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Dilma veta projeto de lei sobre criação de municípios

O projeto de lei que tratava da criação, incorporação, fusão e desmembramento de municípios foi vetado integralmente pela presidente Dilma Rousseff (PT). A chefe do executivo nacional alegou que o projeto contraria o interesse público, vez que a iniciativa representa gastos, colocando em risco o equilíbrio da responsabilidade fiscal. "Embora se reconheça o esforço de construção de um texto mais criterioso, a proposta não afasta o problema da responsabilidade fiscal na federação. Depreende-se que haverá aumento de despesas com as novas estruturas municipais sem que haja a correspondente geração de novas receitas. Mantidos os atuais critérios de repartição do Fundo de Participação dos Municípios (FPM), o desmembramento de um município causa desequilíbrio de recursos dentro do seu Estado, acarretando dificuldades financeiras não gerenciáveis para os municípios já existentes", explica a mensagem de Dilma, direcionada ao presidente do Senado Federal, Renan Calheiros (PMDB-AL).

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Um vídeo que seria utilizado por Eduardo Campos durante a propaganda eleitoral, que começa na próxima terça-feira (19), vazou nesta sexta (15). O candidato aparece em uma espécie de programa de auditório e fala sobre o governo de Dilma Rousseff e a criação de diversos ministérios, supostamente para agradar a base aliada formada pelos senadores Renan Calheiros, Fernando Collor e José Sarney. "Eu e a Marina somos os únicos candidatos que estamos dizendo, de agora, a gente está mandando avisar pela imprensa: 'Avisa aí ao Sarney, ao Renan, ao Collor, que nós vamos chegar e que eles vão para a oposição'. No nosso governo eles não vão trabalhar". Marina Silva também aparece no vídeo, sentada entre os espectadores.

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Renan Calheiros fica sem comida em casa por causa de licitação superfaturada O presidente do senado teve a licitação para compra de comida da residência oficial suspensa. (André Coelho/Arquivo O Globo).

O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), sua esposa e dois filhos estão fazendo suas refeições fora de casa desde o início desta semana. Motivo: a licitação para compra de comida da residência oficial foi suspensa no dia 02 de outubro. Considerada como superfaturada, a licitação contava com, além de arroz e feijão, 25 quilos de camarão vermelho grande, 20 quilos de frutos do mar, 1,7 tonelada de 33 tipos diferentes de carnes – dessa quantidade, 100 quilos era de filé mignon. O valor de tudo isso, para seis meses, era de R$ 98 mil. A assessoria do senador admitiu que o valor estava superfaturado, mas como forma de amenizar a situação, apontou que os 98 mil reais é bem menos dos os 240 mil reais gastos em 2012 com a alimentação na residência oficial, época em que o presidente era José Sarney. Ainda segundo a assessoria, serão eliminados itens supérfluos e superfaturados da licitação e outros terão a quantidade diminuída, como camarão, para que o custo caía a menos da metade. Os alimentos deverão ter quantidade suficiente apenas para Calheiros e sua esposa. Como os servidores da residência recebem ticket alimentação, a partir de agora eles farão suas refeições em outro lugar. As informações são do Jornal o Globo.

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Senado aprova regulamentação da profissão de vaqueiro Vaqueiros foram ao Congresso para acompanhar a votação do projeto no Senado. (Foto: Antônio Cruz/ABr).

Diversos vaqueiros acompanharam nesta terça-feira (24) a aprovação dada pelo Senado para o projeto de lei que regulamenta a profissão deles no país. De acordo com o projeto, os empregadores serão obrigados a fornecer seguro de vida e de acidente aos vaqueiros. A definição dada no documento para esse tipo de trabalhador é: “o profissional apto a realizar práticas relacionadas ao trato, manejo e condução de espécies animais do tipo bovino, bubalino, equino, muar, caprino e ovino”. Para garantir que os senadores aprovassem o projeto, os vaqueiros se reuniram no Congresso com o presidente da Casa, senador Renan Calheiros (PMDB-AL). Com a aprovação do Senado, o projeto de lei passa agora para a sanção da presidente.

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Governo prevê salário mínimo de R$ 722,90 em 2014 A proposta já foi entregue ao presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-RO), para ser votada. (Foto: Reprodução).

Foi anunciado na última quinta-feira (29) pela ministra do Planejamento, Orçamento e Gestão, Miriam Belchior, que a previsão do valor do salário mínimo para 2014 é de R$ 722,90. Tal valor consta no Projeto de Lei Orçamentária (Ploa) elaborado pelo governo federal e vai representar um aumento de 6,62% em relação ao que é pago atualmente (R$ 678). A ministra ainda declarou que esse reajuste vai significar um impacto de 29,2 bilhões de reais nas contas públicas do próximo ano. Para calcular o novo valor foi utilizado como base o percentual de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de 2011 e a reposição da inflação de 2012 pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC). Ao entregar o projeto para o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-RO), comentou: “O novo valor do salário mínimo previsto na peça orçamentária é de R$ 722,90, já incorporando a regra de valorização do salário mínimo, que tem sido uma política importante de alavancagem da renda das famílias no Brasil, o que tem nos levado a patamares de qualidade de vida muito superiores”. 

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O Senado Federal aprovou nesta quarta-feira (26) o projeto de lei que altera o Código Penal para aumentar a punição para corrupção e tornar esse tipo de delito crime hediondo, considerado de maior gravidade. O texto aprovado determina que a corrupção ativa (quando é oferecida a um funcionário público vantagem indevida para a prática de determinado ato de ofício) passa ter pena de 4 a 12 anos de reclusão, além de multa – atualmente, a reclusão é de 2 a 12 anos. A mesma punição passa a valer para a corrupção passiva (quando funcionário público solicita ou recebe vantagem indevida em razão da função que ocupa). A proposta também inclui entre crimes hediondos a prática de concussão (ato de exigir benefício em função do cargo ocupado). A proposta segue agora para a Câmara – se alterada pelos deputados, voltará para o Senado antes de ser sancionada pela presidente da República. As informações são do G1.

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