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BUSCA PELA CATEGORIA "Brasil"

15 Fev 2019 - 09:30h

A Polícia Civil de Água Clara, a 179 km de Campo Grande, prendeu nesta quarta-feira (13) um homem suspeito de espancar a esposa, atear fogo nela e impedi-la de pedir socorro. Segundo a polícia, as agressões aconteceram porque ele exigia que a esposa confessasse uma traição. A mulher foi hospitalizada no dia 9 de fevereiro. Quando o investigador de polícia interrogou-a, ela disse que queimaduras haviam acontecido em um “acidente doméstico”. De acordo com o delegado Felipe Alvarez Madeira, a polícia ouviu o casal em ambientes diferentes e as versões não batiam. De acordo com o G1, foi então que desconfiaram que a mulher estaria com medo de admitir as agressões do companheiro, e passaram a investigá-lo.

14 Fev 2019 - 13:30h

Pessoas que consomem muita carne, mesmo aquelas consideradas saudáveis como frango, peru ou carne magra, estão mais propensas a desenvolverem doença do fígado. De acordo com um estudo publicado recentemente no periódico científico Gut, pessoas cuja maior fonte de proteína é proveniente de produtos de origem animal correm um risco 54% maior de desenvolverem doença hepática gordurosa não alcoólica (DHGNA), também chamada de esteatose hepática, do que aquelas que optam por proteínas vegetais. Para determinar como a alimentação pode influenciar o risco de DHGNA os pesquisadores do Centro Médico da Universidade Erasmus MC em Roterdã analisaram questionários dietéticos e exames de gordura hepática de 3.882 adultos com, em média, 70 anos de idade. Nenhum dos participantes tomava medicamentos esteatogênicos ou tinha hepatite viral – ambos podem fazer com que a gordura se acumule no fígado. Os resultados mostraram que 34% dos participantes apresentaram DHGNA e a maioria não tinha sobrepeso (um fator de risco para o problema). Além disso, aqueles que tinham sobrepeso e consumiam a maior quantidade de proteína animal corriam um risco 54% maior de desenvolver a doença do que aqueles que ingeriam uma quantidade menor desses alimentos. A associação permaneceu mesmo após serem ajustados fatores socioeconômicos e de estilo de vida.

14 Fev 2019 - 12:30h

As taxas de desemprego no Brasil vão cair em 2019 e 2020. Mas o avanço na criação de postos de trabalho será lento e o país corre o risco de ter de esperar “anos” até ver os números retornarem para níveis registrados antes da recessão. A avaliação é da Organização Internacional do Trabalho (OIT), agência da Organização das Nações Unidas (ONU), em seu informe anual. A perspectiva é uma a taxa de desemprego no Brasil de 12,5% ao final de 2018. Para 2019, o índice pode cair para 12,2% e, em 2020, essa taxa seria de 11,7%. O índice brasileiro de desemprego é ainda mais de duas vezes superior à média mundial, de cerca de 5% em 2019. Segundo a OIT, a queda na taxa de desemprego está ligada à recuperação da economia. Em 2018, a expansão foi de apenas 0,7%. Mas a perspectiva da entidade é de que o crescimento seja de 2,4% em 2019. Em números absolutos, o total de brasileiros desempregados passará de 13,5 milhões de pessoas em 2017 para 13,3 milhões ao final de 2018. Para 2019, o total chegará a 13,1 milhões e, em 2020, o número serra de 12,7 milhões.

14 Fev 2019 - 11:30h

Dados obtidos pelo Ministério Público de Minas Gerais (MP-MG) mostram que dez estruturas da Vale estavam classificadas internamente, desde outubro, na chamada Zona de Atenção (Alarp Zone), entre elas a barragem de Brumadinho que rompeu no dia 25 de janeiro e deixou, pelo menos, 165 mortos e 155 desaparecidos. Esta informação consta de um documento da própria empresa sobre a situação dos reservatórios que a Justiça tornou público nesta terça-feira, 12. O MP-MG solicitou à Vale, no dia 31 de janeiro, seis dias após o rompimento da barragem de Brumadinho, informações sobre a gestão de risco geotécnico da empresa. “Os documentos apresentados demonstram que, em outubro de 2018, a requerida [Vale] tinha ciência de que, dentre 57 barragens de sua responsabilidade avaliadas, 10 estavam em zona de atenção”, diz a ação. Segundo os documentos apresentados pela Vale ao órgão, além de Brumadinho, as barragens Laranjeiras, em Barão de Cocais, as barragens IV e Menezes II, também em Brumadinho, a Capitão do Mato, Dique B e Taquaras, em Nova Lima, e as barragens Forquilha I, II e III, em Ouro Preto, estavam avaliadas na mesma categoria. “Todas elas são próximas a núcleos urbanos, havendo pessoas residentes/transitando na zona de autossalvamento”, indica o documento do MP. No caso da barragem de Brumadinho, dados da Vale atestam a possibilidade de erosão interna e liquefação, causa também apontada pela investigação da Polícia Federal (PF) como a principal hipótese para o desastre. A possibilidade de problemas na barragem de Brumadinho, segundo a própria Vale, era de 0,02%. Em comparação com as demais na Alarp Zone, essa estrutura era a que a tinha o menor risco. Nas três barragens de Nova Lima, na região metropolitana de Belo Horizonte, o risco é de 0,1%, cinco vezes maior.

14 Fev 2019 - 10:30h

O presidente Jair Bolsonaro (PSL) recebeu alta médica e deixou o hospital Albert Einstein nesta quarta-feira, 13. Ele segue sob escolta policial até o aeroporto de Congonhas, em São Paulo, de onde irá para Brasília. Na capital federal, ele ficará alguns dias em sua residência, no Palácio da Alvorada para só depois voltar a despachar do Palácio do Planalto. De acordo com boletim médico do hospital, Bolsonaro recebeu alta de manhã “com o quadro pulmonar normalizado, sem dor, afebril, com função intestinal restabelecida e dieta leve por via oral”. Segundo o porta-voz da Presidência, Otávio do Rêgo Barros, não há compromissos agendados para hoje e Bolsonaro estava “animado e disposto”. No hospital, Bolsonaro era acompanhado da primeira-dama, Michelle Bolsonaro, e o filho Carlos Bolsonaro. Pela manhã, ele se alimentou com pão francês, dois biscoitos de água e sal e fruta cozida. De acordo com o Planalto, o presidente está em boas condições de saúde e se sentindo “muito bem”. Bolsonaro completou 17 dias internado. Ele passou por uma cirurgia de reconstrução do trânsito intestinal, a terceira desde a facada recebida durante campanha eleitoral.

13 Fev 2019 - 13:30h

Um homem foi preso em flagrante após roubar a corrente de ouro de uma delegada da Polícia Civil, na Avenida Joana Angélica, em Salvador, na tarde de terça-feira (12). De acordo com 18º Batalhão da Polícia Militar (PM), responsável pela ocorrência, Leonardo Menezes dos Santos, 28 anos, roubou a corrente da delegada quando ela passava próximo à entrada da estação de metrô da Lapa. O homem tentou fugir com o objeto pela avenida, mas foi impedido pelos seguranças da estação de metrô e por policias militares. Leonardo foi levado para o 1ª Delegacia, na mesma região, onde foi reconhecido pela delegada. A corrente foi devolvida para a vítima. Ele passará por uma audiência de custódia nesta quarta-feira (13).

13 Fev 2019 - 12:30h

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), determinou a criação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar as causas do rompimento da barragem em Brumadinho (MG), que ocorreu no fim de janeiro. O despacho que determina a criação do colegiado é da última sexta-feira (8), mas só foi publicado nesta terça-feira (12). A criação da CPI deve ser lida em plenário. Cumprida esta etapa, abre-se prazo para que líderes façam a indicação de nomes para integrar o colegiado. De acordo com o G1, o rompimento da barragem de Córrego do Feijão provocou a morte de pelo menos 165 pessoas. Ao todo, segundo a Defesa Civil de Minas Gerais, 155 pessoas ainda estão desaparecidas. “Há número suficiente de assinaturas e fato determinado devidamente caracterizado no Requerimento, atendidas, assim, as disposições do art. 58, § 3º, da Constituição Federal e do art. 35, § 1º, do Regimento Interno da Câmara dos Deputados, razão pela qual determino a publicação do Requerimento e a constituição da Comissão para, nos termos do art. 35, § 3º, primeira parte, funcionar pelo prazo de 120 (cento e vinte) dias. Publique-se”, diz o documento assinado por Maia.

13 Fev 2019 - 11:30h

Flagrado em um bar na companhia de duas mulheres em outubro de 2018, o ex-goleiro Bruno Fernandes de Souza, condenado pela morte da modelo Eliza Samúdio, perdeu nesta segunda-feira, 11, o direito de trabalhar fora da prisão. Ele também pode ser transferido para uma cadeia de regime mais duro. A decisão, tomada pela 1ª Vara Criminal e de Execuções Penais de Varginha (MG), considerou que Bruno cometeu falta grave e determinou que ele permaneça em regime fechado. A decisão judicial prevalece sobre o processo administrativo que apurou o caso, no qual o ex-jogador havia sido absolvido pela irregularidade. A defesa dele vai entrar com recurso. Conforme o processo, Bruno foi flagrado na companhia de duas mulheres durante o horário de trabalho externo na Associação de Proteção e Amparo ao Condenado (Apac), de Varginha (MG), onde cumpre pena. De acordo com a Veja, a Apac é um modelo de prisão humanizada em que os presos obedecem a regras menos rígidas que no sistema convencional. Um vídeo divulgado na ocasião mostra que havia uma lata de cerveja sobre a mesa, embora não deixe claro se Bruno estava consumindo a bebida. Ele também teria usado um celular para marcar o encontro – o uso de celulares por presos é proibido. No processo administrativo aberto pela direção do presídio, Bruno foi absolvido. Conforme a Apac, o ex-goleiro trabalhava com outros presos em uma obra ao lado da unidade e teria se encontrado com as mulheres durante a pausa para descanso. O espaço, mantido pela Associação Canaã, não tem características de bar, segundo a Apac. O Ministério Público do Estado não aceitou a conclusão e entrou com recurso.

13 Fev 2019 - 10:30h

A Polícia Civil apreendeu 142 kg de cocaína pura escondidos em uma carga de café, na terça-feira (12) em Santos, no litoral de São Paulo. Uma pessoa foi presa. A princípio, a mercadoria seria enviada para a França, mas os policiais descobriram que a droga seria distribuída entre São Paulo e os estados vizinhos. De acordo com informações do Departamento Estadual de Investigações Criminais (DEIC), policiais civis receberam uma denúncia de tráfico de drogas. As apurações sobre o esquema começaram há 30 dias pela 3ª Delegacia Patrimônio. As informações indicavam que uma organização criminosa tentaria introduzir no estado de São Paulo armamentos e drogas. Para isso usariam um esquema de contêiner de exportação de café. A equipe, durante a apuração, obteve a cor e a numeração estampada no depósito de transporte de carga. A principal referência era que a organização criminosa usaria as ruas próximas ao porto de Santos para não atrair as atenções. Os policiais localizaram o caminhão, nesta manhã desta terça-feira, na avenida Engenheiro Augusto Barata, e abordaram o motorista. O veículo saiu de Varginha, em Minas Gerais, e estaria carregado com sacas de café que seriam entregues no Porto de Santos e exportadas, a princípio, para a França. Porém, ao realizar uma vistoria no veículo, os policiais civis encontraram tabletes de cocaína pura escondida dentro dos sacos de café. A equipe deteve o motorista Edinilson Querino Pereira, de 29 anos. Após dizer que não sabia o que estava transportando, ele admitiu que, entre as 320 sacas de café, três sacos continham 126 peças de cocaína. O caminhoneiro foi encaminhado ao DEIC, em São Paulo, e irá responder pelo crime de tráfico de drogas. Pereira não apresentava passagens anteriores pela Justiça. As investigações continuam para revelar outros envolvidos no esquema.

12 Fev 2019 - 16:30h

A Polícia Federal realiza, na manhã desta terça-feira, 12, a operação Dealer, de combate ao tráfico de drogas. Ao todo, o órgão cumpre dez mandados de prisão e outros dez de busca e apreensão contra uma quadrilha que montou um grupo de WhatsApp para servir como uma espécie de “mural de classificados virtual do tráfico de drogas, aproximando vendedores e compradores”. Os mandados estão sendo cumpridos nos estados de São Paulo, Sergipe, Santa Catarina, Paraná e Minas Gerais. Em nota, a PF afirma que o grupo vendia, através de “rede social”, maconha, ecstasy e LSD. O inquérito teve início em abril de 2018 e a atividade da quadrilha foi identificada pelo setor de inteligência da corporação. Segundo a PF, “os investigados serão indiciados pela prática de crimes de tráfico de drogas e associação para o tráfico de drogas, com penas de três a quinze anos de prisão e multa”.

12 Fev 2019 - 15:30h

As buscas do Corpo de Bombeiros e das forças de segurança por desaparecidos após a quebra da barragem da mina Córrego do Feijão, em Brumadinho, chegaram ao 19º dia nesta terça-feira, 12, com 333 pessoas compondo o efetivo, entre bombeiros de Minas Gerais e de outros estados, militares da Força Nacional de Segurança e voluntários. Segundo a relação oficial, 155 pessoas seguem desaparecidas, entre funcionários da mineradora Vale e terceirizados e integrantes das comunidades atingidas pelo rompimento, enquanto 165 mortos foram confirmados. Segundo a Veja, o Corpo de Bombeiros de Minas Gerais já admitiu que, com o passar do tempo, será mais difícil localizar todos os corpos. “A quantidade de rejeito envolvida, o tamanho da área afetada pela tragédia, o fato de os corpos estarem muito espalhados, tornam algumas recuperações realmente impossíveis pela questão biológica”, explicou o tenente Pedro Aihara, porta-voz do Corpo de Bombeiros de Minas Gerais. O caminho legal para resolver esse problema pode ser o da chamada “morte presumida”, processo administrativo em que o óbito é atestado mesmo sem um corpo – e é necessário para que os familiares possam levar adiante questões como herança ou pedidos de pensão junto ao Instituto Nacional do Seguro Social, além de eventual indenização da mineradora.

12 Fev 2019 - 09:30h

O governo federal discute não liberar mais o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para as vítimas de Brumadinho. O município sofreu com o rompimento de uma barragem da Vale no dia 25 de janeiro, que até o último domingo, 10, contabilizava 165 mortos após a tragédia e 160 desaparecidos. A Caixa Econômica Federal tinha anunciado a medida na segunda-feira após a tragédia. O ânimo do governo com a proposta parece ter diminuído. Onyx Lorenzoni, ministro da Casa Civil, comentou sobre o assunto nesta segunda-feira, 11. Segundo ele, não é “justo” as pessoas terem de arcar com recursos próprios os prejuízos. “Também a própria AGU (Advocacia-Geral da União) vai ter de entrar nessa circunstância porque isso vai ter de ser cobrado da Vale. A formatação disso, acho que hoje à tarde nós vamos mostrar ao país”, completou, fazendo referência a uma reunião no Palácio do Planalto com ministros do gabinete de crise de Brumadinho nesta segunda-feira. Segundo a Veja, os trabalhadores que tivessem residência na área afetada poderiam solicitar o saque do FGTS, conforme previsto na Lei 10.878/04, que autoriza a liberação de valores do Fundo em áreas atingidas por desastre natural, a partir da decretação de estado de calamidade ou situação de emergência pelo Governo do Município ou do Estado e confirmação pela Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil. O limite máximo de saque seria de 6.220,00 reais por trabalhador.

12 Fev 2019 - 07:30h

Três dias depois do trágico incêndio que matou dez jovens atletas no Ninho do Urubu, CT do Flamengo, no Rio de Janeiro, um incidente semelhante – de proporções bem menores – abateu outra equipe do Rio nesta segunda-feira, 11. Um dos quartos da Comissão de Desportos da Aeronáutica (CDA), localizado em Campo dos Afonsos, na Zona Oeste da cidade, onde atletas do Bangu estavam alojados, pegou fogo nesta tarde. Dois atletas do elenco, que não tiveram seus nomes divulgados, e um soldado que os socorreu foram encaminhados ao Hospital da Aeronáutica. A assessoria de imprensa do Bangu informou que os casos não são graves. O soldado e um dos atletas devem ser liberados ainda nesta segunda-feira. O outro jogador foi encaminhado ao CTI por precaução, pois inalou mais fumaça. As causas do incêndio ainda estão sendo investigadas. Segundo a Veja, o Bangu, que não se classificou para a semifinal da Taça Guanabara, vem treinando no CDA, complexo militar que abriga estruturas como o Centro Olímpico de Treinamento da Aeronáutica.

11 Fev 2019 - 17:30h

O Ministério de Minas e Energia, dirigido pelo almirante Bento Lima Leite, determinou a instauração de processo administrativo para obter informações referentes ao rompimento da barragem da mineradora Vale na mina Córrego do Feijão, em Brumadinho (MG), no dia 25. A portaria foi publicada nesta segunda-feira, 11, no Diário Oficial da União. De acordo com o texto, o processo administrativo servirá para a adoção de providências que se fizerem necessárias quanto à prevenção, controle e mitigação das consequências dos danos provocados pelo rompimento no município mineiro, bem como para a adoção de providências quanto à segurança de barragens. Segundo a Veja, boletim divulgado no domingo contabilizava 165 mortos após a tragédia e 160 desaparecidos entre funcionários da mineradora, terceirizados que prestavam serviços à Vale e membros da comunidade. Há ainda 138 pessoas desabrigadas e duas seguem hospitalizadas – dezessete dias após o rompimento da barragem.

11 Fev 2019 - 14:30h

Em reportagem veiculada na noite deste domingo pelo programa Fantástico, da TV Globo, um dos sobreviventes do incêndio que matou dez jogadores da base do Flamengo afirmou em seu depoimento aos investigadores da Polícia Civil que havia uma espécie de “gambiarra” em um dos aparelhos de ar-condicionado do alojamento em que viviam – seis contêineres transformados em dormitórios e que ficavam em uma parte do CT Ninho do Urubu que deveria ser um estacionamento. Ainda na noite deste domingo, o jornal O Globo noticiou que uma análise preliminar constatou que as chamas tiveram início a partir de um curto-circuito no ar-condicionado do alojamento seis – ainda não há a certeza de que os aparelhos citados pelo Fantástico e pelo site são os mesmos. De acordo com o sobrevivente da tragédia, o aparelho de ar-condicionado seria menor do que o buraco na parede. O espaço que sobrou teria sido preenchido com pedaços de madeira, plástico bolha e espuma. O programa procurou um especialista em segurança para comentar a reportagem. Moacyr Duarte afirmou que isso pode ter contribuído para que o ar entrasse por frestas na parede e alimentasse as chamas. “Esse tipo de ar-condicionado tem a parte do condensador fora do ambiente, ele passa exatamente sobre o sanduíche do material isolante. Temos um acabamento padrão de alumínio, que tem característica de resistência de passagem de calor. Se não houvesse isso ou se tiver a possibilidade da chama gerada entrar em contato com o material que está dentro do sanduíche, o que vai acontecer é que vai estabelecer uma queima semelhante a um forno de carvão. Ou seja, uma queima com muito pouco ar”, contou.

11 Fev 2019 - 13:50h

O jornalista, apresentador e radialista Ricardo Eugênio Boechat morreu no início da tarde desta segunda-feira (11), aos 66 anos, em São Paulo. O jornalista estava em helicóptero que caiu na Rodovia Anhanguera, em São Paulo, e bateu na parte dianteira de um caminhão que transitava pela via. O piloto Ronaldo Quattrucci também morreu no acidente. Boechat estava dando uma palestra em Campinas, no interior do estado, e retornava a São Paulo nesta segunda. Ele deveria pousar no heliponto da Band, no Morumbi, Zona Sul da capital paulista. O jornalista era apresentador do Jornal da Band e da rádio BandNews FM e colunista da revista IstoÉ. Ele também trabalhou nos jornais “O Globo”, “O Dia”, “O Estado de S. Paulo” e “Jornal do Brasil” e foi comentarista no Bom Dia Brasil, da TV Globo, na década de 1990. Ele ganhou três vezes o Prêmio Esso, um dos principais do jornalismo brasileiro. Filho de diplomata, Ricardo Eugênio Boechat nasceu em 13 de julho de 1952, em Buenos Aires. O pai estava a serviço do Ministério das Relações Exteriores na Argentina. O perfil de Boechat no site da Band News FM informa que ele era o recordista de vitórias no Prêmio Comunique-se – e o único a ganhar em três categorias diferentes (Âncora de Rádio, Colunista de Notícia e Âncora de TV). Em pesquisa do site Jornalistas & Cia em 2014, que listou cem profissionais do setor, Boechat foi eleito o jornalista mais admirado. Boechat lançou em 1998 o livro “Copacabana Palace – Um hotel e sua história” (DBA). De acordo com o G1, em pesquisa do site Jornalistas & Cia em 2014, que listou cem profissionais do setor, Boechat foi eleito o jornalista mais admirado.

11 Fev 2019 - 12:30h

Com a reforma da Previdência no horizonte, contribuir quanto tempo falta para se aposentar é algo fundamental aos segurados do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Apesar de parecer complicado, é possível fazer isso sem sair de casa, pelo próprio site do instituto. No site Meu INSS, o segurado consegue tanto simular sua aposentadoria como conferir quanto tempo de contribuição a Previdência computa para ele. Isso é possível por meio do Cadastro Nacional de Informações Sociais (Cnis), apontado por especialistas como o documento chave na hora do pedido da aposentadoria.  Para ter acesso ao Cnis é preciso cadastrar uma senha no site. Para isso, é preciso que o trabalhador tenha em mãos todas suas carteiras de trabalho, já que são feitas questões sobre sua vida laboral para liberação da senha. Caso não consiga responder as questões ou haja algum problema técnico, é necessário se dirigir a algum posto do INSS para liberar a senha. De acordo com a Veja, caso haja alguma falha no extrato previdenciário, o segurado deve pegar sua documentação e procurar um posto da Previdência para corrigir as falhas. Há uma orientação do INSS que esse tipo de correção só pode ser feito no momento do atendimento de concessão da aposentadoria, Porém, por lei, é permitido pedir a correção a qualquer tempo. O site do INSS também oferece uma calculadora para a aposentadoria. Lá, é preciso que o segurado preencha seus dados, como nome completo, idade e carregue os vínculos trabalhistas. Caso esteja logado no sistema do Meu INSS, os vínculos são carregados automaticamente com base no Cnis.

10 Fev 2019 - 09:25h

A Vale apresentou na sexta-feira (08) ao Ministério Público do Trabalho (MPT), de Belo Horizonte, uma proposta de indenização aos familiares das vítimas do rompimento da barragem em Brumadinho (MG). Entre as medidas apresentadas está a garantia de emprego para os empregados que se salvaram e de salário às famílias daqueles que morreram até o fim deste ano. Além disso, a mineradora propõe um pagamento mensal correspondente a 2/3 do salário líquido da vítima até a data em que ela completaria 75 anos. Foi proposto também outros 300.000 reais a cônjuges ou companheiras(os), 300.000 reais para cada um dos filhos, 150.000 reais a cada pai e mãe e 75.000 reais para cada irmão por danos morais. De acordo com a Veja, a Vale assumiu o compromisso de arcar com plano médico para os familiares dos trabalhadores próprios e terceirizados, com abrangência em todo o Estado de Minas Gerais, de forma vitalícia para as viúvas(os) ou companheiras(os) e para os dependentes até 22 anos. Esses compromissos são independentes do valor de 100.000 reais que já está sendo pago pela Vale. As negociações ainda estão em andamento. De imediato, a empresa garantiu auxílio-creche de 920 reais para filhos dos trabalhadores com até três anos e auxílio-educação de 998 reais para filhos de trabalhadores até que completem 18 anos.

10 Fev 2019 - 09:20h

O presidente da República, Jair Bolsonaro, disse nas redes sociais que o governo deve ampliar a validade da Carteira Nacional de Habilitação (CNH). Segundo ele, o ministro da Infraestrutura, Tarcísio Freitas, vai anunciar essa e outras novidades para o trânsito, como o fim da obrigatoriedade de aulas com simulador. De acordo com ele, estariam no pacote de mudanças na “questão do emplacamento” e a revisão ou extinção de “medidas que afetam o caminhoneiro”. Ele completou criticando o Conselho Nacional de Trânsito. “O Contran emite cerca de 100 resoluções por ano atrapalhando a vida de quem transporta no Brasil”. Em outra postagem, no dia 28 de dezembro, Bolsonaro já tinha se colocado a favor da ampliação de validade da CNH. “Informo que faremos gestões no sentido de passar para 10 anos a validade da carteira nacional de habilitação”, disse ele na época, parabenizando o governo do Rio de Janeiro por extinguir a vistoria anual de veículos. Atualmente, a carteira tem validade de cinco anos para quem tem menos de 65 anos. A partir dessa idade, deve ser renovada a cada três anos.

08 Fev 2019 - 10:30h

Um rapaz de 19 anos foi preso em flagrante na quarta-feira (6) por suspeita de ter torturado e matado a própria filha, de apenas dois meses, em Itatiba (SP). A mãe, de 17 anos, foi apreendida. De acordo com a Polícia Militar, uma equipe foi acionada para ir até a Santa Casa apurar uma suposta situação de maus-tratos a um bebê. A morte de Adda Haile Vinceguerra Justo foi constatada logo após ela dar entrada no hospital. Ainda segundo a PM, o bebê chegou ao hospital com vários sinais de tortura, como hematomas de mordidas, apertões, quedas e asfixias, além de algumas fraturas por todo o corpo. Diante da situação, os policiais questionaram o pai Matheus Justo de Souza sobre o que teria acontecido e, inicialmente, ele apresentou diversas versões controversas, mas depois confessou o crime. Após a confissão, segundo a PM, ele foi preso em flagrante pelo crime de tortura seguida de morte e levado para a delegacia da cidade. Depois, foi encaminhado para o Centro de Triagem de Campo Limpo Paulista. A mãe da criança foi liberada na presença dos pais. Ao G1, a avó do bebê afirmou que não haverá velório.