Em entrevista ao site Brumado Notícias, o diretor da APLB Sindicato, Gilvan Moreira, falou sobre a proposta de reajuste da prefeitura, de 8,4% sobre os salários dos professores municipais. Ao que tudo indica, a proposta, que não teria sido discutida com a categoria, será aprovada na Câmara de Vereadores. Moreira fez questão de ressaltar que o sindicato sempre esteve aberto à negociação, embora, segundo ele, a prefeitura tenha se omitido diante dos apelos da entidade. O sindicalista voltou a dizer que o reajuste é concedido através de dinheiro público e que é preciso haver transparência nesse processo. Para ele, é preciso discussão com embasamento no orçamento do município. Ele convidou a Comissão de Educação que existe no Legislativo para esse debate e destacou que há uma discrepância muito grande no projeto apresentado pela atual administração. O sindicalista não descartou a possibilidade de uma mobilização por parte da categoria caso não haja um consenso. “Qual a política de valorização dos professores no município hoje, visto que não há sequer uma discussão com as entidades representativas dessa categoria?”, questionou Moreira.
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Narração automática (IA)Em entrevista ao site Brumado Notícias, Gilvan Moreira, diretor da APLB-Sindicato em Brumado, falou sobre o projeto de lei da prefeitura que concede 8% de reajuste salarial aos professores da rede municipal de ensino. Moreira explicou que o reajuste não foi negociado com o sindicato, apesar das tentativas da entidade. “Queremos respeito”, disse o diretor, reiterando que a categoria ainda está aberta à negociação. O sindicalista ainda afirmou que o reajuste é concedido por meio de verba pública e que, por isso mesmo, é preciso diálogo. “Temos de tratar a coisa pública com mais seriedade. Até então tudo está sendo feito de forma arbitrária”, avaliou ele. Segundo o diretor, o reajuste de 8% não segue o piso nacional da categoria, que, para ele, já é pouco diante da jornada de trabalho da categoria. “Não podemos ficar contentes e satisfeitos com esses números”, concluiu o sindicalista.
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Narração automática (IA)No próximo sábado (29), a APLB Sindicato irá promover a I Conferência Regional de Educação, que acontecerá no prédio do CEEP, em Brumado, com o tema “Organizar a luta e avançar nas conquistas: A educação que a gente quer para a Bahia”. Durante o encontro, será realizada uma assembleia para discussão da campanha salarial 2014, jornada de trabalho de 13 horas e ainda a formação, remuneração, carreira e condições de trabalho. O evento está marcado para às 08h.
Brumado: Diretor da APLB esclarece que paralisações não irão prejudicar o calendário letivo estadual
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Narração automática (IA)Em entrevista ao site Brumado Notícias, o diretor da APLB - Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado da Bahia, Gilvan Moreira, respondeu se a paralisação nacional dos professores irá afetar o calendário letivo no estado e no município. O sindicalista garantiu que a paralisação já estava prevista e que por isso não irá afetar o ano letivo. Segundo Moreira, neste ano, os alunos terão 200 dias de aulas, porém o calendário foi elaborado com 210 dias, justamente prevendo essas paralisações da categoria, em prol de melhorias no setor. Tudo para não penalizar o aluno, explicou Moreira. A APLB adiantou que outras paralisações já estão previstas, inclusive por conta de alguns projetos que serão votados no Senado, a exemplo do Plano Nacional de Educação.
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Narração automática (IA)Há alguns dias um abaixo assinado está circulando entre as escolas municipais, o qual os subscritos pedem a aprovação do índice de 8,68% de aumento salarial oferecido pelo Poder Executivo. Entretanto, o diretor da delegacia municipal da APLB, Gilvan Moreira, garantiu que esse documento não é legal. “A lista está sendo entregue por moto táxi, não sei quem está fazendo, mas não é legal porque não consta o nome de nenhuma entidade representativa dos professores”, justificou. O diretor aproveitou para comentar ter ouvido alguns vereadores dizerem que se os professores não aceitarem o valor proposto pela prefeitura, estão deixando de receber R$ 1,3 mil. “Mas é bom lembrar que se aprovaram os 8,68% e não os 24%, os professores ficaram sem receber R$ 2.300,00. Se os vereadores querem realmente nos ajudar, que votem no projeto de forma integral. Qualquer aditivo à lei federal, que não seja de forma integral, é irregular na nossa visão. Se o vereador quer votar, que vote dentro do conhecimento dele das leis. Agora a assembleia já decidiu e a gente vai brigar até o final na justiça pelos 24%, cumprindo o piso”, categorizou Moreira. No tocante ao abaixo assinado, o diretor da APLB garantiu que a classe vai tomar as medidas jurídicas quando souber quem fez o documento. “O documento é irregular e foi utilizada má fé, e os vereadores precisam pensar sobre isso, pois eles precisam fazer uma coisa dentro da legalidade”, emendou.
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Gilvan Moreira, diretor do Núcleo da APLB no município, declarou que a categoria está bastante insatisfeita com a proposta de 8,65%. (Foto: Lay Amorim/Brumado Notícias). Após o prefeito de Brumado, Aguiberto Lima Dias (PSL), encaminhar projeto de reajuste salarial dos professores municipais, que prevê aumento de 8,68% nos salários da categoria, para ser votado na Câmara de Vereadores, sindicalistas e professores se reuniram na noite da última segunda-feira (26), na Biblioteca Jarbas Passarinho, a fim de debater a proposta apresentada pelo executivo municipal. Ao final da reunião, os docentes decidiram rejeitar a proposta de reajuste. Em entrevista ao site Brumado Notícias, Gilvan Moreira, diretor do Núcleo da APLB - Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado da Bahia - no município, declarou que a categoria ficou bastante insatisfeita com a contrapartida da prefeitura, tendo em vista que nos últimos dias a administração apresentou altos reajustes a outros setores administrativos. “Primeiro, o prefeito deu um reajuste de 45% aos cargos de confiança comissionados; depois, ainda deu um reajuste de 80% ao servidor Raimundo Lima Dias, seu irmão, que é técnico em contabilidade da prefeitura. Esse último reajuste seria uma gratificação por Condições Especiais de Trabalho (CET). Agora, oferece míseros 8,68% de reajuste aos professores. Isso é uma humilhação com a categoria que tem colocado a cidade de Brumado entre os primeiros no ranking da educação no estado. Além disso, tem funcionários que trabalham na área da educação que não são professores, recebendo reajuste de 14% de aumento, com recursos do Fundeb, o que mostra total incoerência com os professores”, disse Gilvan.
O diretor da APLB no município afirmou que os professores irão apelar aos vereadores para que os mesmos votem contra a proposta de reajuste da prefeitura. Simultaneamente, a categoria irá realizar diversas paralisações ao longo deste ano, a começar por um manifesto público que já está marcado para o dia 7 de setembro, durante as comemorações cívicas no município. Com relação a greve, o sindicalista deixou claro que não é descartada a possibilidade, mas que a categoria está estudando todos os ângulos da situação com o intuito de não prejudicar o ano letivo. Gilvan disse ainda que os professores, assim como a APLB e o Sindicato dos Servidores Municipais de Brumado (Sindsemb), estão dispostos a acionar o Ministério Público para que o executivo municipal seja obrigado a pagar o salário dos professores de acordo com o piso nacional da categoria.
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O diretor da APLB do município, Gilvan Moreira, disse que a categoria não aceitou os 7% de aumento e disse que a categoria pode paralisar as atividades. (Foto: Lay Amorim/Brumado Notícias). Em assembleia realizada na noite desta segunda-feira (15), os professores municipais, sindicato dos servidores públicos e delegacia da APLB em Brumado decidiram pela rejeição dos 7% de reajuste salarial oferecidos pela Prefeitura de Brumado. A expectativa da categoria era de que fosse mantida a proposta da classe de 24% de aumento, mas o Poder Executivo negou. A alegação dada foi que esse percentual iria ferir a lei de responsabilidade fiscal. Essa justificativa não agradou aos professores. “O município está dizendo que não pode pagar ao professor o básico, que é pouco mais de 700 reais, mas mantém secretários com salários de 10 mil. Isso é inadmissível”, declarou Gilvan Moreira, diretor da delegacia da APLB ao site Brumado Notícias. Após a assembleia, professores se deslocaram para a Câmara Municipal, onde, durante a sessão, reivindicaram a ação dos parlamentares em defesa da categoria. “Esperamos que o Legislativo brumadense não se omita na defesa dos educadores e que, ao mesmo tempo, não blindem o senhor prefeito, pois dentro da proposta oferecida não está sendo utilizado o recurso do Fundeb para reajustar o salário dos professores”, disse Moreira. Ainda em entrevista, o diretor da APLB afirmou que o sindicato e os professores retornarão à mesa de negociações e, caso o Executivo não atenda às reivindicações da categoria, serão realizadas paralisações de advertência, as quais poderão culminar em uma greve.