O crescimento imobiliário em Brumado nas últimas décadas tem feito da cidade uma das que mais cresceu economicamente na área da construção civil na região. No entanto, para os agentes imobiliários, construtores e para aqueles que tentam realizar o sonho da casa própria no município através do financiamento do programa Minha Casa, Minha Vida, adquirir um imóvel está se tornando um problema. Em entrevista ao site Brumado Noticias, construtores e agentes imobiliários denunciaram que a agência da Caixa Econômica Federal no município não está equipada para atender a demanda de crescimento da cidade, o que tem prejudicado a aquisição de bens para muitos compradores. Segundo relataram os denunciantes, a agência só tem conseguido liberar três financiamentos por semana, enquanto a agência da cidade de Livramento de Nossa Senhora realiza três liberações por dia. A nossa reportagem tentou contato com o gerente da agência em Brumado para falar sobre o assunto, mas não obteve êxito.
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Narração automática (IA)Por determinação da prefeitura, camelôs e motoboys foram obrigados a desocuparem a calçada da Caixa Econômica Federal (CEF), em Brumado. Os ambulantes e motoboys foram notificados na última quinta-feira (12) de que teriam 48 horas para cumprirem a determinação. Porém, em menos de 24 horas, na sexta-feira (13), a ordem já estava sendo cumprida. Por telefone, Clidemar Amorim Risério, diretor do Departamento de Trânsito e Transportes Urbanos de Brumado (DTTU), esclareceu ao site Brumado Notícias que o Departamento recebeu um ofício da CEF solicitando que a calçada fosse desocupada em cumprimento à lei de acessibilidade e à determinação nacional de segurança em frente a agências bancárias. Após o pedido, a calçada foi liberada, mas os motoboys e camelôs continuam trabalhando na rua em frente à Caixa.
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Narração automática (IA)A 'venda casada' tem sido uma prática comum entre os bancos, que é quando um cliente precisa de um serviço e a instituição financeira só o disponibiliza mediante a contratação de outro. Segundo o código de defesa do consumidor, artigo 39, I, essa é um atividade proibida no Brasil, constituindo como infração de ordem econômica. Infringindo o código, a Caixa Econômica Federal (CEF), de Brumado, foi condenada a indenizar em R$ 4 mil um cliente por ter vendido um seguro de vida através da venda casada. O indenizado não sabia que tinha comprado o seguro - de renovação automática anual - e só percebeu quando seu nome foi incluído no Serviço de Proteção ao Crédito (SPC) pelo não pagamento do mesmo. A decisão foi julgada pelo juiz federal substituto Tiago Borré, da Justiça Federal de Vitória da Conquista, o qual determinou o pagamento da quantia por danos morais, acrescido de correção monetária, e que a CEF declare como inexistente os débitos do cliente. Caso o nome do cliente não seja excluído imediatamente do serviço de proteção ao crédito, a Caixa de Brumado deverá pagar multa diária de R$ 100,00 até que cumpra a decisão.
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Os beneficiários do programa compareceram na agência da Caixa Econômica na noite deste sábado (18) para sacar um abono, mas tudo não passou um trote. (Foto: Lay Amorim/Brumado Notícias). Centenas de cadastrados no Bolsa Família de Brumado compareceram à agência da Caixa Econômica Federal na noite deste sábado (18) após terem sido informados de que o governo estaria pagando um abono referente ao programa social. A informação repercutiu com velocidade e fez com que uma multidão superlotasse a agência. O Brumado Notícias compareceu ao banco e conversou com a dona de casa Silvanete Santos. Segundo a beneficiária, tudo não passou de um mal entendido. “Eu vim sabendo que iria receber o meu benefício antecipado e consegui fazer a retirada, mas muitos que estão aqui estão achando que irão receber um abono extra concedido pelo governo. Por isso, essa muvuca toda”, disse. O movimento foi grande e até a polícia esteve no local, pois surgiram rumores de um possível atentado a agência, que foi logo descartado.
O movimento foi grande e até a polícia esteve no local, pois surgiram rumores de um possível atentado a agência, que foi logo descartado. (Foto: Lay Amorim/Brumado Notícias). Ouvir Notícia
Narração automática (IA)O homem que passou mal durante o episódio de apedrejamento ocorrido contra a Caixa Econômica Federal (CEF) morreu na última quinta-feira (08). Reginaldo da Silva Gomes, 36 anos, natural da cidade de Iramaia, era ajudante de pedreiro faleceu no hospital por volta 21h após agravamento do seu estado de saúde. O homem teve uma convulsão na agência e estava, desde então, internado no Hospital Professor Magalhães Neto, onde morreu de um ataque cardíaco. A vítima, que era hipertensa, teve vários surtos relembrando o pavor que viveu na agência ao longo dos dias em que ficou hospitalizada. O corpo foi liberado para a família e já foi deslocado para Iramaia, onde está sendo velado. Dirim, como era conhecido, tinha parentes em Brumado e estava na cidade para resolver assuntos pessoais no banco, quando ocorreu o atentado.
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Narração automática (IA)Já na delegacia, a irmã do homem acusado de ter apedrejado a Caixa Econômica Federal contou ao Brumado Notícias que seu irmão, de nome Joaquim, 47 anos, sofre de distúrbio mental e tem histórico de agressões. O homem é morador da Comunidade do Riachão, município de Aracatu, onde é acompanhado pelo Centro de Atenção Psicossocial (Caps). Segundo a mulher, o atentado contra a Caixa Econômica teria ocorrido porque Joaquim está tentando se aposentar há seis meses, mas sem sucesso. Emocionada, a irmã fez um apelo para que seu irmão não ficasse detido, mas fosse conduzido a um centro de tratamento para receber apoio especializado. A polícia segue apurando as informações e a polícia técnica esteve na agência colhendo o material necessário. Funcionários e clientes da Caixa também compareceram à delegacia para prestar queixa do ocorrido.