uma pesquisa de opinião realizada pelo Instituto Dataqualy, que aponta alto índice de aprovação da gestão Fabrício Abrantes (Avante) em Brumado. Ao site Achei Sudoeste, Domingão destacou que o prefeito obteve a aprovação de 70% da população. “Tivemos a satisfação de saber que a administração está com 70% de aprovação da população. Isso é ótimo, mas queremos crescer mais”, declarou. O vereador também enalteceu o fato de a confiança das pessoas na gestão ter alcançado o índice de 63,4%. Para ele, da eleição até o momento atual, o prefeito soube trabalhar para todos e conquistar a confiança do povo. “O povo está confiando cada dia mais nessa gestão que está fazendo seu trabalho”, apontou. Líder do prefeito na Câmara Municipal, Domingão acredita que o número tende a subir, visto que o gestor está empenhado em fazer o melhor para população. “Esses números de ótimo e bom só vão aumentar. Começamos com o pé direito”, avaliou.
Foto: Lay Amorim/Achei Sudoeste De acordo com dados do Instituto Dataqualy, 70% da população aprova a administração do prefeito Fabrício Abrantes (Avante) em Brumado. 19,2% desaprova e 10,8% não sabe. No quesito confiabilidade, 63,4% da população confia na gestão do prefeito, 24,8% não confia e 11,8% não sabe. Ainda segundo o levantamento, a área de escolas/educação do município foi avaliada por 46,2% como ótima/boa; 36,1% como regular; 12,1% como ruim/péssima; e 5,7% não sabe. A área de saúde/atendimento médico foi considerada por 31,2% das pessoas como ótima/boa; 48,2% como regular; 17,7% como ruim/péssima; 2,9% não sabe. No que se refere à área de coleta de lixo/limpeza pública, 69,8% da população analisou como ótima/boa; 21,9% regular; 8,1% ruim/péssima; e 0,2% não sabe.
Na área de pavimentação/calçamento, os índices foram bastante equilibrados: 38,6% das pessoas considera ótima/boa; 39,6% regular; 19,7% ruim/péssima; e 2,2% não sabe. Questionados sobre qual seria o principal problema da cidade, os entrevistados responderam atendimento médico/saúde com 34,5%; esgoto/saneamento com 17,9%; escolas/educação com 7,9%; estradas na zona rural com 6,6%; asfalto/pavimentação de ruas com 6,1%; abastecimento de água/água encanada com 6,1%; iluminação de ruas com 5,4%; segurança/policiamento com 3,7%; assistência social/ajuda a carentes com 3,2%; coleta de lixo/limpeza pública com 2,7%; praças/jardins/parques com 1,5%; e creches públicas com 1%.
A pesquisa de opinião foi realizada no município de Brumado, no período de 10 a 14 de maio de 2025. A metodologia adotada foi a de pesquisa quantitativa, com entrevistas pessoais, presenciais, conduzidas através da aplicação de questionário estruturado. Ao todo, 407 entrevistas foram realizadas. A margem de erro é de 4,8% para mais ou para menos.
Foto: Marcelo Camargo/EBC Um levantamento publicado pela Paraná Pesquisas nesta quarta-feira (23) apontou que 57,4% dos eleitores nacionais desaprovam a gestão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), além disso, 48% avaliaram a gestão como ruim ou péssimo. Sobre a aprovação do presidente, 39,2% dos entrevistados pela pesquisa afirmaram que aprovam a administração petista, enquanto 3,4% não souberam responder. No caso da avaliação, 11,3% afirmam que a gestão é ruim e 36,7% disseram ser péssima. 18,8% avaliaram como boa e 7,8% como ótima. Dentre os entrevistados, 24,4% afirmaram que o governo é regular e 1% não soube responder. Para a pesquisa, foram ouvidos 2020 eleitores em 26 Estados e Distrito Federal e em 160 municípios. As entrevistas foram feitas de maneira presencial entre os dias 16 e 19 de abril de 2025. A confiança é de 95% e a margem de erro é de 2,2 pontos percentuais para mais ou para menos.
Foto: Ricardo Stuckert A avaliação negativa do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) cresceu entre janeiro e fevereiro deste ano, segundo aponta nova pesquisa do instituto AtlasIntel divulgada na sexta-feira (07). De acordo o levantamento, 50,8% consideram a gestão ruim ou péssima, sendo que antes o índice era de 46,5%, ou seja, um crescimento de 4,3 pontos porcentuais. Os que acham o trabalho do governo ótimo ou bom eram 37,8% e agora são 37,6%, uma oscilação de 0,2 ponto porcentual. Outros 11,3% consideram a gestão regular (em janeiro era 15,6%). Houve ainda 0,4% dos entrevistados que não soube responder. A AtlasIntel ouviu 5.710 eleitores, por meio de recrutamento digital aleatório, entre os dias 24 e 27 de fevereiro. A margem de erro é de um ponto porcentual e o índice de confiabilidade é de 95%. Os segmentos do eleitorado que mais consideram a gestão ruim ou péssima são os evangélicos (76,3%), os moradores da Região Sul (62,7%) e os moradores do Centro-Oeste (59,3%). Já os que mais optaram pela opção ótimo ou bom são os agnósticos, ou ateus (57,3%), os maiores de 60 anos (53,3%) e os que possuem até o ensino fundamental (51,8%). Perguntados sobre o desempenho de Lula, 53% disseram que desaprovam o trabalho do petista (em janeiro era 51,4%) e 45,7% afirmaram que aprovam (em janeiro era 45,9%). Optaram por não responder 1,3% dos entrevistados. A AtlasIntel também perguntou aos entrevistados sobre o desempenho do governo em determinadas áreas. Os impostos e carga fiscal (58%), a segurança pública (57%) e a responsabilidade fiscal foram as que receberam mais a opção “péssima”. As mais escolhidas como “ótima” foram as políticas sociais (35%) e a criação de empregos (34%). Para 49,4% dos entrevistados, o governo de Lula é pior que a gestão do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Para outros 48,9%, o cenário é o inverso. Na opinião de 1,7%, os governos são iguais.
Foto: Kauê Souza/Achei Sudoeste O governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues, reafirmou seu compromisso com o povo baiano após a divulgação da recente pesquisa da Quaest, que aponta sua gestão com 61% de aprovação. Com um estilo de governo marcado pela proximidade com a população e ao lado dos prefeitos, Jerônimo destacou que a avaliação positiva é fruto de um trabalho sério, baseado na escuta, no planejamento e na execução de políticas públicas que impactam diretamente a vida dos baianos. “Seguimos com humildade, pé no chão e muito trabalho para garantir que a Bahia continue avançando”, declarou. Desde que assumiu o comando do estado, Jerônimo tem se dedicado a fortalecer áreas estratégicas como educação, infraestrutura, segurança e desenvolvimento social. Investimentos expressivos na recuperação de estradas, ampliação da rede estadual de ensino e programas de combate à fome demonstram um compromisso concreto com a melhoria da qualidade de vida da população. Só na Saúde foram aplicados mais de R$ 20 bilhões nos últimos dois anos. A pesquisa reflete o reconhecimento desse esforço, consolidando a confiança do povo na continuidade do projeto iniciado por Jaques Wagner e Rui Costa. O alto índice de aprovação também sinaliza um alinhamento entre a gestão estadual e as demandas da sociedade. Enquanto a Bahia avança com grandes obras e iniciativas voltadas para o bem-estar social, Jerônimo mantém a postura de trabalho incansável. “O resultado da pesquisa nos motiva ainda mais, mas sabemos que ainda há muito a ser feito. Vamos continuar governando com responsabilidade e olhar atento para quem mais precisa”, concluiu o governador.